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Ariel Palacios

05.setembro.2009 02:30:54

“Percam rapazes! Por favor, percam o jogo!”

roca
“Percam, rapazes, por favor! Percam pela pátria”, disse Julio Roca aos jogadores argentinos no distante 1912. Tempos em que o futebol era levado, ad hoc, na esportiva.
Roca, em 1907 entre Campos Salles e o Barão do Rio Branco

mao3sO presidente Julio Argentino Roca foi um dos símbolos patrióticos da Argentina entre o final do século XIX e o início do XX. Embora controvertido, Roca orgulhava-se de até ostentar o segundo nome de “Argentino”. Mas, em 1912, já ex-presidente, Roca preferiu renunciar circunstancialmente à condição de “hincha” (torcedor) para evitar problemas com o Brasil.

Naquele ano os dois países estavam mergulhados em tensões comerciais e militares. Roca, que havia protagonizado a primeira visita de um presidente argentino ao Brasil em 1899, era considerado um “brasilianista”.

Por esse motivo, foi enviado em missão especial pelo presidente Roque Sáenz Peña para desativar os conflitos com o Brasil.

A visita de Roca coincidiu com o nonagésimo aniversário da proclamação da independência do Brasil.
Enquanto participava das festas do 7 de setembro no Rio de Janeiro, o combinado da Associação Argentina de Futebol jogava com o combinado de São Paulo, em São Paulo.
O jogo terminou com um placar a favor dos visitantes de 6 a 3. Ambos lados festejaram o resultado esportivamente.

Haveria uma revanche no dia 10, no Rio, quando os argentinos enfrentariam um combinado carioca.
Mais uma vez, os visitantes venceram, com placar de 4 a 0. Enquanto isso, Roca negociava com o governo do presidente Hermes da Fonseca.

No dia 15, foi a vez do grupo argentino enfrentar o combinado brasileiro. Segundo o historiador Daniel Balmaceda, autor de “Histórias Inesperadas da História Argentina” o jogo começou às 15:35 horas, perante 7 mil torcedores no Campo das Laranjeiras.

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Campo das Laranjeiras (não na época da visita de Roca, mas 10 anos depois, em 1922, quando consolidou-se como ‘point’ de jogos internacionais)

Na época, o futebol não movimentava grandes volumes de dinheiro (era amador), nem ainda estava intrínsecamente amarrado a fanatismos (e em nenhum dos dois países existiam hooligans ou ‘barrabravas’). Nas arquibancadas, os torcedores brasileiros agitavam bandeirinhas do Brasil e da Argentina. A multidão cantou o Hino brasileiro.
Na sequência, os argentinos, como cavalheiros, posicionaram-se na frente do palco oficial e deram três hurras ao Brasil.

O jogo começou, enquanto a torcida brasileira aplaudia os passes de ambos lados. A Argentina fez o primeiro gol. Os jogadores argentinos foram parabenizados e abraçados pelos jogadores brasileiros.

Mas, três minutos depois os argentinos fizeram o segundo gol. Houve aplausos, mas em menor volume.

Antes do primeiro tempo terminar, os argentinos fizeram o terceiro gol.
As bandeirinhas argentinas começaram a sumir.

Roca, que assistia o jogo, foi ao vestiário. Primeiro, parabenizou os jogadores. Depois, fez um apelo dramático: “rapazes, o Brasil está festejando sua data nacional. Hoje vocês tem de perder. Por favor, façam isso pela pátria argentina! Percam pela pátria!”.

Os argentinos voltaram ao campo. E fizeram mais dois gols. O jogo terminou em 5 a 0.
Segundo as testemunhas, eles obedeceram as ordens de Roca, pois afirmaram posteriormente que, haviam dado uma “desacelerada”, caso contrário a goleada teria sido pior.

No entanto, a revanche seria brasileira. Um ano depois, Roca doou uma copa, a Copa Roca, que seria disputada entre times do Brasil e da Argentina, o que se tornou em uma espécie de precurora da Copa Libertadores.

Roca, que apreciava esse esporte so british desejava que a competição à qual ele dava o pontapé inicial com a criação desse troféu fosse um “estímulo à juventude que em nossos países cultiva esse nobilíssimo esporte”.

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Marechal Hermes da Fonseca, presidente do Brasil na época, assistiu ao lado de Roca o peculiar jogo de 1912

TEMPO DE CAVALHEIROS
Em 1914 os jogadores brasileiros foram à Argentina disputar a Copa Roca. Desembarcaram no porto de Buenos Aires (onde hoje está Puerto Madero). Uma multidão de portenhos os esperava com flores.

