Muitos dos leitores já devem ter assistido aos vídeos sobre sustentabilidade produzidos pela ciberativista americana Annie Leonard, que, entre outros, fez o famoso “A História das Coisas” e também o “A História da Água Engarrafada”.
Agora Annie, cujos vídeos na internet já foram vistos por mais de 10 milhões de pessoas, nos brinda com mais um de seus petardos. “A História dos Cosméticos”, lançado na semana passada, mostra a problemática que envolve a bilionária indústria de cosméticos no mundo todo: a segurança de vários dos produtos químicos utilizados nas fórmulas do shampoo nosso de cada dia, no desodorante, no batom.
Ah, o batom…o vídeo alerta para o fato de que um singelo batomzinho pode conter níveis de chumbo acima das recomendações de segurança, o que pode causar distúrbios de comportamento e até de aprendizagem. Os dados dizem respeito particularmente ao mercado americano: há três anos, a ONG Campaign for Safe Cosmetics publicou um estudo onde denunciava que de 33 grandes marcas de batom testadas, 61% apresentavam chumbo na fórmula.
Só depois de dois anos, com a pressão dos consumidores, o Food and Drug Administration (FDA), órgão americano responsável pela segurança dos alimentos, remédios e cosméticos, se pronunciou sobre o tema, publicando uma pesquisa que revelou níveis de chumbo ainda maiores aos testados pela Campaing for Safe Cosmetics em 2007. Todas as marcas testadas pelo órgão apresentavam o elemento em suas composições. Apesar disso, o FDA afirmou não considerar a substância prejudicial à saúde por não ser ingerido pelos consumidores. Mas segundo o órgão, há um limite seguro, que não deveria passar de 0,1 ppm (partes por milhão). A maioria dos cosméticos testados ultrapassou esse teto.
A campanha continua, e o objetivo é fazer com que o FDA estabeleça um limite máximo de chumbo nos produtos de maquiagem – o pesado lobby da indústria de cosméticos, no entanto, tem travado qualquer avanço nesse sentido.
Assista o vídeo, com legendas em inglês.
<a href='‘ >The Story of Cosmetics
Muito Bom saber disso!
Não sou adepta a batons e essas coisas que prometem milagres.
E vou ler atentamente o conteúdo dos produtos.
Obrigado!
Se todos conhecessemos a verdadeira historia das coisas que utilizamos no nosso dia a dia, por certo mudaríamos muito. Alguém já viu como se fabrica os embutidos, especialmente as salsichas e mortadelas? E o que dizer dos produtos usados para conservar os produtos que adquirimos diariamente? Pena que não façamos muito a respeito das mudanças necessárias a proteção da nossa saúde e bem estar. As leis que impõem alertas nas embalagens ainda são tímidas e os consumidores raramente se atêm a leitura das notificações.
[...] This post was mentioned on Twitter by Marcos Palacios, Claudia Magnólia and akemi_y, Jamil Pimentel. Jamil Pimentel said: Há chumbo no seu batom? http://blogs.estadao.com.br/andrea-vialli/ha-chumbo-no-seu-batom/ [...]
Jamais pensei que houvesse chumbo e batom.Lendo e aprendendo!
Boa matéria!
Se a autora desse post não botar um link para as pesquisas que ela diz terem sido realizadas pela FDA e que mostraram níveis ainda maiores de chumbo, ou listar as marcas onde esses níveis foram encontrados, vou continuar acreditando que se trata de lenda. Veja no link abaixo que essa história de chumbo no baton é velha (já tem 7 anos) e foi mais uma das muitas estórias que andaram viajando pela rede.
Olá Edmilson,
Seguem algumas referências extras para você. A primeira é um artigo técnico do FDA sobre o assunto, e o segundo, um apanhado de artigos da Safe Cosmetics.
http://journal.scconline.org/pdf/cc2009open/cc060n04/p00405-p00414.pdf
http://safecosmetics.org/article.php?id=223
obrigada pela visita, abraços!
Tive a oportunidade de acessar vários vídeos da Annie, no entanto gostaria que este também estivesse disponível com legenda português.
Obrigada, parabéns pela matéria!
