O São Paulo reviveu grandes momentos, Luís Fabiano lembrou aquele que mereceu ser titular da seleção na Copa de 2010. Resultado: vitória por3 a1 sobre o América-MG, na noite deste sábado, a quinta colocação provisória e de novo esperança de garantir vaga para a Libertadores do ano que vem. Pena que a reação tricolor tenha vindo tarde para mantê-lo na disputa pelo título Brasileiro deste ano.
Luís Fabiano foi o destaque na partida vista por pouco mais de 9 mil pessoas no Morumbi e que decretou o retorno do Coelho mineiro para a Série B. O atacante fez dois gols e ainda serviu de garçom para Juan fazer o terceiro. A defesa comportou-se bem, apesar da lambança de Xandão, que recebeu segundo amarelo e foi expulso, e o meio-campo desta vez não negou fogo. Foi um São Paulo próximo daquele do início da competição e que, por algumas semanas, frequentou o topo.
A superioridade tricolor ficou evidente logo de cara, com Luís Fabiano e Lucas obrigando o goleiro Neneca a fazer algumas defesas mais difíceis. O América esteve longe de ser aquele time eficiente, que esboçou recuperação extraordinária com vitórias sobre Corinthians, Fluminense e Botafogo, todos times da parte alta da classificação. A equipe de Givanildo Oliveira viu-se perdida, sobretudo depois dos dois gols de Luís Fabiano, na primeira etapa. Entregou os pontos.
O trabalho da turma de Leão foi facilitado com o gol de Juan, logo aos 6 minutos do segundo tempo. O América lançou-se ainda a uma desesperada investida ao ataque, e o máximo que conseguiu foi diminuir com Alessandro aos 34. Dagoberto, de volta ao São Paulo, teve atuação discreta e no meio da etapa final soi substituído por Rivaldo.
O São Paulo tem ainda mais duas chances para chegar à Libertadores, nos duelos com Palmeiras e Santos. Pode bater os rivais domésticos, mas tem de torcer também por combinação de resultados de outros concorrentes para fechar o ano menos frustrado.
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Em um campeonato longo como o Brasileiro, e de pontos corridos, há momentos em que se pode perder. E há adversários contra os quais não há problema se eventualmente tropeçar. O Fluminense escolheu hora e rival errados para escorregar. Para quem pretendia dormir na liderança, e assim manter aceso o sonho do bi, a derrota por 2 a 1 para o América, na noite deste sábado, foi um desastre. Que pode ser amenizado só se o Corinthians não ganhar do Atlético-PR e se der empate no Vasco x Botafogo. Ou seja, se ocorrerem milagres.
A festa no Engenhão estava preparada, com público pronto a aplaudir nova arrancada tricolor. Mas, desde o começo o que se viu foi um Fluminense afoito, apagado, sem brilho. Ao contrário, o Coelho mineiro foi lépido, atrevido e abusado. Parecia que era o mandante e não o visitante com a corda no pescoço. Tanto foi melhor que teve pênalti a seu favor, aos 26 minutos, e cometido por Fred. O veterano Fabio Jr bateu e Diego Cavalieri defendeu.
Pensa que adiantou alguma coisa o susto? Que nada. O Flu se manteve absorto, até levar sufoco e o gol de Kempes aos 38. Abel Braga voltou do intervalo com Diguinho no lugar de Valencia e Araújo na vaga de Lanzini. Não adiantou nada, pois o Flu abusou de bolas longas, no alto, sem direção, sem coordenação. E ainda levou o segundo, com Alessandro aos 33.
Foi um silêncio só no estádio. Quebrado apenas com o gol de Rafael Moura aos 36. Reação que ficou nisso mesmo. Nos dez minutos seguintes, a partida não saiu da repetição: o Flu no abafa, sem qualidade, e o América a torcer para o tempo passar. Não dá para pensar em título com a bolinha deste sábado.
