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	<title>Agrícola</title>
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		<title>Suplemento Agrícola do dia 30/11/2011</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 19:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[José Maria Tomazela]]></category>

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		<description><![CDATA[Eis os links das reportagens publicadas na edição de hoje do Suplemento Agrícola, de 30/11/2011. Clique no texto para acessar a reportagem na íntegra. - Café: Abic diz que preço da saca continuará alto - Reportagem de capa: Atemoia dá bom lucro no sudoeste de SP ; Normativa definiu regras e estimulou produção da fruta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eis os links das reportagens publicadas na edição de hoje do <strong>Suplemento Agrícola</strong>, de 30/11/2011. Clique no texto para acessar a reportagem na íntegra.</p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,cafe-abic-diz-que-preco-da-saca-continuara-alto-,804828,0.htm" target="_blank"><em><strong>- Café: Abic diz que preço da saca continuará alto</strong></em></a></p>
<p>- Reportagem de capa: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,atemoia-da-bom-lucro-no-sudoeste-de-sp-,804830,0.htm" target="_blank"><em><strong>Atemoia dá bom lucro no sudoeste de SP</strong></em></a> ; <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,normativa-definiu-regras-e-estimulou-producao-da-fruta-,804831,0.htm" target="_blank"><em><strong>Normativa definiu regras e estimulou produção da fruta</strong></em></a></p>
<p>-<a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,livro-resgata-historia-da-imprensa-rural-,804832,0.htm" target="_blank"><em><strong> Livro resgata história da imprensa rural</strong></em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- <em><strong></strong></em>Siga o Agrícola no <em><strong><a href="http://twitter.com/#%21/agricolaestadao" target="_blank">Twitter</a></strong></em>.</p>
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		<title>A história da imprensa rural em livro</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 11:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Yoneya</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Barleus]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa rural]]></category>
		<category><![CDATA[João Castanho Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Manequinho Lopes]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornalista João Castanho Dias lança hoje, em São Paulo (SP), o livro A imprensa rural no Brasil (Editora Barleus), que, pela primeira vez, reúne o universo do jornalismo agrícola, desde as primeiras publicações rurais do País, como O auxiliador da indústria nacional, lançada em 1833, no Rio, e que circulou por quase meio século, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1161" class="wp-caption aligncenter" style="width: 344px"><a href="http://blogs.estadao.com.br/agricola/files/2011/11/dias.png"><img class="size-full wp-image-1161" src="http://blogs.estadao.com.br/agricola/files/2011/11/dias.png" alt="" width="334" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">CRÉDITO: DIVULGAÇÃO</p></div>
<p>O jornalista João Castanho Dias lança hoje, em São Paulo (SP), o livro <em>A imprensa rural no Brasil</em> (Editora Barleus), que, pela primeira vez, reúne o universo do jornalismo agrícola, desde as primeiras publicações rurais do País, como <em>O auxiliador da indústria naciona</em>l, lançada em 1833, no Rio, e que circulou por quase meio século, e a revista <em>A Lavoura</em>, de 1887, editada pela Sociedade Nacional da Lavoura.</p>
<p>Hoje, segundo o jornalista, a imprensa rural brasileira abriga cerca de 1.200 profissionais, 300 publicações, entre revistas e jornais, 40 programas de rádio e 35 de televisão. “É uma história que começa em 1500, com Pero Vaz de Caminha, que foi nosso primeiro jornalista agrícola, antes até de o termo jornalista existir”, diz Castanho, que também reuniu no livro dezenas de capas de revistas pioneiras, algumas do século 19.</p>
<p>“Na era colonial, o Brasil recebeu mais de 260 ‘repórteres’ europeus e vários deles previram a potência agrícola que o País seria no futuro”, diz o autor, que tem mais de 30 anos de experiência em jornalismo agrícola e hoje é produtor de leite no interior paulista.</p>
