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Ariel Palacios

08.outubro.2009 00:13:54

A elegante cidade dos mortos: o cemitério da Recoleta

Indart
Cemitério da Recoleta é um ‘museu ao ar livre’ por sua quantidade de estátuas. Estes são os anjos que decoram o mausoléu da família Indart (foto de Ariel Palacios)

A estética e a ostentação são duas marcas do cemitério da Recoleta, localizada ao lado do centro portenho. A grosso modo, poderia ser definido como o “Père Lachaise portenho”, já que ali, tal como no cemitério parisiense, estão enterradas as principais figuras da História do país, entre heróis da independência, presidentes, intelectuais e cientistas. Seria o equivalente a um cemitério que no Brasil reunisse no mesmo lugar figuras como Dom Pedro I (que está enterrado em São Paulo), Dom Pedro II (em Petrópolis), Machado de Assis (que está no Rio), ou o marechal Castelo Branco (em Fortaleza) e Juscelino Kubistcheck (em Brasília).

Este lugar de repouso eterno da elite argentina foi criado em 1822. Paradoxalmente, seu criador, o presidente Bernardino Rivadavia, que morreu no exílio na Espanha, está em um mausoléu construído na Praça Miserere, no bairro de Balvanera (uma área popularmente conhecida como “Once”).

No século XIX e início do século XX, as famílias da aristocracia exibiam sua riqueza nos túmulos. Nos fins de semana, faziam piqueniques ali, para ficar perto de seus antepassados.

gato
Felino portenho aproveita a hora da siesta para relax funéreo sobre tumba de humanos (foto de Ariel Palacios)

Com 6 mil sepulcros e 70 mausoléus familiares – e uma área equivalente a de quatro quarteirões – esse cemitério é costumeiramente definido como “uma cidade miniatura com um quê de labirinto”.

Ele está rodeado ao sul por bares, por um complexo de cinemas no lado oeste, por um centro cultural e um shopping do lado leste, e motéis verticais no lado norte.

O mais famoso túmulo no cemitério da Recoleta é o de Eva Duarte de Perón, mais conhecida como “Evita”, ou, “a mãe dos descamisados”. Segunda esposa do general Juan Domingo Perón, Evita mobilizou as massas populares para seu marido, que governou o país entre 1946 e 1955. Em 1952 morreu de câncer. Perón ordenou seu embalsamamento e expôs o corpo da sede da maior central sindical. Mas, em 1955 o viúvo foi derrubado por um golpe e partiu em exílio.

Os militares sequestraram o corpo de Evita e levado para a Itália, onde foi enterrada com nome falso. Em 1973, Perón, que estava a ponto de voltar depois de 18 anos de exílio, fez um acordo com os militares, que lhe devolveram o corpo. No ano seguinte, foi a vez do viúvo morrer.

Durante dois anos os corpos repousaram na residência oficial de Olivos. Nesse intervalo, o país foi governado pela terceira esposa de Perón, María Estela Martínez de Perón, mais conhecida como “Isabelita”.

Isabelita morria de inveja do carisma de sua antecessora. Por esse motivo, seu braço direito, o ministro José López Rega, um astrólogo conhecido como “El Brujo” (O Bruxo), fazia que Isabelita deitasse em cima do caixão de Evita para obter desta os “fluidos energéticos”. O golpe militar de 1976 interrompeu estas tentativas esotéricas.

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Túmulo de Eva ‘Evita’ Duarte de Perón. Uma amostragem informal sempre mostra que a maior parte das pessoas que visitam este túmulo são estrangeiras (foto de Ariel Palacios)

Perón foi levado para o cemitério de La Chacarita (há poucos anos ele foi levado para um mausoléu no município de San Vicente), enquanto que Evita foi enterrada na Recoleta, onde suas irmãs haviam comprado um túmulo para a família. Enterrada definitivamente no meio de um regime militar visceralmente anti-peronista, o túmulo de Evita evitou a monumentalidade que seus fanáticos teriam sonhado.

Ela descansa em um dos túmulos mais simples, rodeada pelos corpos da aristocracia que a detestou. E vice-versa (se bem que ela ostentava caríssimos vestidos e jóias, imitando a elite que ela afirmava que abominava).

Ironia do destino, Evita descansa a 100 metros do túmulo do general Pedro Eugenio Aramburu, autor do plano de esconder seu corpo, e um dos principais inimigos de seu marido. O próprio corpo de Aramburu foi sequestrado de seu túmulo pela guerrilha peronista em 1971.

Quando foi recuperado, a família ordenou a construção de um mausoléu a prova de novas profanações. O general repousa hoje sob toneladas de cimento. Atrás dele, em um elegante túmulo está o presidente Carlos Pellegrini, que governou o país no fim do século XIX.

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Em primeiro plano o baixo túmulo de Aramburu, a prova de guerrilheiros. Atrás, com menos temores e mais charme, Pellegrini (foto de Ariel Palacios)

Outro presidente que descansa na Recoleta é Manuel Quintana, que comandou o país na primeira década do século, quando Buenos Aires era a “Paris da América do Sul”. Quintana, considerado um dos mais elegantes presidentes que o país teve, é retratado com uma estátua em bronze que o mostra vestido a rigor, como se estivesse fazendo uma breve “siesta”.