Oi Renata, infelizmente ainda não foram feitas traduções para o português desse vídeo, a História dos Cosméticos. Assim que forem feitas, eu troco o vídeo, ok?
Para o primeiro, a História das Coisas, já existe o vídeo traduzido. Obrigada por acessar o blog, abraços!
Olá pessoas, no endereço http://vimeo.com/groups/40455/videos/13735569 vocês encontram o vídeo com legenda em português.
Andrea
responder este comentário denunciar abusoE agora? Como iremos saber quais são as marcas seguras?
Oi Patricia, obrigada por visitar o blog! No link da Campaign for Safe Cosmetics www.safecosmetics.org) há uma lista de empresas que não utilizam chumbo. O problema é que é um site americano, e lá não constam todas as marcas que chegam ao Brasil, só algumas. De toda forma, vale como referência. Abraços.
responder este comentário denunciar abuso[...] dica é do blog Ecotendências, de Andrea Vialli. As legendas do vídeo estão em [...]
Jamais pensei que houvesse chumbo e batom.Lendo e aprendendo!
Boa matéria!
excelente iniciativa dos curitibanos para a melhoria das condições de trânsito dos ciclistas.
é um projeto de lei de iniciativa popular que está no site: http://www.votolivre.org para entrar em votação precisa de 65.000 votos 5% do (eleitorado de Curitiba).
se conseguirmos será algo inédito no país.
matéria sobre a iniciativa: http://bit.ly/a0ykKx
[...] Muitos dos leitores já devem ter assistido aos vídeos sobre sustentabilidade produzidos pela ciberativista americana Annie Leonard, que, entre outros, fez o famoso “A História das Coisas” e também o “A História da Água Engarrafada”. Agora Annie, cujos vídeos na internet já foram vistos por mais de 10 milhões de pessoas, nos brinda com mais um de seus petardos. “A História dos Cosméticos”, lançado na semana passada, mostra a problemática que envolve a bilionária indústria de cosméticos no mundo todo: a segurança de vários dos produtos químicos utilizados nas fórmulas do shampoo nosso de cada dia, no desodorante, no batom. Ah, o batom… o vídeo alerta para o fato de que um singelo batomzinho pode conter níveis de chumbo acima das recomendações de segurança, o que pode causar distúrbios de comportamento e até de aprendizagem. Os dados dizem respeito particularmente ao mercado americano: há três anos, a ONG Campaign for Safe Cosmetics publicou um estudo onde denunciava que de 33 grandes marcas de batom testadas, 61% apresentavam chumbo na fórmula. Só depois de dois anos, com a pressão dos consumidores, o Food and Drug Administration (FDA), órgão americano responsável pela segurança dos alimentos, remédios e cosméticos, se pronunciou sobre o tema, publicando uma pesquisa que revelou níveis de chumbo ainda maiores aos testados pela Campaing for Safe Cosmetics em 2007. Todas as marcas testadas pelo órgão apresentavam o elemento em suas composições. Apesar disso, o FDA afirmou não considerar a substância prejudicial à saúde por não ser ingerido pelos consumidores. A campanha continua, e o objetivo é fazer com que o FDA estabeleça um limite máximo de chumbo nos produtos de maquiagem – o pesado lobby da indústria de cosméticos, no entanto, tem travado qualquer avanço nesse sentido. (Andrea Vialli, Estadão) [...]
Isso não passa de lenda urbana…
Is there a safety concern about the lead found by FDA in lipsticks?
No. FDA has assessed the potential for harm to consumers from use of lipstick containing lead at the levels found in its testing. Lipstick, as a product intended for topical use, is only ingested incidentally and in very small quantities. FDA does not consider the lead levels that it found in the lipsticks to be a safety concern. FDA also notes that the lead levels that it found are lower than limits recommended by other public health authorities for lead in cosmetics, including lipstick. 2,3
Does FDA intend to continue investigating lead in lipstick?
