1 de março de 1902
Na terceira eleição direta realizada no Brasil, Rodrigues Alves, do Partido Republicano, foi o vencedor.
Siga o Arquivo Estadão: twitter@estadaoarquivo e facebook/arquivoestadao
O Estado de S.Paulo – 06/7/1929
“Verdadeira fonte de ensinamentos para a consecução da felicidade conjugal..”

Veja também o blog Reclames do Estadão
Siga o Arquivo Estadão: twitter@estadaoarquivo e facebook/arquivoestadao
Fatos históricos sempre foram matéria prima para o cinema e de vários filmes dos vencedores do Oscar. Mas nesta 84ª edição da premiação mais importante do cinema, seja qual for o filme vencedor, a consagração é do olhar para o passado. Todos os favoritos têm importantes acontecimentos do século 20 como principal pano de fundo.
Clique nas imagens e relembre nas páginas do Estadão o noticiário de época que remete aos enredos dos filmes indicados para a premiação.
Em História Cruzadas, uma empregada negra em uma cidade do Mississipi aceita descrever sua vida para uma escritora branca, que coleta histórias pessoais como uma biografia, relembrando os movimentos em defesa dos direitos civis dos anos 60.
O Estado de S. Paulo – 20/11/1966
A Invenção de Hugo Cabret cria um desfecho fantasioso para a história do ilusionista francês Georges Méliès (foto na reportagem abaixo), um dos primeiros cineastas da história, famoso por Viagem à Lua, de 1902.
O Estado de S.Paulo – Suplemento Literário – 01/5/1965
A era do cinema mudo é revivida em O Artista, que mostra a grande transformação do cinema com a chegada do som às telas.
O Estado de S.Paulo -6/7/1929
Na capa do jornal, notícia sobre curso para formação de atores para o ‘cinema falado’.
O Estado de S.Paulo – Suplemento Literário, 8/10/1957
Chaplin, um dos atores mais famosos da era do cinema mudo.
Meryl Streep interpreta a primeira ministra britânica dos anos 80, Margareth Thatcher, em A Dama de Ferro.
O Estado de S.Paulo – 5/5/1979
Thatcher foi a primeira mulher a ocupar o posto de primeira ministra na Grã-Bretanha.
Estado, 20 de maio de 1982
A ‘Dama de Ferro’ durante a guerra contra a Argentina, na disputa pelas Ilhas Malvinas.
A capital francesa dos anos 20, que reunia célebres escritores, pintores e cineastas, é retratada em Meia Noite em Paris.
O Estado de S.Paulo – 23/4/1929
Estado, 4 de julho de 1924
A história de Cavalo de Guerra, de Spielberg, é baseada na Primeira Grande Guerra, entre os anos 1914 e 1918, numa briga iniciada entre as alianças de França, Reino Unido e Rússia.
O Estado de S.Paulo – 01 /8/1914
Leia também:
Pesquisa e texto: Rose Saconi
Siga o Arquivo Estadão: twitter@estadaoarquivo e facebook/arquivoestadao
A escolha do nome de quem disputará as eleições sempre é cercada de disputas tensas em qualquer partido. Mas no PSDB o rito em que os pré-candidatos enfrentam tem sido um drama. A cúpula e os caciques do partido rejeitam o rito de escolha pela base e impõem um nome. Militantes clamam por mais participação e exigem que o candidato à prefeitura de São Paulo seja escolhido pelos filiados. A prática de impor um nome já é tão duradoura que a última vez em que houve prévias foi há duas décadas, quando a escolha de Fábio Feldman virou uma exceção à regra.
Jornal da Tarde – 22/6/1992
O partido tinha apenas quatros anos de fundação quando o PSDB paulistano escolheu seu primeiro candidato à prefeitura de São Paulo. Fábio Feldman chegou como participante à convenção de 1992 e saiu como candidato. Seu nome foi colocado à revelia na lista. Bateu chapa com o ex-deputado Getúlio Hanashiro e levou com 111 votos contra 86.
Hoje parece mentira, mas, num raro exemplo de participação política, os militantes tucanos também decidiram com quem o partido deveria se aliar nas eleições municipais daquele ano. Foi negada uma aliança com o PMDB, e aprovada coligação com o PDT e o PV.
Leia também:
# Líder do PSDB pede Serra sem prévias
# PSDB divulga cédula de votação da prévia do partido em SP
# Pré-candidatos tucanos adotam discurso de oposição a Kassab em debate em SP
Pesquisa e Texto: Carlos Eduardo Entini
Siga o Arquivo Estadão: twitter@estadaoarquivo e facebook/arquivoestadao
As cenas do integrante da Império de Casa Verde invandindo a área de apuração para rasgar os votos dos jurados e dos manos da Gaviões da Fiel barbarizando no Anhembi superaram em todos os quesitos uma outra tradição dos carnavais: as brigas e confusões que tomam conta dos perdedores sem espírito esportivo quando uma escola de samba rival é anunciada como campeã.
Relembre algumas das confusões na apuração do carnaval:
O Estado de S. Paulo – 26/2/1974
O Estado de S. Paulo – 26/2/1982
O Estado de S. Paulo – 21/2/1985
Jornal da Tarde – 09/2/2006
Leia também:
# Carlos Imperial, o inventor do bordão “Dez! Nota Dez!”
Pesquisa e texto: Carlos Eduardo Entini, Edmundo Leite e Rose Saconi
Siga o Arquivo Estadão: twitter@estadaoarquivo e facebook/arquivoestadao
2012
2011