Foto Charles Platiau / Reuters
Os tubos de Pitot, os sensores de velocidade do Airbus A330-200 que realizava o voo AF-447 entre Rio e Paris em maio de 2009, ainda não foram localizadas. Segundo os experts do BEA, o escritório que investiga as causas do acidente, e do Cenipa, seu homólogo brasileiro, o equipamento será procurado no fundo do mar. Os técnicos da expedição tentam também trazer a bordo os destroços do cockpit, onde as ondas podem estar presas. Apesar de não tê-las localizado, o grupo de especialistas não considera sua existência física necessária para avaliar se elas falharam ou não, desencadeando panes elétricas e eletrônicas em sequência, como estimam analistas independentes. Com as caixas pretas já seria possível tirar a conclusão.
Além dos especialistas do BEA, observados pelo representante do Cenipa, peritos independentes contratados pela Justiça da França terão acesso aos dados coletados, com o objetivo de garantir a completa independência da investigação.
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Só nao entendo porque nao querem trazer ao público as gravaçoes de conversas no cockpit, achando que poderiam chocar.Mas mais chocante é nao sabermos a parte de responsabilidade do piloto e seu co-piloto no acidente. Sempre ouvi dizer que na maioria das vezes um acidente aéreo é causado por falha humana.Então ?
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