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Que tal o preço por litro e quilo?

Categoria: Assunto do dia

SAULO LUZ – JORNAL DA TARDE

É mais vantajoso comprar uma garrafa de água de 600 ml por R$ 1,89 ou outra da mesma marca de 510 ml, por R$ 1,29? A resposta é difícil para o consumidor que não estiver com uma calculadora em mãos na hora da compra.

Pensando nisso, o Projeto de Lei n°123/09 pretende obrigar os supermercados do Estado de São Paulo a informar, o preço correspondente à unidade de medida (quilograma, litro ou até metro).

A Comissão de Constituição e Justiça da Assembléia (CCJ) já deu parecer favorável à proposta, que agora aguarda aprovação na Comissão de Defesa de Direitos do Consumidor e depois segue para plenário.

Se for aprovada, os estabelecimentos que desobedecerem sofrerão penalidades (advertência, multa e, em último caso, interdição). “Falta de informação é um problema crônico em supermercados. O senso comum diz que a embalagem maior sempre é mais vantajosa, o que não é verdade”, diz o deputado Carlinhos Almeida (PT), autor da proposta.

Para se ter uma idéia disso, basta analisar o exemplo do início do texto, onde a garrafa menor de água mineral (510ml) sai mais em conta (custando R$ 2,53, contra R$ 3,15 da de 600ml).

A comparação foi feita pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) que, pesquisou 177 produtos de 70 marcas (bebidas, alimentos e produtos de higiene) em duas grandes redes de varejo da capital e encontrou variações de preço de até 215%.

A maior diferença foi a da água mineral sem gás Crystal. A embalagem de 1,5 litro custa R$ 1,00 o litro, enquanto na garrafa de 600 ml, o preço por litro pula para R$ 3,15.

Em segundo lugar está a água Minalba, com diferença de 131% entre as versões de 1,5 litro e 510 ml. “São grandes as disparidades de preço em produtos da mesma marca. Saber quanto custa a porção é um direito fundamental do consumidor “, diz Marcos Diegues, assessor jurídico do Idec.

Para ele, os supermercados paulistas não sofreriam nenhum prejuízo ao implantar a medida . “No Rio de Janeiro, o Ministério Público fez um acordo com a Associação de Supermercados para uma medida semelhante”, completa.

O vice-presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Martinho Paiva Moreira, concorda em parte. “Questionamos apenas a aplicação prática para determinados tipos de produtos pequenos, como temperos e condimentos”, finaliza.

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48 Comentários Comente também
  • 30/06/2009 - 23:42
    Enviado por: maria angelica de campos

    Olá necessito de uma orientação urgente. Em 17/12/2003 eu havia feito uma renegociação com o Banco Real e o meu pai havia sido fiador e foi assinado uma nota promissória no valor de R$ 11600 e a dívida era de r$ 6019,00 (cheque especial, cartão de crédito e real parcelado), infelizmente na época não consegui cumprir o acordo e foi informado que o mesmo seria cancelado. Passado 1 ano um escritório de cobrança deles renegociou a dívida do cheque especial, cartão de crédito e realparcelado e me disse que eu havia ganho um desconto e eu quitei este acordo no valor de r$3099,00. Meu nome e do meu pai foi retirado do SPC serasa em 17/03/2004 assim que efetuei o pagamento do acordo e havia saído inclusive o valor da renegociação anterior também do cadastro do spc serasa. POis bem, agora estou necessitando abrir uma nova conta no bANCO REAL de cajamar e descobri que havia um restritivo interno no Banco Real onde havia sido feita a renegociação. E para minha surpresa o restritivo é da renegociação que foi limpa no spc/serasa em 2004 e me havia sido dito que ela não foi excluída porque o acordo feito pelos advogasos foi muito baixa e ela não foi incluída. Pasme o valor está em R$121.000,00 no restritivo interno do banco. Minha pergunta é: Que devo fazer pois fui enganada quando me informaram na época que a renegociãção havia sido inclusa e, o banco nunca me cobrou ou entrou em contato para disser que esta renegociação estava correndo juros e que era necessário renegociar…Já reclamei com 3 gerentes que não resolveram…Eles podem me cobrar a dívida agora que já passou 5 anos? Eles não agiram de má fé, omitindo que a dívida não foi negociada pela escritório jurídico? Por acaso deverei eupagar pelo erro de comunicação entre advogados e o banco? E se estava no sistema, porque não cobraram eu ou meu pai? E detalhe, meu pai que havia sido fiador desta dívida que se encontra internamente no sistema faleceu em setembro de 2008 com al de alzaimer…E o pior isto pode vir a prejudicar minha contratação perante a empresa…Me orientem por favor, necessito trabalhar, mas não posso ter este valor descontado em minha conta…E outro detalhe pior, na época que eu e meu pai assinamos o acordo, eles não nos deram cópia do acordo…Como devo proceder…

