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Andrea Vialli

02.dezembro.2010 21:22:50

Soja sem gosto de desmatamento

Ontem o Banco do Brasil anunciou que vetará o crédito agrícola a produtores de soja que tenham plantado em regiões recém-desmatadas da Amazônia. É a primeira instituição financeira a aderir à moratória da soja – pacto firmado em 2006 entre a indústria de óleos vegetais e exportadores de soja, ONGs e Ministério do Meio Ambiente para reduzir o desmatamento na Amazônia.

Com a adesão ao pacto, o banco se compromete, em primeiro lugar, a não financiar a produção de soja em áreas desmatadas no bioma amazônico após 24 de julho de 2006 – data em que o pacto foi criado. O Banco do Brasil também passará a exigir a regularidade ambiental nas propriedades rurais localizadas na Amazônia. Técnicos do banco avaliarão se os fazendeiros estão cumprindo o Código Florestal. Além disso, o banco oferecerá uma linha de crédito específica para que esses proprietários recomponham suas áreas de reserva legal e de preservação permanente – como as margens de rios.

Segundo informou Álvaro Tosseto, gerente executivo de Agronegócio do BB, o monitoramento das propriedades será feita segundo uma lista de desmatadores feita pelo Grupo de Trabalho da Soja, com auxílio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), responsável pelo monitoramento dos desmatamentos na Amazônia. “Buscamos com isso otimizar práticas de responsabilidade socioambiental no agronegócio. Isso agrega valor para a sociedade e para os produtores de soja, que já foram criticados por influenciar na degradação da floresta”, diz o executivo.

O Greenpeace, umas das ONGs que assina o pacto, comemorou. “Essa sinalização é importante para o produtor rural, que passa a ter incentivos para preservar parte da propriedade, como exige a lei”, diz Paulo Adário, diretor da campanha Amazônia do Greenpeace. “Por outro lado, é o banco percebendo que dar crédito a desmatador é uma operação de risco”, diz.

A decisão do BB é importante porque o banco é responsável por nada menos que 65% do crédito rural ofertado no País. Está presente em mais de 5 mil municípios, até em pequenas localidades e pode induzir outras instituições financeiras a fazerem o mesmo. Como o BNDES, que financia grandes empreendimentos da pecuária, como frigoríficos – hoje a criação de gado é apontada como um dos principais vetores do desmatamento na Amazônia.

O anúncio da adesão do BB ao pacto da soja foi feita no mesmo dia em que o governo divulgou a menor taxa de desmatamento na Amazônia nos últimos anos: foram derrubados 6.451 quilômetros quadrados de floresta entre agosto de 2009 e julho de 2010. É a menor taxa da história, e 14% abaixo dos valores registrados no período anterior. Ainda assim, muito significativa. “Mas o Brasil tem conseguido mostrar que é possível conciliar aumento da produção com a redução do desmatamento”, diz Adário. “A economia vai bem, o agronegócio vai bem, e o desmatamento cai. Esse é o caminho.”

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comentários (39) | comente

39 Comentários Comente também
  • 02/12/2010 - 22:12
    Enviado por: Tweets that mention Soja sem gosto de desmatamento « Andrea Vialli -- Topsy.com

    [...] This post was mentioned on Twitter by marianadb and Natalie Unterstell, Andrea Vialli. Andrea Vialli said: Soja sem gosto de desmatamento – novo post no blog Ecotendências do #Planeta http://verd.in/fnm [...]

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  • 04/12/2010 - 10:13
    Enviado por: carlo

    Prestem atençao, ja’ perceberam que em toda e qualquer medida que

    reduz a criaçao de riqueza no Brasil, o GREENPEACE esta’ presente?

    Se brasileiro fosse esperto ja’ teria mandado de volta para a Noruega.

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  • 04/12/2010 - 18:22
    Enviado por: carlo

    Andrea Vialli, nao gosto do GREENPEACE, porque e’ uma organizaçao
    ligada ao exterior. Nao estou ofendendo ninguem, e se voce continuar
    censurando meus comentarios, so’ porque e’ amiga deles, vou mandar
    uma carta ao diretor reclamando dessa sua atitude de cortar comentarios
    cuja opiniao nao concorda com a sua.