No dia 20 de setembro os jogadores brasileiros enfrentaram o time argentino em Buenos Aires, em um jogo amistoso. O time local venceu por 3 a 0.

No dia 27 foi realizado o jogo oficial. Isto é, o embate pela Copa Roca, na cidade de La Plata, no campo do Gimnasia y Esgrima.

No primeiro tempo, Rubens Salles, homem de formas elegantes no campo, chutou a 30 metros do gol e acertou.
Um a zero.

No segundo tempo, Leonardi, jogador argentino, protagonizou um gol para seu time.

Mas, o gol foi perpetrado com ajuda da mão.
No entanto, o juiz – que não havia visto bem a jogada – convalidou o gol.
O juiz era um brasileiro, Alberto Borgerth, de profissão médico.
Detalhe interessante: na época, ninguém se importava com a nacionalidade do árbitro, pois supunha-se que todo esportista era um cavalheiro.

Mas, os argentinos não festejaram o gol.
O argentino Gallup Lanús, filho de uma família aristocrática caminhou até o árbitro Borgerth e explicou-lhe que aquele gol (o gol argentino) havia sido irregular.
Portanto, comme il faut, um grupo de cavalheiros não aceitaria o gol, mesmo que fosse favorável.

Desta forma, o Brasil foi o vencedor. O primeiro a ostentar a Copa Roca.

Milhares de torcedores argentinos que haviam assistido o jogo invadiram o campo. Rodearam os jogadores brasileiros…os levantaram e carregaram nos ombros, para celebrar a vitória brasileira.
Com especial frenesi, carregaram nos ombros Marcos Mendonça, o goleiro brasileiro.

A Copa Roca, jogada em doze ocasiões entre 1914 e 1976, ficou nas mãos do Brasil, o último campeão.

Roca faleceu duas semanas e meia depois, no dia 19 de outubro de 1914.

rocaqmitre
vinheta5s

E, como nesta sexta-feira foi o dia dos quadrinhos argentinos (tem data nacional, o 4 de setemnbro) – e hoje é dia de fulbo (tal como abrevia-se na gíria argentina) – aqui segue um desenho de Caloi.
caloi

E este outro de Fontanarrosa
fonta

vinhe10sa E aqui, um texto irônico de Roberto Fontanarrosa sobre as torcidas e os árbitros (publicado no livro “El mayor de mis defectos”, Ediciones de la Flor, Buenos Aires, 1990).

– Fútbol y Ciencia -
¡Hasta siempre, señor árbitro!

Los 73.000 espectadores que concurrieron el 15 de enero de 1988 al Duisburg Stadium de Oberhausen no pudieron dejar de apreciar que entre los protagonistas del espectáculo había significativas ausencias.

Y no se trataba, por cierto, de que el Ruhr 214 no alistara entre sus filas a Hans “Caperucita” Gfrörer, o bien que entre los fervorosos “barqueros” del Postfach no estuviese Fritz, “El talabartero” Kiepenheuer. Lisa y llanamente, lo que brillaba por su ausencia aquella tarde en el Duisburg Stadium era el público, dado que, la “Effektivaterien Ballönem Helveticen” había anunciado el match como una prueba piloto de un nuevo sistema de “referato a distancia”.

Efectivamente, a escasos cien metros del coqueto estadio de Oberhausen, los concurrentes podían advertir una misteriosa construcción de cemento, de forma tubular, que alcanzaba la respetable altura de 75 metros. Esta torre no representaba ventaja alguna, y más podía confundirse con un monumento moderno, o con alguna reminiscencia emblemática de la majestuosidad nazi que con lo que verdaderamente era: la central computarizada de control desde donde se dirigía el encuentro. Los curiosos asistentes al match tampoco podían adivinar que, bajo sus pies, una intrincada maraña de cables, sensores electrónicos, filamento inalámbricos y terminales computadorizadas, unían el estadio propiamente dicho con la torre de referato.

Dentro de la torre, a una altura de 50 metros sobre el nivel del piso, se encuentra la nave central, a la cual se accede mediante el servicio de tres elevadores, uno para el árbitro y los restantes para ambos jueces de línea. Quien entra allí, a ese vasto recinto privado de luz natural y arrullado por el permanente murmullo de los acondicionadores de aire, podrá pensar que se halla en alguna de las centrales de control de vuelo de la NASA, o bien que ha caído en el vientre mismo del Nautilius, el legendario sumergible del capitán Nemo.

