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Andrea Vialli

25.fevereiro.2010 16:46:06

Food, Inc. desnuda a indústria de alimentos

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Está concorrendo ao Oscar 2010 o documentário Food, Inc., que ainda não tem estréia prevista no Brasil, mas está dando o que falar lá fora. O filme de Robert Kenner, co-produzido por Eric Schlosser (de Fast Food Nation, disponível no Brasil) faz uma radiografia pesada da indústria de alimentos nos Estados Unidos, mas que cabe perfeitamente à nossa realidade, em tempos de economia globalizada.

O documentário faz uma incursão sobre os modos de produção da comida que chega às nossas mesas todos os dias, desde o modo como os animais “para fins industriais” são criados e abatidos, o excesso de uso de hormônios e antibióticos – que faz com que frangos engordem em tempo recorde – , a inserção na alimentação de variedades de soja geneticamente modificadas que resistem ao mais forte dos pesticidas, entre outros recursos utilizados pelas companhias para “aumentar a produtividade” – e que, em última instância, faz a comida ficar cada vez mais distante de sua natureza. Isso somado aos impactos à saude, como o aumento da incidência de obesidade, diabetes e contaminação por E.Coli decorrentes dessa ‘desnaturalização’ da comida.

Mas o filme aponta também caminhos, e mostra que está nas mãos do consumidor pressionar a indústria e as cadeias de supermercados por mudanças. A tão falada opção pelos orgânicos e alimentos produzidos localmente, por pequenos produtores, é apontada como um desses caminhos. Infelizmente, o preço ainda é um empecilho para muitos adotarem o orgânico como carro-chefe da alimentação. Esses dias, no supermercado, comparei o preço do frango produzido sem hormônios e antibióticos com o frango convencional. O frango livre de química custava 5 vezes mais que o convencional. Claro que, se mais consumidores buscarem essas alternativas, elas tenderão a baratear.

O trailer, em inglês, é um aperitivo do que o filme trará. Resta esperar que ele aporte logo nos cinemas brasileiros.

comentários (28) | comente

28 Comentários Comente também
  • 25/02/2010 - 13:01
    Enviado por: Evandro Carlos

    Infelizmente este cenário pecere irreversível, pois as indústrias de alimentos estão se distanciando cada vez mais dos métodos convencionais de produção de comida.
    Qual será o fim para a nossa saúde daqui a uns tempos? Será que a indústria farmacêutica começará a produzir medicamentos para nos curar de doenças causadas por alimentos geneticamente modificados? Com certeza será um grande negócio. Afinal tudo na indústria é uma questão de vender e lucrar.
    Os fins justificam os meios.

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  • 26/02/2010 - 10:52
    Enviado por: PAULO CESAR BASTOS

    O desenvolvimento sustentável não é um modismo ou uma utopia é uma necessidade da nova sociedade. Essa sustentabilidade precisa ser apoiada pela estrutura básica dos três pilares: economicamente viável, ambientalmente correta e socialmente justa.
    Um dos caminhos para interiorizar esse desenvolvimento , existem outros e diversos, é a produção orgânica de alimentos.As vendas dos produtos orgânicos, no mundo, aumentaram 57% de 2002 a 2006, diz o relatório “The World Of Organic Agriculture: Statistics and Emerging Trends” de 2008.
    Para o Brasil as perspectivas são excelentes. São oportunidades que se apresentam, principalmente, para a agricultura familiar com aspectos vantajosos para gerar trabalho e renda com sistemas produtivos que promovem o progresso, preservando o meio ambiente com melhor qualidade de vida. Aí estão explícitos os três pilares, os 3P, e como dito, num mundo cada vez mais sem fronteiras e multicultural, na língua inglesa: Profit (lucro), Planet (planeta) e People (povo).
    Para a pecuária, bovinocultura e ovinocaprinocultura, as oportunidades são mais diversificadas e podem contemplar desde a criação familiar até estruturas empresariais mais sofisticadas. Existe lugar para todos. Precisamos, no entanto, de mentalidades inovadoras que permitam desenvolver a criatividade no sentido de aproveitar o que a natureza nos legou, pastagens naturais, e a tecnologia implementou, as cultivadas. Enfim, o boi de capim.
    Carecemos, no entanto, de um aprimoramento produtivo e de cultura de negócios que estimule o associativismo e o empreendedorismo saudável com o fim de desenvolver a capacitação, a cooperação, a comunicação, o comprometimento e a confiança que formam os 5C, as modernas ferramentas que construirão o novo caminho do Brasil através da trilha do progresso interiorizado e de forma sustentável.Mais ação e menos locução.
    Para os litorâneos, vale lembrar: O Sertão não virou mar ,mas produziu, produz e produzirá a comida de quem vive na beira do mar.