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Quintana descansa. Pra valer. Deitado no caixão, deitado em sua estátua (foto de Ariel Palacios)

Nos fundos do cemitério um panteão do centenário partido União Cívica Radical (UCR) alberga os corpos de três presidentes: Hipólito Yrigoyen, Arturo Frondizi e Arturo Illía.

A poucos metros dali está o peculiar mausoléu de um casal que se detestava: o primeiro vice-presidente constitucional da Argentina, Salvador del Carril e sua esposa Tibúrcia. Del Carril recusou-se a pagar as dívidas de sua mulher e publicou um anúncio nos jornais na época avisando que não deveriam esperar que ele arcasse os gastos da gastadeira cônjuge. Ela nunca mais lhe dirigiu a palavra.

Há um século e meio descansam no mesmo lugar, mas, cada um olhando para a eternidade em diferentes direções. Ele, sentado em uma cadeira, olha para um lado. O busto dela, de costas, na parte de trás do mausoléu, para outro.

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Tibúrcia, shopaholic decimonônica e seu marido e vice-presidente Salvador. De costas, pela eternidade (foto de Ariel Palacios)

A elegância predomina nos túmulos da Recoleta. Isso pode ser visto no mausoléu da família Leloir, famosa por Federico Leloir, prêmio Nobel da Química. O mausoléu possui enormes colunas que sustentam uma cúpula verde decorada com um mosaico. Outro exemplo, ali próximo, são as estátuas dos anjos que decoram o túmulo da família Indart.

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Mausoléu da família Leloir. Federico, o mais brilante de todos, foi Nobel, além de inventor do molho ‘Golf’ (foto de Ariel Palacios)

Nas vizinhanças também está o túmulo de Pierre Benoit, um cultíssimo e misterioso francês que chegou à Buenos Aires no início do século XIX. Ele é indicado como o “delfim”, o filho herdeiro de Luis XVI, que – segundo a lenda, contrariando o que indica a História oficial – não teria morrido em Paris durante a Revolução Francesa. Benoit, que morreu em 1833, foi um arquiteto importante na Argentina. Ele teve um filho que seguiu seus passos e está no mesmo túmulo.

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Pierre Benoit ou Luis XVII? (foto de Ariel Palacios)

O escritor Jorge Luis Borges, em vários poemas, indicou que descansaria na Recoleta, tal como seus antepassados. Mas, no último ano de vida, 1986, residiu em Genebra, Suíça, onde mudou de ideia, pedindo para ali ser enterrado. No entanto, diversos intelectuais argentinos pedem que seu corpo seja repatriado e colocado no mausoléu da família de seu avô, o coronel Isidoro Suárez, imortalizado nos poemas e relatos do neto.

A Recoleta também tem suas histórias de fantasmas. A mais famosa relaciona-se com o túmulo de Rufina Cambaceres, filha de uma família aristocrática, morta no dia de seu décimo-nono aniversário, em 1903.

Enterrada às pressas, por causa da dor de seus pais, ela teria ainda estado viva no momento do funeral (sofreria de catalepsia), já que dias depois, por desconfiança de um deslocamento da terra acima, seu caixão foi aberto e encontraram o corpo da jovem fora da posição original.

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Aqui tenta descansar Rufina Cambaceres, ‘la dama de blanco’

A tampa do féretro de Rufina, do lado interno, tinha as marcas de suas unhas, mostrando sua desesperada tentativa de sair. A lenda indica que ela é a “dama de branco” que vaga ao redor do cemitério durante algumas noites.

Um dos túmulos mais pungentes da Recoleta – relativamente novo, de 1970 – alberga os restos de Ana Crociatti, uma jovem que morreu em sua lua de mel no meio de uma avalanche. Seus pais erigiram-lhe uma estátua que a representa, ao lado do cachorro que amava, Sabu. A placa, em bronze, registra a imensa tristeza dos pais, que ali perguntam, em italiano, “perché, perché…? (porquê, porquê?).

italiano
‘Perché, perché’, perguntavam-se os Crociatti. Ana ao lado do fiel Sabu (foto de Ariel Palacios)

MORTOS ILUSTRES TAMBÉM ESTÃO EM PRAÇAS, IGREJAS E CHÁCARAS
O criador da Recoleta, o presidente Bernardino Rivadavia, que morreu no exílio na Espanha, paradoxalmente não descansa no cemitério que inaugurou, mas sim, a 24 quarteirões dali, no meio da Praça Miserere, em um monumental mausoléu que passa despercebido da imensa maioria dos portenhos por causa dos camelôs que circulam a seu redor.

Rivadavia havia deixado instruções explícitas para não ser enterrado nem em Buenos Aires ou Montevidéu ou “em qualquer outra cidade à beira do rio da Prata”.

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Mausoléu de Rivadavia, primeiro presidente da Argentina. Camelô vendendo saborosos sanduíches. Fila para os sanduíches incluída

Mas, em 1857 seu corpo foi levado à capital argentina, no meio de uma cerimônia fúnebre apoteótica que reuniu 60 mil pessoas, mais da metade da população da cidade na época. Desde 1932 ele descansa, contra sua vontade, no mausoléu rodeado pelas barraquinhas de cachorro-quente e pipoca.