Cientoveintisiete pantallas de televisión, prolijamente alineadas, emiten su mensaje, desde las paredes levemente curvadas del salón. En frente de ellas, en medio de ellas, tres hombres, tres profesionales del difícil arte del referato futbolístico, recepcionan hasta el más mínimo detalle de cuanto ocurre sobre el campo de juego. Allí, alejados de la gritería ensordecedora de la turbamulta, ajenos a la indudable presión que configura el hostigamiento de los partidarios, los colegiados pueden dirigir, asépticamente, el encuentro.

El sistema, costoso hasta el momento, simplifica notablemente la tarea del árbitro y ha reducido en forma sensible los disturbios en los campos de juego. El juez, fría su mente, gozando del privilegio de beber su marca de cerveza preferida en tanto vigila a los 22 jugadores, cuenta, entonces, con la inestimable ayuda de mil ojos electrónicos, que complementan los suyos. En cuanto detecta una infracción, oprime un botón y un silbato estridente se escucha a unos cien metros más allá, en todo el estadio. Si la jugada no ha sido clara o si la infracción es dudosa, el colegiado cuenta con otro valioso recurso para calmar y convencer, en forma palmaria, al bando que se considera perjudicado: con otro simple botón desplegará sobre las dos inmensas pantallas electrónicas colocadas en ambas cabeceras del estadio, la escena repetida, con detención de imagen y ampliación de los ángulos necesarios para refrendar con sólidas razones la penalidad adoptada.

Cualquiera podría suponer que esa maniobra requeriría dos o tres minutos en concretarse, con el consiguiente retraso y ruptura del ritmo del partido. Pero no es así, ya que la memoria computarizada seleccionará entre los centenares de enfoques de la misma acción, las cuatro o cinco que considera más gráficas y contundentes, brindando al juez, en una fracción de segundo, la posibilidad de poner frente al público las que juzgue más válidas. Todo esto, sin que la máxima autoridad del match sufra el reproche de los jugadores ni sus estentóreos reclamos.

Más simple aun, para le nuevo sistema de referato, es eliminar cuanta duda pueda presentarse respecto de balones fuera de juego, balones ingresados o no tras la línea de la portería o bien, incluso, ante la siempre controvertida “Ley del Offside”. Un sistema televisivo tipo “Fotochart” turfístico, elimina cualquier clase de duda, ya que le ojo eléctrico que patrulla la línea del último defensor captará, precisará y denunciará a quien reciba el balón en posición prohibida.

En los casos de un discutido hand, por ejemplo, donde ni siquiera la visión televisiva puede dictaminar en un ciento por ciento el contacto del balón con la mano del defensor, también la insospechable computación vendrá en auxilio del señor árbitro, puesto que las pantallas mostrarán la acción, agregando un luminoso pespunte verde. Nilo de coordenadas y flechas indicatorias que avalan la posibilidad o la imposibilidad, de que dicho contacto haya tenido lugar.

De cualquier manera, el revolucionario sistema, llamado provisoriamente A.U.P. (Arbipeissal Und Perspecktiven) admite también el encanto de la controversia. Nadie puede negar el importante condimento que significa para el partidario del fútbol la discusión en la oficina, durante toda la semana, sobre si tal o cual fallo estuvo acertadamente tomado. Y no puede tampoco, quitársele al aficionado común la posibilidad de exorcizar sus frustraciones y represiones domésticas, denostando la figura del colegiado. Así ha sido siempre y lo seguirá siendo, aunque en menor medida con el nuevo sistema, que también deja, sabiamente, resquicios para la discusión.

En algunos casos, muy puntuales, el poder de decisión quedará en manos del clásico y consabido criterio personal del árbitro. Allí, como siempre la falibilidad humana seguirá alimentando el intercambio de opiniones. Se dará, por ejemplo, con la inefable “Ley de la ventaja”. No habrá computadora, entonces, que ayude a dictaminar a su referí si tal o cual jugador cometió una infracción adrede o sin quererlo, como tampoco contará el árbitro con ayuda tecnológica para decidir si el delantero que se proyectaba solo hacia el gol ha de caer definitivamente o podrá continuar con su carrera, luego del golpe que intentara derribarlo.

La misma incógnita deberá enfrentar el colegiado cuando deba determinar, sin respaldo científico alguno, cuándo una “mano” dentro del área, es intencional o casual, ya que no hay todavía, por fortuna, computadora alguna que esté conectada con el cerebro mismo de los futbolistas. Se podrán repetir, entonces, protestas o abucheos del público, pero ya nunca de la magnitud de la ocurrida en torno al recordado árbitro internacional belga, Henri Degrelle*.

