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Quem Faz

GIOVANA GIRARDI é repórter de ambiente do caderno Metrópole. Escreve sobre o assunto e também sobre ciência há mais de 12 anos. Já trabalhou em revista, internet, jornal, e sempre que pode deixa a redação para ver gente, bicho e se enfiar no meio do mato para fazer matéria.
terça-feira 10/06/14

Peixe que se alimenta de boto tem moratória decretada

Boto cor-de-rosa tem sido morto para virar isca de peixe. Crédito: Anselmo d’Affonseca

[caption id="attachment_657" align="aligncenter" width="567"] Boto cor-de-rosa tem sido morto para virar isca de peixe. Crédito: Anselmo d’Affonseca[/caption] Responsável indireto pela mortandade do boto-cor-de-rosa na Amazônia, o peixe piracatinga, comum nos Rios Amazonas e Solimões, terá a pesca embargada pelos próximos cinco anos para diminuir o risco sobre o mamífero. A moratória é parte de um pacote de medidas anunciado no dia 22 de maio, Dia Internacional da Biodiversidade. Estabelecida pelos Ministérios do Meio Ambiente ...

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quinta-feira 05/06/14

A difícil tarefa de conciliar gente e natureza nas grandes cidades

Ocupação Nova Palestina, em área de manancial, na beira da represa Guarapiranga. Crédito: Dario Oliveira / Futura Press

[caption id="attachment_647" align="aligncenter" width="600"] Ocupação Nova Palestina na beira da Guarapiranga. Crédito: Dario Oliveira / Futura Press[/caption] Conciliar moradia com proteção ao que resta de natureza nas cidades é um dos maiores dilemas atuais do ambiente urbano. É o que está por trás, por exemplo, da discussão do novo Plano Diretor de São Paulo (como mostramos na reportagem de hoje no Estadão) e é o que segue pressionando, a um ritmo indetectável ...

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quarta-feira 28/05/14

MP entra com ação contra porto de São Sebastião

Vista da Baía do Araçá com o porto ao fundo. Crédito: Hélvio Romero/Estadão - 18/12/2013

[caption id="attachment_635" align="aligncenter" width="600"] Vista da Baía do Araçá com o porto ao fundo. Crédito: Hélvio Romero/Estadão - 18/12/2013[/caption] Os Ministérios Público Federal e Estadual de São Paulo ajuizaram nesta manhã uma ação civil pública pedindo a anulação da licença prévia concedida no final do ano passado para a expansão do porto de São Sebastião, litoral norte de São Paulo. As duas promotorias já haviam questionado o Ibama pelo licenciamento ainda em dezembro. ...

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terça-feira 27/05/14

Pressão sobre a Mata Atlântica volta a crescer e desmatamento sobe 9% no ano passado

Efeito formiga. Concentração urbana em área de vegetação da Mata Atlântica, próximo ao mar, na praia de Toque Toque Pequeno. Crédito: Reginaldo Pupo / Estadão

Efeito formiga. Concentração urbana em área de vegetação da Mata Atlântica, próximo ao mar, na praia de Toque Toque Pequeno. Crédito: Reginaldo Pupo / Estadão

Depois de mais de uma década de quedas constantes, o desmatamento na Mata Atlântica volta a preocupar. Pelo segundo ano consecutivo, o Atlas de Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, divulgado nesta terça, mostra um aumento da perda da vegetação.

No período de 2012 a 2013, foram perdidos 23.948 hectares (ha), ou 239 km2 de remanescentes florestais nos 17 Estados da Mata Atlântica, um aumento de 9% em relação ao período anterior (2011-2012), que registrou 21.977 ha. É o maior nível desde 2008, de acordo com monitoramento feito pela SOS Mata Atlântica e pelo Inpe.

Leia a reportagem completa publicada hoje no jornal.

Pelo quinto ano consecutivo, Minas Gerais foi o campeão de desmatamento, principalmente para a conversão em carvão para as siderúrgicas. Piauí também chama a atenção, em especial por conta da pressão da soja. E o Paraná voltou a ter supressão nas florestas de araucária.