O general Manuel Belgrano, criador da bandeira argentina, está enterrado sob um monumento localizado na frente da Basílica do Santíssimo Rosario, nas esquinas da avenida Belgrano e da rua Defensa, no bairro de Monserrat, ao lado do turístico bairro de San Telmo.

Belgrano estava enterrado dentro da igreja, mas em 1897, o governo decidiu construir um túmulo mais destacado para o herói nacional. Durante a transferência, o caixão foi aberto pelas autoridades. Diversos ministros surrupiaram dentes do defunto criador da bandeira, a modo de souvenirs, fato que transformou-se em um escândalo. Quase todos os dentes foram devolvidos. Quase todos.

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Túmulo do criador da bandeira, na frente de igreja no centro portenho. Ministros tentaram surrupiar dentes do defunto para tê-los como souvernirs (foto de Ariel Palacios)

Outra figura da História argentina que tampouco está presente em um cemitério é o herói da independência, o general José de San Martín, que descansa em um “puxado” da catedral de Buenos Aires, na frente da Praça de Mayo. Por ser maçom, o general não podia repousar no terreno da catedral.

Mas, a esperteza portenha encontrou uma saída, a de aderira ao corpo central do edifício um anexo onde as cinzas de San Martín descansariam pela eternidade. O cofre com os restos do herói são protegidos durante o dia por uma dupla de granaderos, o corpo especial do Exército criado pelo general.

Longe do centro de Buenos Aires descansa outro general, a figura mais emblemática da política argentina no século XX, o general Juan Domingo Perón. Ao morrer, em 1974, ficou provisoriamente em uma sala da residência de Olivos.

Mas, com o golpe de 1976, Raquel Hartridge, esposa do ditador Jorge Rafael Videla, foi morar em Olivos. Ela indicou rapidamente ao marido que não pretendia morar sob o mesmo teto de dois defuntos, mais ainda, porque eram dois mortos que abominava, Perón e Evita.

Evita foi colocada no cemitério da Recoleta e Perón ficou até 2006 no cemitério de La Chacarita. Nesse ano ele foi transferido para um mausoléu construído na antiga chácara no município de San Vicente, na Grande Buenos Aires, que possuía quando era presidente.

Lideranças peronistas tentaram convencer a família de Evita a permitir o traslado de seu corpo para San Vicente. Mas, suas irmãs recusaram a proposta. A alternativa foi a de realizar um novo enterro para Perón, que continuaria descansando sem a companhia da esposa.

O segundo funeral de Perón foi conturbado, já que facções antagônicas do Peronismo confrontaram-se aos tiros no dia do enterro, ao lado do caixão, que foi depositado no mausoléu às pressas. As lideranças peronistas levaram um ano para eliminar vestígios da destruição realizada durante os confrontos.

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GUIA FUNÉREO
Fotos de outros túmulos na Recoleta (fotos de Ariel Palacios)

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Túmulo da família Poli

borgesss
Túmulo da família Borges

roca
Túmulo do presidente Julio A.Roca

alvear
Túmulo dos Alvear

firpo
Túmulo do boxeador Luis A. Firpo

imigrante
Túmulo de um imigrante italiano que fez a ‘América’

campos
Túmulo do general Luis María Campos

paraguai
Túmulo de soldados argentinos, uruguaios e brasileiros mortos na Guerra do Paraguai

mitre
Túmulo do presidente Mitre

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Comentários (53)| Comente!

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53 Comentários Comente também
  • 08/10/2009 - 09:21
    Enviado por: Cláudia

    No cemitério da Recoleta tem visita monitorada? No Cemitério da Consolação tem. Imaginou ser monitor de cemitério? É para ninguém reclamar da profissão.

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  • 08/10/2009 - 11:34
    Enviado por: LAERTE CARMELLO

    Grande Ariel:
    Parabéns por mais um tema de grande interesse,
    principalmente para os turistas. Por favor,me
    esclareça o seguinte: já visitei também,e por
    várias vezes,o cemitério da Recoleta e notei
    que há muitos túmulos com os caixões/ataúde
    à vista…os parentes enfeitam,depositam flores etc. Esses caixões devem estar muito bem “lacrados”.
    Quanto à nossa querida Evita,espero que no futuro Você possa abordar a sua vida e personalidade com a acuidade analítica/
    investigativa que lhe é peculiar.
    Para terminar,também sou daqueles que espera
    ver o imortal Borges na Recoleta.
    Abraços.LAERTE.

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  • 08/10/2009 - 12:43
    Enviado por: Adams

    Fascinante!! Grato, Ariel, por essa brilhante descrição do cemitério de Recoleta.

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  • 08/10/2009 - 13:35
    Enviado por: Larissa

    Ariel,

    Adoro passar por aqui e ler curiosidades de nossos hermanos. Parabéns!

    Não sei se tens tempo para tal, mas queria algumas dicas sobre Buenos Aires no final do ano. Já fui praí algumas vezes e essa será minha primeira viagem para a Argentina no Natal e Reveillón.

    Se puder contatar-me, agradeço demais.