Justamente en virtud de este suceso, la FIFA aceleró los estudios y puesta en práctica del sistema A.U.P. De todos modos, ese grado de controversia, ese resquicio de humana posibilidad de error ha sido minuciosamente estudiado por los sicólogos que trabajaron en el proyecto para no revestir al más popular de los deportes de un halo tecnocrático que le reste espontaneísmo y creatividad.

Así será, entonces, que los seguidores partidarios de los conjuntos podrán continuar exteriorizando sus quejas como siempre, como en todas las épocas, a pesar de que, también en ese orden, se han detectado indicios inquietantes. En efecto, desde el 17 de junio último, un adelanto significativo se puso de manifiesto en el campo de la protesta partidaria, en ocasión de llevarse a cabo el clásico encuentro entre el Benelux-Gotha de Mons y el Astipalaia de Grecia. Tras un discutido fallo del colegiado sueco Gustavo Skelleftea, un proyectil misilístico del tipo M-L7, versión soviética de segunda generación, impactó y redujo a polvo la torre de control de referato.

Se piensa que el proyectil fue accionado por un fanático del Astipalaia, mediante un propulsor personal, desde atrás del arco norte del estadio, distante casi unos 250 metros de la sólida construcción tubular, aún hoy hecha escombros.
“Ellos también han progresado mucho”, sólo atinó a decir Gerd Walde, titular del Consejo Arbitral Germano y propulsor del sistema A.U.P., a título de conformista comentario.

————————————-
* Referencia a los disturbios ocurridos en el match del 23 de marzo de 1978, en oportunidad de enfrentarse el Maat-Riebevs y el EDV-14/N y que finalizaron con la quema total de la bella ciudad de Nachdruck.

6vs

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Comentários (32)| Comente!

32 Comentários Comente também
  • 05/09/2009 - 11:06
    Enviado por: Lafayette C.M.

    Ariel, não pude cumprir meus escabrosos intentos, desde Bariloche nazi que não saio daqui. Uaaau.

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  • 05/09/2009 - 11:14
    Enviado por: José Maria dos Santos

    Mas que linda página da istória dos Esporte. Vou opiá-la a meus amigos.

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  • 05/09/2009 - 11:15
    Enviado por: Sônia

    Isso é sério ou pegadinha do Faustão??

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  • 05/09/2009 - 11:17
    Enviado por: Henrique PY

    Tempos bons eram aqueles, onde havia uma certa educação…hoje em dia imagino aos torcedores do Olimpia levantando os jogadores do Cerro Porteño, eu como Corinthiano que sou, aclamando heroicamente o time do Palmeiras, em caso de vitoria .. hahahha…ou ahi mesmo, river e Boca.
    Lembrando de uns posts atrás…onde você mencionou também o preconceito de miscigenados contra outros, indico um video do youtube cujo titulo é : BOCA JUNIORS vs GORDO DE CENTRAL.

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  • 05/09/2009 - 11:25
    Enviado por: arielpalacios

    Caro Lafayette, obrigado pela presença.
    Semana que vem teremos Isabel Sarli. Ícone erótico durante décadas! O que acha?

    Caro José Maria, obrigado pela divulgação! Fico lisonjeado!!

    Cara Sônia, é sério mesmo. Ipsis Literis. Foi assim. E, para complementar a leitura, recomendo o delicioso livro de Daniel Balmaceda, que conta parte desse pitoresco evento o “Historias inesperadas de la Historia Argentina”. Editora Sudamericana. Lançado há poucos meses.

    Caro Henrique, é verdade…imaginar tal educação hoje em dia…precisaria um bom psicotrópico para ter o prazer de ver tal cena de polidez e espírito esportivo!!
    Verei esse video!

    Abraços a todos!
    Bom início de fim de semana!!
    Ariel

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  • 05/09/2009 - 11:32
    Enviado por: Antonio Augusto Lopes

    Linda reportagem. Tempo do cavalheirismo no esporte.Parabens pela idéia. Como disseram, vou indicá-la à meus amigos. Só para lembrar, em 1970, assisti em B.Aires um clássico no
    onumental de Nunes. River e Independiente. Sabem quem eram os técnicos? Acreditem, Oswaldo Brandão e noso Tim. Não ocorreu nenhuma briga nem nada, 2×0 pro River. Também naquela época nem maracnã nem Pacaembu assistiam a atual barbarie. TTchau.

