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Arquivo Estado

Há 135 anos

O Jockey Clube de São Paulo comemora hoje o 135º aniversário da primeira corrida, realizada no Hipódromo da Mooca, em 1876. Era tarde do Grande Prêmio 29 de Outubro. Apenas dois cavalos competiram na corrida inaugural. Um se chamava Republicano, tinha de 7 anos e era de propriedade de Brasílico de Castro. Seu adversário foi Macaco, de 8 anos, defensor de João Tobias. O páreo foi corrido em 1.609 metros e ganhou Macaco.

O programa atraiu grande número de senhoras e senhoritas que deram um toque especial ao ambiente com seus grandes chapéus e vestidos longos.

Clique na imagem e veja fotos do Hipódromo da Mooca publicadas na página do suplemento Rotogravura, do Estado, de julho de 1933.

A partir de 1890, o turfe em São Paulo começou a difundir-se por meio de adesões de pessoas importantes da cidade e aceleração do comércio dos cavalos de corrida. A necessidade de progredir levou à transferência, em 1941, para um local mais adequado.  A área com 640 mil metros quadrados escolhida ficava em Cidade Jardim. No dia 25 de janeiro de 1941, aniversário da cidade, foi inaugurado o majestoso Hipódromo Paulistano.

1935

Público na arquibancada do Hipódromo da Mooca. Foto: Arquivo/AE

Pesquisa e Texto: Rose Saconi
Tratamento de Imagens:
José Brito

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28 de outubro de 1978

Ao inaugurar a rodovia dos Bandeirantes, a Via Norte, o presidente Ernesto Geisel definiu-a como uma “obra de todos, que foi realizada num esforço comum. É uma obra da Revolução”, disse Geisel ao responder a um jornalista que lhe disse ter sido a nova estrada ‘ideia de Paulo Maluf’.

O prefeito Olavo Setúbal fez o primeiro discurso na cerimônia de abertura, seguido do pronunciamento do governador Paulo Egydio Martins. O nome da rodovia foi uma homenagem do governo de São Paulo aos bandeirantes que exploraram o interior do País pelo litoral paulista. Foi construída em 26 meses, prazo recorde para os padrões da época.

O projeto original da rodovia previa uma autoestrada, nos moldes das freeways norte-americanas. Com apenas três entroncamentos com outras estradas, a rodovia foi criada principalmente para desafogar a via Anhanguera.

Veja também:

*Imigrantes, um marco da engenharia

Pesquisa e Texto: Rose Saconi
Tratamento de Imagens:
José Brito

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24 de outubro de 1929

Foi no fim de outubro de 1929, há 82 anos, que a Bolsa de Valores de Nova York desmoronou-se, vivendo um clima de pânico e histeria que ainda hoje são lembrados. De uma hora para outra, grandes investidores perderam tudo o que tinham.

Os efeitos assustadores começaram a ser sentidos no dia 24, concentrando-se nos dias 28 e 29. Esta ficou conhecida como “Terça-feira Negra”, por ser considerado o dia mais devastador da história de Wall Street.

Em Nova York, houve pânico o dia inteiro. Pessoas corriam de uma lado para o outro querendo vender suas ações. Os boatos tornaram a situação incontrolável. A Bolsa fechou as portas. No final do dia, um prejuízo de quatro bilhões de dólares.

Pesquisa e Texto: Rose Saconi
Tratamento de Imagens:
José Brito

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Domingo, 22 de outubro de 1911

No centenário de seu nascimento, o Estado celebrava a contribuição do  pianista-virtuose, Franz Liszt, para a música clássica contemporânea, exaltando sua importância para a técnica do piano.

“(…) O mundo civilisado celebra hoje o centenário do nascimento do grande musico Franz Liszt.

Liszt foi um “enfant prodige” que cumpriu com as suas promessas: não só como pianista foi o mais notavel da srua época; também como compo­sitor elevou-se ás culmtnancias  da arte.

Na primeira phase de sua carreira artística o grando musico mostrou- se sobretudo notável virtuose e  co­mo tal dominou todos os  salões e  to­dos os auditórios.

Como pianista-virtuose Liszt con­tribuiu extraordinariamente para o desenvolvimento da technica do pia­no. O seu mechanismo phenomenal criou novas combinações de pura technica e de sonoridade, como até então ninguém empregára e ain­da nos nossos dias as suas obras importantes, para piano, con­stituem a pedra do toque dos modernos-virtuoses.

Como compositor, Liszt foi muito discutido e impugnado, quanto ao seu gênio criador, mas o que se não pode negar é que, apesar de tudo a obra Lisztiniana tem o seu cunho muito particular, de absoluta originalidade(…)”

Pesquisa  e texto: Lizbeth Batista

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Na madrugada daquele domingo, 20 de outubro de 1991, milhões de torcedores e fãs da Fórmula 1 acompanharam pela TV o piloto brasileiro, já com o título assegurado desde as primeiras voltas, deixar de vencer o GP do Japão a poucos metros da linha de chegada.

“Foi uma forma de retribuir a ajuda que Gerhard Berger me deu no campeonato”, afirmou Ayrton Senna, para explicar por que tirou o pé do acelerador para que o companheiro da equipe McLaren ganhasse a prova em Suzuka. Senna cruzou a linha em segundo lugar, 344 milésimos atrás de Berger e conquistou seu terceiro título mundial na F1.

“Correr é a minha vida. Para mim não serve 99%, quero 100%.O limite está na totalidade…Eu nunca considero a possibilidade de um acidente.” Ayrton Senna em entrevista após o GP do Japão, em 1991.

Pesquisa e Texto: Rose Saconi
Tratamento de Imagens:
José Brito

Veja também:

# Há 25 anos, dobradinha Piquet e Senna no pódio

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