    Tks,
    Larissa

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  • 08/10/2009 - 14:16
    Enviado por: Otavio Silva

    É fácil ficar por horas em La Recoleta. Gostei de saber da estória da menina e do seu cachorro. Havia visto esse túmulo e me perguntava o porquê. Obrigado pelas explicações. Lindas fotos.

    Um abraço

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    • 02/11/2010 - 18:00
      Enviado por: loane da fonseca

      Tambem visitei Ceniterio da Recolleta,o que mais me impressionou foi o fato dos ataudes estarem expostos,serao embalsamados? o mausoleu que mais me chamou atençao foi o da jovem com o cao,a proposito o nome dela era Liliana.

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  • 08/10/2009 - 16:21
    Enviado por: ronaldo araujo

    Ariel:Sou seu leitor assíduo.Parabens!A matéria sobre o La Recoleta está fantástica!

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  • 08/10/2009 - 17:22
    Enviado por: ALCINDO JOSE DE SA

    Simplesmente um dos lugares mais fascinantes que conheci. Um exemplo de arte para os mortos que nos dão inspiração para uma vida mais bela e humana; um vida cheia de arte e de amoção.

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  • 08/10/2009 - 17:50
    Enviado por: Nelson Cunha

    A matéria ficou fantástica, Ariel. Ainda bem que conheci este interessantíssimo cemitério. As fotos estão primorosas e a sugestão de pauta para os jornais brasileiros fazerem matérias sobre o Cemitério da Consolação (São Paulo) e o São João Batista ( Rio de Janeiro) ficou lançada. Mal vejo a hora de sua próxima pauta. Parabéns, rapaz.

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  • 08/10/2009 - 17:56
    Enviado por: Claudia P.

    Ariel,

    É um prazer ler seus escritos, e através do seu blog passei a me interessar mais pela Argentina, passei a perceber o país com outros olhos, um pouco através desse seu olhar, tão familiarizado e envolvido com a realidade do mesmo.
    Gosto de visitar alguns cemitérios, mas nunca estive no Recoleta, de fato lembra bem o “Père Lachaise”.
    Quem sabe na próxima ida a Buenos Aires.

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  • 08/10/2009 - 18:13
    Enviado por: Carlos Zanardo Martins

    Ariel,

    Parabéns pelo artigo. Me trouxe boas recordações.
    Morei em Bs.As. de 85 a 90 e visitava constantemente o cemitério da Recoleta pois ia sempre no La Biela e aproveitava passar pelo Cemiterio, Centro Cultural e Museus que tem aí por perto. Durante esse periodo em que estive lá roubaram as mãos do Peron. Já devolveram?
    Tambem o cemiterio Chacarita é interessante, principalmente pelo tumulo de Gardel que está siempre con la cigarrilla prendida e é visitado por milhares de pessoas todos os anos.
    Essa cidade é maravilhosa
    Um abraço e mais uma vez parabéns pela reportagem.

    Carlos – Brooklin São Paulo sp

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  • 08/10/2009 - 18:30
    Enviado por: Fábio de Mello Castanho Regula

    Ariel, ao ler essa reportagem me veio uma eterna curiosidade que acho que você poderá matar.
    Quanto custa um pedaço embaixo da terra em um cemitério na Argentina? Devido à tradição fúnbre, tenho a sensação de que se deve pagar muito mais em relação a outros países. Seria legal saber também comparações de preços com casas e apartamentos das áreas nobre de Buenos Aires.

    Abraços

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  • 08/10/2009 - 19:30
    Enviado por: valico

    É verdade que esse país é o nosso maior rival no esporte…Entretanto, é um pais maravilhoso, um povo extremamente amável, culto…sou um admirardor de sua litatura (uma das melhores da rica língua espanhola) abrazo grande hermanos de mi buenos ayres…

    saludos del carrasco Adriano…
    hasta la projima copa niños !

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  • 08/10/2009 - 19:38
    Enviado por: VALICO

    Apesar de nossa rivalidade esportiva, sou um admirador da cultura portenha, sua gente maravilhosa, sua rica literatura, uma das melhores da língua espanhola, sua música e muito mais…
    Un abrazo grande a todos los hermanos de su carrasco,
    Hasta la projima copa niños!

    Adriano el carrasco!

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  • 08/10/2009 - 19:44
    Enviado por: Henrique PY

    Bom…sei que não se vai a cemitério para fazer turismo…mas confesso que fiquei curioso, acho que numas das minhas andanças por Bs. As. semana que vem, darei uma passada no cemitério … digo: Como turista nomás !

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  • 08/10/2009 - 20:26
    Enviado por: Afonso Arinos

    Ariel,
    gostei muito do Recoleta. Foi uma pena que minha esposa ficou um pouco assustada com o local e eu não pude visitá-lo por mais tempo. De qualquer maneira pretendo retornar.
    Um grande abraço,
    Afonso Arinos
    P.S.: Não sei se minha esposa se assustou quando eu comentei que os gatos do local estavam bem gordinhos…

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  • 08/10/2009 - 22:10
    Enviado por: nanci helena salla da silva

    Realmente interessante a descrição de fatos sobre vidas de pessoas, famosas ou não, que nesse cemitério jazem. Lamento apenas, que não tenha havido uma explicaçaõ para o que há de mais diferente, insólito e intrigante nesse cemitério:uma visão estarrecedora de caixões abertos e expostos aos visitantes, fazendo com que nós, estrangeiros e visitantes fiquemos eternamente nos perguntando o porquê disso acontecer.