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  • 05/09/2009 - 11:32
    Enviado por: LAERTE CARMELLO

    Prezado Ariel,
    Excelente post,um prato cheio para o nosso feriadão de disputas futebolísticas. Que vença o melhor!
    A propósito do presidente JulioA.Roca,quando fui
    residir na Argentina a trabalho na década de 90, pedi à minha professora de castelhano que me
    indicasse um livro que me introduzisse na história e cultura argentina. Ela me “regalou” o livro de Felix Luna “Soy Roca” – o qual devorei e muito
    me ensinou sobre aquilo que era minha expectativa de viver num país do qual jamais irei
    esquecer. Um forte abraço.LAERTE.

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  • 05/09/2009 - 13:33
    Enviado por: Jorge Trimboli

    Ariel, hoje será o jogo Brasil X Argentina. Moro nos Estados Unidos e a maioria dos meus amigos não norte-americanos são brasileiros. Receberei em casa uns 8 amigos brasileiros para assistir a jogo.
    Eu serei único Argentino na sala…Espero que todos tenham o espírito esportivo…porque…sei não!
    Excelente reportagem!

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  • 05/09/2009 - 13:53
    Enviado por: Jose Antonio

    Ariel

    Imagine como seria bom se esta nuvem de gafanhotos que invadiu nosso país tivesse um pouquinho da nobreza do povo de antão.
    Veja-se por exemplo este Sarneyento que vai entrar para nossa ESTÓRIA pela sua cloaca, acompanhado por esta malta que nos governa.

    PS:O seu é, seguramente, o melhor Blog do Estadão

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  • 05/09/2009 - 14:07
    Enviado por: Maria do Carmo

    Querido Ariel: não sou muito fã de futebol mas confesso que me interessei pelo enfoque deste post.
    Se o futebol tivesse continuado a ser jogoado dessa forma cavalheiresca como voce relata que foi em 1912, com certeza assistiria o jogo desta noite.
    Mas acho que nos dois países perdeu-se essa educaçÃo.
    Uma pena.
    Nao acha que por trás dos nacionalismos que agitam o futebol atualmente há muito dinheiro?
    Acredito que muitos ganham com o nacionalismo barato de quem faz mais gols e incentivam os ódios por causa de uns gols.
    Beijos da Maria
    PS: somos de Presidente Prudente. Meu marido Jorge manda abraço forte

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  • 05/09/2009 - 16:54
    Enviado por: DrSallere

    Belo texto Ariel.

    Realmente custa acreditar que naquela epóca, tanto argentino como brasileiros tinha educação que esporte era meramente diversão, confraternização e não um embate pra ver quem leva o melhor. Coisas de cavalheiro mesmo.

    E realmente hoje nós vemos muitas ignorâncias que mesmo um minimo de educação não doi e sorrir não custa nada…

    Abraços.

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  • 05/09/2009 - 18:31
    Enviado por: arielpalacios

    Caro Laerte, Caro Antônio Augusto, que bons tempos aqueles em que não existiam hooligans, não é?
    Então, dois brasileiros comandavam ambos times? Que interessante!
    Esqueci o nome, mas parece que um argentino foi durante um ano e meio técnico da seleção brasileira nos anos 40 ou 50…sabe algo sobre isso?

    Caro Laerte, o livro do Félix Luna é uma delícia! Embora seja ‘história romanceada’, a pesquisa de Luna foi seríssima e segue a vida de Roca ao pé da letra. E por esse motivo é citada como obra de referência!

    Caro Jorge, cruzarei os dedos para que eles tenham o espírito esportivo comme il faut! Prepare um bom jantar para eles ou uns petiscos. A comida saborosa une os povos!

    Caro José Antônio, muito obrigado pelo comentário. Pois é, nuvem de gafanhotos poderia ser o termo aplicado. Não só no Brasil, mas em muitos países…

    Cara Maria do Carmo, fico feliz que gostou da história dos tempos cavalheirescos do futebol. Alguns esportes ainda mantêm esse espírito. Não são muitos, mas existem..

    Caro Dr Sallere, além de cavalheirismo, naquela época, pelo visto, as pessoas desfrutavam um jogo pelo simples prazer de ver um esporte determinado bem jogado. E não importava qual era o passaporte do protagonista!

    Abraços,
    Ariel

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  • 05/09/2009 - 19:28
    Enviado por: armando

    bela reportagem de cavalheirsmo, nos perdemos muito em um seculo

    parabens

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  • 06/09/2009 - 02:18
    Enviado por: Bruno de Montreal

    Outros tempos aqueles… cavalheirismo realmente e’ coisa de museu, infelizmente. Quem o pratica e’ visto como um ET.