    PAULO CESAR BASTOS é engenheiro civil e produtor rural

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  • 26/02/2010 - 14:24
    Enviado por: Johnny C

    Notem que aos 1:10s do trailler aparece um pacote de carne com 4 etiquetas: Made in México, Argentina, China e Brazil. Ainda não vi o filme e portanto posso até estar sendo leviano no meu comentário, mas levem em conta que existe um interesse comercial dos pequenos produtores (a imensa maioria) europeus – que recebem subsídios pesadíssimos do governo – para conseguirem competir com a agro-pecuária dos emergentes e dos EEUU.O que eu quero dizer é o filme pode estar sendo patrocinado pela produtores europeus! A conferir.

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    • 26/02/2010 - 19:13
      Enviado por: Andrea Vialli

      Oi Johnny, eu reparei nisso também. Vou assistir ao filme (consegui!) e volto a comentar sobre isso, ok?
      abraços!

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  • 26/02/2010 - 17:12
    Enviado por: Grampo

    Andrea, moro em uma fazenda. Não compro luz do Estado. Aminha usa uma roda d´água ; também a água é natural e pura. Duas famílias moram na terra. Não são colonos. Meu negócio é fotografia e não agricultura. Eles cuidam da terra , vendem a produção , o dinheiro fica para eles. Mas não conseguem ir além do nada. Eu os incluí em um curso de uma empresa de orgânicos , que está agregando interessados. Lentamente eles estão mudando. Mas, falando com eles, fica clara a situação que não é apenas do brasileiro: a renda mundial das pesoas vem caindo. A renda financeira mundial , bem como a renda dos EStados vem subindo. Esse tipo de distorção talvez seja a principall causa da situação que você enfoca, se pensarmos com calma. Essas indústrias têm aporte de capital que desejarem, os cientistas que quiserem, os pesquisadores que precisarem, pois t~em o capital que os bancos não podem mais emprestar para a pesoa física. isso torna a decisão crucial para um cidadão. Em minha cidade , a proximidade da fazenda , que é da Igreja Messiânica, ainda permite o preço dos produtos agrícolas 3 vezes maior do que os “normais”. Por isso também só são vendidos em dois supermercados para pessoas diferenciadas. Se a gente aprofundar a coisa, vê-se que o buraco é mais embaixo. Eu posso comer o orgânico. Mas não são muitos os que podem multiplicar seu orçamento com alimentação muito mais cara, especialmente nas grandes cidades, onde o custo logístico agregado inflaciona o preço ainda mais. Penso que são coisa dos tempos de hoje. Temos muita gente no mundo. Não temos mundo pra tanta gente. Por isso, penso, sistemas inteiros são enfiados goela abaixo. É uma pena, mas é real.

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  • 26/02/2010 - 20:36
    Enviado por: Thiago Vichi de Oliveira

    É realmente um documentário fantástico, prova seu ponto de vista por A + B, com detalhes médicos sobre a saúde deteriorada (ele passa por uma bateria de exames antes, durante e depois), com entrevistas com americanos comuns, com lobbystas (muito interessante o que ele faz um lobbysta dizer e suas consequencias), com médicos, nutricionistas, professores, seus amigos, familiares e namorada, resumindo, ele consegue esmiuçar uma epidemia nos EUA apenas com dados, conversas e uma prova incontestável: Seu próprio corpo.
    Experimente virar vegetariano…

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  • 27/02/2010 - 10:28
    Enviado por: Blogosfera: Food, Inc. desnuda a indústria de alimentos, no Blog Andrea Vialli | Portal EcoDebate

    [...] Para acessar a íntegra do post, no Blog Andrea Vialli, inclusive trailer do filme, clique aqui. [...]

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  • 27/02/2010 - 19:30
    Enviado por: Tetsuo Shimura

    O assunto alimentação é sempre bastante cativante, porém controverso, pelo menos no Brasil.