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  • 08/10/2009 - 22:19
    Enviado por: sandra

    Ariel,

    Parabens pela interessante materia. As fotos estao magnificas. Bravo !

    Sandra- Quebec

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  • 08/10/2009 - 22:30
    Enviado por: DrSallere

    Belo post Ariel!!!

    Adorei ler algumas curiosidades sobre aquela menina e o cachorro que cujo seus pais não aceitavam a sua morte repentina. Afinal, a morte pode vir quanto menos espera…

    E também pude constatar que tem belas eculturas e mausóleu como um imigrante italiano.

    Ah sobre “dama branca” é de praxe essa lenda de algum cemitério…

    E quanto a minha irmã foi pra B. Aires, visitou nesse cemitério e nas fotos que ela tirou, pude perceber que gatos é uma presença constante. Isso mostra que a vida continua…

    Só uma curiosidade Ariel, por acado o ex-piloto Fangio está enterrado nesse cemitério?

    Abraços.

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  • 09/10/2009 - 03:33
    Enviado por: Jose Carlos

    Muito boa a reportagem, mas falta experiencia de reporter para quem escreveu. Sempre que comecamos a escrever sobre historia de alguma coisa, é necessário citar logo no início o endereco, ou seja, onde fica o lugar que está sendo historiado. Secao nao é referencia.

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  • 09/10/2009 - 09:24
    Enviado por: Jose Gloverazo Cravero

    Oi irmaos!!. Sou argentino, mas trabalho metade de tempo em seu pais. Adoro que vcd adorem Buenos Aires. Para os que gostem, tem livros das historias da Recoleta. O nome e HISTORIAS OCULTAS EN LA RECOLETA, de MARIA ROSA LOJO. Tem outros. So basta pegar uma livraria na Av. Santa Fe ao Corrientes!!!. Outra coisa: Gardel “mora” en cemiterio Chacarita. Peron ja foi a San Vicente, fora da cidade. E Fangio em Balcarce. E uma cidade a tres horas da Buenos Aires, do jeito Sao Jose dos Campos. E bacano porque tem tambem o museum. Brigado Ariel por seu contribuçao a amistades brasileiros argentinos.
    Gloverazo.

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  • 09/10/2009 - 10:25
    Enviado por: Horacio

    Parabens pela materia!!, muito ilustrativa e completa. O ultimo procer que foi enterrado na Recoleta foi Raul Alfonsin no ano pasado. Ele foi o primeiro presidente da democracia em 1983.
    Respondendo ao comentário de Fábio de Mello Castanho Regula, em relação ao custo de um pedaço embaixo da terra em Recoleta. Posivelmente seja o m2 mais caro de Buenos Aires. Um tumulo custa mais que um apartamento. Da muito prestigio ter um mausoleu ai.
    Uma curiosidae é que mausoleus tem chegado a alugarse para enterros. Os familiares o usam para a ceremonia e no dia seguinte os restos são trasladados a cemitérios mais humildes. Esso sim, nos avisos funebres no jornal La Nacion, aparece Recoleta como lugar do enterro.
    Assim somos os argentinos…

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  • 09/10/2009 - 10:27
    Enviado por: joao bosco

    Parabens pela reportagem. Conheço o cemitério pois estive várias vezes em Buenos Aires onde tinha parentes de minha mãe que era argentina. Essa brilhante reportagem poderá ser complementada com o Cemiterio de La Chacarita, outro museu a céu aberto e onde encontram-se sepultados muitas figuras famosas da música porteña, entre elas Carlos Gardel, maestro Francisco Canaro.

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  • 09/10/2009 - 10:52
    Enviado por: Horacio

    Corrigindo um erro: Raul Alfonsin morreu e foi enterrado em avril de 2009 na Recoleta. É que aconteceram tantas coisas depois na Argentina que me pareceu mais tempo….

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  • 09/10/2009 - 10:54
    Enviado por: Fabio Rabelo

    Parabéns Ariel, a matéria está muito bem feita.
    Aliás, tuas matérias sobre temas aqui na Argentina sao importante, pois aos poucos percebo que tem ocorrido de fato este intercämbio de culturas entre Bra e Arg, fundamental para estes países vizinhos e com tantos acordos bilaterais.
    Vivo aqui e gosto de sair vez enquando para tirar fotos de algum lugar, principalmente histórico e também compartir com meus amigos daí. Inclusive, outro dia estive no cemitério tirando umas fotos para um trabalho da facul, sobre a palavra “abandono”.
    Sorte no seu trabalho.
    Ah te sugiro uma matéria sobre o Bairro Chino e o Centro Ana Frank, ambos muito interessantes.