    Excelente materia.

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  • 06/09/2009 - 08:01
    Enviado por: Leandro Ghisio

    Parabéns pelo resgate històrico do que é sem dùvida capitulos da història do maior clàssico de futebol do planeta. Parabéns a você Ariel, pelo prazer em transmitir conteùdo, conjunto que completam o presente, o passado e o futuro deste esporte arte que aprendemos a amar, independente das fronteiras. De fato para quem pensava que nunca houve civilidade neste canto do hemisfério Sul, a fagulha de tempos melhores reascende com o relato.

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  • 06/09/2009 - 08:13
    Enviado por: Ronaldo

    Ariel,o resgate histórico de fatos relativamente recentes,me cativou profundamennte,e ao mesmo tempo,mostra como a competividade ou competitismo absoluto tiraram as virtudes,do esporte e dos homens.
    Um brinde à você,e meus parabéns pelo tão lindo texto.
    Abraços!

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  • 06/09/2009 - 08:43
    Enviado por: Ronaldo Graciano Facchini

    Infelismente o futebol não é mais o mesmo…interesses mesquinhos sobrepoem a finalidade maior do intercambio esportivo e moral…………

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  • 06/09/2009 - 08:44
    Enviado por: Santiago

    Belíssimo texto Ariel !

    Como bem sabe moro há 22 anos no Brasil…

    E como contraponto à história contada lá vai a minha de “argentino no Brasil”:

    - Em 1990 quando a Argentina perdeu de Camarões fui com a camiseta argentina ao colégio.. onde encontrei um kilo de camarão passado na minha carteira,

    - Na mesma copa, quando daquele gol antológico gol do Canoggia saímos para festejar na Paulista, onde fomos devidamente “convidados” a nos retirar…

    - Durante minha viagem de formatura houve um jogo Brasil-Argentina. Eram 3 classes contra mim. Acabei na piscina, de noite, em julho… un frío….

    Posso ficar contando milhares, porque cada jogo é uma história diferente. Ontem mesmo, quando a Argentina perdeu.. até que gostei ! Não ligo mais muito para futebol, mas foi legal ter toda essa gente que nao via há anos me ligando. Amigos de épocas remotas.. mesmo que tirando sarro lembrram deste hermano por aqui. Perdi a conta das ligações. Mensagem de texto foram mais de 30.

    Um abraço Ariel !!

    Santiago

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  • 06/09/2009 - 09:50
    Enviado por: Sergio

    Puxa, isso tem um quê de fantástico.

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  • 06/09/2009 - 11:30
    Enviado por: Valloy

    Em qual dos “forevis” da sociedade moderna esse comportamento foi enfiado? Realmente é muito mais bonito ser feio né?

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  • 06/09/2009 - 11:33
    Enviado por: Lafayette C.M.

    Hombre, acabei de ler o comentário ‘da Recoleta’.
    Achei que você com a resposta muito longa, deu demasiada atenção a ele. Neo ou viejoNazi que briga contra a inteligência, é como se fosse inofensivo. Seus blogs são de refinado amor e respeito pela Argentina, senão não seria tão bom e não estaríamos aqui, todos os que te seguem.
    Receba a presença de nossa guarda de Honra,
    com a munição de amor do Brasil, que não é do Brasil, é de todos os que queremos e fazemos um mundo melhor e menos violento, a cada dia.

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  • 06/09/2009 - 14:51
    Enviado por: Pedro Reis

    Não sou muito de comentar, mas esse post está divino. Ganhou daquele que mostra o majestoso prédio da “caixa d´água” e ficou empatado com o de Bariloche.

    Aliás todos eles são sempre muito bons. Tem duas coisas que admiro nos seus escritos por aqui:
    1- O texto é bem humorado e tem uma boa dose de pesquisa e história.
    2 – Você sempre responde aos comentários. Relaciona-se com seu leitor que é o espírito dos blogs.

