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Arquivo Estado

Os políticos escaparam ilesos em 2012. Neste ano não aconteceu a tradicional malhação do Judas realizada na rua Lavapés, no bairro do Cambuci . Tradição no sábado de Aleluia em boa parte do Brasil, o malho mais famoso de São Paulo é realizado há mais de 80 anos na região central da cidade.

A malhação do Judas é um verdadeiro acerto de contas entre o povo, seus políticos e temas incômodos do dia a dia. Um político pode passar toda sua vida sem nenhuma condenação na justiça. Mas nessa catarse popular ninguém é perdoado.

 

Pesquisa e Texto: Carlos Eduardo Entini
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Isaac Asimov, em ilustração de Petchó, 1987

Há 20 anos morria o ficcionista e divulgador científico Isaac Asimov. Apaixonado pela inteligência artificial e robôs, o russo radicado nos EUA, anteviu na ficção e e em outras obras, a relação estreita e irreversível que hoje temos com os aparelhos autômatos. Não só em forma de humanóides, como relatada no seu famoso livro Eu, Robô de 1950, mas no dia a dia cada vez mais automatizado em que vivemos.

Autor de centenas de publicações, Asimov esteve presente nas páginas do Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde desde 1968 até poucos dias da sua morte.

 

O Estado de S. Paulo – 12/8/1968

Jornal da Tarde – 29/5/1969

 O Estado de S. Paulo – 4/4/1992

 Último artigo publicado no Estado de S. Paulo, dois dias antes de sua morte, abordava a nanotecnologia.

 

O Estado de S. Paulo – 7/4/1992

Pesquisa e Texto: Carlos Eduardo Entini e Rose Saconi
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Há 30 anos

Jornal da Tarde, 6/4/1982

No dia 5 de abril, duas semanas antes do lançamento do filme Pra frente Brasil, de Reginaldo Farias, a chefe da Divisão de Censura da Polícia Federal, Solange Hernandes, não liberou a exibição do filme que contava a história de um homem no início dos anos 70 que confundido com um terrorista, foi preso, torturado e morto.

O enredo não agradou aos militares e Celso Amorim, então diretor-geral da Embrafilme, demitiu-se do cargo. A estatal era coprodutora do filme e impediu a exibição de Pra frente Brasil no Festival de Cannes.

Denúncia. No dia 26 de agosto, o Estado revelou, com exclusividade, o documento com os pareceres favoráveis dos técnicos da Divisão de Censura que foram retirados pela Divisão da Censura da PF e não constava no processo do Conselho Superior de Censura. Clique na imagem e leia a matéria do Estadão deste dia.

Após oito meses de muita polêmica, o filme é finalmente liberado pela censura.

O Estado de S. Paulo, 16/12/1982

 Pesquisa e Texto: Rose Saconi
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Foto: Marcia Zoet. Arquivo/AE

A relação entre o senador Demóstenes Torres e o bicheiro Carlinhos Cachoeira escancarou a extensão do poder de um jogo nascido há 120 anos. Surgiu como uma inocente e criativa tentativa de salvar o zoológico do Rio de Janeiro que passava por dificuldades financeiras.

Desde que deixou o zoológico, o  “Jogo dos Bichos” tomou as ruas, se tornou febre e problema. É o que mostrou Olavo Bilac, colaborador do Estado, em reportagens de 1898.

Bilac relata que o jogo estava em todos os lugares, nos armazéns, nas repartições públicas e inclusive nas escolas. Segundo ele, até professores, de dentro do colégio, faziam o papel de ‘book-maker’ e os apostadores eram os próprios alunos:

 

A Província de S. Paulo – 8/6/1898

A primeira vez que se tentou acabar com o jogo do bicho foi em 1895. A tentativa foi inútil. Depois da repressão, notou Bilac, o jogo deixa de frequentar as regiões centrais para se instalar nas áreas periféricas do Rio de Janeiro:

 

A Província de S. Paulo – 11/2/1898

De lá para cá, outras tentativas de dar cabo à jogatina aconteceram em vão. Considerado contravenção desde 1941, o jogo do bicho, e suas ramificações, é um problema sem solução há mais de um século.

 

Pesquisa e texto: Carlos Eduardo Entini, Lizbeth Batista e Rose Saconi
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03.abril.2012 20:24:49

Os andróides também amam

Bem-vindos, novos usuários do Instagram.

O Estado de S. Paulo – 13/12/1996

O Estado de S. Paulo – 07/3/2011

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