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  • 09/10/2009 - 12:30
    Enviado por: Vera Q. Santos

    Olá Ariel Palacios,
    Estive no cemiterio da Recoleta em 2008. Fiquei decepcionada ao ver que os túmulos, apesar de serem obras de arte, estão muito abandonados. Vidros quebrados, flores podres dentro das tumbas. O pior: colocam os caixões dos mortos sem enterrar, e como os vidros estão quebrados, o mau cheiro é terrivel.
    Não existe uma manutenção continua por parte da administração?
    Vc. mostrou o que tem de melhor. Mas, porque não enterram os defuntos?
    Não obstante, continue mostrando os aspectos interessantes de Buenos Aires.
    Vera Q. Santos

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  • 09/10/2009 - 12:38
    Enviado por: Katia Azevedo

    Querido Ariel,

    talvez você não se lembre, mas fui sua colega de Estadão. Sou sua fã desde aquela época. Não consigo entender como uma pessoa tem capacidade de fazer tantas coisas ao mesmo tempo. Você manda textos enormes e perfeitos para o jornal, manda super bem na Globonews e ainda alimenta lindamente esse blog.
    Entre pela primeira vez e adorei. Fui a Buenos Aires, visitei o cemitério e adorei sua aula de história.
    Estou agora na rádio Cultura e saiba que, embora, sem te conhecer, gosto muito de você.

    Grande abraço

    Katia Azevedo

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  • 09/10/2009 - 12:41
    Enviado por: Mona

    Eu fui !!! E as visitas monitoradas são bem legais!!!

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  • 09/10/2009 - 13:28
    Enviado por: arielpalacios

    Caras e caros, obrigadíssimo pelos comentários!!
    O dia ficou meio tumultuado. Por isso, neste sábado, responderei a todos.
    Abraços,
    Ariel

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  • 09/10/2009 - 19:51
    Enviado por: Tradutor

    Caro Ariel
    Sem ter certeza absoluta, e respondendo à pergunta da Vera, acredito que a conservação dos túmulos da Recoleta é por conta das famílias proprietárias. O cemitério nada mais faz do que limpar as áreas comuns. Essa deterioração talvez esteja mostrando a decadência econômica de uma família que outrora foi rica e teve acesso ao cemitério e agora vive das lembranças do passado. Além do mais, mesmo sendo o cemitério mais “badalado” da cidade, nas últimas décadas houve na Argentina um crescimento geométrico dos cemitérios privados, longe da cidade, sem túmulos, só arvores, gramado e céu. Tão caros quanto a Recoleta, mas em prestações…
    A Recoleta não se parece com o Pere Lachaise de Paris, dado que este é mais aberto, tem árvores e colinas, enquanto que a Recoleta parece um bairro bem apertado de casas luxuosas onde moram os defuntos. O negócio dos caixões à mostra não é muito agradável, mas assim era a moda da época, ja que não são túmulos mas mausoleus, “edifícios” para abrigar várias pessoas da mesma família.
    Quanto às esculturas, efetivamente, são a amostra mais evidente do nível de vida atingido pela Argentina no início do século XX, ao menos das camadas mais favorecida: contratar um escultor europeu para perpetuar o além é decisão que ultrapassa todo ponto de vista da modernidade. Mas a beleza aí ficou…

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  • 09/10/2009 - 22:48
    Enviado por: alfredo azevedo

    Pelo carinho, cuidado e apreço que um povo dispensa a seus cemitérios, é possível avaliar o grau de civilidade deste mesmo povo. Neste quesito, com o Recoleta, os argentinos têm do que se orgulhar. É um ambiente civilizado. Penso que poucos são os vizitantes que ao desembarcarem em Buenos Aires não tenham o Recoleta nos seus roteiros de visitação. Surpreendi-me com a ausência do grande Jorge Luiz Borges ali. Está, em busto de bronze, em meio às flores, no belíssimo Parque Palermo.
    Parabéns Ariel, bela e oportuna reportagem!

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  • 10/10/2009 - 02:16
    Enviado por: arielpalacios

    Cara Claudia, no cemitério há visitas guiadas, sim!
    Eu, que moro atrás do cemitério, vejo da janela os guias…e até parece que se divertem!

    Caro Laerte, é verdade…há muitos caixões em péssimo estado, além de vários abertos…são túmulos esquecidos pelas famílias, uma pena.
    Falaremos de Evita, sem dúvida. Temos uns assuntos interessantes para falar sobre o corpo dela, em uma postagem que estou adiando há tempos…

    Caro Adams, obrigado pelo comentário!

    Cara Larissa, aposto que gostará de B.Aires. Mas, aviso: no fim de ano, a cidade fica totalmente paralisada…não há grandes festejos de reveillon, ocasião que os argentinos costumam passar bem em família…

    Caro Otávio, o túmulo dos Crociatti sempre me emociona. E a história do cachorro.

    Caro Ronaldo, muito obrigado!!

    Caro Alcindo, é fascinante mesmo. De minha janela sempre olho o cemitério da Recoleta e sempre vejo um detalhe novo!

    Caro Nelson, muito obrigado pelos elogios!!! O cemitério da Consolação é muito interessante! Seria legal algo sobre os túmulos das principais figuras da História brasileira, não é?

    Cara Claudia, obrigado pelo elogio!!!

    Caro Carlos, as mãos de Perón continuam sumidas. E, o mais impressionante, é que ninguém reivindicou o atentado!

    Caro Fabio, boa pergunta…vou averiguar…mas aposto que é caríssimo!

