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Ariel Palacios

26.agosto.2010 18:20:30

A cada vez menos prestigiada nota de 100 pesos

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Nota de 100 pesos cada vez vale menos. E o governo não pensa emitir uma nota com valor numérico maior, já que nega a escalada inflacionária. Na cédula – que antes comprava muito e agora pouco – o general e presidente Julio Argentino Roca (1843-1914).

blog1dedo2bA efígie de Julio A. Roca, general e presidente argentino do século dezenove e início da vigésima centúria, está desprestigiada, embora decore as notas de 100 pesos, as de maior numeração em circulação no país há duas décadas. Apesar disso, estas cédulas possuem um poder de compra cada vez menor por causa da escalda inflacionária que assola o país. Segundo o economista Ricardo Delgado, da consultoria Analytica, ao longo da última meia década as notas de 100 pesos sofreram uma desvalorização de mais de 50%. Mas, embora exista a necessidade de notas com maiores números, o governo da presidente Cristina Kirchner – que nega a existência da escalada da inflação – rejeita a ideia de emitir cédulas de 200 ou 500 pesos.

Em 2005 – antes do início da escalada inflacionária – as notas de 100 pesos constituíam 35% do total de notas em circulação na Argentina. Atualmente estas cédulas representam 46% do total do papel-moeda, fato que indica que estas notas estão sendo cada vez mais requisitadas. Cada vez mais o governo emite maior volume de notas de 100 pesos e menos notas de 20 e 50.

Susana Andrada, presidente da Centro de Educação de Consumidores, considera que o Banco Central está tentando evitar a emissão de uma nova nota. Segundo os especialistas, isso implicaria em admitir que o valor da maior nota existente não é suficiente para a maioria das compras realizadas pelos argentinos, e portanto, teria que confessar que a inflação “real” é maior que a “oficial”.

O economista Fausto Spotorno, da consultoria Orlando Ferreres e Associados, afirma que desde a crise de 2001 até junho deste ano a Argentina teve uma inflação acumulada real de 244%. Por esse motivo, afirma, o governo “pelo menos poderia emitir uma nota de 200 pesos”. Andrada, defensora dos consumidores, sustenta que a nota de 100 pesos que no ano 2008 um argentino gastava em três dias, “atualmente a gasta em 24 horas”.

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A moeda de 1 peso, a última à direita, não vale para quase nada. Logo, as colegas que estão à sua esquerda…

blog1dedo2bAs moedas de um peso também estão com sua utilidade comprometida. Cada vez mais, sozinhas, não compram ou pagam nada. Atualmente, com um peso uma pessoa pode pagar uma passagem de trem do bairro de Liniers, na fronteira da cidade de Buenos Aires até a estação de Once, no centro da capital. Além disso, o Estado conferiu em um quiosque na estação de trem de Retiro que uma moeda de um peso apenas pode comprar pequenos doces e unidades de balas e chicletes.

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Quem quer ser um milionário? O general José de San Martín, em sua versão ‘senior’, na desprestigiada nota de 1 milhão de pesos, emitida no final da última ditadura militar (1976-83). Na época, estas notas foram vendidas nos EUA por um empresário que fez a seguinte publicidade: “Quer ser um milionário? Compre esta nota de 1 milhão de pesos por US$ 10,00! Enviaremos a nota em uma fantástica moldura para que impressione os amigos!”. E falando em “Quem quer ser um milionário”, o irônico “Who wants to be a millionaire”, de Cole Porter. Nesta versão, com Frank Sinatra, no filme do qual também participa Louis Armstrong (o filme é o “High Society”). O link, aqui.

 blog1vinheta58 ‘OFICIAL’ E ‘REAL’ - O Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) – organismo sob controvertida intervenção federal há mais de três anos – anunciou que a inflação de julho foi de 0,8%. Na contra-mão, economistas independentes, sindicatos não-alinhados com o governo e associações de defesa dos consumidores, afirmam que a administração Kirchner “maquia” o índice e sustentam que a inflação “real” de julho teria sido de 1,7 a 2%.

Segundo a consultoria Estudio Bein a inflação acumulada nos primeiros sete meses deste ano é de 13,5%. A consultoria Ecolatina calcula a alta em 15,6%. Mas, de acordo com os números do governo anunciados há pouco mais de uma semana, a inflação acumulada desde janeiro seria de 6,7%

Desta forma, a inflação registrada pelo governo da presidente Cristina Kirchner, ultrapassa as estimativas feitas no Orçamento Nacional de 2010, no qual calculou uma alta de 6,1%.

Os economistas independentes afirmam que a inflação neste ano será superior a 28%.

Mas, na população, a percepção da inflação é mais dramática que a calculada pelos economistas críticos do governo. Segundo uma pesquisa realizada pelo Centro de Investigação em Finanças da Universidade Torcuato Di Tella, os argentinos esperam uma inflação acumulada de 32,5% para os próximos doze meses.

Enquanto diversos sindicatos conseguirm altas salariais que até quadruplicam a proporção de inflação estimada pelo governo (por via das dúvidas, negociaram nas últimas três semanas altas salariais de até 30%), o discurso oficial da cúpula, isto é, Confederação Geral do Trabalho (CGT) é o de que a inflação argentina é “mínima”.

Segundo Hugo Moyano, secretário-geral da CGT e aliado da presidente Cristina, a atual inflação “está controlada” e “não é prejudicial”.

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Cidadão alemão usa notas com valor implodido pela hiper-inflação dos anos 20 como papel de parede. A foto é do acervo do Bundesarchiv.

blog1dedo2bCUMPRIMENTAM, MAS NÃO COMPRAM - O jornaleiro Juan Carlos Brescia, 60 anos, disse ao Estado que “ri” quando vê os números do governo. “Esses números estão longe da realidade dos trabalhadores”, sustenta, enquanto arruma as revistas em sua banca. “Muitos clientes passam pela frente da banca e dizem ‘oi!’ mas não compram nada por causa da alta de preços”.

Brescia afirma que o aumento de preços e a consequente perda do poder aquisitivo de seus clientes na Recoleta, um bairro de classe média alta e classe alta, provocou uma perda de 50% de suas vendas.

Segundo a Ecolatina, a inflação de 2010 será a maior registrada desde a desvalorização do peso, em 2002, ano em que o índice foi de 40%.

A carne bovina registrou um aumento de 60% no preço desde janeiro. O pão subiu 10% no mesmo período, enquanto que os combustíveis, desde o início deste ano, registraram uma alta de 28% a 40%, dependendo do produto. Neste último caso, na semana passada o governo Kirchner anunciou que aplicará a “Lei de Abastecimento”, de 1974, para punir empresas que aumentem o preço dos combustíveis.

 blogbrescia3a

Assustado com a inflação, Brescia tem um consolo: “os clientes não compram mais como antes… mas pelo menos passam na frente da banca e dizem ‘oi!’ “

blog1dedo2x SENSAÇÃO DE POBREZA – Uma pesquisa do Centro de Economia Regional e Experimental (Cerx) indicou que 72,7% dos argentinos sentem-se “pobres”, já que afirmam que o volume de dinheiro que ganham mensalmente não é suficiente para chegar no fim do mês. A proporção de pessoas que sentem “pobreza subjetiva” – segundo a denominação aplicada pela diretora da Cerx, Victoria Giarrizzo – era de 63,3% no ano passado. Os analistas da consultoria afirmam que por trás desta sensação de pobreza está a crescente inflação.