    Vejamos, por exemplo, o preço da cenoura produzido em escala: o preço do quilo no varejo hoje em BH é de R$ 3,78. Agora imaginemos o trabalho envolvido na produção: preparo da terra com uso de implementos que demandam combustível, peças de reposição, mão de obra qualificada, amortização do investimento, insumos para adubação, correção de pH, irrigação, energia elétrica, peças de reposição, mão de obra para “ralear” os brotos, remoção de ervas daninhas, colheita, lavagem, embalagem, transporte(o estado das rodovias seria uma capítulo a parte) e distribuição final nas gôndolas dos supermercados. O produtor necessita de recursos financeiros (salários, encargos, transporte etc.) para fazer frente às necessidades entre o plantio e a venda e, evidentemente precisa obter algum ganho. Tudo isto sem nos esquecermos dos fatores climáticos como a estiagem, excessos de chuvas ou extemporaneamente geadas que geram quedas de produção. Finalmente, chegamos aos pesticidas que será aplicado para combater as pragas.

    Num comparativo, a indústria automobilística produz com previsibilidade da demanda, projetos previamente estudados, processos de fornecimentos de partes e peças em regime “Just in time” etc. e ainda assim, efetua com muita freqüência os “recalls”. A produção de alimentos não goza de previsibilidade, luta com preços conforme oferta, pois, ainda que essencial, o alimento não é objeto de desejo. Outro comparativo seria a telefonia celular brasileira que com freqüência é noticiado nos jornais, como sendo um dos mais caros no mundo, mas como objeto de desejo, a população não se queixa dos valores cobrados, pelo menos não se vê parcimônia em seu uso pela população e as pessoas mais aquinhoadas com seus ganhos, trocam os aparelhos múltiplas vezes ao ano.

    Não sou economista, entretanto, os preços praticados no mercado exigem do produtor um grande esforço para diminuir suas perdas o que o leva para uso de pesticidas e transgênicos; os produtos orgânicos praticam preços mais realistas, gozando do grande apelo em prol da saúde e, dificilmente terão seus preços reduzidos exatamente pela falta da escala de produção. Estudos econômicos mostram que o salário mínimo deveria ser pelo menos o triplo do valor atual e em tais estudos, não existem menções sobre alimentação com produtos orgânicos, o que leva a crer que o brasileiro ganha mal e o produtor tenta se adequar à realidade. Ainda assim, nos supermercados são expostos azeites virgens pela bagatela de R$ 250,00 em volumes de 500 ml.

    A produção de alimentos plenamente saudáveis e sem riscos para a saúde seguramente passará por mudanças de paradigmas onde a manutenção da sua vida seja contemplado com o mesmo conceito que possuir uma Ferrari, falar indiscriminadamente ao celular ou pagar um “pay per view” por Big Brother ou partidas de futebol.

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    • 11/09/2010 - 19:21
      Enviado por: Jeferson Flores

      Olá Tetsuo,

      Sou apenas um interessado no assunto, entretanto, não pude deixar de apreciar o seu comentário.
      Parabéns pela clareza.

      Jeferson

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  • 01/03/2010 - 11:14
    Enviado por: Walter Hauer

    Andrea, o maior perigo ao meio ambiente é o corruptor, o corrupto e a farra da impunidade. Porém este tema nunca fez parte das discuções “ecológicas” nestes eventos, e mega eventos, nestes desfiles de vaidade e arrogância, que temos que financiar. Veja no blog mataalheiamamatanossa,blogspot.com e divirta-se com as charges.

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  • 01/03/2010 - 11:26
    Enviado por: Antonio Augusto da Costa Carvalho

    Muito boa a iniciativa desse documentário para conscientização dos consumidores e colocar muitos pingos nos is.
    A atual campanha de criminalização da agropecuaria como grande vilã do efeito estufa vai deslocar o foco para outros segmentos da cadeia de produção de alimentos.
    As redes de supermercados que questionam os produtores rurais, devem agora começar a analisar os processos industriais, fora da porteira das fazendas.
    Nada mais justo. De que adianta produzirmos alimentos dentro de parâmetros de sustentabilidade, se eles são manipulados pela industria e transformados não apenas em menos saudáveis, mas, muitas vezes nocivos à saude.
    Acredito que o aumento do número de consumidores de frango “caipira” não baixará o preço pelo fato deles demorarem 180 dias para ficarem prontos e a ausência de vitaminas e hormônios na ração, multiplica o custo da alimentação e hospedagem por 4,5 ou seja 450%, perto das cinco vezes mais caro encontrada nas gondolas dos supermercados. Alem disso essa produção ocupa área muito maior e a impossibilidade de escala, inviabiliza a existência de abatedouros para esse tipo de animal.

