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Andrea Vialli

01.junho.2010 17:43:20

Contra o aquecimento global, planejamento familiar

adbusters2

Desde que o aquecimento global se tornou comprovadamente um fenômeno agravado pela ação humana, não faltam mecanismos e ferramentas para ‘compensar’, ‘mitigar’ ou ‘neutralizar’ nossa contribuição às mudanças climáticas. Do mercado de créditos de carbono preconizado pelo Protocolo de Kyoto, onde países ricos podem comprar títulos de emissão de CO2 reduzida dos países em desenvolvimento, até a febre das ‘neutralizações de carbono’ – espécie de autoindulgência de empresas, eventos e até pessoas físicas, que pagam para plantar árvores para reduzir a pegada ecológica de suas empreitadas.

Mas o que propõe a Optimum Population Trust, organização filantrópica britânica, é uma compensação de carbono não por meio do plantio de árvores, mas pelo incentivo ao controle da natalidade e educação sexual junto a populações menos favorecidas. O argumento é racional – afinal, com menos gente no mundo, é possível rumar em direção ao que a OPT chama de ‘população sustentável’ – que, grosso modo, não deveria passar de 5,1 bilhões de habitantes.

A entidade lançou a já controversa ferramenta PopOffset, onde o cidadão pode compensar suas emissões de carbono ao ajudar a população mundial a crescer em níveis mais moderados. Com uma calculadora online, você pode fazer o cálculo do quanto quer reduzir suas emissões de gases estufa e reverter sua pegada ecológica em recursos para projetos de planejamento familiar que a OPT apoia em países em desenvolvimento. No site, qualquer pessoa pode calcular quanto deve pagar para compensar suas emissões – a reportagem da revista Página 22, especializada em sustentabilidade, fez uma simulação, que pode ser lida aqui.

O principal argumento do PopOffset é que a população do mundo não pode continuar crescendo indiscriminadamente. Além das limitações físicas e dos ecossistemas – mais gente, mais pressão sobre os recursos naturais para que as pessoas comam, se desloquem, trabalhem – existe a questão de que há pelo menos 200 milhões de mulheres em idade fértil em todo o mundo que não querem engravidar, mas ao mesmo tempo não têm acesso a métodos contraceptivos eficientes, segundo a OPT.

De toda forma, a ferramenta é polêmica e tem todo potencial para atrair a ira de entidades religiosas e de quem discorda de que a população do mundo precisa ser controlada. E mais: os críticos da ferramenta dizem que a questão não é o número de pessoas no mundo que impacta o equilíbrio do Planeta, e sim o grau de consumo de seus
habitantes. Um americano tem impacto muito maior do que um africano ou morador de Bangladesh. Esse argumento, no entanto, se desmontaria a longo prazo, pois à medida que um país enriquece, seus habitantes tendem a copiar o modelo de consumo dos países ocidentais.

A pergunta que fica é: se não se pode interferir no direito das famílias à natalidade, como supor que realmente a Terra tem condições de prover as necessidades de 9,5 bilhões de habitantes, a população estimada para 2050? Eu tendo a acreditar que é necessário ter menos gente na casa para que todos possam viver em condições dignas, bem alimentados, com educação de qualidade e uma vida razoavelmente confortável.

Ou não? Qual é sua opinião?

comentários (78) | comente

78 Comentários Comente também
  • 01/06/2010 - 19:04
    Enviado por: Rômulo

    Andréa, acho que é bastante lógico e evidente que o controle de natalidade é uma necessidade. Afinal, se ‘nada se perde, nada se cria, tudo se transforma’, temos de limitar o número de consumidores dos recursos existentes. O diacho é contornar a parte retrógrada do planeta e convencê-los de que isso é necessário.

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    • 01/06/2010 - 21:35
      Enviado por: JUNIOR

      PARA TER UM CONTROLE DE NATALIDADE E PRECISO DE EDUCAÇÃO COM INFORMAÇÃO PARA QUE ATRAVES DA EDUCAÇAO O INDIVIDUO ANALISE SOBRE A SITUAÇÃO DE POR UM FILHO NO MUNDO.O FILHO NÃO E DO MUNDO E NOSSO E PRECISO MUDAR A CABEÇA DAS PESSOAS ATRAVES DA EDUCAÇÃO .

      ]]]]]]]]

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  • 01/06/2010 - 19:15
    Enviado por: Edinézio

    É mais fácil dizimar diretamente os moradores de países pobres, tomar as terras deles e transformá-las em condomínios luxuosos para os habitantes dos países ricos; evidentemente, deve sobrar o número de pobres suficiente para cuidar das lavouras, limpar banheiros, etc. Acho que um tal de Adolpho teve idéias semelhantes em um país germânico há algumas décadas, mas não conseguiu colocá-las em prática. Quem sabe agora …

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  • 01/06/2010 - 19:16
    Enviado por: sergio augusto

    Racional é o rico consumir menos. E não continuar a consumir cada vez mais, engordando como porcos, consumindo combustivel acima das necessidades do dia-a-dia, mas em barcos, aviões, lanchas e depois, como sempre, pedindo ao outro o menos.
    No caso, menos filhos.

    Verifique que quem sustenta essas tais entidades filantropicas são os ricos; que pede são os ricos e quem pode é o rico.
    Rico, ridiculo.
    Coma menos, tudo menos e voce tinha que pensar.

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    • 01/06/2010 - 19:50
      Enviado por: Andrea Vialli

      Acho que é o que todos estamos fazendo aqui, não é Sergio? Pensando juntos. Obrigada por visitar o blog, abraços!

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  • 01/06/2010 - 19:19
    Enviado por: Marco

    Quanto a quantidade de pessoas no planeta:
    O problema nao sao as massas, mas sim a monoria que detem o poder monetario e seus interesses.

    Algumas pessoas vivem como na Matrix e gostam, sao prisioneiras e as vezes nem sabem. Mas ha aqueles que adoram.

    Concordar com a nao proliferacao da raca humana e totalmente contra as leis do Eterno.

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  • 01/06/2010 - 19:23
    Enviado por: Maria Cecilia

    Concordo plenamente, tanto que decidi náo ter filhos e sou muito bem casada e feliz (daríamos ótimos pais), mas entendemos que a sociedade não seria boa para nossos potenciais filhos… Quantos crétidos temos por nossa decisão??