O time mineiro volta para casa fora da lanterna e com o segundo estrago em concorrente ao título em menos de uma semana, com os mesmos 2 a 1 que havia aprontado pra cima do Corinthians. Deve cair para a Série B, mas leva o gostinho de ter azucrinado os mais fortes.
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Não há bem que sempre dure nem há mal que nunca termine. Desta vez, a segunda parte do dito popular vingou para o Flamengo. Depois de dez rodadas sem vencer – cinco empates e cinco derrotas –, a equipe de Vanderlei Luxemburgo enfim ganhou, nos 2 a 1 de virada sobre o América-MG, na noite deste sábado, no Engenhão. No sufoco, na raça, com o coração na mão até o último instante. Mesmo assim, foi a 41 pontos e está no bloco principal.
O Flamengo entrou em campo pressionado, e sem Ronaldinho Gaúcho. Luxemburgo preferiu Jael no ataque e deixou David no banco. O rubro-negro teve dificuldade com a marcação do América, que aos poucos se soltou e deu trabalho para o goleiro Felipe. Como o Coelho atuava como franco-atirador, não teve medo de ir à frente à medida que o tempo passava. O prêmio veio com o pênalti que Kempes cobrou aos 29 minutos.
A desvantagem deixou o Fla descontrolado e a torcida passou a pressionar. Tanto que vaiou o time, na saída para o intervalo. Na volta, Luxemburgo havia feito três alterações: Diego Maurício no lugar de Maldonado, Thomas em substituição e Botinelli e David no posto de Jael. O time melhorou, acelerou o ritmo e o goleiro Neneca apareceu muito, com belas defesas.
O Fla também explorou descidas de Leo Moura pela direita. Numa das arrancadas, centrou a bola na medida para David empatar, aos 17 minutos. O Fla cresceu e, mais na base da raça do que na técnica, encurralou o América. Tanto fez que virou aos 44, com Diego Maurício iniciando jogada que Thiago Neves completou.
O Flamengo tirou, enfim, peso enorme, e pode preparar-se com calma para o clássico com o São Paulo, no próximo fim de semana. E, com o campeonato tão maluco, volta a ter chance de título. Desde que não fique mais dez rodadas sem vencer.
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E não é que o Santos tomou gosto pelas vitórias?! O campeão da Libertadores engatou uma quinta e vem subindo a ladeira, depois de escorregar demais no primeiro turno e patinar na zona baixa da classificação. Na noite desta quarta-feira, bateu o América-MG por 2 a 1, em sua sexta vitória nas últimas oito rodadas (além de dois empates). Tem 35 pontos e ainda dois jogos para disputar (contra Grêmio e Botafogo). Pode sonhar, por que não?
Não foi moleza bater um rival que está na área da degola há muito tempo. O Coelho mineiro deu trabalho no primeiro tempo, segurou o Santos, mandou uma bola na trave e exigiu pelo menos uma defesa complicada de Rafael. As jogadas mais criativas do time paulista – e, assim mesmo, poucas – surgiam dos pés de Neymar, sempre bem marcado.
Mas foi o talento do astro santista e o oportunismo de Borges que começaram a mudar o jogo. No início da etapa final, Neymar cavou escanteio, que cobrou na cabeça do artilheiro do Brasileiro. Só que o Santos não pôde respirar, porque o América foi à frente e empatou com Kempes, ao aproveitar rebote de Rafael. A vitória veio com Edu Dracena, depois de bola desviada por Alan Kardec, de novo em cobrança de escanteio de Neymar.
O Santos cresce sem alarde. E, se mantiver o ritmo, em cinco rodadas estará embolado no pelotão de frente. O time se estabiliza, com números pra lá de satisfatórios: foram 16 gols marcados nas últimas oito rodadas (aquelas da série de invencibilidade), contra 8 sofridos. Finalmente, um dos candidatos ao título nacional bota as manguinhas pra fora.