QUEIJO, OBJETO DE COBIÇA: Neste link, do jornal Perfil, detalhes sobre a cobiça que os cada vez mais caros lácteos estão despertando no nicho profissional dos ladrões. Aqui.

blog1vinheta78

blog1vinheta67 FANTASMA DA INFLAÇÃO ASSOMBRA ARGENTINOS HÁ QUATRO DÉCADAS

 bloglandruonganiaTia vicenta

General e ditador Juan Carlos “La Morsa” Onganía começou a moda de cortar zeros. De lá para cá 20 presidentes e 43 ministros da economia tentaram combater espiral inflacionária. Charge do irônico Landrú, cartunista que despertou a ira do militar.

 

blog1mao2bOs economistas ressaltam que entre 1890, quando foi instituído o “peso nacional”, até o “peso lei” do final dos anos 60, a Argentina teve estabilidade financeira. Mas, em 1969 o então presidente e ditador general Juan Carlos Onganía decretou a primeira lei que eliminou zeros das notas de pesos, com o intuito de dissimular a escalada inflacionária. De lá para cá, as notas argentinas perderam treze zeros.

Nestes últimos 41 anos o país foi assolado de forma persistente pelo fantasma da inflação, contra o qual tentaram lutar, com escassos resultados, os 20 presidentes que passaram pela Casa Rosada – o palácio presidencial – e os 43 ministros da Economia que ocuparam a pasta.

Em 1989 a Argentina teve sua primeira hiperinflação, que chegou a 4.923,6%. A espiral inflacionária levou Alfonsín à renúncia seis meses antes do fim programado de seu mandato.

Seu sucessor, Carlos Menem (1989-99), tentou de forma errática diversas fórmulas econômicas. O resultado foi um segundo período hiperinflacionário, que chegou a 1.343,9% em 1990.

Nos anos 90, a conversibilidade econômica – que estabelecia a paridade um a um entre o dólar e o peso – apesar dos problemas que trazia em seu bojo, foi respaldada com entusiasmo pelos argentinos, que depois de décadas viam finalmente um período de inflação zero (e até de deflação.

Mas, a conversibilidade naufragou em dezembro de 2001. A inflação só não voltou a galopar de forma imediata porque a economia estava estancada e o poder de compra era quase nulo. Mas, a economia recuperou-se a partir de 2003. E a inflação voltou a aparecer.

Economistas, associações de defesa dos consumidores, empresários e sindicatos afirmam que o casal Kirchner, sem sucesso para deter a inflação, camufla os índices elaborados pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec).

Em sarcástica alusão à persistência da inflação na economia argentina, Roberto Dvoskin, professor da Universidade de San Andrés e ex-secretário de Comércio, afirma: “a Argentina é alcoólica em relação à inflação. E o alcoolismo não se cura… administra-se!”.  

blogongania1

O ‘La Morsa’ original, J.C.Onganía, militar que – segundo as más línguas – não era famoso por contar com muitas sinapses em sua massa cinzenta.

 blog1vinheta71O desejo incontrolável de escrever “zeros”, aqui.

blog1vinheta71bE um artigo da Times, de 1923, sobre o assunto, aqui.

hirschfeldfarrago3PERFIL: Ariel Palacios fez o Master de Jornalismo do jornal El País (Madri) em 1993. Desde 1995 é o correspondente de O Estado de S.Paulo em Buenos Aires. Além da Argentina, também cobre o Uruguai, Paraguai e Chile. Ele foi correspondente da rádio CBN (1996-1997) e da rádio Eldorado (1997-2005). Ariel também é correspondente do canal de notícias Globo News desde 1996.

Em 2009 “Os Hermanos recebeu o prêmio de melhor blog do Estadão (prêmio compartilhado com o blogueiro Gustavo Chacra).

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Além disso, não publicaremos palavras chulas ou expressões de baixo calão (a não ser por questões etimológicas, como background antropológico
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Comentários (82)| Comente!

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82 Comentários Comente também
  • 26/08/2010 - 19:05
    Enviado por: luis fernando

    Que drama, a nota de 100 tá valendo menos que o Maradona!

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  • 26/08/2010 - 19:07
    Enviado por: Fernando

    Claro … hay un dicho aca de qeu somos tan mediocres que cualquiera es millonario.

    Y es verdad .. yo estaba en la primaria y era millonario … un chocolate valia 1.000.000 de australes … un sin sentido total.

    Igual creo qeu estamos mejor de lo que alguna parte de la prensa quiere hacer parecer.

    Saludos desde baires !

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    • 27/08/2010 - 09:32
      Enviado por: Lu

      A maioria dos brasileiros faz piadinhas sem sentido contra os argentinos, mas notícias como essas é que os fazem invadir o seu país para fazer compras e se divertir gastando em reais.

      Sou brasileira, adoro meu país, mas reconheço em vcs o patriotismo q nós, aqui, jamais teremos.

      Continuem assim!

      Saludos a Baires, re linda ciudad!

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  • 26/08/2010 - 19:28
    Enviado por: Marcela

    Acho eu exagero, moro aqui há 7 anos e vejo que as coisas tem melhorado muito desde 2003. Também vejo que a realidade nem sempre é a que a imprensa mostra, este governo tem feito muitas coisas boas por muita gente e de repente é isso que incomoda a certos setores.

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  • 26/08/2010 - 19:49
    Enviado por: Marcos

    Argentina é o Brasil amanhã.
    É só passar a onda de commodities em alta e pronto. A dívida interna está explodindo devido a tanta corrupção e empreguismo, e o governo vai quebrar.

    Quem viver, verá.

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    • 27/08/2010 - 03:38
      Enviado por: Valderi

      Pessoas como você já disseram isso há 5 anos atrás, e até agora nada. E para o seu governo, os preços das commodits estão baixas, inclusive o minério de ferro. E vimos que o Brasil de Agora está de vento em poupa. Quiça daqui 10 anos!!
      Tá torcendo contra? Está rico vivendo de renda? Não te preucupas o desemprego para falar o que não deve?

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    • 27/08/2010 - 13:44
      Enviado por: Marcos Dutra

      Não estou torcendo contra. Quem torce contra é quem aposta em uma ditadura socio-fascista corrupta para quebrar o país. Quem apóia o MST para destruir a razão número um da nossa breve e frágil prosperidade, o agro-business.
      Prosperidade com aumento do analfabetismo e manutenção dos 34% sem esgoto. Só na sua cabeça isso é riqueza do pobre. Quem ficou próspero com Lula foram os banqueiros e os empresários.
      Lula deu sorte. A sorte acabou, Dilma vai pegar um rojão e como é despreparada e arrogante, vai ser um desastre. Isso sem contar com a burocracia. empreguismo, corrupção do PT, que vão tirar o Brasil do caminho da modernidade e colocá-lo no atraso de vez.
      Você precisa estudar muito, meu amigo. Xilique não adianta nada.

