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Quem Faz

GIOVANA GIRARDI é repórter de ambiente do caderno Metrópole. Escreve sobre o assunto e também sobre ciência há mais de 12 anos. Já trabalhou em revista, internet, jornal, e sempre que pode deixa a redação para ver gente, bicho e se enfiar no meio do mato para fazer matéria.
terça-feira 07/10/14 23:31

Temporariamente ausente para melhor atendê-los

Fellows de 2014/2015 Caros leitores, Desculpem a longa ausência. E sinto dizer que ela será ainda um pouquinho maior. Estou desde meados de agosto em Cambridge, Massachusetts, nos EUA, para um período sabático como fellow do Knight Science Journalism. Na foto acima, eu (no meio) e os outros 11 fellows da temporada 2014/2015. Trata-se de um programa do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) que tem como objetivo tirar os jornalistas de ciência, ambiente, saúde de tecnologia ...

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quinta-feira 31/07/14 13:33

Morre almirante que aprendeu com o mar a proteger o ambiente

ibsen_gusmao

 Morreu na madrugada desta quinta-feira, aos 90 anos, um dos mais significativos defensores do meio ambiente no Brasil, o almirante Ibsen de Gusmão Câmara. Com o olhar de quem veio do mar, ele lutou contra a caça de baleias no Brasil até conseguir proibi-la, o que permitiu que hoje populações de baleias jubate, por exemplo, estejam em processo de recuperação. Câmara também ajudou a criar diversas Unidades de Conservação, entre elas os ...

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terça-feira 10/06/14 21:17

Peixe que se alimenta de boto tem moratória decretada

Boto cor-de-rosa tem sido morto para virar isca de peixe. Crédito: Anselmo d’Affonseca

[caption id="attachment_657" align="aligncenter" width="567"] Boto cor-de-rosa tem sido morto para virar isca de peixe. Crédito: Anselmo d’Affonseca[/caption] Responsável indireto pela mortandade do boto-cor-de-rosa na Amazônia, o peixe piracatinga, comum nos Rios Amazonas e Solimões, terá a pesca embargada pelos próximos cinco anos para diminuir o risco sobre o mamífero. A moratória é parte de um pacote de medidas anunciado no dia 22 de maio, Dia Internacional da Biodiversidade. Estabelecida pelos Ministérios do Meio Ambiente ...

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quinta-feira 05/06/14 13:18

A difícil tarefa de conciliar gente e natureza nas grandes cidades

Ocupação Nova Palestina, em área de manancial, na beira da represa Guarapiranga. Crédito: Dario Oliveira / Futura Press

Ocupação Nova Palestina na beira da Guarapiranga. Crédito: Dario Oliveira / Futura Press

Conciliar moradia com proteção ao que resta de natureza nas cidades é um dos maiores dilemas atuais do ambiente urbano. É o que está por trás, por exemplo, da discussão do novo Plano Diretor de São Paulo (como mostramos na reportagem de hoje no Estadão) e é o que segue pressionando, a um ritmo indetectável por satélites, a pouca Mata Atlântica remanescente na cidade, em especial na Serra da Cantareira.

É o que levou áreas previstas para virar parques municipais a serem ocupados por sem-teto: como é o caso da região onde está a ocupação de 700 mil metros quadrados apelidada de Nova Palestina, na zona sul de São Paulo, de uma área de 300 mil m² na Vila Brasilândia, zona norte, e ainda de uma outra na Vila Silvia, de 12 mil m², para onde seria ampliado um parque que já existe na zona leste.

O plano diretor traz duas estratégias para tentar conter o avanço da cidade sobre as áreas verdes. Uma é retomar a classificação de área rural no extremo sul da cidade, em regiões de mananciais, onde vivem pelo menos 400 produtores agrícolas (esse é o número hoje cadastrado na prefeitura).

Com essa definição, eles poderão, por exemplo, pedir crédito agrícola. Em contrapartida, terão de desenvolver somente a agroecologia, sem uso de agrotóxicos que poderiam contaminar os mananciais que abastecem as represas Billings e Guarapiranga.