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O São Paulo é um mistério. No momento em que dá a impressão de que vai deslanchar, emperra, se enrosca em adversários em situação bem inferior na tabela e não sai do lugar. No final de semana, suou para ficar no 2 a 2 com o Atlético-PR – e com isso deixou escapar chance de encostar nos líderes. Nesta quinta-feira, voltou a pisar na bola e não passou de empate por 1 a 1 com o lanterna América-MG. Marca passo e está a quatro pontos do Corinthians.
O mais chato foi o ritmo do São Paulo em Ipatinga: muito cadenciado pra quem está na corrida pela liderança. Acelerou apenas em alguns momentos e custou a se dar conta de que caiu na estratégia do América, que era justamente a de amarrar a partida. Por isso, foram poucas as oportunidades de gol – uma delas com Rivaldo mandando uma bola na trave no começo. Bom toque de bola e domínio, mas estéril, improdutivo, sem graça.
Adilson Batista pôde enfim escalar uma dupla de zaga (Rhodolfo e Xandão) e a defesa não levou sustos – a não ser o golaço de bicicleta de Kempes quase em cima da hora. O meio-campo funcionou aquém do esperado e o ataque só melhorou com Fernandinho no lugar de Dagoberto e quando Marlos substituiu Rivaldo. Marlos ainda deixou o São Paulo em vantagem, com o gol marcado aos 40 minutos do segundo tempo.
Decepção foi Lucas. A jovem estrela esteve apagada e, para complicar, levou terceiro cartão amarelo. Dessa forma, desfalca o time no clássico com o Palmeiras. O São Paulo volta para casa com a impressão de que deve futebol. A irregularidade nas últimas semanas impediu que retomasse a ponta do campeonato. Esses pontos fazem falta danada lá adiante.
Não está fora da briga pelo título, mas precisa jogar mais. E bota mais nisso!
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Quando Jorge Henrique fez 1 a 0, com 30 segundos de jogo, imaginei: “Hoje, vai ser de goleada.” O Corinthians largou como um furacão, contra o América-MG, e quase termina como brisa, no começo da noite de hoje, no Pacaembu. Levou o empate aos 14 minutos e só mandou a zebra passear aos 21 do segundo tempo, com gol de Paulinho. No fim, 2 a 1 mirradinho, suado. Só não foi no sufoco, porque o time mineiro estava feliz com o empate.
O Corinthians não empolgou, mesmo com ao voltar a vencer e com a folga na liderança, antes dos demais jogos da rodada (31 pontos). Em vez de impor-se com futebol contundente, como deu a entender com a vantagem logo de saída, enfrentou de novo problemas de criação, falhas na defesa, além de nervosismo e insegurança do jovem goleiro Renan. A sorte alvinegra foi a de ter pela frente o lanterna da competição, que até se assustou ao chegar à igualdade.
Uma prova de que Tite terá trabalho foi a produção baixa no ataque. Depois de levar o gol de Kempes, o Corinthians tratou de pressionar, foi à frente, mas arrematou pouco. Tanto que Neneca não teve trabalho, não foi exigido, não fez nenhum milagre. Nem Neneca nem o interino Milagres, que segurou o rojão e agora passa a bola para o técnico Givanildo Oliveira.
Jorge Henrique, Willian e Emerson, espertíssimos no lance do primeiro gol, apareceram aquém do esperado. Para dar uma chacoalhada na equipe, Tite tirou Willian no intervalo e voltou com Alex. O meia não se soltou ainda, não deu o toque de classe que se espera no meio-campo. O líder está à espera de um “regente” no meio, um “10”. Falta-lhe criação.
A vitória veio por insistência. Aos 21 minutos, em cobrança de falta, a bola sobrou para Paulinho bater na entrada da área. Jogadores do América reclamaram impedimento, que não houve, e como desgraça pouca é bobagem, Gilson levou o vermelho. O poder de reação do time mineiro, que era pouco, tornou-se menor.
O Corinthians cumpriu com a obrigação, mas pela terceira vez consecutiva não empolgou. Fica a pulga atrás da orelha. Domingo tem Atlético-PR em Curitiba.