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  • 05/12/2010 - 15:24
    Enviado por: zayra zuccolotto

    Uma pequena luz no final do tunel. Ainda falta a comprovacao da seguranca ao restante da flora e fauna e quanto a nossa populacao, sem interferencias geneticas com perdas descontroladas, catastroficas e irreverssiveis, comprovadas. Para tanto podemos ter como referencia, tambem, as regulamentacoes de outros paises. Brindemos com o Greenpeace !

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  • 05/12/2010 - 20:04
    Enviado por: Terrachamando

    Olá,

    Na teoria isso é legal, mas na prática não funciona, pois os financiamentos são dados pelos bancos a parir da matrícula da propriedade rural, ou seja, o produtor solicita o financiamento usando uma matrícula que está em uma área não desmatada e aplica o recurso na área desmatada.

    Tudo balela! ou como meu avô dizia…”história pra boi dormir”.

    Equipe Terrachamando.

    Twitter : @terrachamando

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  • 05/12/2010 - 22:15
    Enviado por: Tweets that mention Soja sem gosto de desmatamento « Andrea Vialli -- Topsy.com

    [...] This post was mentioned on Twitter by Betho com TH, Terrachamando. Terrachamando said: Tudo balela! "Soja sem gosto de desmatamento" http://bit.ly/gSiPki #agricultura #meioambiente #desmatamento #ecologia [...]

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  • 08/12/2010 - 09:34
    Enviado por: Antonio Augusto da Costa Carvalho

    Muito justa a negativa de crédito aos agricultores que desmataram recentemente. Alguns, entretanto, desmataram recentemente com autorização do IBAMA, dentro da legislação que protege 80% das propriedades rurais na Amazônia e também foram privados do acesso ao crédito. Será certo isso?
    Os maiores predadores da Amazônia são as mineradoras, madeireiras irregulares em 2º, madeireiras regulares em 3º lugar e a agricultura e pecuária na 4º colocação.
    O Banco do Brasil e o BNDES continuam financiando as mineradoras, a indústria química, a indústria do plástico, e as fábricas de celulares com as suas baterias de lítio e outros componentes metais pesados, etc. .
    Porque apenas as atividades ligadas ao agronegócio são punidas? Isonomia é o mínimo que os ambientalistas deveriam exigir. Os maiores poluidores continuam sem fiscalização, nenhuma exigência, compram e vendem poluindo muito mais que a agricultura.
    Tentem conseguir financiamento para pagar mão de obra no campo para carpir, eliminar o mato de qualquer cultura. O Banco do Brasil não empresta. Vá ao Banco e peça financiamento para comprar herbicida, mata mato, e o dinheiro sai na hora apenas contra a apresentação da nota fiscal de compra do agrotóxico. Por que será? Coerência.
    O que é que a Greenpeace, uma ONG holandesa, onde as margens dos rios não tem nem 1 (um) metro de mata ciliares, não preservam sequer 1% das suas propriedades rurais e não tem programa de recomposição do seu ambiente está fazendo exigências numa reunião de brasileiros e assinando acordos? Para onde foi a nossa soberania?

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    • 30/12/2010 - 18:25
      Enviado por: jan z. volens

      Otimo a ultima pergunta! Greenspeace, World Wildlife Fund (Principe Charles Phillip da Bretanha), Survival International, International Rivers, Amazonwatch (Exilados do Sha de Ira nos EUA, U.S. Congress, “artistas” autopromotores de Hollywood), Cimi (Vaticano, Alemanha, Austria, subsidiado de U.S. Congress), e CENTENAS de ONGs de EUA, Bretanha, Holanda, Alemanha estao “mexendo” no Brasil como “agentes de fato” dos EUA e OTAN-Europa para inibir e paralisar o desenvolvimento do Brasil e paralisar a “independencia” geopolitica-diplomatica do Brasil. A EUA-OTAN/Europa querem a expansao de OTAN para controlar o Atlanico Sul e America do Sul . Veja debate do Ministro de Defesa Nelson Jobim com o General Klaus Naumann, da Alemanha, Diretor Militar de OTAN – versao do Brasil em “Defesanet”, versao da OTAN no jornal da “Fundacao Adenauer”). Outro interes das ONGs estrangeiras e quebrar a soberania territorial do Brasil com uma “Autonomia Guarani” entre Brasil-Argentina-Paraguai-Bolivia (agenciada pela CIMI), e una “Autonomia Yanomani” entre Roraima/Brasil-Venezuela-Guyana (agenciada pelo World Wildlife Fund do Principe Charles Phillip da Bretanha). O que pensam os defesores do Brasil – veja “Defesanet” Dez. 17 e 25 “Pensamentos de Gelio Fregapani” (ex-ABIN).