    Caro Valico, é sem dúvida um país fascinante.

    Caro Henrique, é melhor assim, por enquanto, passa por ali só como turista. Para ficar permanentemente, espera uns 80 anos a mais!
    Eu, pessoalmente, pretendo viver até os 112 anos!

    Caro Afonso, às vezes, várias pessoas ficam um pouco assustadas com a imagem de um cemitério…acontece.
    Hehehehe…vou ficar de olho nos gatos da Recoleta. Mas, temo mais os humanos do que os felinos!

    Cara Nanci, o estado de muitos túmulos é mesmo deplorável, e existem vários mausoléus com os cadáveres, semi-ressecados, á vista. Uma pena.

    Cara Sandra, obrigado pelo elogio!!!! Muito obrigado mesmo!

    Caro dr. Sallere, gatos são frequentes na Recoleta. E nos jardins dos hospitais!
    Fangio está enterrado na cidade de Balcarce.

    Caro José Carlos, a postagem não foi pensada como um serviço, neste caso. Apenas como um texto sobre o cemitério em questão. Mas, na próxima vez colocarei o endereço. No entanto, como este cemitério é um dos pontos clássicos da cidade, tal como pode ser a torre Eiffel em Paris, nem pensei no assunto do endereço…

    Caro João, obrigado pela observação do ‘grosso modo’

    Caro José, é verdade, há vários livros sobre este cemitério, que é interessantíssimo!

    Caro Horacio, obrigado pelas explicações!

    Caro João, sem dúvida, falaremos de La Chacarita no futuro. Possivelmente esperaremos algum gancho sobre Gardel.

    Caro Fabio, muito obrigado pelo comentário elogioso! Fico lisonjeado!
    O bairro chino é muito interessante, não é?
    Há tempos que mora aqui?

    Cara Vera, os mortos com caixões abertos costumam ser os dos túmulos abandonados, de famílias que faliram ou que deixaram de existir.
    Mas, dentro dos mausoléus, os caixões costumam ficar à vista (bem fechados, de preferência). Isso é normal.

    Cara Kátia, que surpresa!!! Tudo bem?
     Hehehehe…como faço tudo ao mesmo tempo? Nem eu acredito…acho que me acostumei ao ritmo alucinado..Mas, quando tiro férias, é férias pra valer!!!!
    Muuuuuuuito obrigado pelos elogios!!!!!!! Fiquei emocionado!!

    Cara Mona, obrigado pelo comentário!

    Caro Tradutor, este cemitério, diria, é como se fosse uma ‘pequena cidade’ vista daqui de cima….fascinante. E vejo cada coisa desta janela….

    Caro Alfredo, é mesmo um cemitério elegante. Algumas partes estão decadentes…mas ainda mantém o charme, não é?

    Obrigado a todos!
    Abraços e que tenham um supimpa fim de semana-feriado!!!
    Ariel

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  • 10/10/2009 - 12:11
    Enviado por: Luiz Bertotti

    Ariel
    Cada reportagem (é, “reportagem” mesmo, não “postagem”) deste blog é uma declaração de amor a Buenos Aires. Seu rigor, suas minúcias, até sua ironia, deixam clara sua paixão por Bs. As.. Eu, que tenho amigos aí e posso circular pela cidade sem me prender aos habituais circuitos turísticos, entendo uma parte desse amor. O resto, só nascendo porteño como você. Parabéns.
    Uma lembrancinha particular sobre a Praça Miserere: estive lá a primeira vez em 63, com cinco aninhos de idade, para embarcar num ônibus da falecida ABLO para Pilar de Córdoba. A praça já estava cheia de camelôs. É mais fácil remover o Rivadavia de lá do que eles.
    Um abraço

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  • 11/10/2009 - 19:42
    Enviado por: Mané

    Ariel
    Você continua devendo sobre o porque do sol com “cara” na bandeira argentina.
    A bandeira do Uruguai também tem uma cara.

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  • 12/10/2009 - 10:23
    Enviado por: Sutter

    Estes cemitérios clássicos são admiráveis, nos dão um sentimento estranho e muitos até mais parecem museus com lindas obras de escultura.

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  • 13/10/2009 - 01:05
    Enviado por: Wilson

    Se sou, como sempre fui, grande admirador do povo e cultura Argentinos, e se tenho uma cultura própria um tanto gótica, e se ainda não tive a oportunidade (e o prazer). de conhecer Bueno Aires, imagine o tanto que me encantou esta matéria…
    Sr. Ariel Palacios, o parabenizo, por esta, e as tantas reportagens interessantíssimas que aqui publicas….
    Grande abraço…..

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  • 13/10/2009 - 07:13
    Enviado por: Daniela Franco

    Sou fã do seu blog e da Argentina! A reportagem está excelente! Buenos Aires é realmente a cidade maravilhosa!

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  • 13/10/2009 - 08:51
    Enviado por: Sniffer

    Visitei a Recoleta nesse final de semana e posso afirmar de absoluta certeza que o túmulo de Ana Crociatti, mais especificamente o cão, é mal-assombrado.