O Corinthians jogou muito nas dez primeiras rodadas, mas levou dois safanões em seguida – um contra o Cruzeiro e outro diante do Avaí. O primeiro passa, por se tratar de clássico. O segundo, em parte, também, pois topou fora de casa contra um time aguerrido e com a corda no pescoço. Agora, contra o América-MG, em casa, nesta quarta-feira, não tem escapatória: precisa vencer sob risco de despencar sua autoestima ou até cair para o segundo lugar.
A tarefa do líder não é das mais ingratas, pelo menos na teoria e no retrospecto. O time de Tite está em primeiro, com 28 pontos em 12 apresentações e tem a defesa menos vazada (8). O Coelho Mineiro segura a lanterna, está com técnico interino (Milagres) e só na próxima rodada verá a estreia de Givanildo Oliveira.
Tite terá o retorno de Chicão, zagueiro e capitão da equipe. Ele fez falta em Florianópolis, como tem sido sentida a ausência de Júlio César. O reserva Renan pegou dois rabos de foguete, falhou em lances decisivos. Ainda assim, não se pode culpá-lo pelas derrotas. Seria muito primário culpar um jogador; a equipe se perdeu.
O caminho para a vitória é simples. Basta o meio-campo criar mais, o ataque não perder tantos gols (Emerson fez um no domingo, mas desperdiçou pelo menos outros dois) e o conjunto todo não mandar a tranquilidade para escanteio, se a marcação for forte ou se eventualmente, numa zebra (e bota zebra, no caso), levar um gol.
Os concorrentes fazem sombra, o Flamengo (27 pontos) funga no cangote, o São Paulo (25), mesmo com altos e baixos lucra com as vitórias iniciais, o Palmeiras (25) vem na sua toada de sempre e o Vasco (24) mostra força, depois de curtir o título da Copa do Brasil. Se o script for seguido à risca, é noite para vitória tranquila do Corinthians. Depende dele.
Ao acompanhar o jogo do Palmeiras com o América-MG, na noite desta quinta-feira, me veio em mente a reta final do Brasileiro de 2009. O torcedor palestrino certamente não há de esquecer. O time liderava com relativa folga e tinha pela frente uma série de adversários da parte de baixo da classificação. Barbada para o título. Certo? Errado. Começou a empatar aqui, a perder ali e, não só viu a taça fugir pelas mãos, como ficou até fora da Libertadores.
O 1 a 1 obtido no sufoco na Arena do Jacaré me fez lembrar aquele Palmeiras, ou o Palmeiras dos últimos anos, que ameaça engrenar e de repente freia, derrapa e sai da pista. A turma de Felipão jogou bolinha pequena, numa cadência modorrenta, pesada, sem ânimo. E olha que o América nem deu tanto trabalho assim, pois é limitado e não por acaso está entre os últimos.
Mesmo assim, o meio não funcionou, faltou ousadia e, para variar um pouco, as cobranças de falta de Marcos Assunção eram o principal caminho para chegar à área mineira. Foi numa jogada dessas que Maurício Ramos fez o gol de empate e diminuiu a pressão por causa da vantagem do anfitrião, obtida com Alessandro.
Os palmeirenses ainda reclamaram do árbitro Paulo dos Santos Alves, que teria feito vista grossa para jogo brusco do América. Deveriam era preocupar-se mais com seu jogo sonolento, que tirou até Felipão do sério. O treinador reconheceu o óbvio, ou seja, que a equipe ficou devendo. Pontos como esses deixados em Minas fazem falta lá na frente na hora da definição.
O Palmeiras poderia ter fechado a oitava rodada na vice-liderança, mas está apenas em quinto, com 15 pontos. Vacilo idêntico ao do Botafogo, que amargou 1 a 1 com o Atlético-GO, tem os mesmos 15 pontos e não foi dormir no segundo lugar.
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Acharam o Ronaldinho Gaúcho! E foi dentro de campo. Depois de levar bordoada a torto e a direito da torcida do Flamengo, o astro despertou e foi decisivo na vitória por 3 a 2 sobre o América, na noite desta quarta-feira. Ele fez dois gols (o primeiro e o último) e participou de lances importantes. Tem cinco e é o artilheiro do Campeonato Brasileiro. Que coisa!