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  • 01/03/2010 - 14:00
    Enviado por: Starseed

    É lamentável a falta de uma visão mais global por parte de muitos humanos de superfície. O instinto de exploração a qualquer preço leva a atitudes impensadas e imediatistas. Para aqueles que buscam informações, se informam, e levam a sério seu papel individual neste planeta, agindo com Consciência, já está claro que a utilização de animais na alimentação humana é a principal causa da destruição de florestas (para pastagens, plantações que visam o lucro com sobre-produção), contaminação de rios e lençóis d’água (excrementos animais, agrotóxicos, etc.). Também estão evidentes as consequências que esta herança ancestral têm provocado a cada dia nos humanos: câncer, diabetes, hipertensão, doenças autoimunes, aumento de ácido úrico, etc.
    O que é preferível, continuar alimentando uma indústria que escraviza, polui, destrói, contamina o planeta que Você Vive, ou ao invés disso, assumir sua maturidade e mudar individualmente seus hábitos alimentares? Informe-se e veja que é muito mais simples e saudável ser vegetariano que continuar se contaminando com hormônios, BGH, antiinflamatórios, antibióticos, toxinas, E.Coli, Salmonella, etc..
    Custa muito a você que lê, colocar em prática tais atitudes? Os animais, a água, o ar, a terra, a natureza toda, seu corpo, sua saúde, sua consciência, vão te agradecer. Faça um teste. Torne-se vegetariano, por um mês que seja, e veja como sua vida irá melhorar consideravelmente.
    Parabéns à Andrea pelo Blog. E parabéns pelo documentário.
    Paz no coração, luz no caminho. Ame seu planeta.

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  • 01/03/2010 - 14:18
    Enviado por: uberVU - social comments

    Social comments and analytics for this post…

    This post was mentioned on Twitter by avialli: Novo post no blog http://blogs.estadao.com.br/andrea-vialli/food-inc-desnuda-a-industria-de-alimentos/...

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  • 02/03/2010 - 13:29
    Enviado por: Paulo

    Por favor, onde acho o trailer do Food, Inc?
    Grato

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  • 04/03/2010 - 18:35
    Enviado por: olmir

    muito interessante a matéria. Acredito muito que se possa evoluir em termos de técnologia, assim também é da maior importancia prestar atenção, cuidado com o que é liberado para se produzir. A exemplo dos genéticamente modificados, sem ser contra, mas mais atenção é cuidado. No sul significativa área de produção de soja, esta modificada apresentou problema de grande gravidade, ervas daninhas de altissima resistência. Usando técnicas produção, coisa não tão invasiva, tal como a de modificar genéticamente, é possivel ter grandes ganhos para o sistema, e sem estas enormidades de uso hormonios e coisas assim tão prejudiciais a saude humana. Animais com bons tratos, alimentação bem elaborada e adoção de técnicas que permitem ter ótimos ganhos sem se ter que apelar a tais produtos quimicos e ou processos….

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  • 05/03/2010 - 09:59
    Enviado por: José Eduardo F da Silva

    Mais do mesmo! Depois do Al Gore com seu fatalismo ambiental chega mais um lixo às telas. Desta vez quem patrocina? ONG’s? União Européia? EUA? agricultores japoneses? Quero assistir ao filme, mas a visão crítica deve prevalecer.
    Com o passar do tempo a tecnologia de produção melhorou. Os defensivos tornaram-se mais seguros (banimos clorados e outros defensivos muito nocivos à saúde e ao meio-ambiente há tempos); melhoramento genético de plantas e animais garatem maior produtividade com menores externalidades; técnicas de adubação verde, rotação de culturas, plantio direto tornaram-se mais comuns. Ganhamos escala nas indústrias, no aprimoramento da logística (apesar da situação caótica no Brasil); avançamos na segurança dos alimentos com técnicas de qualidade total, de APPCC e outras. Os consumidores tornaram-se mais seletivos, a informação é mais difundida e as empresas estão atentas a isso. Trocar de marca, comprar pela internet ou entrar na loja do vizinho custa muito pouco para consumidores no mundo inteiro. A globalização tem esse poder de elevar o nível da concorrência. Os orgânicos e outros produtos “fair trade” passaram a frequentar as gôndolas dos supermercados e são mais uma alternativa, mas nunca estarão sozinhos. O quadro é irreversível, ainda bem! Estamos avançando em direção à qualidade, à produção sustentável, ao respeito ao consumidor. A cadeia produtiva que não fizer isso vai sumir do mercado, pois os consumidores trocarão seus produtos por outros.
    Filmes como esses estão a serviço daqueles que não querem avanços, que lutam para manter seus subsídios e privilégios nos países ricos e naqueles em que o populismo e a hipocrisia prosperam. Produtores que não se tornarem empresários rurais não sobreviverão no mercado. Ces’t la vie!

