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Quem Faz

GIOVANA GIRARDI é repórter de ambiente do caderno Metrópole. Escreve sobre o assunto e também sobre ciência há mais de 12 anos. Já trabalhou em revista, internet, jornal, e sempre que pode deixa a redação para ver gente, bicho e se enfiar no meio do mato para fazer matéria.
quarta-feira 28/05/14

MP entra com ação contra porto de São Sebastião

Vista da Baía do Araçá com o porto ao fundo. Crédito: Hélvio Romero/Estadão - 18/12/2013

[caption id="attachment_635" align="aligncenter" width="600"] Vista da Baía do Araçá com o porto ao fundo. Crédito: Hélvio Romero/Estadão - 18/12/2013[/caption] Os Ministérios Público Federal e Estadual de São Paulo ajuizaram nesta manhã uma ação civil pública pedindo a anulação da licença prévia concedida no final do ano passado para a expansão do porto de São Sebastião, litoral norte de São Paulo. As duas promotorias já haviam questionado o Ibama pelo licenciamento ainda em dezembro. ...

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terça-feira 27/05/14

Pressão sobre a Mata Atlântica volta a crescer e desmatamento sobe 9% no ano passado

Efeito formiga. Concentração urbana em área de vegetação da Mata Atlântica, próximo ao mar, na praia de Toque Toque Pequeno. Crédito: Reginaldo Pupo / Estadão

[caption id="attachment_630" align="aligncenter" width="600"] Efeito formiga. Concentração urbana em área de vegetação da Mata Atlântica, próximo ao mar, na praia de Toque Toque Pequeno. Crédito: Reginaldo Pupo / Estadão[/caption] Depois de mais de uma década de quedas constantes, o desmatamento na Mata Atlântica volta a preocupar. Pelo segundo ano consecutivo, o Atlas de Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, divulgado nesta terça, mostra um aumento da perda da vegetação. No período de 2012 a 2013, ...

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sexta-feira 23/05/14

Alerta de desmatamento cai 20% na Amazônia desde agosto

Desmatamento em Lábrea, no sul do Amazonas. Crédito: Marizilda Cruppe / Greenpeace

[caption id="attachment_622" align="aligncenter" width="600"] Desmatamento em Lábrea, no sul do Amazonas. Crédito: Marizilda Cruppe / Greenpeace[/caption] Os alertas de desmatamento na Amazônia caíram quase 20% no acumulado de agosto do ano passado a abril deste ano, na comparação com o período de agosto de 2012 a abril de 2013. Imagens de satélite indicaram a possibilidade de desmatamento em 1.500,73 km2 no acumulado mais recente, contra 1.872,82 km2 no anterior. Os dados, fornecidos pelo sistema ...

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quinta-feira 15/05/14

Madeira ilegal ‘esquentada’ vira regra, diz Greenpeace

Ativistas do Greenpeace em madeireira no Pará. Crédito: Marizilda Cruppe / Greenpeace

Ativistas do Greenpeace em madeireira no Pará. Crédito: Marizilda Cruppe / Greenpeace

O modelo de exploração legal de madeira da Amazônia, uma das apostas do governo para usar de modo sustentável os recursos da floresta, pode ter falhas que acabam incentivando a exploração ilegal e a degradação da floresta. Esse é o tom de uma denúncia feita nesta quinta-feira pelo Greenpeace.

A partir de uma investigação feita ao longo de dois anos sobre planos de manejo de exploração madeireira, a ONG ambientalista estimou que entre agosto de 2011 e julho de 2012, nos dois maiores estados produtores de madeira da Amazônia, Pará e Mato Grosso, respectivamente 78% e 54% da atividade do setor ocorreram de forma ilegal.

Ao longo de uma investigação de dois anos, pesquisadores do Greenpeace observaram diversos casos de falha no sistema de controle do comércio de produtos florestais. “Frequentemente, em vez de conter o crime, ele é usado para documentar a madeira produzida de forma predatória e ilegal que mais tarde será vendida a consumidores ao redor do mundo como se fosse legal. Essa madeira chega ao mercado nacional e estrangeiro, incluindo Estados Unidos e países europeus”, apontam.

Na denúncia apresentada hoje no site da campanha Chega de Madeira Ilegal foram descritos cinco estudos de caso, cada um com um tipo de fraude: inflação do número de árvores de espécies raras e do tamanho das árvores no inventário florestal; áreas autorizadas sem sinal de exploração; exploração acima do limite autorizado pelo plano de manejo; e corte de árvores protegidas por lei.

Nesta quinta ativistas do Greenpeace fizeram um protesto ocupando a madeireira Pampa Exportações Ltda, próximo a Belém (PA). Eles entraram no local e estenderam faixas com mensagens como: “Lavando madeira para fora”; “Sua madeira lavada a sério”; “Apoio: governo brasileiro” e “Crime”. Algumas delas estavam em inglês, sinalizando que boa parte dessa madeira ilegal é exportada.

Por meio de nota enviada agora há pouco, o Ibama afirmou que as autorizações para extração de madeira são concedidas pelos estados e que “todas as cinco maneiras de lavar madeira apontadas pelo Greenpeace têm a ver com os controles estaduais”.

O órgão ambiental disse também que cabem a ele as autorizações para áreas de concessão pública federal e o controle do transporte interestadual, que é realizado através do Documento de Origem de Florestal (DOF). “Este instrumento de controle vem sendo atualizado com regularidade, a exemplo da certificação digital implantada, que já está disponível e garante um ganho de segurança e transparência ao processo”, afirma a nota.

As secretarias de Meio Ambiente do Pará e do Mato Grosso não foram localizadas para comentar as alegações.

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quinta-feira 15/05/14

Desculpem a ausência

Caros leitores, perdão pela longa ausência. Depois da intensa cobertura do IPCC, tirei um mês de férias, e acabei não conseguindo voltar aqui depois que retornei à redação. Logo mais, segue um post fresquinho.

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