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    • 28/08/2010 - 15:47
      Enviado por: roberto

      Continua torcendo contra, mas muda o discurso que este ja cansou Marcos.

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  • 26/08/2010 - 20:05
    Enviado por: Diego Rafael - DF

    Essas reportagens me trazem uma sensação muito, muito ruim em relação às lembranças de um passado nem tão distante… Deus permita que tenhamos aprendido a lição, e que nossos vizinhos meio-irmãos (o pai deles é o Sr. Espanha, o nosso é o Sr. Portugal) voltem a ter juízo no controle da inflação, mas com responsabilidade e não com artificialidades que podem ser desmascaradas no primeiro Kiosko na esquina.

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  • 26/08/2010 - 20:06
    Enviado por: Ariel Palacios

    Caro Luis Fernando, pois é… espero que o governo não coloque a efígie de Maradona na próxima nota!

    Caro Fernando, o período da hiper-inflação foi terrível, sem dúvida.
    Sobre “estar melhor”, depende do setor social. A pobreza cresce novamente, os salários não alcançam… quem mora nos bairros chiques, com certeza tem poucos problemas. Mas, de forma geral, a população não está passando por bons momentos.
    Claro, sem dúvida, a situação é muito melhor do que em 2002, em plena crise.
    Mas, sem dúvida, a situação é bem pior do que em 2006, quando a economia crescia bem e a pobreza estava diminuindo.

    Cara Marcela, você chegou quando a crise estava terminando. Claro, de lá para cá, a situação melhorou, pois em 2001, 2002 e 2003, o cenário era péssimo.
    E, sem dúvida, o governo fez algumas coisas boas pela população.
    Mas, no cômputo geral, acredito que as coisas ruins superam as coisas boas. Entre elas, o descontrole da inflação, que inevitavelmente arrasa com o poder aquisitivo das pessoas.
    O governo não colabora na confiança quando “maquia” o índice de inflação.
    O que quero dizer é: se um governo qualquer faz umas coisas boas isso não deve esconder as coisas ruins que esse governo faz.
    A mesma lógica usavam na época do Menem: “ah, o país cresce… e daí com a corrupção do governo? O país cresce!!”
    A imprensa aliada do governo, que também controla muitos meios de comunicação tenta camuflar as coisas ruins.
    O C5N e o Infobae, entre outros, escondem informação de uma forma descarada…
    E, por outro lado, a imprensa crítica do governo, destaca muito o lado ruim. “Destaca”. Mas não exagera. A inflação está aí, sem dúvida. E o resto dos problemas econômicos idem.
    Diria que exagera no quesito “criminalidade”. A criminalidade aumentou. Mas, a imprensa coloca a coisa como se esta cidade fosse México DF!

    Caro Marcos, pelo menos espero que o governo (seja qual for no ano que vem) não camufle os índices como aqui!

    Abraços a todos,
    Ariel

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  • 26/08/2010 - 20:09
    Enviado por: Luiz Bertotti

    Já me senti um milionário na Argentina ao pagar cafezinhno com cruzados, em meados dos 80, e um mendigo ao tentar fazer com que alguma casa de câmbio aceitasse meus míseros cruzeiros no início dos 90. O Plano Real acabou com essa montanha russa da moeda brasileira, mas não creio que o método adotado aqui em 94 funcionasse na Argentina. A população toma o dólar como base de cálculo até para comprar um caramelo, qualquer que seja a moeda nacional em circulação. De uma coisa tenho certeza: com os K no poder a situação não irá melhorar.

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  • 26/08/2010 - 20:47
    Enviado por: J.Antonio

    Vivo na Argentina há dois anos, o que me chama a atencao é que as pessoas nao se indignam com a situacao, voce nao ve, nao ouve as pessoas comentarem a respeito. Sao super nacionalistas, anti-americanos, mas a moeda que respeitam é o dolar. … mas estas coisas parece que nao está nem aí.

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    • 27/08/2010 - 04:49
      Enviado por: Mariano

      Eu morei no Brasil todo o ano passado. Sou de Bs As. Voltei pra Argentina. A questao da inflacao bem sempre foi um problema na Argentina e será resolvido assim quando a gente puderem derrubar certos grupos economicos que foram “propostos” há mais 20 anos.Seja como for, a Argentina, posso garantir, tem umas vantagens culturais e economicas que nao vi no meu país irmao. E é estranho ler as opinioes dos brasileiros quando, na verdade, Brasil saiu ao mundo há 10 anos só. O resto, carnaval.

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    • 27/08/2010 - 11:51
      Enviado por: carlos 3m

      mariano, fica com sua opiniao e eu com a minha que diz que voce esta em denial, assim como muitos argentinos pois se nao estivessem nunca escolheriam os governos dos ultimos 60 anos. nos falamos daqui a outros 10 anos e veremos como andam as coisas.

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  • 26/08/2010 - 20:52
    Enviado por: helio

    è uma pena, é um país muito bom, de pessoas bem mais educadas e cultas e de paisagens que não deixam nada a desejar das nossas.

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  • 26/08/2010 - 21:08
    Enviado por: gustavo

    sin comentarios ,

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  • 26/08/2010 - 21:11
    Enviado por: Rybak

    Control del gasto público no cuadra bien con el populismo. Luego viene la inflación e… ya sabemos el resto. Inflación oficial o real: El termómetro no es culpable por la fiebre.

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    • 27/08/2010 - 10:24
      Enviado por: Tetsuo Shimura

      O comentário de Rybak, se ajustará com perfeição em 2012/13. Com o aparelhamento de Lula no Estado brasileiro e o patrulhamento ideológico que se instalará a partir de 01 de janeiro de 2011, como na Argentina, também será difícil acreditar nos dados “oficiais” .

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  • 26/08/2010 - 21:16
    Enviado por: Valloy

    Interessante matério e gostei de alguns comentários.

    Para variar vale lembrar que a verdade é construida com as versões dos envolvidos.

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  • 26/08/2010 - 21:45
    Enviado por: Steph Magalhaes

    Fico muito sensibilizado com o caso dos irmãos argentinos. A diminuição das desigualdades e a melhoria da qualidade de vida da população passam indescutivelmente pela estabilidade econômica. E realmente em passado não tão distante vivemos o mesmo drama… mas o grande erro do governo simular a alta da inflação, postergando a solução de um problema, que ironicamente aumenta com o passar do tempo.