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    • 10/04/2011 - 17:12
      Enviado por: A.Busa

      Sr. Antonio Augusto, bem colocado seu raciocínio, e cadê os que não são diretamente produtores de grão e carne? Outra questão, o Banco do Brasil é o maior financiador da agricultura sim, mas principalmente os pequenos produtores e estes com certeza serão os mais atingidos, pois os bancos privados financiam operações maiores e não são cooptados a esta norma. Ongs que vem de fora, se autorgando no direito de palpitar, ninguém merece. Outra coisa, com certeza, se o setor agropecuário não tivesse que pagar tantos impostos e taxas, com certeza, a agro ecologia seria mais fácil e teríamos menos êxodo rural.

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  • 14/12/2010 - 09:09
    Enviado por: Terrorista

    Seu post é um alívio , um raio de sol no meio do clima cinza que nos tomou a todos neste ano que termina. Espero que seja uma coisa séria, livre dos políticos do Morro do Congresso, uma coisa para valer de exemplo para outros países e de exemplo para a preparação de novos futuros projetos na área. Boa notícia !

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  • 21/12/2010 - 11:50
    Enviado por: Gisele Finatti Baraglio

    Que tal também fiscalizar os madeireiros ilegais ao invés de dar-lhes cargos públicos, também é uma forma de proteger a amazônia o país o planeta..
    Ficar desta apologia de achar um culpado da moda pelo crime ambiental é hipócrita, criminosos ambiental é quem desmata sim, mas é quem suja onde vive, mesmo que isto seja numa selva de pedra como SP, o Banco do Brasil é um dos maiores gastadores de papel, e pra quem não sabe celulose que é a base do papel, vem de árvore.
    Andar a pé ou de de transporte público em cidades como Rio e SP também dá ua boa noção do quanto a falta de mínima postura ecológica e sustentável vem destruindo o planeta, mas não está na moda falar disso.

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  • 26/12/2010 - 09:29
    Enviado por: Maria de Fatima Machado

    Perguntar, ofende?

    E Banco agora governa o Brasil?

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  • 28/12/2010 - 17:47
    Enviado por: Edu

    A Região Noroeste do Rio Grande do Sul já foi devastada pela soja. É importante que se tomem alguns cuidados para não acontecer o mesmo com a Amazônia.

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  • 29/12/2010 - 16:33
    Enviado por: jose carlos

    Perfeito Antonio. è que provavelmente a jornalista se alimenta de celulares!

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  • 01/01/2011 - 11:15
    Enviado por: le

    bom dia Andrea,
    avenida Paulista não e mais tã Paulistana, foi dar uma volta hoje, infelizmente tudas as plantas estão destruidas, a manada pesotiou tudo ontem, e o pior so nasem filhos desta manada, a grande massa ,

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  • 03/01/2011 - 12:42
    Enviado por: Bugio

    Interessante cruzar os comentários do Antonio e do Le. Enquanto estamos preocupados com o desmatamento da amazonia e com as matas ciliares na Holanda, o meio ambiente urbano é esquecido. Entretanto, só aqui na metrópole são 20 milhões de almas que dependem da mata atlantica para sobreviver. Somando com vale do Paraíba, Campinas, baixada santista e Sorocaba, ultrapassa os 25 milhões, população que não cabe em tão pouco espaço. A solução é derrubar mais matas para dar lugar a barracos. Até quando o governo federal vai continuar fingindo que não é com ele, eis a questão.

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  • 03/01/2011 - 12:52
    Enviado por: Santa

    Andrea…. compra um sitiozinho e tenta ser agricultora por uns tempos…..
    Depois volte a escrever sua coluna e compare o depois com o antes !

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    • 04/01/2011 - 02:31
      Enviado por: Antonio Augusto da Costa Carvalho

      Prezada Santa
      Eu já brinquei disso mais de vinte anos e sei do que você está falando.
      Tem toda a minha força.
      Saudações.