São Paulo aparece com um bom indicador – redução de 51%. Mas o número pode mascarar um problema que continua presente: o chamado “efeito formiga”. Tanto na capital quanto no litoral são cada vez mais frequentes supressões pequenas, de menos de 3 ha, que não são vistas pelos satélites, mas que aumentam a pressão sobre a mata.

É o famoso “puxadinho”, como define Flávio Jorge Ponzoni, do Inpe. “O Estado já não tem muita mata para ser derrubada. Sobrou a Serra do Mar, áreas de preservação permanente (APPs), com relevo acidentado. Mas resta esse desmatamento da expansão urbana que não aparece nas estatísticas e é muito perigoso”, complementa Márcia Hirota, da SOS Mata Atlântica.

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sexta-feira 23/05/14

Alerta de desmatamento cai 20% na Amazônia desde agosto

Desmatamento em Lábrea, no sul do Amazonas. Crédito: Marizilda Cruppe / Greenpeace

[caption id="attachment_622" align="aligncenter" width="600"] Desmatamento em Lábrea, no sul do Amazonas. Crédito: Marizilda Cruppe / Greenpeace[/caption] Os alertas de desmatamento na Amazônia caíram quase 20% no acumulado de agosto do ano passado a abril deste ano, na comparação com o período de agosto de 2012 a abril de 2013. Imagens de satélite indicaram a possibilidade de desmatamento em 1.500,73 km2 no acumulado mais recente, contra 1.872,82 km2 no anterior. Os dados, fornecidos pelo sistema ...

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quinta-feira 15/05/14

Madeira ilegal ‘esquentada’ vira regra, diz Greenpeace

Ativistas do Greenpeace em madeireira no Pará. Crédito: Marizilda Cruppe / Greenpeace

[caption id="attachment_616" align="aligncenter" width="600"] Ativistas do Greenpeace em madeireira no Pará. Crédito: Marizilda Cruppe / Greenpeace[/caption] O modelo de exploração legal de madeira da Amazônia, uma das apostas do governo para usar de modo sustentável os recursos da floresta, pode ter falhas que acabam incentivando a exploração ilegal e a degradação da floresta. Esse é o tom de uma denúncia feita nesta quinta-feira pelo Greenpeace. A partir de uma investigação feita ao longo de ...

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segunda-feira 31/03/14

IPCC destaca necessidades, mas não traz a conta

Em uma das versões do rascunho do "Sumário para Formuladores de Políticas" lançado hoje pelo Grupo de Trabalho 2 do IPCC, sobre impactos, adaptação e vulnerabilidade, foi proposto colocar que os custos estimados para a adaptação dos países em desenvolvimento poderia variar de US$ 4 bilhões a US$ 109 bilhões por ano de 2010 a 2050. Mas a mensagem – de uma escala tão ampla que não quer dizer praticamente nada – não agradou nem os países em desenvolvimento e ela ...

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segunda-feira 31/03/14

Em vez de construir infraestrutura, que tal usar a própria natureza como base para a adaptação

[caption id="attachment_602" align="aligncenter" width="310"] Capa do novo relatório do IPCC destaca uma iniciativa de plantio de mangues como adaptação às mudanças do clima. Divulgação[/caption] Além das recomendações usuais para que os países invistam mais em infraestrutura para aumentar sua resiliência às mudanças climáticas, no novo relatório do IPCC ganhou espaço uma alternativa mais barata que pode, em alguns locais, conseguir efeitos parecidos: a adaptação baseada em ecossistemas. O tema aparece em maior ou menor ...

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segunda-feira 31/03/14

A mudança do clima já chegou, e não estamos preparados

Capa do novo relatório do IPCC mostra iniciativa de plantio de mangues como adaptação às mudanças do clima. Divulgação

Para quem acompanhou por aqui a minha saga na última semana tentando decifrar o rascunho do novo relatório do IPCC, segue um compilado das principais reportagens. As primeiras da lista são as últimas que foram feitas, já com base no documento final, lançado na manhã desta segunda, aqui em Yokohama, no Japão. Vou colocar ainda pelo menos mais dois textos no blog, mas aqui já dá para ter uma noção da loucura a que levamos o nosso planeta. Como disse ...

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