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  • 26/08/2010 - 21:54
    Enviado por: joão pé de feijão

    É claro que a Argentina vive um momento melhor do que em em 2001-2003, pior que aquele período quase impossível, mas o quadro atual também é bem ruim. De qualquer maneira é interessante observar a capacidade que a Argentina tem de se auto destruir, devem ser o maior exemplo de decadência do planeta, de Perón pra cá praticamente nenhum político prestou(incluindo ele mesmo e sua mulherzinha adoradora de nazis) e esses últimos 20 anos foram especialmente desastrosos com Menem, De la Rúa,Duhalde e o nefasto casal K. Em 2011 é tudo ou nada, se ganhar mais um peronista é melhor o país “fechar as portas” de uma vez. Na minha humilde opinião o único partido que pode realmente mudar a Argentina é Coalición Cívica apesar de sua líder controversa, enfim, é esperar pra ver(e rezar também hehehe). Saludos

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  • 26/08/2010 - 21:57
    Enviado por: Glúon

    .
    __________________
    .
    Divisas paridad pesos
    .
    __________________
    .
    Cuba________Peso Pesado
    México______Peso Médio
    Uruguay_____Peso Pena
    Chile________Peso Galo
    Argentina____Peso Pingüino
    .
    ________________________
    .

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  • 26/08/2010 - 22:14
    Enviado por: jaime souza

    A Argentina esta neste buraco por causa dos governos populistas que acabaram com o país !!
    Existe excesso de funcionarios publicos , existem gendarmes demais , isso que o PT quer fazer com o Brasil…entupir o país de eleitores Petistas , funcionarios publicos !!!

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    • 27/08/2010 - 03:43
      Enviado por: Valderi

      Funcionário Publico é também Médico, Prefessor, Policial, Condutor de trem, Fiscal, entre outros. Você é contra eles também? Sou Funcionário Publico e exerço com presteza o meu trabalho, muito mais quando estava na Iniciativa Privada, sendo tungado pelo meu patrão. Vê se acorda, gente boa.

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    • 27/08/2010 - 09:32
      Enviado por: Natalia

      Meu Deus!!!!

      Eu voto…e não sou partidária..Votei no Fernando Henrique…. E gostei de muitas coisas mas tb acho q deixou a desejar em outras…. Votei no Lula, e gostei do ele fez e tb não gostei de outras…
      Mas a diferença entre os dois é mais que clara um é um sociólogo q nem se deu ao trabalho pra olhar o social suas prioridades foram economia e imagem do Brasil… Outro olhou o social, manteve o plano econômico e só cresceu a imagem do Brasil lá fora, porém não teve como controlar a sua casa/partido….

      Ambos fizeram um otimo trabalho… Mas sempre fica faltando algo…ou não gostamos de algo…

      Só peço pra quem vota…Não ser partidário… acredito q esse seja o pior tipo de cidadão votante…Q prefere não ver os defeitos de um candidato pq é de seu partido ou tem um olhar preconceituoso para aquele que não é….

      Argentina é sim de dar dó… Buenos Aires é maravilhosa… Mas não adianta economia depende sim dos governantes mas tb depende do povo…
      Tem q sempre fomentar a economia…o consumo é o que faz ela funcionar….

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  • 26/08/2010 - 22:38
    Enviado por: Igor Máximo

    Isso é o Foro de São Paulo destruindo a América do Sul! Chile e Colômbia já escaparam dessa! Argentina, Venezuela, Bolívia e Equador estão afundados nessa!

    E o Brasil, vai escolher o que? Se tornar um Chile com o Serra ou uma Venezuela coma a Dilma?

    Do jeito que o Brasil tem tradição em cometer mancadas, duvido nada ir para o caminho errado mais uma vez!

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    • 27/08/2010 - 03:46
      Enviado por: Valderi

      Acho que você não leu direito. Ou não entendeu. O que está acontecendo na Argentina – e já foi pior – foi fruto de Menem, partidário da direita Peronista.

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    • 27/08/2010 - 11:47
      Enviado por: carlos 3m

      valderi, francamente!!

      como se a “esquerda” ou “centro” peronista fosse melhor. o problema eh alguem querer se denominar peronista.

      nem peron comecou a robalheira mas ele a elevou a patamares unicos a argentina. e funciona assim a te hoje. caloterismo faz parte da cultura local. conversei com inumeros empresarios brasileiros e recomendo voce fazer o mesmo. exportar para argentina so com o $ na frente. vai e se informa.

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  • 26/08/2010 - 22:42
    Enviado por: Afonso Arinos

    Ariel,
    e qual a percepção do seu bolso? Os alfajores estão mais caros?
    Um grande abraço

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  • 26/08/2010 - 22:47
    Enviado por: Romulo

    Reflexo do governo de canina marxista, amiga do lularapio e do Chavez friagem. Se a desgraça acontecer no Brasil e amigo do alheio garfar as eleições, aí podemos abondonar essa América Latina. Um bando de comunistas relaxed vão destruir por total a imagem do latinos. Os Argentinos, apesar de muito mais críticos que os brasileiros, vão penar muito pelas escolhas erradas.

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  • 26/08/2010 - 22:48
    Enviado por: Yoko

    Quer dizer que a nota de cem pesos está sem peso algum???
    Desculpe, não podia perder a piada.

    Agora falando sério: reclamo do Brasil, dos seus altos impostos, mas ao menos a inflação está bem domada, comparado com o que se você escreve da Argentina.

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  • 26/08/2010 - 22:55
    Enviado por: Romulo

    Vejam o que o governo do PT faz no Brasil:
    - Inchou a máquina pública
    -Manipula os números descaradamente
    - Quebra o sigilo de qualquer um que se opõe as suas idéias
    Onde é que vocês acham que isso vai dar?
    Só olhar pra Argentina, Venezuela e outras países da América Latina.

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  • 26/08/2010 - 23:23
    Enviado por: carlos 3m

    efeito do espirito do calote. quem nao paga divida tem um perfil especifico, parte do pacote. se argentina nao tivesse a riqueza natural que possui, o quadro era muito diferente.

    ate o lula sabe disso.

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  • 27/08/2010 - 00:58
    Enviado por: Livia

    Mesmo com toda a inflacao, ainda sofro horrores pra comprar qualquer coisa com uma nota de cem.
    “No tengo cambio” e a frase que mais escuto pelos negocios da cidade.

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    • 27/08/2010 - 08:44
      Enviado por: Fernanda

      Isso é verdade! Nenhum comércio tem troco para a nota de 100, nem se mobiliza para conseguir porque aparentemente essa é uma responsabilidade do consumidor, nao do comerciante. Perdi as contas de quantas vezes me sugeriram ir trocar minha nota e depois voltar ao comércio para fazer a compra! hahah Que bizarro!

      Respondendo ao autor da reportagem… As moedas tem um único uso em Buenos Aires hoje: passagem de ônibus. Como nao há cobradores nos ônibus, e sim uma máquina para inserçao de moedas (que nao aceita notas), elas tem valor apenas pra essa funçao.

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  • 27/08/2010 - 01:53
    Enviado por: Zeh

    Lula para presidente da Argentina!
    :D

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  • 27/08/2010 - 03:00
    Enviado por: Telmo Ryoiti Kubo

    Olá Ariel. Tudo Bem?