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  • 01/07/2009 - 08:22
    Enviado por: Rafael

    Eu fui a trabalho nos EUA há dois anos e nas etiquetas da gôndolas constava o preço do produto em conjunto com o preço/kg ou preço/l ou preço/unidade

    Acho a iniciativa boa. Tem meu apoio

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  • 01/07/2009 - 08:23
    Enviado por: Paulo

    Isso em UK ja e pratica comum, boa para comparacao de precos.
    Eu so acho que existem inumeras leis que deveriam ser aprovadas muito mais importantes do que essa.
    alias, isso nao deveria ser lei, deveria ser uma sugestao, garanto que os empresarios do ramo teriam aderido a ideia.
    Enquanto isso, a SAUDE e a SEGURANCA…ZERO

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  • 01/07/2009 - 08:32
    Enviado por: Maria Eugenia Santos

    Eu acho a ideia otima. Moro na Italia ha 8 anos e aqui é assim: o preço do produto é indicado, grande e depois, embaixo vc le o preço por kg ou litro. Confesso que no começo achei estranho, mas logo fui me acostumando.
    E qto ao que diz o vice-presidente da Associaçao Paulista de Supermercados, que seria um problema aplicar nos produtos pequenos, aqui até qdo vc compra um pacotinho de açafrao, minusculo, sabe que aquele produto custa mais de 500 euros ao quilo.

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  • 01/07/2009 - 08:35
    Enviado por: Ricardo

    Se for aprovada esta lei e se ela realmente funcionar, muitas leis no Brasil simplesmente “não pegam”, será de grande utilizado para nós consumidores. Nem todo mundo lembra de levar uma calculadora ao supermercado.

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  • 01/07/2009 - 08:40
    Enviado por: MARIO LORDELLO

    A PERGUNTA SERIA. O QUE E MAIS VANTAJOSO? VENDER POR UNIDADE, POR KILO, METRO, ETC. NAO PODEMOS NUNCA ESQUECER QUE NA MAIORIA DAS VEZES A EMBALAGEM E QUE FAZ ENCARECER O PRODUTO. NAS GARRAFAS DE AGUA POR EXEMPLO, ELA E UMA GARRAFA MAIS SIMPLES PARA USO DOMESTICO, ENQUANTO QUE AS GARRAFAS (PLASTICAS) DE AGUA MENORES SAO PARA O USO IMEDIATO, COM MAIS SOFISTICACAO, COM TAMPAS QUE NAO SE PODE REMOVER. USO MUITO COMUM EM PAISES COMO OS ESTADOS UNIDOS, ONDE O CONSUMO NAS RUAS E MUITO GRANDE. LA TAMBEM A DIFERENCA DE PRECOS E MUITO GRANDE MAS NEM POR ISSO O CONSUMIDOR SE SENTE LUDIBRIADO E NAO PRECISA INTERVENCAO GOVERNAMENTAL PARA TOMAR DECISOES E SABER O QUE COMPRAR E COMO COMPRAR. O POVO QUE NAO SE MANIFESTA NEM TOMA SUAS PROPRIAS DECISOES VAI SEMPRE SENTIR A NECESSIDADE DE O GOVERNO FAZER POR ELE O QUE ELE CONSUMIDOR DEVERIA FAZER SEM INTERVENCAO ALGUMA. O PRODUTOR E QUE TEM DE SE ADAPTAR AS NECESSIDADES DO CONSUMIDOR E NAO VICE VERSA.