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  • 01/06/2010 - 19:26
    Enviado por: Ricardo Billi bernardo

    Acho complicado isso dar certo, primeiro: nunca um país em desenvolvimento vai conseguir alcançar o nivel de desenvolvimento dos paises, por exemplo, do G8, chamados desenvolvidos. é necessário que esses países continuem pobres, é necessário existir mão-de obra reserva para que a média salarial sempre seja baixa, se não, não existe lucro nas operações financeiras mundiais. o fato é mais complicado do que simplesmente reduzir a populações pobre, essa mal consome, os criticos a essa idéia (de reduzir o consumo) e que adotam esse critério estão certos. Temos o exemplo de Portugal e Grécia, que tem sua população controlada e para aderir ao euro fizeram diversos cortes em programas sociais e “gastos” públicos com educação, saúde, etc… o welfare state está colocado em cheque há muito tempo. Vivemos em uma economia de mercado, nesse quesito pouco importa o numero da população, o importante é o número de consumidores.
    nós perdemos o direito de produzir nossos proprios alimentos. será que isso poderia ser devolvido a nós? isso pode ser considerado um retrocesso, mas acho que poderiamos melhorar muito nossa situação… não sei essa idéia soa utópica, mas a industria poderia de fez em quando deixar de ser a unica fornecedora de alimentos da humanidade.

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    • 01/06/2010 - 19:43
      Enviado por: Andrea Vialli

      Esse ponto que é preocupante, Ricardo. A ‘inclusão’ social em muitos países emergentes está se dando pelo consumo em si, não por melhores condições de vida (saúde, educação). Isso está ocorrendo no Brasil: comemoramos o aumento da classe média pelo número de carros a mais nas ruas e venda de geladeiras. Nossos serviços públicos deixam muito a desejar… abraços!

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  • 01/06/2010 - 19:32
    Enviado por: Nei

    Eu vou ter muitos filhos :-)

    O problema não é a quantidade de pessoas, mas a atitude de vida das pessoas. Essa lógica da OPT é simplista demais e isso já basta para que a teoria não funcione na realidade.

    E acho que se você continuar pensando assim, de modo meio “radical”, tem grandes chances de encontrar muita tristeza, principalmente na sua velhice.

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    • 01/06/2010 - 19:52
      Enviado por: Marimar

      Eu acredito que você também encontrará muita tristeza na sua vida. A de morrermos todos em função de teriorias simples demais e sem ação concreta.

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    • 01/06/2010 - 21:53
      Enviado por: Miriam

      Principalmente na velhice?!? Hahaha!!! Ora… filho não é previdência privada! Faça-se auto suficiente (financeira e emocionalmente) e não precisará ser um fardo nas mãos dos seus (existentes ou futuros) descendentes.

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  • 01/06/2010 - 19:36
    Enviado por: Amanda

    Não concordo, essa não seria a solução para a poluição, mesmo sendo bom sempre cortar o mal pela raiz, nesse casa alem de ridiculo não seria tão facil.
    Primeiro por que teria que botar na cabecinha das pessoas menos favorecidas os metodos de prevenção oque já é feito por outros inumeros motivos e não adiantou em nada, e segundo que nós temos o direito de ter quantos filhos quizermos, liberdade de escolha aonde fica?

    Claro que tem que haver um controle de natalidade, mas não por esse motivo, pois alem de não resolver nada, vai causar muita polêmica.
    O ser humano tem que acordar e perceber o que foi feito e destruido não tem mais volta, os rios poluidos, o ar, o solo não tem volta, o que podemos fazer é preservar oque nos resta, se cada um tivesse a conciencia disso talvez não tivessemos nessa situação agora.
    O ser humano tem recursos fnanceiros, e capacidade mental de desenvolver outro tipo de conbustivel para subistituir o fossil, isso já seria um grande alivio para nossos pulmões, mas ao inves de desenvolver algo que seja produtivo para nosso planeta, perde tempo e dinheiro com coisas inversas a isso.
    Estamos perdidos, tudo que o Homem fez se voltará contra ele, não será em 2012, mas não estamos livres do fim, só podemos adia-lo um pouco talvez.

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  • 01/06/2010 - 19:37
    Enviado por: candide

    A Optimum Populations Trust podia começar com um suicídio coletivo de seus membros, poupando-nos e à humanidade de gastar carbono com idiotices… Eles já viveram o suficiente e gastam muito mais carbono que um recém-nascido que, por sinal, não dirige automóvel e tem flatos (peidos para os ignaros) com menor volume de gases…

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  • 01/06/2010 - 19:45
    Enviado por: Marimar

    Andrea,
    Concordo com a idéia. Há muito tempo penso sobre a questão, qual a razão de ainda não haver o controle de natalidade.
    Também por que não ser obrigatório já, neste momento, que todos os novos projetos arquitetônicos tenham implantação de captação de energia solar e canalização e aproveitamento de água de chuva?

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  • 01/06/2010 - 19:53
    Enviado por: Felipe

    Eu acredito que parte da sociedade já se incline naturalmente para esse tendência de ter menos filhos. Hoje é difícil encontrar alguém com 20-25 anos que tenha mais de dois irmãos, e no futuro, será cada vez mais raro encontrar alguém com mais de 1 irmão. Isso é uma realidade no Brasil, na américa (há exceções), e talvez ainda mais intensivo em países mais ricos. A superpopulação em países como a China e Índia se configura em um problema social, e deve sim ser remediado com projetos de educação sexual (principalmente). A China, um país com uma cultura muito diferente da nossa, achou de bom grado impor uma política de redução da natalidade, e de certa forma funcionou. Mas nós não queremos algo assim, sobretudo na sociedade ocidental isso é quase inaceitável. Acho viável disseminar a educação sexual e o planejamento familiar, mas acho que para um desenvolvimento mais sustentável, é necessário reeducar o consumo e o modo como é feito a produção. Infelizmente, , eu acredito que só haverá mudanças realmente efetivas quando o preço de poluir (o incômodo) for maior do que o próprio consumo, for maior do que o bem estar de se consumir sem se preocupar com o meio ambiente. E ai teremos mudanças nos padrões de consumo e produção, mas nem de longe acredito que as pessoas começarão a reduzir o seu consumo, ou coisa do tipo, isso ninguém faz, só quer que os outros façam. Além disso, o petróleo, a energia nuclear, hidrelétricas, o carro a gasolina, serão coisas que nos acompanharão por um bom tempo ainda

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    • 01/06/2010 - 19:55
      Enviado por: Andrea Vialli

      Exato, Felipe. Hoje a taxa de natalidade da mulher brasileira é 2,1 filhos por mulher. Obrigada pela visita! abraços!

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  • 01/06/2010 - 20:03
    Enviado por: Wolguinei Santiago

    Esta idéia é ridicula!
    Como já disse alguém noi inicio, é muito facil dizer aso outros faça isso e ira melhorar. E os Estados Unidos, estão colocando em pratica o Tratado de Kioto?
    E os demais paises ricos, estão colaborando de que forma?
    Controlar taxa de natalidade é dar “tro no pé”, já dizia minha mãe. O que paises como a Franca, por exemplo, estão fazendo quando sua populacao comecou a ter crescimento negativo? Está pagando mães para que tenham filhos!

    Como já disse, esta ideia é ridicula!