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    • 11/01/2011 - 19:55
      Enviado por: jan z. volens

      A “Americanizinha” de imitacao nao tem que trabalhar – ela e agente publicitaria das ONGs da Europa e EUA para paralisar o desenvolvimento do Brasil. Ela tem medo de ofender seus donos no Greenpeace!

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  • 03/01/2011 - 15:33
    Enviado por: D'Aquino Freitas

    Mesmo que tarde, sábia e oportuna a decisão do BB, pena que o produtor já foi muito mais dependente do BB e de recursos federais para financiamento da lavoura, hoje a maior parte dos recursos são para investimentos e não custeio, o que limita um pouco a eficácia da decisão, mas serve de precedente para que outros Bancos e até fundos de investimetos adotem essa medida, pois atrualmente eles tem investido pesado na agricultura no Brasil. Outra coisa que contribuiu muito para o não aumento de áreas de soja no Bioma, além da moratória, deve-se ao fato de que as áreas a serem abertas hoje, não tem uma logística muito favorável ao escoamento, o que encarece a aquisição de insumos e “judia” muito do preço do produto na venda, soma-se o fato de que com os valores altos do custo de produção da soja, sobrando cada vez menos, a abertura e preparação da terra para o plantio está muito alto, assim demorando muito o retorno o que em algumas regiões, ainda inviável (Graças a Deus).

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  • 03/01/2011 - 18:00
    Enviado por: Marcus

    Excelente notícia. Aos poucos vamos caminhando para uma economia menos agressiva ao meio-ambiente.

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  • 13/01/2011 - 18:15
    Enviado por: RONALDO GOMES FERREIRA

    Caro Andrea
    Sou seu leitor assíduo no Estadão “on line” e como estou iniciando um blog que pode estar na sua área de interesse, http://ronaldogomesferreira.blogspot.com/, venho até você para solicitar que colabore, com a divulgação do mesmo e com suas opiniões. Para que você não precise ir até o blog, reproduzo abaixo o primeiro post.
    PARA QUE PRECISAMOS DOS PARTIDOS?
    Você já parou para pensar por que motivo precisamos dos Partidos Políticos? Não?! Tudo bem. Olhe para atrás e veja que lá estão 150 milhões de pessoas, que como você também não sabem.
    Vamos esclarecer que no Brasil ninguém é candidato a qualquer cargo eletivo, se não tiver sua indicação endossada por um partido político. E o que acontece com o partido se o candidato que ele apresentou a nação for desonesto? Nada, absolutamente nada. Assim temos na nossa história política, traficantes, mensaleiros, anões do orçamento, milicianos e outros que tais, avalizados por partidos políticos que só visavam interesses econômicos imediatos para seus participantes, em termos práticos, quase organizações criminosas.
    Acredito que um partido que apresente um candidato que venha a ser cassado deveria passar oito anos sem indicar candidato para o cargo correspondente, e perder parte proporcional em verbas públicas e propaganda política gratuíta.
    E você o que pensa?

    Este blog foi colocado no ar com o objetivo de abordar assuntos referentes à REFORMA POLÍTICA. Mais do que abordar me interessa saber o que as pessoas pensam sobre os assuntos apresentados. As discordâncias serão bem vindas quando sustentadas em argumentos claros e não por dogmas e vezos ideológicos. Semanalmente estarei postando novos assuntos para o debate

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  • 17/01/2011 - 14:21
    Enviado por: Ana Maria

    Olá Andréa, tudo bem?

    Gostaria de convidá-la para um evento da Report, porém não tenho e não encontro os seus contatos. Poderia me passar, por favor?

    Obrigada.
    Ana Maria
    Report Comunicação

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  • 17/01/2011 - 16:45
    Enviado por: AMSLOG

    Olá, como vai?

    Antenados com a sustentabilidade a empresa AMSLOG também está fazendo a sua parte em
    contribuição com o meio ambiente. A cada embarque, plantamos uma arvore! E atingindo a
    nossa meta, dobraremos esse número!

    A natureza só ganha com isso!

    O interessante é que quem embarca conosco contribui para o reflorestamento da mata
    atlântica sem gastar mais com isso. Se cada um fizer sua parte mesmo com pequenas ações,
    poderemos fazer uma grande influência no futuro do planeta.