    Pelo visto, a situação do peso argentino piorou de um ano para cá. Na época que fui, no ano passado, pude perceber, no preço das coisas vendidas lá, que cien pesos já não compravam muita coisa. Do jeito que a coisa vai indo, vai ser melhor já ir para lá com dólares no bolso (pelo menos lá é bem aceito). E o Brasil, ao contrário do que o governo federal alardeia, não está em situação tão boa assim. A classe média paga impostos cada vez mais altos e é obrigada a se endividar para pagar suas contas (fazer empréstimos para quitar dívidas anteriores é, no minino, brincadeira). Ainda sobre o governo federal, ele vem alardeando que o emprego aumentou. Pode até ter aumentado, mas a questão principal está nos salários, fora a questão da falta de estabilidade (não é a toa que é cada vez maior as inscrições nos concursos públicos aqui no Brasil). E sobre o fato de que se está vendendo muita coisa no Brasil, trata se de uma grande ilusão, pois facilitou-se demais o crédito e vai chegar uma hora (se é que já chegou), que as vendas vão parar, já que enquanto a pessoa não quitar a divida, ela não pode fazer uma nova compra. Já que, infelizmente, esse governo vai ter continuidade (a Dilma vai ganhar, segundo as pesquisas eleitorais), fico pensando no que vai ser depois de 2014 ou 2016, já que o governo federal não vai medir esforços construir “elefantes brancos” para a Copa do Mundo e Olimpiadas, respectivamente (já vimos esse filme antes. É só ver o que foi a construção de Brasilia). Vendo a Argentina na atual situação, é de se pensar no que ainda pode acontecer no Brasil.

    Abraços

    Telmo

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  • 27/08/2010 - 07:47
    Enviado por: Fabio de Israel

    Eu vejo uma saida para a Argentina,como o Chile,faca negocios com os Estados Unidos ,abram as portas deixe-os entrar pela porta da frente com tudo,e voce
    vai ver se a Argentina nao se levanta,te garanto que em 3 anos a Argentina sera outro pais.Se eu fosse politico hoje na Argentina me elegeria com esta Campanha
    e o faria.Dolarizando a moeda,abrindo escolas e frente de trabalho,ja imaginou?
    Seria um pais como nunca se viu.Minha opiniao.

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    • 27/08/2010 - 14:49
      Enviado por: Carlo

      Fábio, a Argentina (como o Brasil) tem uma economia muito diferente da chilena. O Chile tem poucas indústrias, é uma economia baseada em matérias-primas (principalmente mineração) e serviços, enquanto o Brasil e a Argentina tem um setor industrial importante. Abrir completamente o mercado argentino para os EUA seria um desastre econômico.

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    • 28/08/2010 - 21:12
      Enviado por: Drauzio Junior

      Prezado Fábio:

      A Argentina já fez a dolarização da economia que você propõe na década de 1990 com o Plano Cavallo. O estouro de 2001 é culpa integral da dolarização da economia que destruiu o setor industrial argentino. A Argentina não faz uma zona monetária ótima com os EUA, e, além disso, é uma país grande. Portanto, não existe como dolarizar com sucesso.

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  • 27/08/2010 - 07:57
    Enviado por: Emilio Mansur

    Pra que dinheiro, em um país com o maior índice de psiquiatra por m2!
    Abraço

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  • 27/08/2010 - 08:23
    Enviado por: LAERTE CARMELLO

    ARIEL: Me impressionou muito a proporção % de Argentinos que se sentem em
    estado de pobreza. Segundo sua postagem,o aumento dessa pobreza nos últimos anos é a manifestação clara dos erros da política econômica. E eu interpreto isso
    como a incapacidade de um país bem dotado de recursos de toda sorte como a
    Argentina,de gerar uma classe dirigente,empresarial e política, que consiga o consenso para adotar as políticas que possibilitem a eliminação desse verdadeiro flagelo. Somente rezar a San Cayetano não vai mudar nada!. Abraços!

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  • 27/08/2010 - 08:40
    Enviado por: João Venancio

    Muito interessante os comentários sobre e comparação com o Brasil governado por Lula e as perspectiva da eleição de Dilma. A maioria que aqui escreve esqueceram o Brasil governado por FHC. Duas quebras literais no mercado internacional, dolar a 4 reais, juros selic 26%, risco Brasil 3000 pontos, falta generalizada de energia elétrica, reservas cambiais na casa dos 25 bilhões de dolares(15 bilhões FMI), volta da epidemia da dengue(extinta a 50 anos no mundo todo) e compra de votos para emenda da releição de FHC. Vocês ainda querem pregar o terror ?

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    • 28/08/2010 - 21:17
      Enviado por: Drauzio Junior

      João Venâncio:

      FHC pegou as seguintes crises internacionais:
      1) Crise do México;
      2) Crise da Ásia;
      3) Crise da Rússia.

      O governo de então estava começando a arrumar a situação fiscal, monetária e econômica do país. FHC herdou um país com tudo para arrumar, diferentemente do Lula que recebeu uma política econômica correta e feita (tanto que ele não se atreveu a mexer nela). O que fez, foi pegar programas já existentes, como bolsa escola e bolsa gás e batizar de bolsa família.
      Portanto, não tem comparação.

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  • 27/08/2010 - 08:42
    Enviado por: Reginaldo

    Estive pela primeira vez na Argentina em Julho último. Fiquei muito impressionado com a belíssima Buenos Aires, a educação e receptividade dos Argentinos. Muito bom também para fazer compras. Em conversa com um taxista, este me informou que estimam que a fortuna dos Kirchners aumentou 700% nesses anos de poder. Será que a corrupção lá é tão grande como aqui. Vejam a fortuna do primeiro filho e por tabela de nosso mandatário.

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  • 27/08/2010 - 08:45
    Enviado por: Ariel Palacios

    Caro Luiz, pois é, planos aplicados no Brasil não necessariamente funcionariam na Argentina e vice-versa. As reações de ambas populações, os medos e até a própria distribuição geográfica da população geram cenários muito diferentes.

    Caro Antônio, há de tudo: os que se indignam, os que são passivos… e o dólar, sim, é a moeda de referência há 40 anos. Único refúgio perante os descalabros econômicos. Mesmo que o dólar, nos últimos anos, não tenha sido refúgio contra a inflação. Esta tem crescido muito mais do que a cotação da moeda americana. Mas, na falta de outro refúgio…

    Caro Gustavo, obrigado pelo comentário sem comentários,

    Caro Hélio, uma pena mesmo.,,

    Caro Rybak, pois é, o Kirchner não gostava do termômetro que media a inflação e por isso começou a maquiar os índices…

    Caro Valloy, não entendi muito bem. Pelo menos, a realidade crua e dura é a dos preços que sobem. E os salários que cada vez mais duram menos. E isso não depende da interpretação, pois é fato.