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  • 01/06/2010 - 20:12
    Enviado por: Rodrigo

    Contra o aquecimento global e um mundo honesto no que se refere à qualidade de vida… não só o controle de natalidade é importante, mas também a mudança de habitos de consumo das pessoas, a sustentabilidade, a inovação tecnológica a favor do bem, o uso correto de recursos naturais, disseminação de um sentimento de comunidade em contraposição ao individualismo atual, de respeito ao próximo e a todos os seres vivos… não encaremos o problema de forma míope…

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  • 01/06/2010 - 20:15
    Enviado por: Marcio

    Andrea,

    Excelente abordagem do problema. O nosso planeta tem limite de lotação sim, e não existe sociedade que não queira consumiar mais e mais. Os norte-americanos consomem mais pois tem condições, mas lá o consumo chega ao exagero. Veja o que está acontecendo no Brasil das classes C e D de hoje oriundas da antiga classe E. A mudança de classe social implica aumento de consumo idependentemente da cultura. Como fazer é fácil, é só dar educação de qualidade para o povo carente, que isso acontece naturalmente. Não sei ao certo, mas a taxa de natalidade entre mulheres brasileiras escolarizadas é de 1,2 filhos. Fazem isso para oferecer um bom padrão de vida aos filhos e para ter o mínimo de conforto em família (quase 100% dessas mães trabalham). Mas educar o povo não é prioridade de quem não teve educação e que se beneficia da ignorância alheia. Um dia isso muda por aqui…

    Obrigado.

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  • 01/06/2010 - 20:19
    Enviado por: Rodrigo

    Infelizmente quem consome pouco, quem não troca de cel pelo menos 2 vezes ao ano é visto como “careta”, “retrogrado”… a mudança de paradigma tem que ser medular… a industria também tem responsabilidade na fabricação de produtos que prejudiquem menos o meio ambiente, pensar no produto não somente no que se refere ao uso, à garantia, à manutenção… mas também pensando no final do ciclo… o descarte. controle de natalidade sim, mas acompanhado de mudanças de paradigmas.

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    • 01/06/2010 - 20:21
      Enviado por: Andrea Vialli

      Esse ponto é importante, Rodrigo. O paradigma do extrai-fabrica-descarta está nos levando à exaustão. Obrigada pela presença, abraços.

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  • 01/06/2010 - 20:24
    Enviado por: Marco

    “lida aqui” pede usuário e senha, que eu não encontrei nesta reportagem, poderia fornecer?

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  • 01/06/2010 - 20:36
    Enviado por: lidiane andrade

    Acho válida a intenção de controlar a natalidade. Porque a população mais pobre geralmente engravida pensando na renda que terá, porque hoje em dia, no brasil, ao menos, quanto mais filhos um pobre tiver, mais ele ganha no bolsa-família.

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  • 01/06/2010 - 20:42
    Enviado por: Favascontadas

    Desde que alguem nasça deveria não só plantar, mas preservar os rios, as praias que frequenta, imagine a distruição todo uma vida desde do nascimento a até a morte.
    pessoalmente acho que as pessoas deveria pará de ter filho isto seria inteligente e sensato.

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  • 01/06/2010 - 20:49
    Enviado por: Camila Almeida

    Tenho um filho de 5 anos, hj ja esta muito dificil a educaçao fico tambem muito, precupada com o futuro dele pois no seculo 21 ja e diferente dos outros minha mae, minha avó e tios contam como viviam atigamente nada disto q hj acontece era visto mulheres vamos pensar milhoes de vezes antes de colocar um inocente pra sofrer neste mundo se vc ja tem um cuide deste com carinho e amor e faça o melhor por ele….. Pois o amnaha so a Deus pertence vamos ter fé e tentar fazer deste mundo melhor para o futuro……..seja compreensivo….viva intensamente cada dia e seja amavel pois o amor constroi tudo…….

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  • 01/06/2010 - 20:52
    Enviado por: Camila Almeida

    concordo plenamente com vc…parabens pois ainda a pessoas pensando no futuro e nao so no hj…….

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  • 01/06/2010 - 20:59
    Enviado por: Aline

    AHM

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  • 01/06/2010 - 21:07
    Enviado por: Aline

    Me faz rir, pessoas tão mediocres, mizeráveis que não sabem o que faz. Quem deve escolher quem morrerá e quem viverá é somente ele: DEUS, não existe diferenciação de classes menos ou mais favorecidas, no minimo vc Andrea e turminha gastam mais do que o necessário e não tem direito algum de tirar a vida de ninguém, pois ninguém vem ao mundo se não por Deus. E a respeito dos religiosos, pensem direitinho pois quando morrerem vcs vão diretinho para o inferno, e daqui algum tempo a população inteira vão saber o verdadeiro significado da vacina h1n1: esterminar raças humanasssssssssss, pra quem não sabe. Ricos talvez continuem, mas no inferno.
    NINGUÉM TEM O DIREITO DE TIRAR A VIDA DO OUTRO, OU NUNCA ESTUDARAM, PARA SABER, ALIAS NÃO PRECISA É BEM CLARO. OU SEJA CEGOS E COM SEDE DE MAIS DINHEIRO. Quem resoverá esta questão vcs sabem quem e será breve, muito breve.

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    • 02/06/2010 - 14:37
      Enviado por: Nilton

      Ah! Pára,ô! Pobre Deus, quanta idiotíce jogam nas costas d’Ele! A César o que é de César, a Deus o que é de Deus!

      Fico pasmo que as religiões me venham com essa de ‘crescei e multiplicai-vos e dominem a face da Terra’. Pensamentozinho mais antiguado e tacanho. É iguam muitas anedotas em que o homem faz isso e aquilo e, quando dá errado, põe a culpa em Deus – tipo aquela em que o crente no meio da enchente subiu no telhado, veio um com uma canoa pra o salvar e ele disse que deus o salvaria, depois os bombeiros com um bote a motor, depois o exército com um helicóptero e o cara sempre com a mesma resposta. A água subiu e ele se afogou. Quando chegou no céu foi tirar satisfação com Deus e esse respondeu ‘Filho, mandei uma canoa, uma lancha e um helicóptero, por que tu não subiu em nehnum deles?’.

      Igual um parente meu, evangélico. Sete filhos, cada vez que a mulher engravidava era de alto risco. falamos pra ele ‘Meu, pára com esse negócio de fazer filho’ e ele “É Deus que os manda…’

      Incrível como o Homem faz das suas e quando dá errado sempre é culpa de outros!

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  • 01/06/2010 - 21:12
    Enviado por: mauricio valadares

    É uma acao realmente polêmica essa de controlar a natalidade. Quem sabe se a ação não fosse dirigida a natalidade em sí mas sim a educação. É fato que sociedades mais educadas tem menos filhos por casal (quando há casais). O simples fato da pessoa racionalizar que vai ter que cuidar do filho, dar amparo, proteção, saúde, educação, abrigo, amor, etc, etc, já diminui o número de filhos.