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  • 31/10/2009 - 13:15
    Enviado por: Lea Marcia de Abreu Silva

    Prezado Ariel.Parabéns pelo blog.Sua matéria sôbre Recoleta me levou a um passeio virtual ao cemitério, passeio este que nunca fiz mesmo visitando BSAS por mais de quatro vezes.Considero-o um “embaixador argentino”.Acompanho seus artigos no Estadão mas só agora tive a oportunidadede visitar assiduamente o seu blog por sugestão do meu filho que o lê diariamente .Saludos.Léa

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  • 02/11/2009 - 19:29
    Enviado por: Desiree

    Ariel,adorei ler seu trabalho sobre a Recoleta. Está maravilhoso. Já estive lá 03 vezes e um mausoléu me deixa intrigada e curiosa e eu gostaria de saber se voce sabe alguma coisa sobre ele. É o de Issa Orfali, morta em 26/02/1945. Não consegui descobrir nada saobre o caso.
    É uma estátua de uma mãe deitada numa cama com um bebê, toda em mármore com detalhes trabalhados.
    Voce sabe alguma coisa sobre este caso??

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  • 05/11/2009 - 14:41
    Enviado por: KIZIO

    Parabéns!
    Você conseguiu retratar exatamente o que é o cemitério da Recoleta. Uma grande obra de arte, que nos oferece outro tipo de visão do conceito de morte.
    Novamente Parabéns!
    Kízio

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  • 16/12/2009 - 15:32
    Enviado por: KIZIO MAKICELIO

    Prezado Ariel,
    Estive mais uma vez em Buenos Aires, agora em dezembro de 2009. E FUI AO CEMITÉRIO DA RECOLETA, é claro! Desta vez algo inusitado: Brindamos com Moet Chandon entre os túmulos, enquanto ouviamos Gothan Project. Ah! Me lembrei de vc e desta matéria que vc escreveu de forma genial.
    Um abraço grande, vc é tudo!
    Kízio

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  • 09/02/2010 - 19:51
    Enviado por: edson jose pereira

    Boa Noite
    Gostaria de saber o motivo pelo qual nao se enterram os mortos no RECOLETA em viagem a Buenos Aires neste inicio de ano pude observar este fato curioso e estou procurando uma explicaçao se e que existe.
    Um abraço

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  • 20/07/2010 - 13:41
    Enviado por: Wislen Ramos

    Muito bom, parabéns pelo post! Estive neste cemitério e só quem já esteve lá sabe como é. Nao é como um cemitério qualquer, realmente, como foi citado, este parece mais um ‘museu ao ar livre’.
    Quem for à Buenos Aires não pode deixar de visitar. Recomendo.
    Abraço

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  • 02/11/2010 - 18:13
    Enviado por: loane da fonseca

    Tambem visitei o ceniterio da Recolleta,fiquei impressionada com os ataudes expostos ,deveriam embalsamar os corpos.O que mais me chamou a atençao e o mausoleu da jovem com o cao,a proposito o nome dela era Liliana,nao sei o que aconteceu mas deu um no na garganta ,vou voltar la um dia e tentar entender.

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  • 14/01/2011 - 10:55
    Enviado por: Flávio Sqiueira

    Estive no cemitério da Recoleta agora no início de janeiro e o túmulo que tb. mais de impressionou foi o da Jovem Liliana. Aquela sua imagem com o cachorro é algo impressionante. Passei várias noites com aquela imagem na cabeça. Bom, só não entendi o que são os ataudes expostos que poderiam ser embalsamados…alguém poderia esclarecer.?

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  • 18/03/2011 - 01:19
    Enviado por: MARILUZ NEME

    São dois os cemitérios famosos de Buenos aires, Recoleta e La Chacarita, ou ambos são um só?
    Em qual deles está enterrado Gardel?
    Agradecendo a atenção,
    Mariluz Neme

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    • 04/08/2011 - 16:59
      Enviado por: Ian

      O cemitério da Recoleta é um cemitério de 5 hectares no centro da cidade. O cemitério de Chacarita é um cemitério diferente ubicado a 9 kilómetros de distancia do cemitério da Recoleta, tém quase 100 hectares é um cemitério muito grande, mas esse cemitério contém originalmente outros cemitérios que juntos faz o complexo da Chacarita: cemitério alemão, cemitério británico e cemitério do oeste. O túmulo de Gardel fica no cemitério da Chacarita, para chegar aí entra pela porta principal, caminha para o lado esquerdo da primeira rua que está alí (não a rúa diagonal) mais ou menos 3 ou 4 quarteirões, o túmulo tém uma estátua dele e fica na esquina.

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  • 22/09/2011 - 00:09
    Enviado por: rafael

    quero saber quanto custa um mausoleu lá!

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    • 25/09/2011 - 16:02
      Enviado por: Ariel Palacios

      Caro Rafael,
      Os preços oscilam entre US$ 50 mil e 450 mil.
      Depende do luxo – e do valor histórico – do mausoléu em questão.
      Abraços,
      Ariel

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  • 31/07/2012 - 01:20
    Enviado por: Adriana

    Parabéns!!! Amei o “Cementerio”, e fiquei mto impressionada com o mausoléu da jovem Liliana Crociatti e seu fiel Sabú… que foi o que me trouxe até aqui.

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