    Caro Steph, é um grande erro mesmo. Dissimulando o índice de inflação o governo gera mais desconfiança!

    Caro João, boa lista! O Menem foi mesmo um desastre. A Carrió é peculiar… acho que fica bem no papel de líder da oposição. Deveria ser mais ativa (ou ter um bloco maior). Como presidente, não sei. Como chefe de gabinete, quem sabe…

    Caro Glúon, hehehehe… pois é, esse é um peso que dá pesares…

    Caro Jaime, exatamente: aqui houve governos populistas militares (Galtieri); governos eleitos populistas neo-liberais (Menem) e governos populistas de ‘capitalismo de amigos com vestimenta de centro-esquerda’ (Kirchners). Mas, cada um teve políticas diferentes no que concerne à máquina do Estado. No entanto, todos causaram graves problemas. O ponto comum é que os três casos citados só planejavam a curto prazo…

    Caro Igor, eu não citaria o Chile como ‘exemplo’, já que é um país que vive, em boa parte, das exportações do cobre, produção estatal… e há muita pobreza no norte e centro do país. Diria que melhores exemplos seriam o Uruguai… e as Malvinas! Se for o caso de exemplo melhor, diria que seria necessário parecer à Suécia, Dinamarca, Holanda…

    Caro Afonso, o alfajor Havanna subiu de 75 centavos ….para 4 pesos!!!!!

    Caro Rômulo, como tinha paciência desta vez, alterei os palavrões citados em seu comentário para denominações mais potáveis. Da próxima vou cortar o comentário inteiro. Lembre-se das regras sobre comentários que estão no pé de cada postagem.

    Cara Yoko, pois é, a nota está de regime!
    Sim, a inflação ali não se compara com a daqui.

    Caro Rômulo, é verdade. Mas o governo Sarney também havia aumentado a máquina pública.
    Ou, no caso argentino, os militares, da ditadura, também aumentaram a máquina do Estado, embora fizessem pose de ‘Chicago boys’.

    Caro Carlos, obrigado pelo comentário!

    Cara Lívia, exatamente! É que há um detalhe que não comentei: o governo está emitindo mais notas de 100… mas os dados da própria casa da Moeda indicam que emite menos notas de 20 e de 10! A lógica disso? Não sei!

    Caro Zé, é uma coisa peculiar. Muitos votariam aqui em uma eleição ajustada entre Lula e Obama! As pesquisas dizem isso. Pecularidades da política local.

    Caro Telmo, pois é, os elefantes brancos preocupam! Às vezes penso que há uns que estão mais para mastodontes do que elefantes!

    Caro Mariano, pois é, o problema da inflação vai mais além dos últimos 20 anos… pelo menos, como explicava, uns 40 anos…
    Vantagens culturais não eliminam a existência da inflação. E isso vale para qualquer dois dois lados.
    Mas, que a atividade cultural é intensa, não há dúvida.

    Caro Gilson, obrigado pelo comentário. Não entendi a qual contexto se referia. Mas obrigado.

    Caro Fabio, esse era exatamente o plano do Menem. Pelo tipo de economia da Argentina, imagino que não daria certo.

    Caro Emílio, e de que jeito você paga um psicólogo? Com escambo?
    - Sua hora de análise acabou…
    - Ok, doutor, aqui estão os dois frangos e o quilo de cenouras…

    Caro Laerte, exatamente! É uma pena ver esse cenário em um país que poderia estar crescendo bem, reduzindo os níveis de pobreza…
    Mas, o que poderia acontecer quando o próprio Estado argentino tem empregados sem carteira assinada??? Isto é, nem respeita a própria legislação!
    Ou, quando os Kirchners registram aumento de 710% em sua fortuna pessoal? De onde tiram tempo para administrar os próprios bens?

    Caro Carlos, obrigado pelo comentário.

    Caro João, ao ler a troca dos comentários, com certeza os dinamarqueses e suecos não nos invejam…

    Caro Reginaldo, é isso mesmo: 710% de aumento de riqueza dos Kirchners. Vamos dar uma postagem sobre isso neste fim de semana ou no início da próxima.

    Cara Fernanda, infelizmente, nem isso. Há bastante tempo que não dá para viajar com menos de uma moeda de um peso. O mínimo, atualmente, é de 1,10 peso.
    Isto é, a moeda de um peso não serve para comprar uma passagem de ônibus dentro da cidade de Buenos Aires.

    Abraços a todos,
    Ariel

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  • 27/08/2010 - 09:07
    Enviado por: Nil França

    Muito boa matéria Palacios.

    Estudei na UBA e pude conhecer a Argentina em três momentos bem distintos: 1999, 2005 e 2009. A verdade é que na última ida a Bs As, ainda que a desvalorização do peso com relação ao real tenha sido maior, senti meu poder de compra comprometido pelos preços (e ainda assim muitos serviços / produtos abaixo de seus equivalentes no Brasil).

    Espero que logo a Argentina supere esta.

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  • 27/08/2010 - 09:15
    Enviado por: Thomas

    Faltou o mais importante que eh dizer qtos dolares valiam 100 pesos e qto valem agora. Informacao basica.

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  • 27/08/2010 - 09:30
    Enviado por: decio santos

    Que mal lhe pergunte, e aqui no Brasil, 1 real serve prá que?????

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    • 27/08/2010 - 10:36
      Enviado por: João Venancio

      Décio, O que esta sendo discutido é o valor da cédula de $100,00 pesos, más vamos as referências, hoje R$1,00 equivale US$0,57 há 8 anos deveria valer em torno de US$ 0,25. Ai que saudade de FHC

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  • 27/08/2010 - 09:39
    Enviado por: jose rymer

    se repite desde 1929

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  • 27/08/2010 - 09:44
    Enviado por: Carlos Bernardi

    Ariel: O momento econômico na Argentica me faz refletir se nós com os atuais governantes da America Latina podemos esperar um futuro melhor…ninguém merece :

    Casal K na Argentina,
    Lula & Cia no Brasil,
    o da Venezuela é uma piada de péssimo gosto,
    o da Bolivia me faz rsrsrsrsrs,
    o do Paraguay um pastor mede in paraguay mesmo,
    e o do Uruguay daquele tamanho um guerrilheiro e,
    vamos importar esse modelo para o Brasil… oque será de nós.

    abs

    Carlos

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    • 27/08/2010 - 10:38
      Enviado por: João Venancio

      O Brasil de FHC era Melhor ?

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    • 27/08/2010 - 11:43
      Enviado por: carlos 3m

      fhc fez possivel a melhora e nunca esqueca disso. pode colocar num quadro na frente da sua porta.

      vc q mostra nao ter memoria, lembro q o teu lulla (e sarney e collor e renan e ..) e seu partidadao foram radicalmente contra a reforma econmica do fhc.

      a melhora de hoje foi plantada la atras. o mundo nao comecou a contar a partir da era lulla.

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    • 27/08/2010 - 11:46
      Enviado por: A.CARECA

      Concordo plenamente com carlos bernardi,e alem domais fazem todas estas trapalhadas em proveito proprio.
      A.c.