    Um dos fatores que contribuem em muito o aumento da população é o avanço da medicina e a redução do número de guerras. Isso, não faz muito tempo, a cada período dizimava um volume grande de gente. Desta forma podemos colocar um contra-ponto ao argumento do aumento de população non-stop com o aumento do risco de pandemias. Durante a pandemia da gripe se falava que mais de 20% da população mundia podia ser infectada (mais de 1 bi) e que essa população teria uma mortalidade acima de 10%, ou seja, numa tacada só teríamos a morte de 100 milhões de pessoas.

    Quem sabe não deveríamos promover mais filhos, com cruzamentos genéticos mais variados, para garantir a sobrevivência de espécie ao longo das eras… se tivermos a petulância de imaginar o homem no mundo daqui a 1000 anos, deveríamos pensar seriamente nisso…

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  • 01/06/2010 - 21:19
    Enviado por: sergiomagrão

    Já passou da hora de levar a sério o controle da população no planeta.

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  • 01/06/2010 - 21:22
    Enviado por: cláudio

    finalmente. melhor saude emprego, salario, educacão e natureza salva será conseguida com diminuição da população. Só que parece tabu falar disso.

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  • 01/06/2010 - 21:25
    Enviado por: Hieros Rone

    Só os pouco informados acham que existe algum aquecimento global que não seja um ciclo natural do clima terrestre, e os muito desinformados, que pensam que o CO2 é o responsável pelo aquecimento da Terra e pior, os enganados e iludiods, que acreditam que o CO2 crescente é de origem antropogênica. Aquecimento global, a grande metira mais descarada e sem vergonha jamis vista em toda história da Ciência, perpetrada pela ONU.

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  • 01/06/2010 - 21:26
    Enviado por: Luís Emilio de Moraes

    Acredito que o incentivo ao controle da natalidade e educação sexual junto a populações menos favorecidas é sim benéfico nos mais diversos pontos de vista, como na economia, na saúde, na educação e até mesmo no meio ambiente.
    Ocorre que a simples ideia da utilização deste único método para compensação de carbono, na minha opinião, não mudaria nada.
    O impacto ambiental que assola a humanidade está nas grandes indústrias munidais, principalmente as norte americanas, que fazem lobby para que o Estado se recuse a assinar protocolos e convenções pró-vida. Realmente, nos dias de hoje, o que importa para os corporativistas não é a qualidade de vida que se pretende deixar às gerações futuras, mas sim os dividendos que perpetuarão até sabe-se lá quando.

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  • 01/06/2010 - 21:30
    Enviado por: marcel antoni

    há tempos vinha debatendo sobre isso,muitas vezes mal visto e interpretado pelas pessoas,é sem dúvida a mais importante questão a ser debatida, mais por questões muito complicadas são simplesmente ignoradas por pessoas que deveriam colocar à tona ……

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  • 01/06/2010 - 21:37
    Enviado por: Gustavo Prado

    Concordo plenamente com essa idéia.

    Eu li todos os comentários que escreveram aqui, e percebi que algumas pessoas não entendem o ponto: controle de natalidade para TODOS, não só para os pobres ou países de terceiro mundo. Pensem na idéia de forma pura e simples. Sei que é difícil dissociá-la da religião e da política, mas a analisem apenas desta forma.

    Eu acredito em Deus, e acho uma ignorância tremenda achar que o controle de natalidade pode ser contra as leis do “Divino”. Deixemos de lado a religião da forma como ela é pregada. Também acho um absurdo todas as religiões que condenam duramente métodos contraceptivos ou de controle de natalidade. Não dá para ter essas idéias nos dias atuais. Nosso planeta está entrando em colapso. Se algo do gênero não for feito, em pouco tempo a raça humana (que já está sentindo) sentirá duramente a reação do desequilíbrio causado pela superpopulação e por outros problemas causados pelo homem.

    Controle de natalidade é uma necessidade mundial. Eu venho falando isso há anos, e o assunto praticamente nunca é abordado. Parabéns pela matéria.

    Gustavo

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  • 01/06/2010 - 22:01
    Enviado por: pedro igor

    É a coisa que melhor eu faço! Não quero ser um “robo”! As brasileiras são as mais bonitas do mundo! Deixe a vida me levar…

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  • 01/06/2010 - 22:05
    Enviado por: Carlos Maldonado

    Concordo plenamente, pois, não somente a questão do carbono estará equacionado. No caso do Brasil, estaremos matando dois coelhos com uma cajadada. Aqui, temos uma enorme indústria, que classifico como a mãe da desgraça Brasileira, que é a da paternidade irresponsavel. Esta indústria, alimenta outras sub indústrias da desgraça, tais como da mortalidade infantil, da indústria das creches, da merenda escolar, do analfabetismo, do menor abandonado, do trafico de drogas, de armas, da prostituição infantil, do subemprego, dos sem profissão, das penitenciarias e a da exploração política do pobre (bolsas familia, gás, escola, etc.). É muito bem vinda esta iniciativa, pena que no Brasil, os que se alimentam das nossas desgraças, isto é, religiosos, políticos, traficantes, banqueiros, Medicos obstetras, indústria farmacêutica, Casas Bahia, Rede Globo. Fique bem claro, pobre não é aquele que tem pouco dinheiro ou bens materiais e sim aquele que não tem nada na cabeça e, pior, não quer ter.

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  • 01/06/2010 - 22:22
    Enviado por: Planejamento familiar e aquecimento global « Duo Lumina

    [...] Andrea Vialle (ecotendências) [...]

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  • 01/06/2010 - 22:31
    Enviado por: Ana Suzina

    O tema é delicado.
    Por um lado, pouco – ou nada – se comenta sobre políticas de incentivo ao crescimento da população, como as que existem em vários países europeus, em que o governo ajuda financeiramente as famílias que têm a partir de dois, três filhos. Sabemos que existe a justificativa de que países com população mais velha precisam aumentar a taxa de natalidade para garantir impostos pagos que mantenham aposentadoras e outros custos públicos. Mas me pergunto por que incentivar o aumento de natalidade é menos polêmico do que proporcionar informação que permita às pessoas tomar melhores decisões sobre quantos filhos pode ter.
    Por outro lado, há que se ter muito cuidado com o assunto para evitar que políticas de controle de natalidade levem a situações brutais, como o que acontece com as bebês chinesas, descartadas porque a família só pode ter um filho e prefere que este seja um menino.

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  • 01/06/2010 - 22:33
    Enviado por: Ana Suzina

    De um jeito ou de outro, com ou sem política de natalidade, é evidente que a cultura de consumo é determinante do volume de recursos uilizados para prover a população do mundo e isso precisa ser questionado. No caderno especial do Estadão, neste domingo, sobre o perfil do eleitor brasileiro, um gráfico mostra que 40% dos brasileiros estão nas classes D e E. Apenas 10% estão nas classes AB. Estes últimos, certamente, consomem muito mais do que precisam, e os primeiros estão loucos para fazer o mesmo.
    Minha utopia é uma situação em que todos tenhamos mais senso de comunidade, pensando e agindo de modo que todos tenham acesso ao que é necessário, com a responsabilidade/solidariedade que nos faz decidir melhor sobre todas as coisas e abrir mão daquilo que poderia até nos dar uma alegria, mas colocaria em risco o equilíbrio do conjunto.