Yes. FDA does not believe that the lead content found in its recent lipstick analyses is a safety concern. However, the agency is planning to investigate a wider range of lipsticks than has been tested so far, including lipsticks similar to those recently assessed for lead content by another laboratory.4 If FDA determines that a safety concern for lead in lipstick exists, the agency will advise the industry and the public and will take appropriate action under the authority of the FD&C Act in protecting the health and welfare of consumers.
Fonte: http://www.fda.gov/cosmetics/productandingredientsafety/productinformation/ucm137224.htm
Reparar que os limites para chumbo na Alemanha (20 ppm) e no Canadá (10 ppm) são bem maiores que nos EUA. Como eu já disse, lenda urbana…
There are currently no international standards for impurities in cosmetics. Limits have been established in Germany (15). Rather than taking a risk-based approach, the German limits are based on levels that could be technically avoided. Thus, heavy metal impurities were limited to anything above normal background levels.
The German Federal Government conducted tests to determine background levels of heavy metal contents in toothpastes and other cosmetic products (note that in Canada, most toothpastes are classified as natural health products). Based on their studies, it was determined that heavy metal levels in cosmetic products above the values listed below are considered technically avoidable (15):
Lead:20 ppm
Arsenic:5 ppm
Cadmium:5 ppm
Mercury:1 ppm
Antimony:10 ppm
In addition, following a survey of its member companies, the German Industrial Association for Personal Care and Detergents Inc. confirmed that heavy metal contents in toothpastes are at least a decimal power lower than for other cosmetic products (15). Therefore, the Commission for Cosmetic Products at the Federal Ministry of Health in Germany concluded that the following values are the maximum acceptable concentration for toothpastes:
Lead:1 ppmArsenic:0.5 ppmCadmium:0.1 ppmMercury:0.2 ppmAntimony:0.5 ppm
In Germany, a program is in progress to obtain updated values for traces of heavy metals in cosmetics (16).
Health Canada has taken a similar approach in the establishment of heavy metal impurity limits, as the Department has always maintained that impurities in cosmetics should be reduced to the extent that is technically feasible. A review and analysis of the results of heavy metal testing conducted in the Health Canada Product Safety Laboratory on a number of cosmetics sold in Canada lead to the determination of limits in Section 4.0 of this document. Furthermore, comparison of conservative estimates of exposure to Canadians from use of cosmetics and the established tolerable intakes, demonstrated that these levels provide a high level of protection to susceptible subpopulations of consumers (e.g. children).
It is acknowledged that heavy metal impurities in cosmetic products are unavoidable due to the ubiquitous nature of these elements, but should be removed wherever technically feasible. Heavy metal concentrations in cosmetic products are seen to be technically avoidable when they exceed the following limits:
Lead:10 ppm
Arsenic:3 ppm
Cadmium:3 ppm
Mercury:3 ppm
Antimony:5 ppm
These levels are based on background levels found in cosmetic products sampled in Canada and are in line with acceptable levels of impurities in other jurisdictions. In addition, comparison of conservative estimates of exposure to Canadians from use of cosmetics and the established tolerable intakes for these metals demonstrated that these limits provide a high level of protection to susceptible subpopulations of consumers (e.g. children).
It is important to note that occurrences of heavy metals above these limits will be evaluated on a case-by-case basis. Products with values above these limits will undergo a Health Hazard Evaluation to determine the level of risk posed by the product, which will then inform the appropriate enforcement action.
Fonte: http://www.hc-sc.gc.ca/cps-spc/legislation/consultation/_cosmet/metal-metaux-consult-eng.php
Enquanto as mulheres usam cosméticos para ficarem mais belas por fora, são contaminadas por dentro. É um antagonismo triste.
O blog da natura também dá algumas referências interessantes:
Esses aqui são para os que gostaram dos vídeos da Annie Leonard…
A História das Coisas – A Crítica
Story of Stuff, The Critique
Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=c5uJgG05xUY
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=zZzHU3ZfTtY
Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=AgLrZc7cws8
Parte 4: http://www.youtube.com/watch?v=8XeW5ilk-9Y
Review: The Story of Stuff
http://www.frozentoothpaste.com/2008/05/09/review-the-story-of-stuff/
The Stuff of Lies
http://seoblackhat.com/2008/12/21/stuff/
Story of Stuff Or Story of Lies
http://ezinearticles.com/?id=1918754
Annie Leonard’s “The Story of Stuff” review and analysis
http://www.andybrain.com/qna/2007/12/07/annie-leonards-the-story-of-stuff-review-and-analysis/
A frase mais importante aqui é:
“o FDA afirmou não considerar a substância prejudicial à saúde por não ser ingerido pelos consumidores”
Ora, então onde está o problema? Parece que o problema simplesmente NÃO EXISTE.
