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Aposta infeliz. E o Palmeiras sofre

Almir Leite

01 setembro 2014 | 15:52

Paulo Nobre pode até ser bem intencionado. Mas peca pela falta de experiência no futebol.

O exemplo mais recente disso é a demissão do argentino Ricardo Gareca.

O problema não foi mandar embora um treinador que não disse a que veio (e que começou mal, pois foi contratado em maio e simplesmente não quis começar a trabalhar imediatamente).

O problema foi apostar nele num momento delicado, em que não se poderia errar.

Deu no que deu.

E, para piorar, Gareca ainda encheu o elenco de jogadores argentinos de qualidade bastante discutível.

Será que o treinador que virá (fala-se em Dorival Júnior, aquele que fracassou em três clubes cariocas no ano passado) vai aproveitar esse monte de argentinos meia-boca?

Com a palavra Paulo Nobre.

PS: A palavra pedida possivelmente não será dada na reunião desta noite do Conselho Deliberativo do Palmeiras.

O encontro foi marcado para discutir como será pago o dinheiro que Nobre colocou no clube.

E o presidente do conselho,  Antonio Augusto Pompeu de Toledo, já avisou que não quer saber de ninguém falando de futebol durante a reunião.

Pode?