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  • 27/01/2011 - 12:55
    Enviado por: FpWorld

    Oi, seu blog é bastante interessante, continue! É mesmo muito bom, gosto muito!
    Aqui está o meu blog, espero que goste, visite: http://fp-world.blogspot.com/

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  • 08/02/2011 - 11:59
    Enviado por: Katarini

    Parabens pelo Blog e pelas observações!

    Gostaria muito de seu contato direto, é possivel?? Sou professora na Unesp de Bauru e queriamos muuito lhe fazer um convite.
    Fico no aguardo

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  • 15/02/2011 - 23:57
    Enviado por: Natanael Santos Soares

    Pacto X Impacto

    Meio Ambiente é o conjunto de forças e condições que influenciam em tudo em nossas vidas e na Natureza.
    PACTO AMBIENTAL está relacionado aos acordos visando uma otimização da gestão ambiental regional e global, ou seja visando minimizar os IMPACTOS AMBIENTAIS nas atividades humanas prejudiciais ao meio ambiente.
    Visto isso IMPACTO AMBIENTAL são os choques causados nos ecossistemas terrestres e aquaticos por determinadas atividades humanas, ou seja uma modificaçao que antes não existia.
    Façamos no presente PACTO pela preservação ao Meio Ambiente, assim evitamos no futuro IMPACTO com consequencias trágicas e irreversiveis aos seres vivos/humanos.
    Fazendo analise, percebemos que há descaso e desinteresse por parte da sociedade, da igreja e da classe politica com suas exceções por essa causa nobre que é conscientização pela conservação da Natureza em seu aspecto pratico e efetivo.
    Presenciamos muita teoria pouca pratica, atenção é vivenciada quando ocorre tragédias ambientais como inundações, estiagem, deslizamentos com numero elevado de óbitos, queimadas em grande escala territorial, destruição de lavouras, enfim perdas irreparáveis .
    Se analisarmos toda extensão territorial brasileira, saberemos minuciosamente a sua real abrangencia. Com esta dimensão territorial e fluvial, devemos ter a sensatez em preservar a qualidade nossa água, valorizar as nascentes/manancias/rios/represas, valor da nossa terra com a preservação da vegetação, biomas e arborização urbana e rural, criar meios para diminuir a poluição nos grandes centros urbanos, evitar queimadas, cuidar do lixo reciclado-o com coleta seletiva e campanha de conscientização abrangendo lares e bairros das cidades, enfim valorizar o meio ambiente em todo aspecto e sentido esse rico patrimonio que Deus criou e nos legou.
    “Desenvolver sim, preservar sempre, destruir nunca!”
    Boa parte da economia de varios municipios gira em torno do ecoturismo, região com grande extensão fluvial às margens das represas, lagos e rios, assim podemos focar o ecoturismo presente na Chapada dos Guimaraes, Foz do Iguaçu, Parque Nacional, Parque Foz do Iguaçu, Pantanal e na Amazonia, sem esquecermos do paraiso litoral brasileiro.
    O meio ambiente com sua incomparavel diversidade é um ponto forte que devemos valorizar no Brasil, temos cenario natural fantastico contemplado e lembrado pelos turistas do mundo inteiro. “Terra da Água, do Verde e do Sol” um convite à beleza e a paz da Natureza para quem a contempla.
    Porisso é importante toda sociedade ter plena convicção e consciência do valor da preservação ambiental que é de super relevancia a todos nós seres humanos, afinal fazemos parte deste processo.

    Natanael S.Soares

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  • 23/02/2011 - 20:47
    Enviado por: maduca

    Oi visite o meu site de design ecologico, abraço.

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  • 26/02/2011 - 18:41
    Enviado por: maduca

    Oi visite o meu blog de design ecologico, obrigado.

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  • 19/03/2011 - 01:00
    Enviado por: Santos

    Também já tive meu sitiozinho.

    Embora o terreno fosse desfavorável à agricultura plantava milho para as galinhas, feijão, mandioca e capim napier pro gado não passar fome no inverno. O cavalo comia capim, ração e esbanjava saúde. A horta nunca deixava faltar na mesa cebolinha, coentro e couve. Não é tão difícil como pode parecer para o homem da cidade, acostumado a comprar tudo pronto. O mais importante é gostar da coisa e ter um caseiro que conhece a terra pelo cheiro e os bichos pelo nome. E acima de tudo, desista de ficar rico plantando. Se é só nisso que você pensa, vá ser banqueiro ou ache petróleo no quintal da sua casa. Ter um sítio é para quem deseja aproximar-se da simplicidade, das origens e da natureza.