<p>Castanho lembra, porém, que a maioria das publicações do gênero não durava mais do que dois anos, principalmente por causa do alto grau de analfabetismo dos agricultores. “A atividade só se firmou na década de 1950”, conta.</p>
<p>Para o jornalista, os mais importantes jornalistas agrícolas do País foram Manequinho Lopes, Amadeu Barbiellini e Mário Mazzei Guimarães, cujos perfis são apresentados no livro. Ele destaca que Manequinho Lopes manteve, por quase 20 anos (1919-1938), uma coluna de temas rurais no <strong>Estado</strong>. “Manequinho Lopes pode ser considerado um dos pioneiros da profissão”, diz o autor. A edição n.º 1 do <em><strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/reclames-do-estadao/2010/08/31/suplemento-agricola/" target="_blank">Suplemento Agrícola</a></strong></em>, publicada em 5 de janeiro de 1955, ilustra uma página inteira do livro.</p>
<p>O livro também resgata a história da propaganda agrícola do País. No último capítulo, estão reproduzidos mais de 60 anúncios publicados em revistas do século passado. Há anúncios de adubos, tratores, medicamentos, formicidas e outros produtos. “As propagandas, por si só, são ótimas testemunhas do progresso ocorrido na agricultura brasileira nos últimos cem anos”, observa Castanho.</p>
<p>O livro será lançado às 19h30, na Livraria da Vila, no Shopping Pátio Higienópolis.</p>
<p>Siga o Agrícola no <em><strong><a href="https://twitter.com/#!/EstadaoAgricola" target="_blank">Twitter</a></strong></em>.</p>
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		<title>Tecnologia no pasto surpreende realizadores do Rally da Pecuária</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 23:21:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Yoneya</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<description><![CDATA[Foram 30 mil quilômetros percorridos em 9 Estados, 90 fazendas visitadas e 400 amostras de pasto coletadas. Depois de quase dois meses de viagem, terminou no dia 11 de novembro a edição 2011 do Rally da Pecuária 2011, expedição técnica que avaliou, in loco, a pecuária bovina de corte e a qualidade das pastagens no País. Os resultados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foram 30 mil quilômetros percorridos em 9 Estados, 90 fazendas visitadas e 400 amostras de pasto coletadas. Depois de quase dois meses de viagem, terminou no dia 11 de novembro a edição 2011 do Rally da Pecuária 2011, expedição técnica que avaliou, <em>in loco</em>, a pecuária bovina de corte e a qualidade das pastagens no País. Os resultados do rally foram apresentados hoje, em evento na Fiesp, em São Paulo (SP), pelo sócio-diretor da Bigma Consultoria, Mauricio Palma Nogueira, e pelo sócio-diretor da Agroconsult, André Pessôa, coordenadores da expedição.</p>
<p>A área percorrida pelo rally corresponde a 75% do total do rebanho brasileiro e 85% da produção de carne no País. Com base em informações de 305 questionários respondidos por produtores, saiu o perfil da amostra:</p>
<p>- Rebanho total da amostra: 1,3 milhão de cabeças<br />
- Área total de pasto da amostra: 795,8 mil hectares<br />
- Rebanho total confinado: 413,8 mil animais<br />
- Lotação: 1,58 animal/hectare<br />
- Desfrute do ciclo completo: 31%<br />
- Rebanho médio das propriedades: 5.505 cabeças<br />
- Área média das pastagens: 3.667 hectares</p>
<p>Uma das surpresas positivas do rally foi, segundo Nogueira, o nível de tecnificação dos produtores, o que reflete num maior volume de pastagem disponível – 17% a mais que o esperado pelos organizadores do rally. &#8220;A safra de pastagens foi estimadas em 4,9 bilhões de toneladas (sendo 2,1 bilhões de toneladas de matéria seca). Essa maior disponibilidade de pasto mostra que o produtor está colocando tecnologia nessas áreas e que os rebanhos estão mais &#8216;leves&#8217;, com mais animais jovens, o que também reduz o consumo de capim&#8221;, explicou Nogueira. Por tecnologia, explicou Nogueira, entende-se algum tipo de adubação e calagem, prática tradicionalmente dispensada por pecuaristas. Dos pecuaristas ouvidos, 55% afirmaram que adotam algum tipo de adubação no pasto. &#8220;Nossa expectativa era que menos de 15% dos pecuaristas fizessem uso de fertilizantes&#8221;, afirmou Nogueira.</p>