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  • 01/06/2010 - 23:53
    Enviado por: Tweets that mention Contra o aquecimento global, planejamento familiar | Andrea Vialli -- Topsy.com

    [...] This post was mentioned on Twitter by fjunior, breddy and daniel chiaretti, EDU SARSUR. EDU SARSUR said: Contra o aquecimento global, planejamento familiar: http://bit.ly/bkKqci [...]

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  • 02/06/2010 - 00:31
    Enviado por: Marco Antonio

    Não existe prova alguma que o homem colabora para alteraçao do clima, nenhuma, isso tudo é uma forma hitlerista para eugenia, só vai viver os mais adequados. Estamos hoje diante do preconceito humano, pessoas que não aceitam que outros existam, pessoas que querem dizer quantos podem nascer e quem poder ter filhos, isso se chama loucura, demenência, pobreza moral, falta de valores e vazio existencial, e para preencher inventam um mal e se alegram como uma solução facista. Tenho 4 filhos, por isso digo, tenham filhos, gerem vida, pois a vida sempre encontra uma solução, é vida gera vida, gera esperança, quem é contra vida só deseja a morte, a morte dos outros é claro. E como fica a falta de nascimentos na Alemanha, Itália, Russia, Japão, que não conseguem repor a população? que correm o risco de em 100 anos não mais existirem como povo e nação?

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    • 07/06/2010 - 01:20
      Enviado por: Gustavo Prado

      Caro Marco Antônio, como não existem provas de que o homem não colabora para a alteração do clima???? Queimadas, desmatamento, aquecimento global, alterações de ecossistemas, poluição excessiva, e confirmações científicas de que estes assuntos interferem no clima não são provas?

      E mais, o que você prefere? Que um ou outro país possa ter problemas com baixa taxa de natalidade ou que o planeta todo tenha problema??????

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    • 07/06/2010 - 01:47
      Enviado por: Gustavo Prado

      CORRIGINDO…

      E mais, o que você prefere? Que um ou outro país possa ter problemas com baixa taxa de natalidade ou que o planeta todo tenha problema COM A SUPERPOPULAÇÃO??????

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  • 02/06/2010 - 12:31
    Enviado por: Nilton

    Considerando-se que a produção de alimentos e bens cresce em proporção aritmética e a população em proporção exponencial é de perceber que já passou da hora – e muito! – de se tomar providências e implementar um BOM planejamento familiar (já EU penso que deveria é ficar bem uns bons 20 [vinte] anos sem nascer ninguém, mas isso já é outra estória).
    Isso, junto a uma melhor distribuição de terras para cultivo de alimentos, a um programa de despoluição, reflorestamento e repovoamento da fauna, melhor distribução das áreas habitáceis e de renda mais melhor educação resultariam em uma melhoria enorme da qualidade de vida.
    Mas isso não passa de utopia, não é?

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  • 02/06/2010 - 14:46
    Enviado por: Nilton

    É, sempre aparece uma solução.

    Afinal, onde come um, comem dois. Só que, às vezes, comem a metade…

    Quanto a facismo, nazismo e otros ‘zismos’, depende do ponto de vista. Se um quer ter filho e é impedido, quem impede é o totalitário, se um não quer ter filho é obrigado, quem o obriga é que é o totalitario, não é?

    Em tempo, tenho dois filhos já adultos e em boa situação, mas digo, se fosse para os ter hoje, não os teria. Afinal, como estão as coisas e como parece que vão ficar, pode ser uma demonstração de amor não os ter…

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  • 02/06/2010 - 17:23
    Enviado por: Milton Toshiba

    Acho que se as pessoas que não desejassem
    filhos, realmente não os tivesse, muitos dos problemas que virão seria
    amenizados, entre eles, a fome e o aquecimento global

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  • 02/06/2010 - 18:52
    Enviado por: Antonio Augusto da Costa Carvalho

    Thomas Malthus (1766-1834) tratou do assunto da superpopulação em 1798 e da inviabilidade do crescimento em progressão geométrica da população de homens.
    O planeta abriga milhões de espécies diferentes que se complementam em equilíbrio perfeito e constante. No Alasca durante 50 anos observaram as populações de alces e lobos numa reserva de natureza intocada. A relação de indivíduos sempre permaneceu a mesma com pequenas oscilações para um lado, depois para o outro, sempre próxima do centro.
    Se o homem ocupa parte dessa reserva, vai haver necessariamente uma redução na população das duas espécies, bem como de outras menos visíveis, é o princípio do desequilíbrio. O resto nós já conhecemos, efeito estufa ou aquecimento global como queiram. Não se pode dizimar outras espécies como estamos fazendo nem acreditar que a espécie humana é mais importante que as outras nos esquecendo que somos parte da cadeia perfeita que a natureza nos presenteou. O homem é mais um não o único.
    Já na Idade Média o homem descobriu que a Terra não era o centro do universo e espero que possamos começar a pensar que o homem não é o centro da Terra.

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  • 03/06/2010 - 07:19
    Enviado por: Lisandro Hubris

    Quer conhecer um jeito fácil de acabar com 99% das crianças de rua?

    Você sabia que em 1973, uma Cidade do EUA decidiu que o aborto seria permitido sem restrições, e outra Cidade, mesmo legislando sobre a biologia das mulheres, determinou que o aborto fosse proibido em qualquer circunstância?
    Cerca de 20 anos depois, na Cidade onde o aborto foi PROIBIDO a criminalidade AUMENTOU cerca de 30%.
    Já na cidade onde o aborto foi PERMITIDO, a criminalidade DIMINUIU cerca de 95%…
    E também diminuíram as crianças de rua, os mendigos, os filhos rejeitados, etc.
    Explicação
    Como a maioria dos delinqüentes, mendigos e crianças de rua, são filhos não desejados, filhos sem pai ou criados por mães malucas…
    Ao liberar o aborto e fornecer meios para que as mulheres pudessem escolher se desejam ou não ter filho, só teve filhos as que estavam dispostas a investir na sua prole, e os futuros delinqüentes nem chegaram a nascer…

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  • 03/06/2010 - 11:38
    Enviado por: Alexandre C.

    Neo-Mauthusianismos à parte, é evidente que não podemos nos multiplicar indefinidamente. Resta apenas convencer a Igreja a parar de condenar métodos anti-concepcionais, além de conter os ânimos dos ativistas “anti-imperialistas” (órfãos do comunismo defunto) que certamente acusarão os países ricos de tentar esterilizar e eliminar os mais pobres.