Gostaria de saber de onde a autora do blog tirou a informação de que o FDA disse que “há um limite seguro, que não deveria passar de 0,1 ppm”. Procurei no site do FDA e não vi isso escrito em lugar algum (não há essa informação nem na FAQ sobre chumbo em batons nem no artigo científico indicado pela blogueira).
NÃO EXISTE EVIDÊNCIA CIENTÍFICA DE RISCO REAL A SAÚDE DOS NÍVEIS DE CHUMBO ENCONTRADOS ATUALMENTE. Então por que fazer uma campanha com objetivo de estabelecer um limite máximo de chumbo nos cosméticos?
E soa leviano simplesmente botar a culpa no “pesado lobby da indústria de cosméticos” sem mostrar evidências científicas.
Sobre o limite de 0,1 ppm, vejam o que diz a FDA:
It has been reported that levels of lead in certain lipsticks exceed those for candy. Is this a fair comparison?
No. The FDA-recommended upper limit for lead in candy is 0.1 ppm. It is not scientifically valid to equate the risk to consumers presented by lead levels in candy, a product intended for ingestion, with that associated with lead levels in lipstick, a product intended for topical use and which is ingested in much smaller quantities than candy.
Parece lógico, não? Afinal, batom não é feito para comer.
Por hoje vou fazer apenas um breve apontamento. Assisti ao vídeo e nele há uma afirmação sorrateira “we are not even having fun”- o Consumismo desenfreado tem no ‘having fun’ um de seus pilares! Ser feliz é uma obsessão contemporânea. O pulo do gato é que se supões que só se é feliz através do Consumo. As pessoas não questionam o Consumo qdo não são felizes, pensam que ainda não encontram Aquele produto perfeito direito. O que tem isso com a pauta ambiental: parece que se esquecem desta lógica estruturante que o Consumo tem, por pior que ela seja. Esta lógica precisa ser incorporada nas ações.
ANDREA VC É UMA GATINHA
[...] Fonte: Blog Andrea Vialli [...]
Parece até mentira. Sei que até a maioria dos cosméticos são testados em cobaias animais – o que talvez o filminho só colocou a “pessoa” e não um “coelhinho”. Vi no ultimo BioBrazil Fair uma empresa que fazia perfumes de ambiente orgânicos (acho que é Ateliê Especiarias) e um pessoal da Sociedade Vegetaria Brasileira. Um fazia perfumes orgânicos; o outro fazia camisetas de protesto mostrando atrocidades feitas nas cobaias. Juntas, perfumavam e conscientizavam as pessoas! Muito legal! Talvez se todas as indústrias seguissem esse exemplo o filminho não faria tanto sentido!
Sumiu?
Olá Antonio, o blog ficou um pouco parado mas já estou voltando. Obrigada por nos visitar!
responder este comentário denunciar abusoOlá Andrea Vialli!
Aproveitando o tema – a questão do chumbo – gostaria de manifestar algumas duvidas minhas.
Sou leitor do seu blog e estou com uma dúvida a respeito de motos elétricas.
Sou professor e acabei de finalizar pós-graduação em gestão ambiental e fiquei intrigado com algumas notícias que vi recentemente sobre uma motocicleta elétrica que começa a ser vendida no Brasil.
Apesar de sempre falarem da inovação do motor elétrico, não tratam da questão do descarte da bateria (ou manutenção). Fiz uma breve pesquisa e não encontrei nada a respeito, porém fui checar no site da Kasinski e vi que a bateria é de chumbo, ou seja, algo muito ultrapassado já que temos fora do país as baterias de ion de lítio, certo?