<p>A lotação do pasto também foi superior ao estimado antes do rally: 1,58 animal/hectare ante 1,22 animal/hectare projetado antes da expedição. &#8220;Isso mostra que a tecnificação de pastagens está muito mais difundida do que imaginávamos.&#8221; Outra surpresa positiva do rally foi o fato de que 75% dos produtores entrevistados afirmaram que precisam reformar alguma área de pastagem. Destes 75%, metade afirmou que precisa reformar de 10% a 30% do pasto; 35% disseram que precisam reformar mais de 30% da área; e o restante afirmou precisar reformar menos que 10% de seus pastos.</p>
<p>O rally também fez uma constatação surpreendente, segundo os organizadores. De todos os produtores ouvidos, 22% afirmaram que usam alguma estratégia de venda futura. Destes 22%, 54% usam o mercado a termo; 31% usam o mercado de opções e 15% utilizam mercado futuro. &#8220;Esse dado é muito animador, pois mostra que o produtor está procurando se programar melhor. Essas ferramentas também implicam saber o custo de produção, o que indica, portanto, que o pecuarista está fazendo conta&#8221;, disse Pessôa.</p>
<p>Mais, <em><strong><a href="http://www.rallydapecuaria.com.br/" target="_blank">aqui</a></strong></em>.</p>
<p>Siga o Agrícola no <em><strong><a href="https://twitter.com/#!/EstadaoAgricola" target="_blank">Twitter</a></strong></em>.</p>
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		<title>Rally da Pecuária: resultados serão divulgados nesta terça</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 21:19:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Yoneya</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agroconsult]]></category>
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		<description><![CDATA[Amanhã, às 14 horas, na Fiesp, em São Paulo, André Pessôa, sócio-diretor da Agroconsult, e Maurício Palma Nogueira, sócio-diretor da Bigma Consultoria, vão apresentar os resultados do Rally da Pecuária 2011, expedição que percorreu, entre setembro e novembro, 30 mil quilômetros em nove Estados brasileiros e avaliou, in loco, a pecuária bovina de corte e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1155" class="wp-caption aligncenter" style="width: 458px"><a href="http://blogs.estadao.com.br/agricola/files/2011/11/rally.jpg"><img class="size-full wp-image-1155" src="http://blogs.estadao.com.br/agricola/files/2011/11/rally.jpg" alt="" width="448" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">CRÉDITO: LEONARDO SOARES/AE - 9/10/2011</p></div>
<p>Amanhã, às 14 horas, na Fiesp, em São Paulo, André Pessôa, sócio-diretor da Agroconsult, e Maurício Palma Nogueira, sócio-diretor da Bigma Consultoria, vão apresentar os resultados do <em><strong><a href="http://www.rallydapecuaria.com.br/" target="_blank">Rally da Pecuária 2011</a></strong></em>, expedição que percorreu, entre setembro e novembro, 30 mil quilômetros em nove Estados brasileiros e avaliou, <em>in loco</em>, a pecuária bovina de corte e a qualidade das pastagens no País.</p>
<p>A viagem passou pelas principais regiões de cria, recria, engorda e confinamento de gado do País, onde estão 75% do rebanho bovino e 85% da produção de carne. A reportagem do <em>Agrícola</em> acompanhou uma das equipes no trecho que saiu de Palmas, no Tocantins, e terminou em Rondonópolis, em Mato Grosso, com evento regional em Cuiabá.</p>
<p>Após a coletiva, às 16h30, no Teatro do Sesi na Fiesp, haverá a cerimônia oficial de encerramento do Rally da Pecuária, onde estarão lideranças do agronegócio, autoridades, empresários, produtores e empresas patrocinadoras do Rally. Durante a cerimônia, pecuaristas de destaque serão homenageados pela Agroconsult e Bigma Consultoria.</p>
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		<title>Produtor de alho sofre com concorrência do produto importado</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 21:48:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Yoneya</dc:creator>
				<category><![CDATA[Horticultura]]></category>
		<category><![CDATA[alho]]></category>
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		<category><![CDATA[dumping]]></category>
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		<description><![CDATA[Após uma safra remuneradora no ano passado, os produtores de alho veem-se novamente ameaçados pela concorrência do produto importado, sobretudo da China. No ano passado, por causa de um problema climático naquele país, as importações diminuíram sensivelmente e o preço no mercado interno chegou a R$ 10 o quilo. Este ano, com a volta do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1148" class="wp-caption aligncenter" style="width: 309px"><a href="http://blogs.estadao.com.br/agricola/files/2011/11/alho.jpg"><img class="size-full wp-image-1148" src="http://blogs.estadao.com.br/agricola/files/2011/11/alho.jpg" alt="" width="299" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">CRÉDITO: L. ADOLFO/AE</p></div>
<p>Após uma safra remuneradora no ano passado, os produtores de alho veem-se novamente ameaçados pela concorrência do produto importado, sobretudo da China. No ano passado, por causa de um problema climático naquele país, as importações diminuíram sensivelmente e o preço no mercado interno chegou a R$ 10 o quilo. Este ano, com a volta do produto chinês ao mercado nacional, as cotações caíram para R$ 2 a R$ 3 o quilo.</p>
<p>Diante da situação difícil, em Ipameri (GO), o produtor Giberto Mitsuyoshi Yuki tomou uma decisão radical. Ano que vem, não vai plantar alho. “No começo do ano o preço estava bom, R$ 7, R$ 8 o quilo, como no ano passado. Mas agora caiu para R$ 3 o quilo, valor muito baixo para um custo de R$ 3,50, R$ 4 o quilo”, diz Yuki, que plantou este ano 74 hectares com o irmão Roberto e outros sócios. “A safra está no barracão para ser comercializada, mas os preços desanimam”, lamenta.</p>
<p>Com uma produtividade de 15 a 16 toneladas por hectare, Giberto diz que seu custo de produção por hectare é alto – em torno de R$ 60 mil – sobretudo por causa da semente. “Para tirar 15 mil quilos de alho por hectare, é preciso plantar 2.500 quilos de semente. Depois vêm os gastos com defensivos e fertilizantes e mão de obra”, diz ele, que também cultiva cereais e cria gado de corte. “Mesmo diversificando, o alho é 50% do meu faturamento.”</p>
<p>Yuki diz que decidiu não plantar alho em 2012 por causa da tendência de preços baixos também no ano que vem. “A comercialização está lenta. Entrou muito alho chinês e, pior, não se sabe o quanto mais vai entrar de produto importado. Fora que no fim do ano entra a safra do Sul e da Argentina. O estoque para o ano que vem deve ser alto.” Para ele, ideal seria que o governo determinasse cotas de importação, para que o produto importado pegasse a entressafra do alho nacional.</p>
<p>“Só que não existe esse controle. Ano que vem, 110 funcionários vão ficar sem trabalho na minha propriedade”, diz ele, lembrando que a cultura do alho é uma das que mais empregam mão de obra, pois praticamente todo o trabalho – do plantio ao pós-colheita, é manual. Leia reportagem completa no <strong>Agrícola</strong> desta quarta-feira.</p>
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		<title>Novos cursos sobre produção animal</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/agricola/2011/11/18/novos-cursos-sobre-producao-animal-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 19:51:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Yoneya</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade Cantareira]]></category>
		<category><![CDATA[Lato sensu]]></category>
		<category><![CDATA[Nupea/Esalq]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma parceria da Faculdade Cantareira e do Núcleo de Pesquisa em Ambiência (Nupea), da Esalq/USP, vai oferecer cursos de pós-graduação (Lato sensu) e extensão universitária e promover palestras gratuitas sobre temas como ambiência e bem-estar animal e rastreabilidade e certificação. Os cursos serão realizados no Centro de Estudos Avançados (CEA) da Faculdade Cantareira, sob coordenação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma parceria da Faculdade Cantareira e do Núcleo de Pesquisa em Ambiência (Nupea), da Esalq/USP, vai oferecer cursos de pós-graduação (<em>Lato sensu</em>) e extensão universitária e promover palestras gratuitas sobre temas como ambiência e bem-estar animal e rastreabilidade e certificação.</p>
<p>Os cursos serão realizados no Centro de Estudos Avançados (CEA) da Faculdade Cantareira, sob coordenação dos pesquisadores do Nupea/Esalq. Além de professores da Esalq, participam da parceria profissionais do Ministério da Agricultura, professores da da Unicamp e representantes de entidades como Ubabef (União Brasileira de Avicultura) e  da World Society Protection Animal.</p>
<p>Para o coordenador do Nupea e do CEA, professor Iran José Oliveira da Silva, a parceria vai criar mais um espaço de referência para a capacitação de profissionais. “A abertura de novos espaços para treinamento e formação de recursos humanos é um fator de aproximação do mercado com a academia e fundamental para o treinamento de técnicos focados nas necessidades do mercado”, diz o professor. “Esperamos estabelecer uma rede de intercâmbio entre as empresas e os profissionais que atuam no setor por meio de cursos de extensão universitária e de pós-graduação ‘lato sensu’.”</p>
<p>Mais informações, <em><strong><a href="http://www.cantareira.br/website/" target="_blank">aqui</a></strong></em>.</p>
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		<title>Suplemento Agrícola do dia 16/11/2011</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 20:36:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Costa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pastagens]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/agricola/?p=1138</guid>
		<description><![CDATA[Eis os links das reportagens publicadas na edição de hoje do Suplemento Agrícola, de 16/11/2011. Clique no texto para acessar a reportagem na íntegra. - Pequenos desistem e saem da citricultura  - Pará quer dobrar área de plantio da cacau até 2020 - Fenagro Reúne 6 mil animais na Bahia - Chuva favorece recuperação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eis os links das reportagens publicadas na edição de hoje do <strong>Suplemento Agrícola</strong>, de 16/11/2011. Clique no texto para acessar a reportagem na íntegra.</p>
<p>- <em><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,pequenos-desistem-e-saem-da-citricultura-,799042,0.htm" target="_blank">Pequenos desistem e saem da citricultura </a></strong></em></p>
<p>- <a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,para-quer-dobrar-area-de-plantio-de-cacau-ate-2020,92475,0.htm" target="_blank"><em><strong>Pará quer dobrar área de plantio da cacau até 2020</strong></em></a></p>
<p>- <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,fenagro-reune-6-mil-animais-na-bahia-,799048,0.htm" target="_blank"><em><strong>Fenagro Reúne 6 mil animais na Bahia</strong></em></a></p>
<p>- <a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios%20agronegocio,chuva-favorece-recuperacao-de-pastagens,92473,0.htm" target="_blank"><em><strong>Chuva favorece recuperação de pastagens</strong></em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- <em><strong></strong></em>Siga o Agrícola no <em><strong><a href="http://twitter.com/#%21/agricolaestadao" target="_blank">Twitter</a></strong></em>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Suplemento Agrícola de 9/11/2011</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 11:46:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Yoneya</dc:creator>
				<category><![CDATA[Suplemento Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[algodão]]></category>
		<category><![CDATA[eucalipto]]></category>
		<category><![CDATA[feijão milgroso]]></category>
		<category><![CDATA[feileite]]></category>
		<category><![CDATA[Lamim]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>

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		<description><![CDATA[Eis os links das reportagens publicadas na edição de hoje do Suplemento Agrícola, de 9/11/2011. Clique no texto para acessar a reportagem na íntegra. - Cotação do algodão cai 36% em outubro - No oeste baiano, área plantada de algodão deve crescer só 5% - Com bom clima, plantio de soja de verão avança - [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eis os links das reportagens publicadas na edição de hoje do <strong>Suplemento Agrícola</strong>, de 9/11/2011. Clique no texto para acessar a reportagem na íntegra.</p>
<p>- <em><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,cotacao-do-algodao-cai-36-em-outubro-,796416,0.htm" target="_blank">Cotação do algodão cai 36% em outubro</a></strong></em></p>
<p>- <em><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,no-oeste-baiano-area-plantada-deve-crescer-so-5-,796420,0.htm" target="_blank">No oeste baiano, área plantada de algodão deve crescer só 5%</a></strong></em></p>
<p>- <em><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,com-bom-clima-plantio-de-soja-de-verao-avanca-,796424,0.htm" target="_blank">Com bom clima, plantio de soja de verão avança</a></strong></em></p>
<p>- Reportagem de capa: <em><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,minas-corre-contra-o-tempo-e-planta-eucalipto-,796428,0.htm" target="_blank">Minas corre contra o tempo e planta eucalipto </a></strong></em>e <em><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,emater-mg-doa-mudas-para-consorciacao-,796432,0.htm" target="_blank">Emater MG doa mudas para consorciação</a></strong></em></p>
<p>- <em><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,gir-leiteiro-tera-a-1-prova-a-pasto-,796435,0.htm" target="_blank">Edição de 2012 da Feileite será ampliada</a></strong></em> e <em><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,gir-leiteiro-tera-a-1-prova-a-pasto-,796435,0.htm" target="_blank">Gir leiteiro terá a 1.ª prova a pasto</a></strong></em></p>
<p>- <em><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,premio-pago-por-arroba-nao-estimula-fazendas-abiec-deve-questionar-uniao-europeia-na-omc-,796438,0.htm" target="_blank">Abiec deve questionar União Europeia na OMC</a></strong></em> e <em><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,premio-pago-por-arroba-nao-estimula-fazendas-abiec-deve-questionar-uniao-europeia-na-omc-,796438,0.htm" target="_blank">Prêmio pago por arroba não estimula fazendas</a></strong></em></p>
<p>- <em><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,empresa-lanca-tecnologia-para-mapear-lavouras-,796441,0.htm" target="_blank">Empresa lança tecnologia para mapear lavouras</a></strong></em></p>
<p>- <em><strong><a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/neg%C3%B3cios,-feijao-milagroso-faz-a-fama-de-lamim,91551,0.htm" target="_blank">Feijão &#8220;milagroso&#8221; faz a fama de Lamim</a></strong></em></p>
<p>- Agenda da semana:</p>
<p>9 de novembro<br />
Couro<br />
O Congresso Mundial do Couro será realizado no Rio de Janeiro (RJ), com organização do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB). Tel. (0&#8211;11) 5092-3746.</p>
<p>9 a 11 de novembro<br />
Óleos essenciais<br />
O 6.º Simpósio Brasileiro de Óleos Essenciais será realizado no Instituto Agronômico (IAC), em Campinas (SP). Mais informações, <em><strong><a href="http://www.visboe.net.br/" target="_blank">aqui</a></strong></em>.</p>
<p>9 de novembro<br />
Café<br />
Em Santos (SP) ocorre a premiação do 10.º Concurso Estadual de Qualidade do Café de São Paulo. Tel. (0&#8211;11) 3868-4037.</p>
<p>10 de novembro<br />
Senepol<br />
O Leilão Virtual Safiras do Senepol será realizado às 20 horas, com realização da Fazenda da Grama, Genetropic Agropecuária e Santa Helena Senepol. Serão ofertadas 40 novilhas POI e 80 embriões. Tel. (0&#8211;16) 9785-2152.</p>
<p>10 de novembro<br />
Jantar orgânico<br />
O 1.º jantar &#8220;Conscious Bite Out&#8221;, de culinária viva e orgânica, será no Quintal dos Orgânicos, na capital,<br />
às 20h, a R$ 134. Tel. (0&#8211;11) 2386-1881.</p>
<p>12 de novembro<br />
Horta caseira<br />
Haverá curso de horta caseira e compostagem no Parque da Água Branca, em São Paulo (SP). Tel. (0&#8211;11) 3875-2625.</p>
<p>12 a 20 de novembro<br />
Cavalo árabe<br />
O Helvetia Riding Center, em Indaiatuba (SP), recebe a 30ª Exposição Nacional do Cavalo Árabe, organizada pela Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Árabe (ABCCA). Informações, tel. (0&#8211;11) 3674-1744.</p>
<p>15 de novembro<br />
Nelore<br />
O Leilão Virtual Matrizes Lemgruber, da Fazenda Mundo Novo, às 21h, ofertará 50 animais. Tel. (0&#8211;34) 3359-0201.</p>
<p>16 a 18 de novembro<br />
Restauração ecológica<br />
O Instituto de Botânica, da Secretaria do Meio Ambiente, realizará, na capital, o 4.º Simpósio de Restauração Ecológica: desafios atuais e futuros, sob a coordenação de Luiz Mauro Barbosa, da Coordenação Especial de Restauração de Área Degradada. Serão apresentados casos de sucesso na restauração ecológica, envolvendo pesquisa, aspectos econômicos e toda a interdisciplinaridade exigida pela busca de sustentabilidade. Informações, <em><strong><a href="http://www.infobibos.com.br/rad/" target="_blank">aqui</a></strong></em>.</p>
<p>16 a 19 de novembro<br />
Nelore<br />
O 3.º Congresso Capixaba de Pecuária Bovina, cujo tema será a importância da pecuária bovina na economia brasileira, será realizado na Universidade de Vila Velha. Tel. (0&#8211;27) 3019-0647.</p>
<p>16 a 18 de novembro<br />
Agroecologia<br />
O Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade, campus Sorocaba da UFSCar, promove a 1ª Semana de Agroecologia, que terá minicursos, oficinas e palestras. Tel. (0&#8211;15) 3229-6013.</p>
<p>16 a 19 de novembro<br />
Forragens<br />
O 2.º Simpósio Internacional sobre Qualidade e Conservação de Forragem, coordenado pelo professor Luiz Gustavo Nussio, do Departamento de Zootecnia da Esalq/USP, será realizado em São Pedro (SP). Informações, <em><strong><a href="http://www.fealq.org.br/Detalhe_Alpha.ASP?Codigo_Produto=743" target="_blank">aqui</a></strong></em>.</p>
<p>Siga o Agrícola no <em><strong><a href="http://twitter.com/#!/agricolaestadao" target="_blank">Twitter</a></strong></em>.</p>
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		<title>ABCZ obtém as certificações ISO 9001 e ISO 14001</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 20:10:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tânia Rabello</dc:creator>
				<category><![CDATA[ABCZ]]></category>
		<category><![CDATA[Expozebu]]></category>
		<category><![CDATA[iso 14001]]></category>
		<category><![CDATA[Iso 9001]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Fernando Costa]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu acabou de divulgar nota em que revela ter sido recomendada hoje, sexta-feira, pela empresa ABS Quality Evaluations Inc., credenciada pelo Inmetro, para receber a certificação para as Normas ISO 9001 e ISO 14001, referentes à gestão da qualidade de serviços e sustentabilidade ambiental. Segundo a associação, o certificado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu acabou de divulgar nota em que revela ter sido recomendada hoje, sexta-feira, pela empresa ABS Quality Evaluations Inc., credenciada pelo Inmetro, para receber a certificação para as Normas ISO 9001 e ISO 14001, referentes à gestão da qualidade de serviços e sustentabilidade ambiental.</p>
<p>Segundo a associação, o certificado será emitido em breve pelo Inmetro. A ABCZ, diz o comunicado, é a primeira associação de pecuária do Brasil a receber esta certificação. &#8220;É um fato histórico para a pecuária nacional. Marca o início de uma nova era na prestação de serviços e também na responsabilidade com o meio ambiente. Como a ABCZ é referência para os criadores de zebu no Brasil e no mundo, esperamos que a certificação da associação sirva de exemplo para melhorarmos ainda mais a qualidade e tecnologia da pecuária com a produção sustentável de alimentos, sobretudo carne e leite”, ressaltou o presidente da ABCZ, Eduardo Biagi.</p>
<p>O ISO é um sistema internacional de certificação, cujas normas foram criadas com o objetivo de melhorar a relação comercial entre os países e estabelecer padrões de qualidade. Sua relevância é reconhecida mundialmente e, por isso, é comemorada pela ABCZ, entidade representativa de classe com 19 mil associados e responsável por inspecionar, controlar e registrar cerca de 700 mil animais por ano, além de possuir um banco de dados com informações de mais de 12 milhões de animais. “O sistema de gestão da ABCZ é muito robusto e bastante maduro. Isso quer dizer que a associação já estava pronta para atender as exigências da ISO 9001”, comentou a auditora da ABS Quality Evaluations Inc, Carla Simone Cappelozza, responsável por auditar a associação.</p>
<p>Recentemente, a ABCZ passou a utilizar um SGI (Sistema de Gestão Integrada) ainda mais completo, visando a melhoria contínua dos serviços prestados pela entidade, como aumento da produtividade, aumento da satisfação dos associados, melhoria na relação com o meio ambiente, entre outros. “O Sistema de Gestão Integrada contou, desde o início, com o comprometimento e envolvimento dos colaboradores da ABCZ e agora já faz parte da rotina de todos”, afirma a coordenadora do SGI, Vanessa Gobbo.</p>
<p>Já sobre a ISO 14001, a entidade divulgou que <strong></strong> a ABCZ também foi a primeira associação do setor a conquistar a certificação, norma internacional que define os requisitos para estabelecer e operar um Sistema de Gestão Ambiental (SGA). A entidade já desenvolvia a alguns anos projetos e ações sustentáveis, tanto nos eventos que realiza quanto na rotina diária dos trabalhos que executa.</p>
<p>Entre os anos de 2008 e 2010, a ExpoZebu (Exposição Internacional das Raças Zebuínas), feira promovida anualmente pela ABCZ, teve como tema central a pecuária sustentável. Foram realizados simpósios e fóruns com pesquisadores de vários países, que apresentaram estudos sobre a produção sustentável. As pesquisas comprovaram que recuperação de pastagem pode reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Com isso, a partir de 2011, a ABCZ deu início a uma ampla campanha de conscientização do pecuarista sobre a necessidade da recuperação de pastagens e também sobre as vantagens da implantação do sistema Silvipastoril, que integra árvores, pastagem e gado em um mesmo ambiente.</p>
<p>A ExpoZebu foi a primeira exposição de gado do país a adotar o modelo de feira sustentável. Implantado em 2009, o “Projeto Sustentabilidade da ExpoZebu” engloba: compostagem dos resíduos do gado gerados durante o evento e realização de pesquisas com esse material, uso racional de água para lavagem dos animais, coleta seletiva do lixo, captação de água da chuva para higiene animal e fabricação de biodiesel a partir do óleo de cozinha descartado pelas barracas de alimentação e pelos restaurantes em funcionamento no recinto da feira. O biocombustível fabricado na usina móvel foi utilizado para abastecer o caminhão de coleta de lixo reciclável das cooperativas de catadores que trabalharam na ExpoZebu.</p>
<p>Como o Parque Fernando Costa, local onde está sediada a ABCZ, é utilizado para realização de outras exposições de gado, o projeto hoje já foi incorporado à maior parte desses eventos. Desenvolvido em parceria com diversas entidades, o projeto envolve ainda ações educativas com os tratadores de animais. Com isso, foi possível reduzir os impactos ambientais das feiras.</p>
<p>Após esta certificação, a ABCZ começará a realizar auditorias internas periodicamente e ainda auditorias externas anualmente. Já a auditoria de Recertificação será realizada a cada três anos.</p>
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		<title>Levantamento de agrotóxicos obsoletos em SP</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 18:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Yoneya</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[agrotóxicos obsoletos]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[Cati]]></category>
		<category><![CDATA[destinação correta]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Representantes do governo do Estado, indústrias fabricantes, distribuidores, cooperativas, entidades de classe e consumidores uniram-se para realizar uma campanha de levantamento de agrotóxicos obsoletos com produtores rurais paulistas. O objetivo da campanha é obter informações sobre a quantidade de agrotóxicos obsoletos que ainda estejam armazenados nas propriedades rurais do Estado, mesmo após proibição de uso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Representantes do governo do Estado, indústrias fabricantes, distribuidores, cooperativas, entidades de classe e consumidores uniram-se para realizar uma campanha de levantamento de agrotóxicos obsoletos com produtores rurais paulistas. O objetivo da campanha é obter informações sobre a quantidade de agrotóxicos obsoletos que ainda estejam armazenados nas propriedades rurais do Estado, mesmo após proibição de uso determinada na década de oitenta. Com base nessas informações, será possível planejar as medidas para retirar esses produtos do campo e dar a destinação final adequada.</p>
<p>Agrotóxico obsoleto é aquele cuja fabricação, comercialização e utilização estão proibidas por lei no Brasil, em especial os organoclorados.  A iniciativa público-privada deu-se por meio de resolução conjunta das secretarias de Meio Ambiente e de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. A resolução instituiu em maio de 2009 um grupo de trabalho interdisciplinar para destinação final de agrotóxicos obsoletos.</p>
<p>Com o tema Levantamento de agrotóxicos obsoletos: produtor rural, nós precisamos de você, a campanha está sendo difundida, desde outubro, por meio de folhetos, cartazes, cartilhas e spots de rádio.  Para declarar, basta que o produtor rural procure a casa de agricultura ou Escritório de Defesa Agropecuária mais próximos e preencha o formulário de declaração até 26 de março de 2012.</p>
<p>Mais informações sobre a campanha: <em><strong><a href="http://www.agrotoxicosobsoletos.org.br/" target="_blank">www.agrotoxicosobsoletos.org.br</a></strong></em></p>
<p>Siga o <strong>Agrícola</strong> no <em><strong><a href="http://twitter.com/#!/agricolaestadao" target="_blank">Twitter</a></strong></em>.<strong></strong></p>
]]></content:encoded>
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