A aposta do vereador Nabil Bonduki (PT), relator do Plano Diretor, é que a zona rural contenha a expansão urbana ou novas ocupações. Em área rural não é possível estabelecer as chamadas ZEI (zona especial de interesse social), categoria que possibilita a construção de moradias sociais e é restrita a zona urbana.

O plano também prevê a ideia de Pagamento por Serviços Ambientais para proprietários de terra em zonas definidas como de proteção ambiental nos extremos sul e norte de São Paulo. Pela proposta, quem preservar a floresta e as matas ciliares, que protegem os mananciais, poderá ser remunerado por isso.

As ideias são boas, mas resta saber quanto de fato elas vão funcionar para conter a devastação e evitar que mais pessoas fiquem em áreas de risco.

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quarta-feira 28/05/14 09:58

MP entra com ação contra porto de São Sebastião

Vista da Baía do Araçá com o porto ao fundo. Crédito: Hélvio Romero/Estadão - 18/12/2013

[caption id="attachment_635" align="aligncenter" width="600"] Vista da Baía do Araçá com o porto ao fundo. Crédito: Hélvio Romero/Estadão - 18/12/2013[/caption] Os Ministérios Público Federal e Estadual de São Paulo ajuizaram nesta manhã uma ação civil pública pedindo a anulação da licença prévia concedida no final do ano passado para a expansão do porto de São Sebastião, litoral norte de São Paulo. As duas promotorias já haviam questionado o Ibama pelo licenciamento ainda em dezembro. ...

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terça-feira 27/05/14 13:14

Pressão sobre a Mata Atlântica volta a crescer e desmatamento sobe 9% no ano passado

Efeito formiga. Concentração urbana em área de vegetação da Mata Atlântica, próximo ao mar, na praia de Toque Toque Pequeno. Crédito: Reginaldo Pupo / Estadão

[caption id="attachment_630" align="aligncenter" width="600"] Efeito formiga. Concentração urbana em área de vegetação da Mata Atlântica, próximo ao mar, na praia de Toque Toque Pequeno. Crédito: Reginaldo Pupo / Estadão[/caption] Depois de mais de uma década de quedas constantes, o desmatamento na Mata Atlântica volta a preocupar. Pelo segundo ano consecutivo, o Atlas de Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, divulgado nesta terça, mostra um aumento da perda da vegetação. No período de 2012 a 2013, ...

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quinta-feira 15/05/14 19:39

Madeira ilegal ‘esquentada’ vira regra, diz Greenpeace

Ativistas do Greenpeace em madeireira no Pará. Crédito: Marizilda Cruppe / Greenpeace

[caption id="attachment_616" align="aligncenter" width="600"] Ativistas do Greenpeace em madeireira no Pará. Crédito: Marizilda Cruppe / Greenpeace[/caption] O modelo de exploração legal de madeira da Amazônia, uma das apostas do governo para usar de modo sustentável os recursos da floresta, pode ter falhas que acabam incentivando a exploração ilegal e a degradação da floresta. Esse é o tom de uma denúncia feita nesta quinta-feira pelo Greenpeace. A partir de uma investigação feita ao longo de ...

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quinta-feira 15/05/14 18:18

Desculpem a ausência

Caros leitores, perdão pela longa ausência. Depois da intensa cobertura do IPCC, tirei um mês de férias, e acabei não conseguindo voltar aqui depois que retornei à redação. Logo mais, segue um post fresquinho.

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segunda-feira 31/03/14 05:15

IPCC destaca necessidades, mas não traz a conta

Em uma das versões do rascunho do "Sumário para Formuladores de Políticas" lançado hoje pelo Grupo de Trabalho 2 do IPCC, sobre impactos, adaptação e vulnerabilidade, foi proposto colocar que os custos estimados para a adaptação dos países em desenvolvimento poderia variar de US$ 4 bilhões a US$ 109 bilhões por ano de 2010 a 2050. Mas a mensagem – de uma escala tão ampla que não quer dizer praticamente nada – não agradou nem os países em desenvolvimento e ela ...

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