Gostaria de tratar desse assunto com meus alunos, falar de mobilidade e da tecnologia que estão trazendo ao país, mas fiquei com essa dúvida.
O que vocês pensam sobre isso? É melhor contar com algo elétrico, que não polui enquanto está em uso e depois ter problemas para o descarte ou já trazer algo mais novo, porém possivelmente mais caro para o consumidor final?
Aliás, essa seria uma boa pauta de discussão, não é verdade?
Grande abraço e parabéns pelo trabalho,
Wellington
Olá Wellington
Obrigada pela dica sobre as baterias de chumbo, acho que rende uma boa investigação e também uma matéria sobre o tema. Anotado!
Wellinton,
Sou fã desse blog e trabalho com Eng. Ambiental. Pois bem, já que você é da área e se interessa pelo assunto, aqui vai uma contribuição:
* bateria de zinco-carbono – também conhecida como bateria standard de carbono, a química do zinco-carbono é usada em todas as baterias baratas do tipo AA, C e D. Os eletrodos são o zinco e o carbono com uma pasta ácida entre eles para servir de eletrólito;
* baterias alcalinas – usadas pelas baterias comuns da Duracell e da Energizer, os eletrodos são o zinco e o óxido de manganês com um eletrólito alcalino;
* baterias de lítio – lítio, iodeto de lítio e iodeto de chumbo são usados em câmaras digitais por causa da sua capacidade de fornecer aumento de energia;
* baterias de chumbo-ácido – usadas em automóveis, os eletrodos são feitos de chumbo e óxido de chumbo com um eletrólito de ácido forte (recarregável);
* baterias de níquel-cádmio – os eletrodos são o hidróxido de níquel e o cádmio com um eletrólito de hidróxido de potássio (recarregável);
* baterias de níquel-metal hidreto – esta bateria está rapidamente substituindo a bateria de níquel-cádmio, pois ela não sofre do efeito memória (em inglês) que acontece nas baterias de níquel-cádmio (recarregáveis);
* bateria de lítio-íon – com uma relação muito boa de peso-potência, ela é geralmente encontrada em computadores laptop e telefones celulares de ponta (recarregável);
* bateria de zinco-ar – esta bateria é leve e recarregável;
* bateria de zinco-óxido de mercúrio – geralmente usada em aparelhos auditivos;
* bateria de prata-zinco – usada em aplicações aeronáuticas por sua boa relação peso-energia;
* bateria de metal-cloreto – usada em veículos elétricos.
Essas são as alternativas. Ameniza o problema, e o meio ambiente agradece!
responder este comentário denunciar abusoNossa Andréa, faz tempo que essa matéria esta aí. Ou você escreve rotineiramente, pricipalmente para aqueles que se interessam pelo assunto (sustentebilidade) via blogs Estadão, ou larga mão.
Acho que já reclamei uma vez. Reclamo porque gosto de suas matérias!
gosto do seu estilo, quem sabe vc tambem não gosta do meu?!
Oi…Adorei seu blog, e queria que vc visitasse o meu para conferir um post que eu fiz sobre adoção de animais. Acho que é importante pra nós, blogueiras, ter essa responsabilidade social vinculada ao blog. Espero que vc goste e que ajude tb na campanha, se possível.
Um beijo,
Dri
http://www.chatadescarpin.blogspot.com
A quem interessar, neste vídeo as informações foram traduzidas para a língua portuguesa.
http://www.youtube.com/watch?v=N_Jr8BBfD_U&feature=related
Não é a toa que vemos cada vez mais pessoas com problemas de aprendizado e tudo o mais. Como professora, percebo ainda mais esses problemas na vida dos meus alunos. Quem deseja isso para os seus se não forem aqueles que como sempre pela ambição desenfreada não sabem medir as conseqüências. E a culpa é sempre do estresse, da família, da escola …Ao meu ver, engolimos sujeira demais e amamos de menos. Compramos um produto mais barato sem imaginar o quanto ele pode ser caro à nossa saúde. Conformamos com tudo e todos sem perceber com olhar crítico e reflexivo quais são os verdadeiros interesses, reais interessados e verdadeiros prejudicados.
2011
2010
2009
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