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  • 03/06/2010 - 12:07
    Enviado por: Fey

    Só pelo fato de ter atraído tantos comentários nesse post, mostra que o assunto desperta opiniões acaloradas.
    Deixando de lado a religião, o fla-flu do rico versus pobre, do consumismo versus pobreza repartida utópica, a dúvida da influência do homem no clima, que ao meu ver são todas idéias rasas, tento aqui escrever o lado pragmático da proposta:

    1- Acho a medida coerente. Mesmo que por meio de algum movimento utópico internacional passássemos todos a consumir menos, com a população aumentando exponencialmente o planeta não agüenta. É a mesma analogia da bactéria nociva se reproduzindo dentro de um paciente: assim que o corpo do anfitrião morrer, as bactérias que até então moravam dentro morrerão também (com excessão daqueles que conseguirem achar um novo anfitrião), e eles não precisam ser exatamente ‘consumistas’ exagerados, bastam apenas reproduzir-se descontroladamente e ir agravando a doença.

    2- A medida é mais coerente ainda porque ela não impõe uma obrigação, mas tenta MOTIVAR o controle de natalidade e educação sexual pressionando financeiramente AS EMPRESAS. Oque é diferente de esterelizar mulheres e homens a força, ou criar uma lei de ferro pra proibir de ter filhos como alguns aí acima estão imaginando.

    3- Podemos fazer uma obervação simples que, se cada casal tiver de 1 a 2 filhos no máximo, manteremos o número da população estável. O problema começa quando o número de filhos é maior doque isso óbviamente. Não só isso mas com diferentes nações com diferentes populações, o crescimento descontrolado de natalidade de certos povos acaba criando stress político entre nações pelo controle dos recursos naturais e entra até mesmo em questões raciais.

    4- Alguém acima mencionou que certos países europeus criam programas de incentivo para natalidade e lembrou muito bem que tais medidas são necessárias para manter um número mínimo de contribuintes para sustentar a previdência. Vale lembrar que nesses países, a grande maioria tem apenas um filho por casal e muitos nem tem. A taxa de natalidade por exemplo no Japão onde se aplica esse incentivo também, não chega nem a 2%. Entra novamente a proporção ideal mencionado no item anterior, de ter no máximo 1 a 2 filhos por casal. Em certos países ela está sendo simplesmente menos que 1.

    5- E se alguém acha que o problema está apenas no velho aquecimento global, considere o seguinte: nós já estamos passando por escassez de alimento também. Por mais que os países ricos repartam o seu pão com o mundo todo, a verdade é que não vai ser o suficiente pra alimentar o mundo inteiro. Fora isso temos o problema da poluição e escassez de água também no horizonte se aproximando.

    6- Idéias simplistas como achar que a reciclagem, carros híbridos, e mais tecnologia de energia limpa resolverá os nossos problemas é de certa maneira perigosa. As tecnologias ajudam sim a humanidade a se tornar mais sustentável a curto prazo, mas elas não são soluções definitivas que podem ser abusadas. De fato a reciclagem apenas reduz o gasto de recursos ela não cria um ciclo perfeito como muita gente tende a acreditar.

    7- Já foi dito por mais um comentarista ilustre que com mais educação e melhora de condição de vida, a tendência são os povos ter menos filhos, oque é uma verdade constatada em muitos países. Porém existe um outro lado da moeda: com a melhora das condições sociais, existe também uma tendência da longevidade. Eis o porque certos países começaram a entrar em extremos como reconsiderar a idade da aposentadoria. Mais avanços na medicina provavelmente terá um impacto maior no planejamento familiar, se por exemplo possibilitar a gravidez da mulher em idades mais avançadas.

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  • 03/06/2010 - 18:54
    Enviado por: Seria Silva

    Parabens Ednesio, mas o Adholfo rsrsrsrsrsr ainda esta por dentro das almas das pessoas, sufoca a tal mediocridade aqui por estes lados, sufoca em saber que a pobreza e a alma das negociacoes, e o lucro total dos debiloides,que louco , ainda procuro as pessoas inteligentes, quase chego a total certeza que nunca as encontraremos. Mas que tal castrar a ideologia, os sonhos e so deixar para os ricos ? Humm Ou melhor que tal mostrar aos pobres que o fanatismo leva-os a miseria ? Hummm…sera que isso e bom ? ou e melhor ter varios filhos para poder ser feliz ????? qtas culturas terao que ser destruidas ? Ou construidas ? Enfim voltemos a filosofia, ou mesmo que tal inventar outra sociedade brilhante ? HAAA Adholfo …….bola…bola…

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  • 03/06/2010 - 19:15
    Enviado por: Francisco Alves

    Esse negócio de ter muitos filhos é coisa das tataravós do passado, pois não tinham TV em casa e o entretenimento era fazer filhos.
    As políticas públicas tem que se voltar aos mais jovens, provendo, educação de qualidade, esporte e lazer…

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  • 04/06/2010 - 08:40
    Enviado por: O Fervor Insano da Conspiracionalidade Maravilhática da Suposições, por MaicknucleaR « Blog Oficial de [arquivos txt de] MaicknucleaR

    [...] [Segue documentário "A Farsa do Aquecimento global" produzido pelo Canal 4 Britânico e que nunca foi transmitido pela TV - só lembrando que todos vídeos deste blog só servem para ilustrar ideias, nenhum pode ser tido como prova sobre nada. Não confie neste blog nem nos vídeos nem em sua mãe, faça sua própria pesquisa e creia em você!] .  [...]

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  • 04/06/2010 - 21:44
    Enviado por: Victor

    Quanta bobagem nesta matéria, quanta mentira, pobre mente da Andrea Vialli. Que nosso Senhor tem misericórdia de todos nós.

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  • 05/06/2010 - 13:39
    Enviado por: Paulo Henrique

    Acredito que essa teoria é muito válida e precisa ser considerada pelas autoridades.

    Consideremos a cidade do Rio de Janeiro, com todas as suas favelas crescendo indiscriminadamente. Essas pessoas invadem terras públicas (muitas destas são áreas de preservação), constroem seu barraco (que constantemente chamam de casa) e começam a procriar indiscriminadamente. Essas pessoas que por razões históricas foram abandonadas por governos corruptos e incompetentes agora se tornaram um problema social de proporções gigantescas para apenas uma cidade resolver. Dentre vários dos problemas que as favelas causam tanto no Rio de Janeiro como qualquer outra grande cidade, cito alguns:

    - são celeiros de criminosos da pior espécie;
    - são invisíveis porque criminosos se misturam com a população e o estado muitas vezes não tem como punir os reais infratores;
    - não geram renda e/ou qualquer tipo de arrecadação ao estado ao mesmo tempo em que demandam serviços públicos básicos e assegurados pela constituição, como saneamento básico, educação, saúde, moradia, segurança, etc;
    - em todas as favelas, ha ligações elétricas clandestinas (os chamados “gatos”) além da água encanada, e em ambos os serviços, ninguém paga um centavo pelo que consome;
    - as favelas em geral são consumidores vorazes de recursos do governo (municipal, estadual e federal) em programas sociais, e esses recursos poderiam ser investidos de outra forma, como por exemplo geração de emprego, energia, portos, etc…

    O que quero dizer é que nenhum governante em apenas quatro anos conseguirá resolver esse caos com as metodologias e soluções empregadas atualmente, mesmo porque essa gente cresce em proporções exponenciais enquanto que a arrecadação do Estado não.

