Confira imagens da festa de lancamento do acervo digitalizado da coleção completa de O ESTADO DE S. PAULO, com mais de 2,4 milhões de páginas do jornal.
A cerimônia acontece agora no Auditório do Ibirapuera.
São 137 anos de história disponíveis para historiadores, cientistas, jornalistas e curiosos.
Confira aqui o Acervo ou clique na imagem.
Acompanhe no blog todos os detalhes da festa de lançamento que acontece no auditório do Ibirapuera, a partir das 21h.
Siga o Acervo Estadão: twitter@estadaoarquivo | facebook/arquivoestadao | Instagram
Da abolição da escravidão à promulgação da Constituição, do voo de Santos Dumont à chegada do homem à Lua, da Proclamação da República à redemocratização, do nascimento do futebol à conquista do pentacampeonato, do conflito de Canudos a duas guerras mundiais, não há assunto relevante que não tenha sido noticiado nas páginas do Estadão ao longo de seus 137 anos de história.
Mais de 2 milhões de páginas publicadas pelo jornal desde a sua fundação, em 4 de janeiro de 1875, estarão na íntegra à disposição para consultas na internet a partir do próximo dia 23. Com alguns cliques no computador, tablet ou celular será possível mergulhar na história do Brasil e do mundo.
Mais do que uma poderosa ferramenta de busca de informações, o Acervo Estadão proporcionará uma experiência inédita em termos de disseminação de conhecimento. Convênios com bibliotecas e instituições de ensino do País garantirão acesso pleno a pesquisadores e estudantes. Ao entregar esse valioso acervo aos leitores, o Estado reafirma seu compromisso com a disseminação do conhecimento por meio do jornalismo independente e de qualidade.
A digitalização dará destaque à censura sofrida pelo Estado em vários períodos, especialmente após a edição do Ato Institucional n.º 5 (AI-5) em 13 de dezembro de 1968. As páginas censuradas durante a ditadura militar e nunca publicadas estarão disponíveis tal qual foram planejadas. O leitor poderá ver como o jornal desafiou a censura publicando versos de Camões nos espaços deixados pelas reportagens barradas.
A digitalização dá sequência a um histórico de inovações tecnológicas que sempre marcou a trajetória do Estado. Uma das primeiras foi a contratação da agência de notícias Havas, atual France Presse, pelo jornalista Julio Mesquita, o patriarca da família proprietária da empresa.
O acervo torna possível a consulta dos relatos enviados pelo escritor Euclides da Cunha sobre a Guerra de Canudos, ainda nos primeiros anos da República, no interior da Bahia. O trabalho deu origem ao clássico da literatura brasileira Os Sertões.
Um conversor de valores vai auxiliar o internauta a calcular preços de produtos anunciados em diferentes épocas.
Até recentemente, o trabalho dos pesquisadores interessados em consultar jornais antigos exigia tempo e disposição para folhear originais de papel, em volumosas coleções encadernadas guardadas em bibliotecas. Havia ainda a dificuldades de reprodução e organização, barreiras agora superadas com a possibilidade de fazer buscas pela internet nos arquivos digitalizados.
Perfiladas, as páginas do acervo do Estado cobririam 1.440 km, distância entre São Paulo e Vitória da Conquista (BA). Encadernados, os volumes ocupam 230 metros, altura de um prédio de 76 andares.
Leia também:
# Do papel ao microfilme, rumo à página digital
Siga o Arquivo Estadão: twitter@estadaoarquivo | facebook/arquivoestadao | Instagram
A trajetória de Nelson Mandela, símbolo da resistência ao regime de segregação racial apartheid e ex-presidente sul-africano, agora pode ser conhecida pela internet. Através da parceria entre o Centro de Memória Nelson Mandela e o Instituto Cultural Google foram digitalizados fotos, vídeos, cartas, documentos pessoais e objetos, como calendário e agendas, pertencentes ao líder africano desde 1929.
Ao entrar, o site apresenta uma exposição virtual com a trajetória de Mandela dividida em sete temas, entre eles “O Mito” e “Anos na Prisão”.
O endereço é archives.nelsonmandela.org
Pesquisa e texto: Carlos Eduardo Entini
Agradecimento à arquivologista Cristal da Rocha pela dica
Siga o Arquivo Estadão: twitter@estadaoarquivo | facebook/arquivoestadao | Instagram
Depois da Semana de Arte Moderna, em 1922, a cidade de São Paulo aguardou quase três décadas até ganhar um museu destinado a abrigar o legado modernista e contemporâneo. Criado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) foi inaugurado oficialmente no ano seguinte, com a exposição de arte abstrata Do Figurativismo ao Abstracionismo, em um prédio na Rua Sete de Abril, no centro. Liderando um grupo de artistas e empresários, o industrial Francisco Matarazzo Sobrinho, o Cicillo, foi o responsável pela fundação.
8 de março de 1949
Em 1958, o MAM deixou o centro da cidade e foi para o Parque do Ibirapuera.
31 de agosto de 1958
Desde ontem, o MAM tem realizado os seminários Transmuseu. Nesta quinta-feira, duas mesas-redonda discutirão a gestão de acervos e meios de ampliar a difusão das instituições de arte. Acompanhe a programação:
Pesquisa e texto: Rose Saconi
Siga o Arquivo Estadão: twitter@estadaoarquivo e facebook/arquivoestadao
2012
2011