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  • 01/07/2009 - 08:53
    Enviado por: lucas reinhardt

    A lei deveria se estender aos resultados de laboratórios clínicos. Experimente comparar resultados dos mesmos exames de laboratórios diferentes…

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  • 01/07/2009 - 08:56
    Enviado por: sv

    Acho que esta medida deveria ser implantada em todo o Brasil. Desde os grandes supermercados ate as vendinhas no interior.

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  • 01/07/2009 - 09:01
    Enviado por: Joao Assumpção

    Na Argentina a exibição dos preços do quilo e do litro é obrigatória – e devo dizer que é essencial para a devida comparação de preços e de diferentes opções de embalagem. Toda força à nova lei!

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  • 01/07/2009 - 09:30
    Enviado por: Marcos de Luca Rothen

    Sem a menor duvida é uma lei fundamental para informar o consumidor! Hoje cada vez mais os mesmos produtos vem com pesos diferentes que dificultam a comparação dos preços e como os valores são sempre “quebrados” é necessário uma calculadora para sabermos qual é o mais barato!

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  • 01/07/2009 - 09:50
    Enviado por: josé roberto passarella

    Gostei muito. Acho que os supermercados deviam colocar uma tabela com os preços dos produtos iguais nas gôndolas em que eles estão. Eles tem a liberdade de vender pelo preço que quizerm mas devem facilitar a comparação dos mesmos

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  • 01/07/2009 - 10:04
    Enviado por: francisco fraia

    acho otimo, pois vai elucidar aos menos nobres que nem sempre a melhor oferta e a melhor

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  • 01/07/2009 - 10:04
    Enviado por: Gustaf

    A idéa é boa para produtos bem definidos (agua, manteiga, arroz, etc.) mas sem nenhum sentido para produtos que podem ter a qualidade, a concentração, indefinido. Como comparar dois shampoos pelo preço/L? Um pode ser diluido, matéria príma pobre e barato e engrossado com epessante, e outro pode ser concentrado mesmo – e no final mais economico e com um resultado melhor, talvez. O que ia dizer o preço/L num caso deste? Exagerando (só um pouco) seria como escolher carro pelo preço/kg.

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  • 01/07/2009 - 10:13
    Enviado por: Diogo

    Melhor ainda: Além do preço por unidade de medida, também informem o valor do produto sem impostos, ou o % de impostos incluso no produto.

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  • 01/07/2009 - 10:23
    Enviado por: Andres

    Na Argentina e lei , tem o preco do produto e o preco por quilo, litro , etc , em todos os produtos nos supermercados.

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  • 01/07/2009 - 10:24
    Enviado por: R. San

    Até que enfim uma idéia objetiva, mas devia ser em todo o país, que tal Procon?. Sempre que faço compras levo a calculadora para poder comparar, basta colocarem os dois preços e simplificariam nossas vidas.

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  • 01/07/2009 - 10:57
    Enviado por: Marcio R. Gonçalves

    Lei realmente pode ter, mas não há fiscalização nos preços, não são tabelados os produtos final, “no mercado”, compra pães hoje são por quilogramas valor de R$ 3,99 media dos preços nas panificadoras, mercados são R$ 4,99 e estão mais caro do que o 1 litro de leite que custa em media R$ 2,18 comparando com o leite em pó de 400 gramas media dos preços R$ 5,48. Quais são as vantegens para o consumidor?
    Melhor preços tabelados em todos os estabelecimentos.