    E como garantir qualidade de vida, assegurada pela constituição, a todos os cidadãos? É simples, basta praticarmos o controle de natalidade. É inadmissível pensarmos que a média dos filhos de pessoas menos favorecidas ultrapasse de dois a três filhos (as) por família.

    Quanto o estado conseguir controlar melhor as taxas de natalidade, provavelmente ele terá condições de oferecer a população não simplesmente escolas mas uma educação de mais qualidade; não simplesmente casas mas uma moradia de mais qualidade; não simplesmente mais postos de saúde mas uma saúde com mais qualidade; não mais policiais mas uma segurança pública de mais qualidade; e aí sim quando esse dia chegar poderemos prosperar como cidadãos e principalmente como nação.

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  • 05/06/2010 - 19:30
    Enviado por: Alex

    Muito interessante a reportagem, e também a iniciativa da OPT.
    Como toda questão complexa, não há uma única solução. Acredito realmente que uma população menor exercerá pressões bem menores nos ecossistemas. Mesmo assim, acredito também que o consumo deve ser consciente. Também penso que consumo e consumismo são coisas bastante diferentes, e existe uma enorme confusão a esse respeito.
    Me preocupa demais o preconceito contra ricos que está surgindo com a onda ecológica e aumento de consciência das pessoas, não acho que este seja o caminho.
    Por último, gostaria de dizer que o termo “Pegada Ecológica” refere-se a uma metodologia específica de contabilidade ambiental, que calcula qual a pressão das pessoas e sociedade nos Ecossistemas, não refere-se apenas à Pegada de Carbono. Para mais informações, consulte a Global Footprint Network.
    Parabéns pela matéria!

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  • 10/06/2010 - 18:48
    Enviado por: Inacio Brasil Furtado

    CONTROLE da NATALIDADE? E como os politicos iriam fazer para “criar” um numero cada vez maior de pobres insatisfeitos e formarem seus “currais eleitorais” nos confins de qualquer parte do mundo? O político profissional é a pior coisa que a humanidade já concebeu. Verifique todas as mazelas globais em quaisquer setores da sociedade… lá está o dedo infecto do político profissional a azedar o leite.

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  • 12/06/2010 - 23:10
    Enviado por: Forentina

    Os locais onde mais necessita do controle de natalidade, são os que menos se preocupam com problemas sociais ou futuro do planeta.
    .
    Quanto mais baixo o nível econômico, menos consciência dos problemas gerados.
    .
    Sem contar as regiões, onde a religião predomina sobre o Estado.

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  • 16/06/2010 - 00:04
    Enviado por: B'Hengler

    O controle de natalidade só surte efeito a longo prazo.

    Ele é interessante para resolvermos grandes problemas que a humanidade enfrentará a partir de algumas décadas, como o fim dos combustíveis fósseis.

    Falar que ele surte efeito contra um “aquecimento global” que nem sequer foi provado cientificamente não é condizente com a realidade da proposta.

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  • 16/06/2010 - 08:51
    Enviado por: B'Hengler

    Planejamento familiar funciona apenas a longo prazo e temos apenas poucas décadas até o fim dos combustíveis fósseis, o maior problema enfrentado pelo homem em toda sua existência.

    Espero que a solução da redução populacional não seja feita através das guerras!

    PS: Meu comentário anterior sumiu! Ou é censura?

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  • 16/06/2010 - 08:52
    Enviado por: B'Hengler

    Agora apareceu o aviso da moderação, que não apareceu antes.
    Beleza! Não é censura.

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    • 16/06/2010 - 15:33
      Enviado por: Andrea Vialli

      Olá B’Hengler, obrigada por visitar o blog. Os comentários de quem comenta pela primeira vez são moderados; depois eles entram automaticamente. Abraços, Andrea.

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  • 17/06/2010 - 12:35
    Enviado por: Andre Luiz

    Não adianta falar de controle de natalidade sem falarmos antes de educação, a pessoa não cresce fazendo sexo, ela primeiro é educada. Quando for adulto, aí sim, com a bagagem certa pode resolver se quer ter filhos ou não.

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  • 17/06/2010 - 18:46
    Enviado por: Camila

    Interessante que o James Lovelock fala exatamente que a diminuição das emissões de carbono está diretamente ligada à redução da população mundial

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  • 19/06/2010 - 11:47
    Enviado por: Kim

    Olá. No caderno de economia de sexta, dia 18 de junho, foi publicada uma reportagem sobre a inauguração do “mercado flutuante” da Nestlé, que ira atender a população ribeirinha do estado do Pará.
    Apesar de aprovar o projeto, achei que seria interessante abordar no blog a questao da produção e do destino do lixo produzido, principalmente neste caso, devido a ausencia de infraestrutura adequada para dar um destino adequado aos residuos.

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  • 15/07/2010 - 19:07
    Enviado por: Cyrano Miname

    Aline, amorzinho de Deus, ninguém esta falando em tirar a vida, não é papo de matar um vivo para não matar vários de fome, nem de abortar o pobre feto que não nasceu. O que se fala é em controlar o número de filhos de cada casal, para evitar que a população mundial alcance número que o meio ambiente (planeta terra) não suporte.
    É evitar antes, fazer amor sem risco de fazer mais um filho.
    E se deixar por conta do tesão da hora de cada dois, quando o mundo ficar com muita gente mesmo, haverá muita gente morrendo de doenças e fome, e o caos estará instalado.
    O que sua igreja prefere? optar pelo controle da natalidade agora, ou rezar pelos mortos de fome, doenças e conflitos sociais depois.
    A terra é recursos limitado, e cada ser humano exige um naco dela para produzir tudo aquilo que ele consome (seja comida, roupa, ou produtos que usam qualquer espécie de recursos presente na natureza), quando a conta não fechar (x habitantes vezes a área de terra necessária para produzir o que ele consome for superior a área produtiva existente) a bomba explode.
    A igreja continua com a política de ser contra o controle de natalidade (questão de “educação para evitar filhos demais”, e não de “matar o que já veio”) seguindo regras da era medieval onde os reis e precisavam de muita gente para ir as guerras, e lá morrer sem a sua benção.
    A igreja, seja ela qual for, precisa atualizar seus dogmas, pensando em apoiar a criação de condições no mundo para que as pessoas vivam bem.