A pressão, a desconfiança, as críticas parecem ter mexido com os brios de Ronaldinho Gaúcho. Já no final de semana, deu sinais de que estava mais ligado, desafiado a mostrar bom futebol, e fez um dos gols nos 4 a 1 sobre o Atlético-MG. O empenho continuou no duelo em Sete Lagoas. O 10 rubro-negro deslocou-se, não se escondeu na partida e apresentou suas credenciais aos 10 minutos do primeiro tempo, com belo gol de falta.
Além disso, abriu espaço para Deivid, Thiago Neves, Diego Maurício, Botinelli. Enfim, para todos que se aventuravam a dividir com ele espaço na frente. O bom desempenho foi premiado pela segunda vez aos 39 da etapa final, ao marcar o terceiro e definitivo gol do Fla. Saiu de campo aplaudido pela torcida e abraçado por seus companheiros.
Muito bom isso e que Ronaldinho continue assim e mantenha sequência útil. Ainda longe do Ronaldinho do auge, mas melhor do que o Ronaldinho apático e sem apetite dos últimos tempos. Não só os fãs do Flamengo ficarão contentes. Quem curte futebol também estará feliz. Pois sempre é bom ver os grandes ídolos brilharem. Não há coisa mais triste do que um astro decadente.
O Flamengo é o beneficiário direto do ressurgimento, mesmo que temporário, de Ronaldinho Gaúcho. Certo que ainda há muito o que fazer e ainda levou susto com a virada do América. Só se recompôs com o gol de empate de Deivid e forçou o ritmo a partir dos 26 minutos do segundo tempo, com a expulsão de Leandro Ferreira, por ter tomado o segundo amarelo. O Fla que acumulava empates agora dá salto na classificação e está no bloco principal.
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Calma, calma. Não sou da turma dos alarmistas e o Brasileiro é longo pra burro. Mas tem time que precisa ficar esperto, desde já. Caso contrário, é Série B no caminho outra vez. Depois de três rodadas, um trio me chama a atenção: Bahia, Atlético-PR e Avaí. Os dois primeiros ostentam em seu currículo o título nacional. A equipe catarinense já viveu momentos melhores. Mas todos largaram mal.
O Bahia é dos que mais me preocupam. Penou temporadas no limbo, voltou e contratou penca de jogadores. Alguns jovens, outros veteranos, mas a maioria gente rodada. Sem prevenção, e torcendo para que eu esteja errado, não sei se dará certo contar com Jobson, Souza, Carlos Alberto, Ricardinho, Lulinha e que tais. Nem todos estrearam, é verdade, só que os tira-gostos iniciais foram amargos. Como na derrota por 2 a 0 para o Grêmio neste domingo. É para o torcedor fazer promessa para o Senhor do Bonfim, logo logo. Tem só um ponto.
O Atlético-PR perdeu as três que disputou – e no sábado, diante do Palmeiras, mostrou deficiências em todos os setores. Durante o jogo, teve a rigor uma oportunidade, numa defesa de Marcos. No mais, passou em branco. Adilson Batista e cartolagem precisam rever rapidamente estratégias, dentro e fora de campo.
O mesmo raciocínio se aplica ao Avaí. Na derrota da noite deste domingo para o Santos (3 a 1, na Vila), foi presa fácil. O meio-campo não funcionou, o ataque sumiu e a defesa ficou exposta. O Santos jogou em ritmo morno. Se tivesse apertado mais, ganhava por diferença mais significativa. Silas tem de tirar algum coelho da cartola. O problema é que essa cartola me parece vazia.
Em tempo: o América-MG também não é lá essas coisas. E, pra se complicar, ainda leva o jogo como mandante para o Mato Grosso do Sul? Contra o Inter?! Surra de 4 a 2 foi normal. E pouco.
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