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  • 05/03/2010 - 15:16
    Enviado por: Giana Pontalti

    Na semana passada estava eu comendo e pensando no que eu estava comendo, estou começando a me preocupar. O Histórico de câncer em minha família é alto, será que a incidência das doenças não estão relacionadas com os “aditivos”, os “aceleradores” utilizados na alimentação de hoje? Certamente sim. É hora de pensar e de atuar de forma diferente como consumidor.

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  • 06/03/2010 - 07:25
    Enviado por: Mari

    Ainda não vi o filme, mas gostaria de saber se há os dois lados da moeda nessa história, pois todos apontam para a cadeia de produção como a grande vilã destruidora da saúde e do meio ambiente, mas ninguém abre mão de comer um bom churrasco, de utilizar a praticidade que uma caixa de leite longa vida oferece e de comer hamburguer, etc. Os consumidores deveriam acompanhar a realidade da produção agro em seus países e ver de perto o que é real e o que não é. Acredito que dessa forma muitos mitos seriam quebrados. Antes de apontar, vá conhecer e se informar.

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  • 07/03/2010 - 06:43
    Enviado por: Dr.Anthony Mohammad

    Temos que estar no apoio das comidad naturais e mais verduras na mesa do brasileiro.
    Esta comprovado em estudos que um prato colorido e mais saudavel.
    Temos as propiedades das verduras e tudo mais.
    A um frango com certa quantidade de gelo e mais pesado nao pela sua concistencia carnal mas pela substancia a mais de agua congelada. Entao que fiquemos atentos.

    Dr. Anthony Mohammad
    filosofo e pesquisador

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  • 07/03/2010 - 08:11
    Enviado por: João Brasileiro, maior, vacinado e invocado.

    Andrea, podemos definir a situação privilegiada do equilibrio sustentável no Brasil com uma única frase bem sacada: ” o Rio de Janeiro MATA e a amazonia DESMATA”.

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  • 08/03/2010 - 15:22
    Enviado por: daniel

    Como se vai baratear o preço de um produto aumentando a demanda, se esse produto se caracteriza pela baixa produção.

    O agro-negócio é a ferramenta para a sustentabilidade. Maior produção em menor tempo e com menor esgotamento dos recursos naturais é a solução e não o desperdício de matéria-prima utilizando técnicas do século retrasado para produzir comida.

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  • 14/03/2010 - 21:23
    Enviado por: Johnny

    Parabéns pela nova diagramação do blog! Está mais agradável e com o aspecto mais profissional. Eu ajustaria apenas o tamanho da painel do Youtube pra menor. Se o leitor quiser aumentar pode fazer o zoom usando o mouse. Mas isso é detalhe, afinal o conteúdo é mais importante que o continente, certo? É o que nos faz sempre voltar aqui! Abs, Johnny

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  • 26/03/2010 - 11:03
    Enviado por: Paulo

    Como vcs vêem o fato de que ao menos um bilhão de humanos não têm água de qualidade nem comida suficiente, além da maioria dos habitantes morarem em zonas urbanas? como fechar essa equação sem um modelo de produção em larga escala?

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  • 29/03/2010 - 22:18
    Enviado por: Rajiv

    VEGETARIANISMO é a solução para muitos, muitos problemas de saude, ecologia, ambiente, violencia…

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  • 17/09/2010 - 10:28
    Enviado por: Dica de filme: Food, Inc. | Café Donuts

    [...] via Andrea Vialli [...]

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  • 07/11/2010 - 23:46
    Enviado por: Jhonis Pessini

    assisti e recomendo :)

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