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    • 27/08/2010 - 14:13
      Enviado por: João Venancio

      Carlos, tenho o maior respeito por sua opinião, sinceramente,enriquece o debate. Más acredito que para 80% da população Brasileira Lula sera sempre um Marco. E para eles a História do Brasil será : Brasil depois de LULA – BDL e Brasil antes de LULA – BAL. Eu prefiro olhar o mundo de frente, más respeito aqueles que admiram o retrovisor.

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  • 27/08/2010 - 10:01
    Enviado por: João

    Mais do que uma questão de alinhamento com a Direita ou Esquerda, os problemas da Argentina na última década estão relaiconados a má administração pública, um problema crônio e recorrente na américa latina, onde prospersram goernos populistas e demagogos nesta década. E por aqui vamos sim pelo mesmo caminho. A coisa nãos e agravou nestes 8 anos no Brasil por questões de conjutura do comércio mundial, ams a semente da hiperinflação já germinou e está crescendo.

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  • 27/08/2010 - 10:24
    Enviado por: livia guglielmotti

    Eu informei o código que estava na tela. Não vou escrever tudo de novo.

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  • 27/08/2010 - 12:25
    Enviado por: Eng. Pedro P. Kudlinski (MBA)

    No Brasil, a manipulação dos indicadores oficiais de inflação como instrumento para reduzir – só no papel ou na escolha do indicador – a verdadeira e integral corrosão monetária havida no país se estende às mais presentes datas com o IPCA e/ou a TR. Mas, principiou em 1972. Quando subtraíram uns dois pontos porcentuais de inflação transformando-se em um enorme escândalo. Acompanhado de outro, quando o próprio Estado, objetivando reduzir no papel a inflação, tentou mudar a metodologia de cálculo do indicador oficial cujo levantamento era de responsabilidade de entidade subsidiada com recursos públicos. Seu presidente recusou-se e acusou publicamente a pressão sofrida. Em 1979 adotaram o “conceito de acidentalidade” quando subtraíam do indicador oficial tudo que incrementava substancialmente a inflação taxando de “acidente”. Todavia, mantinham tudo que reduzia substancialmente a mesma inflação. Ou, dois pesos e duas medidas. Em 1980 cortaram pela metade a inflação realmente havida naquele ano. No final dos anos 80 e meados dos anos 90 o próprio Estado começou a selecionar, como indicador oficial de inflação, aquele que apontasse a menor corrosão monetária. A teoria (falsa, mas, conveniente) era que qualquer indicador oficial prestava, pois, ao longo do tempo todos os indicadores apontariam a mesma inflação no país. O que jamais se concretizou. Em julho de 1994 no Plano Real ocorreu outra substancial manipulação da inflação em nosso país. Quando IPC-r apontou uma inflação – não se sabe onde – de apenas e tão somente 5,5%. No entanto, outros indicadores mais confiáveis e tradicionais apontavam inflações muito superiores variando entre 25% a 40% no mesmo mês de julho de 1994. O IGP-DI de 1994 também foi manipulado. Foram realizados dois levantamentos, um em cruzeiros reais e outro em reais. E escolheram aquele que apontou 25%, quando na outra moeda era o dobro. O presente indicador oficial (IPCA) invariavelmente aponta inflações inferiores àquelas dos demais indicadores. A TR, então, não aponta nem a inflação registrada pelo IPCA. Enfim, os planos Bresser, Verão e Collor e os devidos ressarcimentos não só para as cadernetas de poupança, mas, também ao FGTS que esqueceram, são exemplos menores, mas, típicos dos prejuízos causados à maioria por inequívocas manipulações da inflação efetivamente devida à maioria. Também nos salários e benefícios de aposentadoria. http://www.insiter.adm.br Eng. Pedro P. Kudlinski )MBA)

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    • 27/08/2010 - 13:48
      Enviado por: João Venancio

      Pedro, parabens por seus títulos. Quando começamos a falar em imflação(Estatistica), a coisa complica. Nos paises com sistema economico mais elaborados, inclusive o Brasil, os diversos indices de inflação medem variações de preços de coisas diferentes, preços no atacado, no varejo, consumo de seguimentos diferentes da população, em intervalos diferentes de tempo, estes indices dificilmente vão ser muito semelhante e vão servir como parametro para tudo. A Tr é uma taxa referencial de juros não é bom referencial para preços. Este Blog propõe a discutir o poder de compra da moeda Argentina, sua variação ao longo do tempo e claro, por ser veiculada num meio altamente politizado não resistimos a tentação de comparar com a nossa sofrida moeda,
      abraços.

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  • 27/08/2010 - 13:42
    Enviado por: BRUNO HENRIQUE

    A Argentina é o Brasil de amanhã!
    Olha, fico imaginando como podem fazer um tipo de comentário desses, a mediucridade desse tipo de pensamento só reflete a cara da classe média alta desse país que sempre viveu da desgraça do “resto” da população. Estes sujeitos que passaram oito anos torcendo para o Brasil quebrar, hoje estão colando a imagem do Lula em suas campanhas . Lembro que este jornal tremia só de pensar na idéia de ter o Lula como estadista, sempre diziam que ele estava longe disso. E sempre estiveram torcendo para que o pobre estivesse mais pobre e o rico mais rico. Triste viver nessa sociedade, de pessoas que vivem pensando só em si, pensam em política como pensam em futebol. Felizmente o Lula já está saindo, com a popularidade alta, com o sentimento do dever cumprido. Já a nata da sociedade, ficará na mesma de quando ele entrou no poder. Estes são os 4% da população que avalia como péssimo o governo do Lula, mas reflete o barulho que os jornais fazem em torno da candidatura Dilma. Quanto a Argentina, gostaria de rever o comentário da Regina Duarte sobre o Lula, agora que o governo dele está no fim. Será que ela ainda tem medo? Perda de tempo…não se discute política a partir do ponto principal, mas discute-se a partir de preconceitos, assim não tem solução.

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  • 27/08/2010 - 15:26
    Enviado por: Albert Chirac

    A Argentina da época de Peron era chamada de Paris da América Latina . Tinha um povo altamente educado, as melhroes terras do continente , uva, vinho , carne, trigo abasteciam-nos e era exportado . Peron soube jogar os jogos dos sabios. Enquanto o Brasil sufocava-se em dívidas da Segunda Guerra Mundial , a Argentina enchia os bolsos de dólares da venda de manufaturados e produtos agropecuários para os Aliados . Mas se foi este período . Os Argentinos o viveram com extrema felicidade . Regado a Tango e a Vinho, as melhores carnes do mundo, os Argentinos tiveram uma vida de Nababo. Mas ….. o tempo se foi . Assim como Portugal não soube aproveitar os tempos aureos , também a Argentina de Peron , se embrenhou por caminhos ignotos . Os militares tomaram conta do país de Piezola , de Evita , e La Bodeguita se transformou em quartel.