    Valeu

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  • 06/09/2009 - 15:12
    Enviado por: karina

    Prezados Leitores e Ariel,

    O feriado prolongado, a chuva que não permitiu dia de praia… Eis aqui então um bom momento para ler e reler os posts desta semana e seus respectivos comentários que diga-se de passagem, motivo o qual me motivou a escrever este meu comentário. Percebo pelo número de comentários para cada matéria postada que deveríamos ter dado no mínimo um pouco mais de atenção ao tema da tortura, violação aos direitos humanos e demais adereços dignos de desprezo.
    Ao igual que eu, vocês poderão comprovar como um tema que tanto nos toca e nos sensibiliza, mesmo para aqueles que não hajam tido nenhum ente familiar ou vínculo afetivo com as vítimas desse processo, sem embargo, um tema que sem sombra de dúvida contribuiu para a mudança de rumo de TODA a humanidade.
    O comparativo da manifestação dos leitores ante um post da historia do futebol ( e atenção que sou santista e amo futebol ao ponto de ir ao estádio) Esse fato é um termômetro legítimo para verificar como a sociedade e me atrevo a dizer que até a humanidade encontra-se extremadamente fragilizada para no mínimo expressar a sua opinião ante um tema que no fundo ou em sua pura essência é: Direitos Humanos.

    Motivamos-nos mais quando o tema é um “genérico” e não nos exige nenhum compromisso que quando verdadeiramente precisamos manifestar para que aqueles que se acham seres superiores e que tem o topete de ainda acreditar que as barbaridades ocorridas na ditadura foram dignas ou no mínimo, justas. E pior ainda, quando pela liberdade expressão oferecida pela democracia, gritam aos quatro ventos um autêntico sentimento de racismo e de desprezo.
    Eis aqui meu comentário ao perceber que enquanto não nos defendamos… Enquanto não demonstremos a nossa indignação com a história atroz que herdamos… Corremos o sério risco de que nos aconteça de novo. Não somente a nós… Mas também a quem nós mais amamos desde hoje e até as nossas gerações futuras.

    Vamos prestar mais atenção… onde estamos e para onde vamos…

    Obrigada A.P. Por não me deixar esquecer…

    Há HOMENS que lutam um dia e são bons;
    Há outros que lutam um ano e são melhores.
    Há os que lutam muitos anos e são muito bons.
    Mas há os que lutam toda a vida,e estes são imprescindíveis.”
    ( BERTOLD BRECHT )

    Abs,

    Karina

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  • 06/09/2009 - 15:57
    Enviado por: Gilson

    E o Maradona, hein?

    Será que já existe transplante de unhas?

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  • 06/09/2009 - 21:44
    Enviado por: arielpalacios

    Caro Armando, neste século ganhamos muitas coisas…e perdemos muitas. A que mais sinto falta é essa, o cavalheirismo. Não sei se é impressão minha ou ‘wishful thinking’, mas me dá a sensação de que a nova geração está recuperando algo disso. Assim espero..

    Cher Bruno, é verdade. Mas, insistiremos em ser ETs!!! Au revoir!

    Caro Leandro, obrigado! História é meu assunto predileto. E cachorros. Mas, na área das C.Humanas, História. Estou tentando conseguir fotos desses jogos. No entanto, por enquanto não as consegui. Cruzemos os dedos. Estou curioso em ver as imagens (se é que ficaram registradas).

    Caro Ronaldo, o mais estranho é que outros esportes não geram tal grau de violência. Pelo menos, no rugby, a violência está dentro das normas. E, mais interessante: no rugby não há estrelas, pois todos devem funcionar como um verdadeiro time.

    Caro Ronaldo Graciano, concordo. Infelizmente prima o fanatismo…Mas, evidentemente, o fanatismo propicia muitos dividendos a várias pessoas…

    Caro Santiago, muito obrigado! Dos males, o menor. Ainda bem que ontem à noite eram algumas ligações para ironizar e não para te jogar na piscina.

    Caro Sérgio, sim, hoje em dia tem um quê de fantástico. Aliás, a violência no futebol e os fanatismos fizeram que essa educação do passado hoje em dia pareça material de realismo fantástico para o García Márquez….

    Caro Valloy, infelizmente as coisas ficaram assim…Nossa, “forevis” é termo de léxico ‘Mussum’ que há tempos não ouvia. ‘Mussundico’, seria?

    Caro Lafayette, muito obrigado pelo apoio! Obrigado mesmo!!!!! Gostei do “guarda de Honra” e do “munição de amor do Brasil”!

    Caro Pedro, muito obrigado pelos elogios! Gosto de História, acho que já deu para perceber…E sim, acho que é crucial para o blogueiro responder aos leitores, e saber suas opiniões. O blog permite essa troca, que antes da internet era muito difícil obter! Comecei o blog em março, e de lá para cá, tenho ficado fascinado com esta interação!

    Cara Karina, muuuuuuuuuuuito obrigado. Teu comentário me emocionou!