    Na fértil Ibiuna-SP, terra abençoada por Deus e pela abundância de água que nunca falta, os agricultores vão muito bem obrigado. Alguns têm padrão de vida muito acima da média brasileira com pick-up 2011 a diesel na garagem, tratores novos, internet e TV por assinatura. Só não tem férias. A turma planta e colhe de janeiro a janeiro, sem dar trégua. Mas em matéria de saúde, dão de dez a zero em qualquer urbanóide estressado, gordo e cheio de conhecimento. Isso porque, ao contrário dos homens da cidade eles quase não comem carne. Dormem e acordam cedo, logo que o galo canta. Tomam café com broa feito no fogão à lenha. Fazem exercícios puxados todo dia tornando-se fortes como touros. E quando querem impressionar as moças, cantam ou tocam uma moda de viola. Vivem em perfeita comunhão com sua terra, sua gente e são felizes. Nunca entraram um shopping center, não sabem o que é a ‘civilização’ urbana nem precisam.

    Muito diferente da cidade.

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  • 22/03/2011 - 09:49
    Enviado por: Santos

    Ué? Meu comentário foi removido. Falei algo errado?

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  • 28/03/2011 - 12:45
    Enviado por: Santos

    Gostaria muito de saber porque meus comentários não foram publicados.

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  • 29/03/2011 - 00:29
    Enviado por: Gil

    eu gostei do seu artigo, vc pesquisou o assunto para informar os leitores. O reparo que faço é sobre o tempo do verbo, sempre no futuro, o que nos informa que o artigo pode via a ser real ou ficar só no sonho. Que tal aproveitar o seu talento e a sua capacidade de esforço e escrever sobre coisas que já aconteceram, para que fiquemos menos ansiosos? Quando o tempo do verbo é presente, já ficamos mais contentes; quando é passado, aí sim ficamos alegres (ou tristes) diante de fatos reais.

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  • 08/04/2011 - 16:34
    Enviado por: sindrominha

    Oi Andreia
    Convido você a conhecer o meu blog de textos, acredito que vai gostar, obrigado e até mais.

    Aproveite e passe neste blog de design ecologico http://marciodupont.blogspot.com

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  • 10/04/2011 - 17:32
    Enviado por: A.Busa

    Sobre esta verdadeira cruzada contra o setor agropecuário, duas perguntas quanto de grãos sobre o total produzido no Brasil é referente à Floresta Amazônica? Segunda e os eco sistemas dos países de origem desta ONGs apocalipticas, estão sendo recuperados de que forma? Me parece que, a norma é a seguinte, estes países degradam e criam poluição à vontade, e nós mantemos as florestas para limpar o planeta. Só vão ficar satisfeitos, quando nos virem de tanga, caçando de arco e flecha e catando sementes na floresta.

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  • 15/04/2011 - 10:00
    Enviado por: Marina Queiroz

    Boa tarde Andrea,

    Gostaria de trocar conteúdos com você sobre inovação e sustentabilidade: projetos, iniciativas, ideias, mudança de conceitos e comportamentos. Haveria um e-mail para o qual eu pudesse enviar este material e assim, criar um canal aberto e contínuo entre nós para enviar notícias, trocar ideias, sugestões de pauta…?

    Atenciosamente,

    Marina Queiroz
    marina.queiroz@inventta.net
    (31)3337-7418
    (31) 8811-6130

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  • 21/05/2011 - 01:55
    Enviado por: Jimmy Choo Outlet

    Good post,thank you for your share.

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  • 25/05/2011 - 17:10
    Enviado por: Francisco Alves

    Vetará de que jeito? A reportagem não fala. O que fala é o que o BB diz que vai fazer. São atitudes que já sabemos é só no papael. Esse anuncio não dá certeza de nada.
    É igual aquele papo “furado” de Banco do planeta!

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  • 25/05/2011 - 23:49
    Enviado por: Katia

    Alguém tem que se preocupar com o meio ambiente.
    http://nutrikatia.blogspot.com

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