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  • 27/08/2010 - 18:07
    Enviado por: Dante Huerta

    O Ariel que está acontecendo com as participações dos leitores do blog ? Será que a chegada de “caras novas” vem com euforia eleitoral e querem transformar ate este cantinho em espaço proselitista. A cegueira da politica é quase igual a cegueira da religião. Apóiam ideias preconcebidas sem o menor conhecimento ( claro que não todos ) No caso da politica se sobresale a subjetividade ( me dei bem ) por sobre a realidade.
    Todo dia acho que já vi e ouvi de todo ao respeito, porem craso engano : ” a História do Brasil será : Brasil depois de LULA – BDL e Brasil antes de LULA – BAL” isso já é demais , a menos que se este falando de uma época adonde primou a maior corrupção ( e impunidade ) da historia brasileira. Incrível…
    Acredito que, se ganha quem se acredita vai a ganhar, o seu blog sera muito mais suculento ainda e provavelmente deverá girar a sua visão mais para o Brasil. Vários dos comentários desta matéria assim o indicam…
    cordial abraço Ariel

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  • 28/08/2010 - 15:03
    Enviado por: Fabio de Israel

    Com esta desvalorizacao do Peso os brasileiros estao fazendo a festa em
    Buenos Aires.Hoje fiquei sabendo que o Navio Splendore of the Seas esta
    lotado para o Reveillon e Natal para um cruzeiro a Buenos Aires,sao aprox. 1.200 cabines
    com 2.700 tripulantes,da-lhe Argentina,aproveita a Ola.

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  • 28/08/2010 - 16:15
    Enviado por: Jorge Trimboli

    Eu so sei que Ongania lá e Delfim no Brasil abriram a porteira para as políticas econômicas de dominação post Kennedy e até hoje as contas nunca mais fecharam no azul, nem na Argentina nem no Brasil.

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  • 30/08/2010 - 14:35
    Enviado por: Afonso Arinos

    Ariel,
    falei para minha esposa o preço do Alfajor e ela está chocada. Rarará! Estou achando que a Argentina se resume nesta gulosema deliciosa para ela.
    Um grande abraço

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  • 31/08/2010 - 07:06
    Enviado por: A cada vez menos prestigiada nota de 100 pesos « Ariel Palacios | Olha Brasil

    [...] Here is the original post: A cada vez menos prestigiada nota de 100 pesos « Ariel Palacios [...]

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  • 31/08/2010 - 07:33
    Enviado por: A cada vez menos prestigiada nota de 100 pesos « Ariel Palacios | Revista Veja Brasil

    [...] here: A cada vez menos prestigiada nota de 100 pesos « Ariel Palacios Category: Brasil, Corrupção, Política, notíciaTags: Brasil > Corrupção > Informação > [...]

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  • 31/08/2010 - 07:49
    Enviado por: A cada vez menos prestigiada nota de 100 pesos « Ariel Palacios | Veja, Brasil

    [...] Read the original post: A cada vez menos prestigiada nota de 100 pesos « Ariel Palacios [...]

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  • 31/08/2010 - 08:12
    Enviado por: A cada vez menos prestigiada nota de 100 pesos « Ariel Palacios | Veja, Brasil

    [...] Read the original: A cada vez menos prestigiada nota de 100 pesos « Ariel Palacios [...]

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  • 31/08/2010 - 08:13
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  • 31/08/2010 - 08:20
    Enviado por: A cada vez menos prestigiada nota de 100 pesos « Ariel Palacios | Veja, Brasil

    [...] See the original post: A cada vez menos prestigiada nota de 100 pesos « Ariel Palacios [...]

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  • 31/08/2010 - 09:23
    Enviado por: A cada vez menos prestigiada nota de 100 pesos « Ariel Palacios | Jornal do Brasil

    [...] here: A cada vez menos prestigiada nota de 100 pesos « Ariel Palacios Tags: brasil, corrupção, informação, jornal, precisa-estudar, [...]

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  • 31/08/2010 - 11:30
    Enviado por: Tito Lívio

    Deu no La Nación de Hoje:
    Por la inflación, ya preparan monedas de $ 2

    http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1299916

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  • 01/09/2010 - 17:33
    Enviado por: CintiA

    Olá Ariel, gostei muito de toda a informação que tem nas diferentes seções do blog.
    Esta aqui em particular me tem preocupada de mais, não entendo como se pode sustentar por tanto tempo tal piada dos numeros do INDEC que é tão evidente até para o mais míope. Acredito também que a sensação de pobreza já não é uma sensação senão um fato mesmo. Eu sou Argentina moro em Bs As há uns dois anos e estou fazendo um curso de português pelo qual conheci seu blog, como argentina cresci conhecendo bem de perto o fantasma da inflação, que em maior parte é pelos governantes pouco austeros que tivemos e ainda temos. Embora deste, sem fatalismos como é costume em algum medíocre que assegura que o pais não tem solução e que “siempre fue y será una porquería”, eu acredito que se saimos de piores algum dia nossos governantes serão para o povo e não como agora acontece.
    E, por outro lado, quero compartihar com vocês as moedas de 2 pesos argentinos que circulam desde o 2007 na Patagonia, com isto eu não sei se o governo já tinha considerada a devaluação da moeda de 1 peso no 2007 numa parte do pais o quê? Ou a Patagonia é seu reinado?

    Um abraço Ariel.-

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  • 20/09/2010 - 22:45
    Enviado por: Gilmar

    O brasil cresce a taxas de 6% por causa do crédito.Só que o volume de crédito da caixa pra moradias esse ano vai crescer 54%(insustentável a longo prazo) e o do BNDES tbm vai crescer(aumentando a dívida pública).Se a Dilma colocar tds os companheiros do partido no governo,a argentina de hoje é o brasil de amanhã.

    Deus ajude que o sr. Henrique Meireles continue contendo a inflação.Mas a expectativa é que lá pra 2013-2014 cresçamos uns 3% ao ano.Se não até 2020 a gente quebra.Por que o crescimento atual com base em empréstimo subsidiado não é sustentável pq endivida o país.

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  • 01/02/2011 - 20:38
    Enviado por: vero

    Un peso no sirve para nada pero todavia se puede hacer un viaje de colectivo con $ 1,10 y con un poco menos en tren o subte. En Rio de Janeiro los precios del transporte colectivo no bajan de R$ 2,40 (mas de 5 pesos!) y el metro casi el doble. Eso significaba viajar casi solo y con aire hace 3 años, hoy es tan deshumanizado y humillante con cualquier tren de baires…. pero por el doble…

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  • 05/04/2011 - 01:46
    Enviado por: Julio-Debate popular

    O fato de que existe o problema da inflação e de acordo com o ministro da economia é lógico por causa do alto crescimento econômico traz consigo uma pressão que gera inflação. Devemos dizer também que as pessoas têm problemas com as moedas e em um momento tão escassos que o governo teve de pedir mais moedas em circulação ir porque estava encorajando moedas pretas mercados.

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