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Arquivo Estado

Jeca. Não há melhor definição para Amácio Mazzaropi, o ator que fez sucesso com o simples e perfeito personagem de um caipira brasileiro. Filho de um imigrante italiano, nasceu em São Paulo,  no dia 9 de abril de 1912. Foi o mais bem sucedido empresário (ator, cineasta e produtor) do cinema popular. Mazzaropi estreou como ator nos anos 30, com um personagem simplório, Genésio. Descoberto como talento, passou a apresentar um programa na Rádio Tupi, onde contava ‘causos’ intercalados por números musicais, até ser contratado pela Companhia Vera Cruz para fazer cinema.

Em homenagem ao centenário de nascimento do ator, a Cinemateca de São Paulo realiza, neste mês, uma mostra com apresentação de alguns de seus filmes. Nas páginas do Estadão e JT um pouco da história desse artista que será sempre lembrado como um dos grandes nomes do cinema nacional.

O Estado de S. Paulo, 9/7/1952 – Estreia na grande tela em Sai da Frente, no papel de Isidoro, um motorista de caminhão.

O Estado de S. Paulo, 7/9/1955A Carrocinha

 O Estado de S. Paulo, 31/8/1956O Gato de Madame

O Estado de S. Paulo, 15/1/1965Meu Japão brasileiro

Jornal da Tarde, 6/2/1970Uma pistola para Djeca

O Estado de S. Paulo, 14/6/1981 – Morreu no dia 13 de junho de 1981, com 69 anos, de câncer na medula

Pesquisa e Texto: Rose Saconi
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Há 30 anos

Jornal da Tarde, 6/4/1982

No dia 5 de abril, duas semanas antes do lançamento do filme Pra frente Brasil, de Reginaldo Farias, a chefe da Divisão de Censura da Polícia Federal, Solange Hernandes, não liberou a exibição do filme que contava a história de um homem no início dos anos 70 que confundido com um terrorista, foi preso, torturado e morto.

O enredo não agradou aos militares e Celso Amorim, então diretor-geral da Embrafilme, demitiu-se do cargo. A estatal era coprodutora do filme e impediu a exibição de Pra frente Brasil no Festival de Cannes.

Denúncia. No dia 26 de agosto, o Estado revelou, com exclusividade, o documento com os pareceres favoráveis dos técnicos da Divisão de Censura que foram retirados pela Divisão da Censura da PF e não constava no processo do Conselho Superior de Censura. Clique na imagem e leia a matéria do Estadão deste dia.

Após oito meses de muita polêmica, o filme é finalmente liberado pela censura.

O Estado de S. Paulo, 16/12/1982

 Pesquisa e Texto: Rose Saconi
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Há 60 anos era lançado nos EUA o clássico “Cantando na Chuva”. O filme imortalizou a sequência de Gene Kelly dançando na chuva. A coreografia ficou maior do que o filme e hoje mora no imaginário popular.

Se o filme fosse chamado “Dançando na Chuva” quase ninguém notaria a diferença. Provavelmente muitas pessoas não assistiram o filme, mas conhecem a música e a dança de Gene Kelly. Sempre evocadas quando estamos estamos na rua e somos apanhados pela chuva.

Foto: Divulgação

No Brasil, o filme chegou em outubro de 1952, sete meses depois do lançamento nos EUA.

O Estado de S. Paulo – 2/10/1952

Em 1990, o jornalista Ruy Castro apresentou 29 curiosidades sobre o filme. Entre elas está o fato de que não foi um sucesso quando lançado. “Cantando na Chuva” ficou 20 anos no armário da MGM e só foi relançado em 1972.

 

 O Estado de S. Paulo – 13/2/1990

 Pesquisa e texto: Carlos Eduardo Entini
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O consumidor entrou para o calendário de efemérides em 1962 pelas mãos John Kennedy. No dia 15 de março daquele ano, o ex-presidente enviou ao congresso norte-americano uma mensagem sobre os “Direitos do Consumidor”.

Em 1911, usuário reclama de maus-tratos no bonde

No Brasil, a regulamentação específica só veio em 1991 com o Código do Consumidor. Veja “O cliente tem razão”.

Mas antes de todo o aparato legal que conhecemos, o cliente sempre teve razão nas páginas do Estado.

Desde 1910 o jornal dedica espaço ao consumidor.  A seção ” Queixas e Reclamações”  foi publicada pela primeira vez em 21 de abril. A carta que inaugurou a seção reclamava sobre os buracos na rua João Teodoro.

Conheça algumas reclamações centenárias ou quase que ainda parecem ser atuais.

 

Março de 1900, carta enviada e não recebida


1908, leiloeiros enganam o público

1920, desrespeito ao lugar marcado no ingresso do cinema


1920, passageiro retirado do avião sem explicação

Das seções de cartas também já sairam investigações. Em 1911, um leitor denunciava o descaso  com uma  correspondência que só chegou 5 anos depois de enviada. A reclamação gerou uma investigação do jornal  que, mais tarde, desvendou um grupo de corruptos.

Pesquisa e Texto: Rose Saconi, Lizbeth Batista e Carlos Eduardo Entini
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05.março.2012 13:14:16

Darth, I’m your father

Jornal da Tarde – 05/3/2008

O renomado desenhista americano Ralph McQuarrie morreu no último sábado, aos 82 anos de idade. Ralph é pai do design de alguns dos personagens mais populares do cinema. Idealizou a fúnebre figura de Darth Vader e a peluda figura de Chewbacca. Os trabalhos originais de Ralph puderam ser vistos no Brasil, em 2008, na “StarsWars Exposição Brasil”.

O Estado de S.Paulo – 27/5/2007

O público brasileiro foi apresentado à Darth Vader, em 1978, quando o primeiro filme da triologia de Guerra nas Estrelas estreou nos cinemas nacionais e hipnotizou toda uma geração.

Seus desenhos são elementos chaves na obra prima de George Lucas, são ícones que compõem uma das mais cultuadas e rentáveis franquias do cinema. Nas palavras de Lucas: “Quando palavras não podiam transmitir minhas ideias, eu sempre podia apontar para as ilustrações de Ralph e dizer ‘Faça assim’.

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Pesquisa e texto: Lizbeth Batista
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