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  • 05/08/2010 - 13:33
    Enviado por: Marcos Tavares Martins

    Me divirto muitissimo com essas discussões provocadas por temas pseudo-científicos, que de científicos não têm absolutamente nada…a tese do aquecimento global provocada pelo homem através da geração de CO2 é desprovida de qualquer respaldo científico. Desafio a quem quer que seja citar um só elemento científico que justifique essa tese. Trata-se na verdade de uma tese que só se sustenta na crença, na fé nesta neo-religião, propalada pelos terroristas do século XXI, ou seja, os ativistas ambientais, que semeiam o medo com essas teses absurdas para colher seu sustento. Planejamento familiar? Claro que é bom, especialmente nos povos mais carentes. Agora, voltando ao tema do post…reprimir a vida para…o que mesmo…ah, sim, para estimular a vida! Ah, bom…acho que entendi…será? Gente, me desculpem, mas isso não é ciência.

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  • 14/08/2010 - 14:39
    Enviado por: Painéis elétricos

    MUITO BOM ESSE POST

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  • 31/08/2010 - 22:47
    Enviado por: Lucas

    Os Malthusianos defenderam o controle da natalidade como forma de reduzir a pobreza pela primeira vez em meados do século XIX. Apesar de ser absolutamente óbvio que o número de filhos não era uma causa da pobreza, esta era uma forma simplista de combater as idéias redistributivas e qualquer forma de políticas públicas voltadas para a redução das desigualdades sociais ou geração de oportunidades para as massas. A disputa ideológica do século XIX era simples: “combater a pobreza” ou “combater os pobres”.

    No século XX os eugenistas e nazistas foram os primeiros a adotar o mesmo discurso, agora mais refinado e agregado às teorias raciais. Para proteger a supremacia branca era necessário “controlar a proliferação” de pobres judeus, negros, africanos, indígenas, latinos e asiáticos. Afinal, além da questão racial havia o aspecto do poder econômico. Se todos pudessem crescer livremente, mais cedo ou mais tarde esses povos iriam formar grandes massas de trabalhadores e mercados consumidores gigantescos, iriam se desenvolver e superar o domínio dos países brancos (Europa e EUA). Os nazistas levaram o argumento eugenista-malthsiano às últimas consequências, acreditaram que as esterilizações em massa não eram suficientes e decidiram acelerar o processo simplesmente eliminando as populações de “não-arianos” da Europa.

    Após a II Guerra Mundial, o argumento foi reavivado sob a lógica do Neomalthusianismo. A maior parte dos ex-nazistas ou ex-eugenistas tiveram que abandonar o discurso racial para defender as políticas de controle de natalidade voltada para os pobres do 1o mundo e contra os países do 3o mundo. Mas os racistas aderiram facilmente ao discurso Neomalthusiano, pois este “agregava” uma ideologia de forte apelo popular: a preocupação com a “conservação” dos recursos naturais e da preservação ambiental.

    Obviamente a preocupação dos países ricos era que os países pobres não se desenvolvessem, nem utilizassem seus próprios recursos naturais. Assim, sobrariam mais recursos naturais para os países ricos. Assim, os países mais ricos do mundo passaram a sabotar sistematicamente o desenvolvimento do Terceiro Mundo.

    A produção anual de alimentos do mundo, hoje, poderia alimentar cerca de 10 bilhões de habitantes. Entretanto quase 2 bilhões de seres humanos estão em condições de subnutrição ou fome grave. Obviamente, são as camadas de populações mais pobres do mundo. A causa da fome não pode ser atribuída ao número de seres humanos, é claramente causada pela pobreza.

    O mundo poderia produzir alimento de forma virtualmente infinita. Pensando apenas nas tecnologias já desenvolvidas, mas não difundidas além dos países ricos, é possível produzir alimentos (vegetais ou animais) em praticamente quaisquer condições ou ambientes. É possível criar gado em prédios verticais e plantar em prédios ou instalações subterrâneas. Obviamente o custo da produção destes alimentos nestes termos é proibitivo para a maior parte da população mundial, que não conheceu o desenvolvimento econômico ou social e vive em condições claras de um verdadeiro “Apartheid Tecnológico”.

    Muitos idealistas simplesmente se perguntam, porque então não se permite o desenvolvimento dos países pobres? A questão é simples e envolve a velha e conhecida disputa por poder. Se os países pobres se desenvolverem e crescerem livremente, os ricos deixarão de ter o poder relativo que possuem e perderão o posto de “grandes potências”.

    Não é possível que as pessoas continuem acreditando nos velhos argumentos malthusianos, reciclados sob um “manto” ambientalista-conservacionista, depois de este argumento ter sido utilizado até mesmo pelos eugenistas e nazistas, para justificar o holocausto de populações inteiras.

    Hoje assistimos passivamente a um Holocausto sem precedentes: a morte de 2 milhões de crianças e maios 2 milhões de adultos (dados da ONU) por ano, nos países periféricos ou do terceiro mundo, devido à ingestão de água contaminada. É a maior causa de morte no terceiro mundo da atualidade. A água contaminada provoca um verdadeiro genocídio nos países mais pobres do mundo, mata mais que a fome e as guerras juntas. Entretanto os países ricos não se preocupam em criar programas globais para acabar com este genocídio a céu aberto… Preferem gastar bilhões em créditos de carbono para evitar o “aquecimento global”, que provavelmente, se realmente existe, não deve ser causado pelo Homem. Porque os países ricos gastam bilhões para evitar o “aquecimento global” mas não gastam nenhum centavo para criar infra-estrutura de saneamento básico e tratamento de água nos países pobres? Simplesmente, porque esta mortandade toda, ajuda a “controlar” de forma perversa, o crescimento demográfico do “Terceiro Mundo”, e criar infra-estrutura de saneamento e água tratada iria aumentar a taxa de crescimento demográfico destes países.

    Não se iludam, população ainda é poder. Mesmo com toda a tecnologia disponível, uma grande população continuará sendo um elemento importante de poder por muito tempo.

    No mundo de hoje, os países mais ricos do mundo pararam de crescer, suas populações estão estagnadas e até encolhendo, e, por isso, seus sistemas de aposentadoria estão falidos, a força de trabalho e o mercado consumidor não crescem mais e as economias desses países também estagnaram. Se permitirem que os países pobres cresçam livremente, vão perder os status e o poder que tiveram no passado, ainda mais rapidamente.

    Por isso, a forma mais eficiente de manter o poder dos países mais ricos do mundo que estagnaram, é impedir que os pobres cresçam e se desenvolvam, mesmo que para isso seja necessário manter o “genocídio dos pobres”. O problema é que a forma mais eficiente de fazer isso é convencer os pobres a não quererem crescer e se desenvolver, fazendo-os acreditar que são os culpados pela sua própria pobreza.

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  • 29/05/2011 - 18:14
    Enviado por: chick chick

    ah imagen do bbê , é super legal ! rs’

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