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  • 01/07/2009 - 10:59
    Enviado por: Simone

    Demorou!!! Isso já acontece há anos no exterior. Transparência é a chave.

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  • 01/07/2009 - 11:26
    Enviado por: inacio ruiz

    Apesar do Carlinho Almeida pertencer ao pt,
    ele fez um projeto lei de grande interesse para a população. Os supermercados e afins junto com a industria são de uma malandragem sem fim por que não lançam embalagens de peso ou volume de facil calculo como 500 ml,1 L,0,5 Kg, i Kg etc.
    Parabens Sr Carlinhos! Se passar a lei votarei no Sr.

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  • 01/07/2009 - 11:37
    Enviado por: PEDRO CANDIDO

    papel higienco deveria ser vendo por peso não por metragem como conferir sem adulterar produto?

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  • 01/07/2009 - 11:37
    Enviado por: Silmar Golanovski

    Apoio integralmente esta iniciativa. Isto acontece com vários produtos onde os fabricantes criam embalagens com conteúdos que dificultam o cálculo por parte do consumidor, ou alguém acha fácil saber qto custa o kg de leite condensado vendido em latas de 395 gramas…?

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  • 01/07/2009 - 11:39
    Enviado por: Rita

    Isto ja eh lei em muitos outros paises. Nao eh nenhuma novidade.
    O Brasil esta bem atrasado…. E para variar o consumidor sempre sofre

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  • 01/07/2009 - 11:41
    Enviado por: Naor Nemmen

    Vai ser muito divertido: “Colírio Moura Brasil: R$ 422,50 / litro”. Ou seja, uma “água limpa”, numa embalagem vagabunda, a quatrocentos e poucos reais, já que 20mL custam R$ 8,05. Champanhe? Bobagem, beba colírio: é muito mais chique.

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  • 01/07/2009 - 12:11
    Enviado por: Paulo

    Se os supermercados colocassem os preços certos dos produtos nas prateleiras, para mim já seria ótimo.

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  • 01/07/2009 - 12:21
    Enviado por: Renato Soares

    Sabemos que parte do custo de um produto está na embalagem. Portanto é claro que uma apresentação com maior quantidade de produto seja mais vantajoso para o cliente. O que me revolta é que muitas empresa estão diminuindo a apresentação e mantendo o preço. É comum encontrarmos embalagens com os dizeres: “NOVO PESO. AGORA 55g – REDUÇAO DE 20%”…. Antigamente tínhamos biscoitos recheados com 200g. Hoje, as empresam mantém o comprimento das embalagem e diminuem o diâmetro. Ridículo!!!! Fica muito difícil comparar, já que existem apresentações com 100g, 120g, 140g, 180g e 200g…

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  • 01/07/2009 - 13:02
    Enviado por: Sidney Cespeda

    Acredito na lei , o consumidor deve sim saber das vantagens, Hoje estamos comprando embalagens e não produtos.
    As empresas deveriam fazer essa comunicação de forma espontania.

    Grato

    Sidney Cespeda

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  • 01/07/2009 - 13:15
    Enviado por: Alcione Selles

    Acho que se é para facilitar para consumidor, porque tanta demora em aprovar? Mostrar p. consumidor alternativa como esta traz economia para o bolso…

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  • 01/07/2009 - 13:29
    Enviado por: Ronaldo

    Sou totalmente a favor, e um tempo para cá, os fabricantes tem diminuido o peso contido em cada embalagem e mantendo o preço, mas o consumidor desavisado não percebe e acha que o preço é o mesmo. boa forma de dizer que não tem inflação.

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  • 01/07/2009 - 13:40
    Enviado por: cassandra castro

    Muito boa esta idéia. Mas que tal lança-la a nivel nacional via lei federal? Sou economista domestica e a muitos e muitos anos sei que somos trapasseados pelos fabricantes de todas mercadorias embaladas por falta de uma regulamentação que preserve a honestidade e facilidade dos preços. