BMW realiza recall de 1,8 mil carros
- 11 de abril de 2012 |
- 16h02 |
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Categoria: Assunto do dia, Recall
A BMW anuncia recall de veículos por má fixação do conector do cabo da bateira no assoalho do veículo. Em alguns casos, será necessário, a substituição da capa de proteção que recobre o ponto de fixação. Segundo a empresa, o superaquecimento no ponto de fixação do cabo positivo pode gerar princípio de incêndio no carpete do porta-malas.
Os proprietários convocados são os de veículos: série 5 modelos 520d, 525i, 525d, 530i, 530i Security, 530d, 545i, 550i, 550i Security, M5 e BMW série 6 modelos 645i Coupé, 645i Cabrio, 650i, 650i Cabrio, M6, fabricados entre março de 2003 e julho de 2010.
Os serviços de troca serão realizados a partir de 02 de maio. Para mais informações, a BMW disponibiliza o telefone 0800 707 3578 ou o site www.bmw.com.br.
Nissan e BMW anunciam novos recalls
- 6 de abril de 2012 |
- 16h29 |
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Categoria: Assunto do dia
Caroina Marcelino
O primeiro trimestre de 2012 mal terminou e a Nissan do Brasil já anunciou o segundo recall do veículo Frontier. O motivo é o chicote de ajuste elétrico do banco do motorista, que precisa ser substituído. Em fevereiro, 35.280 unidades foram convocadas para inspeção do torque do parafuso da junta da coluna de direção e também dos parafusos da trava do capô.
Além do Frontier, a fabricante anunciou problemas no modelo Pathfinder. Motoristas que possuem estes modelos, fabricados na Espanha entre 2005 e 2009, devem procurar uma concessionária autorizada.
Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), o reparo ou a substituição do produto é de responsabilidade do fornecedor, sem qualquer ônus para o consumidor. De acordo com o fabricante, a falha no chicote pode não funcionar ou então pode ser acionado de forma involuntária.
O recall atinge 783 veículos, com numeração de chassis, não sequencial, entre os números de VSKCVND40U0119404 a VSKCVND4070144648, para veículos Frontier, e de VSKJVWR5160033514 a VSKJVWR5190338686 para os veículos Pathfinder.
Outra grande montadora que anunciou recall foi a BMW. Mais de 1,8 mil veículos foram convocados para verificar a fixação do conector do cabo da bateria no assoalho de veículos da Série 5, Série 5 Security e Série 6, fabricados de março de 2003 a julho de 2010. Nesses carros, existe possibilidade de má fixação do conector do cabo da bateria, o que pode ocasionar falha no fornecimento de energia.
De acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC), “o fornecedor não pode colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança”.
O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), vinculado a Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça, está acompanhando os casos de recall de ambas as fabricantes.
O consumidor que tiver alguma dúvida em relação às campanhas, pode entrar em contato com a Nissan pelo número 0800 011 1090 ou pelo site www.nissan.com.br. Já a BMW oferece um canal de atendimento ao cliente pelo site www.bmw.com.br.
A Nissan do Brasil e a BMW informaram que nenhum acidente foi registrado até o momento por causa dessas falhas.
Recalls: consumidores têm seus direitos nas convocações
- 6 de fevereiro de 2012 |
- 17h07 |
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Categoria: Assunto do dia, Recall
Saulo Luz
Sempre que uma empresa faz recall, ela tem de seguir uma série de regras. Imediatamente após ter ciência do risco do produto aos consumidores, o fornecedor deve emitir alerta em anúncios publicitários em jornais, revistas, rádio e televisão.
“Caso o fornecedor tenha conhecimento da periculosidade de suas mercadorias que estejam no mercado, e deixe de informar aos consumidores e às autoridades competentes, será julgado criminalmente, e pode pegar pena de detenção de seis meses a dois anos, além de multa, nos termos do artigo 64 do CDC”, diz o advogado Luiz Felipe Costa Neves, do escritório Rocha Miranda Advogados Associados.
Ele diz que nos recalls de veículos, o fornecedor deve entregar ao Denatran relatórios com o número de consumidores atendidos. “Se o consumidor não atender ao chamado, isso constará no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV)”, lembra.
Além disso, é importante lembrar que a empresa é obrigada a atender às demandas de recall permanentemente. “A empresa não pode cobrar e nem fixar data limite para fazer o recall. O processo se estende por toda vida útil daquele produto, mesmo que a empresa arbitrariamente divulgue prazo para o comparecimento”, diz Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste).
Recalls: empresas explicam os problemas
- 6 de fevereiro de 2012 |
- 12h07 |
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Categoria: Assunto do dia, Recall
Saulo Luz
A Procter & Gamble, por meio de nota, ressaltou que o recall dos antissépticos bucais da marca Oral-B foi um “procedimento voluntário da empresa e preventivo, após detectar níveis microbianos fora da especificação em alguns produtos fabricados em uma de suas unidades terceirizadas na Colômbia. Estando este nível microbiano fora da especificação, pessoas com sistema imunológico severamente debilitado ingerindo o produto em desacordo com as instruções de uso poderiam estar suscetíveis a efeitos adversos.”
A empresa disse que 10% dos 10 milhões de unidades convocadas foram estimados como disponíveis no mercado tanto em revendedores quanto consumidores (por conta da vida útil do produto no mercado e o ciclo de consumo do produto). Desse total, foram recolhidos 70% dos itens. Sobre o consumidor Ivanhoe Robson Marques Bonatel, a Procter reafirmou que “realizou o depósito para reembolso no dia 1º de setembro de 2011, possui os comprovantes bancários e está em contato com o consumidor”.
A Kraft Foods Brasil, por sua vez, informou que o recall do fermento em pó Royal foi “iniciativa pró-ativa da companhia e que todos os consumidores que agendaram a troca já foram atendidos”. A consumidora Lilian Passos, citada pela reportagem do JT, foi atendida e já teve sua embalagem trocada.
A Blowtex informou que o recall do preservativo Blowtex Turbo está em andamento e, só após a conclusão, será possível apurar o total de unidades recolhidas. A Pepsico disse que a causa do recall do Toddynho foi “falha pontual corrigida e a fábrica da Pepsico em Guarulhos foi aprovada pelas autoridades sanitárias”.
Quantidade de recalls cresce 3.200% em dez anos no País
- 6 de fevereiro de 2012 |
- 7h06 |
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Categoria: Assunto do dia, Recall
Saulo Luz
O Brasil está vivendo a era dos recalls. O número de chamados de produtos que oferecem risco à saúde dos consumidores brasileiros explodiu no ano passado, quando o consumidor sofreu com convocações de alimentos e até de camisinhas. Dados do Procon-SP apontam que em 2011 foram realizadas 78 convocações de mais de 46,6 milhões unidades de itens. Em 2002 foram 32 recalls de 1.417.652 itens. Ou seja, em nove anos, o número de produtos cresceu 3.193% – 35 vezes mais.
“Esse aumento se deve ao crescimento do mercado de consumo e à fiscalização dos órgãos de defesa do consumidor, punindo as empresas que mascaravam os recalls ou deixavam de fazê-lo”, explica Renan Ferraciolli, diretor de fiscalização do Procon-SP.
O mais grave é que os produtos mais convocados são alimentos, bebidas e itens de higiene e beleza – mercadorias diretamente relacionadas à saúde.
Os chamados destes produtos começaram a se destacar a partir de 2007 e, no ano passado, ultrapassaram as de itens de saúde (medicamentos), veículos e artigos infantis – produtos que, historicamente lideravam os recalls desde 2002. Já os itens de higiene e beleza sofreram os primeiros recalls em 2011 – já assumindo a liderança.
A alta em 2011 foi puxada por dois recalls de alimentos e bebidas, que convocaram 34.000.080 artigos, dois recalls de higiene e beleza (com 10.556.269 itens), e 61 campanhas de automóveis (totalizando 651.434 veículos).
Além disso, houve a convocação inimaginável de alguns itens, como 34 milhões de potes do fermento em pó Royal (falha no selo de vedação, que lança o pó para fora da embalagem), 10,4 milhões de antissépticos bucais da Oral B (risco de contaminação por bactéria), 80 itens do Toddynho (contaminado por detergente) e até 116 mil preservativos masculinos da Blowtex (falha de resistência).
Precaução
Alguns consumidores reclamam da demora e obstáculos para atender às convocações. É o que diz o funcionário público Ivanhoe Robson Marques Bonatelli, de 50 anos, que comprou um dos antissépticos bucais convocados pela Oral B.
“A empresa prometeu depositar o dinheiro (que paguei pelo produto) na minha conta em agosto do ano passado. Mas nada recebi até hoje”, conta o consumidor, que ainda guarda o produto como prova. A empresa informa que o depósito já foi feito, mas ele rebate: “Tenho os extratos e não entrou nada na minha conta.”
Já a dona de casa carioca Lilian Passos, 53, comprou um fermento em pó Royal e, certo dia, viu uma nota nos jornais sobre um recall que a Kraft Foods Brasil anunciou sobre o produto. “Olhei o prazo de validade (10 de agosto de 2012) e era exatamente o do lote com problema. No mesmo dia entrei em contato com o SAC. Mandaram não abrir e marcaram uma semana para fazer a troca, mas não apareceram.”
Dois meses depois, ela já tinha até esquecido do recall, quando achou o produto no armário. “Nesse tempo, fiquei com uma bomba relógio em casa e não deram a mínima e me deixaram com um produto nas mãos que, segundo a própria fabricante informou, ao ser aberto pode explodir”, conta ela, que entrou em contato novamente com a empresa – que ainda demorou cerca de um mês para realizar a troca.
No acumulado desde 2002, os artigos para a saúde foram os mais afetados pelas convocações, com 49.027.976 produtos (42,97%), seguido por 45.699.217 de alimentos e bebidas afetados (40,05%) e 10.556.269 itens de higiene e beleza (9,25%).
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