    Maradona está com graves problemas. Já na época de sua designação como técnico, no final do ano passado, as pesquisas indicavam que ele tinha de 60% a 85% dos argentinos não o queriam no posto de técnico.
    Uma coisa, diziam os pesquisados, é apreciar Maradona como jogador de tempos passados. Outra era que fosse técnico…
    Abraços a todos!
    Ariel

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  • 06/09/2009 - 23:04
    Enviado por: José Pires

    Boa essa, Ariel Palácios. Boa de novo, digo, pois vi outros textos teus bem interessantes cá no blog. Aquele entrevista em que você (ou melhor, o destino; você soube aproveitar) juntou o Quino e o Fontanarrosa, ficou boa demais.

    Esta história de um tempo em que a elegância até tocava a bola no futebol hoje parece mesmo inusitada. Tanto que a leitora até estranhou e não sem razão. Parece mesmo uma pegadinha.

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  • 06/09/2009 - 23:24
    Enviado por: Do Contra

    Roca ficaria orgulhoso do Maradona, ontem. Foi um verdadeiro cavalheiro, às vésperas da nossa data nacional!

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  • 06/09/2009 - 23:38
    Enviado por: arielpalacios

    Caro José Pires, obrigado pelo comentário!
    Dei uma olhada em teu blog, muito bom! E como vi que investiga os ‘bigodes’, nossa colega comentarista Sô Ramires o outro me recordou de “El Bigote que canta”, apelido do grande cantor Bienvenido Granda:
    Um link do Youtube com ele:
    http://www.youtube.com/watch?v=YrcmebrFtWs

    e mais este:
    http://www.youtube.com/watch?v=s_CIwFCTj_g&feature=related

    Caro Do Conta, hehehehehe, como sempre, brilhante em suas observações!
    Eu tentei usar a do “Golfe de Estado” na Tv outro dia, mas não havia tempo para a piada!
    Tem razão, Don Diego seguiu o conselho de Julio Roca, quase um século após, talvez seguindo o tal “nunca é tarde”.
    Ou, recordando parte do dístico mineiro, “quae sera tamem”. Ainda que tardia…

    Abraços! Boa noite! Bons sonhos!
    E bom feriado!
    Ariel

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  • 07/09/2009 - 14:51
    Enviado por: Yoko

    Não curto futebol justamente por causa da violência dos jogos e dos torcedores. Mas do jeito que era na época do sr. Roca, talvez pudesse gostar – naquele tempo os homens não passavam a tarde toda na frente da TV com cerveja na mão, certo???

    Muito dignos as histórias: do gol feito com as mãos, pela recusa pelos próprios argentinos, como a da história de um político pedir consideração pela data nacional dos outros. Não se fazem jogadores e políticos como antigamente…

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  • 08/09/2009 - 11:46
    Enviado por: Lito Porteño

    Estimado Ariel.
    Brillante blog.
    Será que el tiempo pasado fué mejor?
    Este blog merece una reflexión:

    Es reconfortante leer la opinión de ciudadanos brasileros repecto a mi país con dignidad y objetividad,con críticas no siempre favorables pero que no esconden un sentimiento de odio y envidia como lamentablemente existe en otros blogs de este mismo jornal, especialmente en el de un pseudo-humorista y pseudo-jornalista que aprovecha toda instancia para para incentivar a cierto y lamentable tipo de lectores a ensuciar de la manera más indigna a todo lo que es argentino.

    La práctica de la xenofobia desnuda el valor moral de quien la ejerce.

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  • 10/09/2009 - 11:46
    Enviado por: arielpalacios

    Cara Yoko, concordo totalmente. Naquela época meus colegas de gênero ainda não haviam transformado-se em ‘Homeros Simpsons’…

    Caro Lito, obrigado pelo comentário! Eu também fico surpreso ocasionalmente com o grau de agressividade gratuita e de xenofobia explícita (camuflada em coisas definidas como se fossem apenas “pueris gozações”) que volta e meia aparece na mídia.
    Mas, espero que as novas gerações, menos provincianas e mais cosmopolitas, tenham uma visão mais ampla do mundo e da vida.
    Por sorte, fui criado em uma família que não possui ódios contra outros países, culturas ou ‘etnias’!

    Abraços a todos,
    Ariel

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  • 15/06/2010 - 10:28
    Enviado por: Guerra, anglofobia, os privilegiados times de futebol e a verdadeira rivalidade argentina | Ariel Palacios

    [...] Aqui segue o link para uma postagem de setembro passado, no qual comentamos os tempos em que o cavalheirismo predominava no futebol. E, neste caso, em um jogo da Argentina com o Brasil. Aqui. [...]

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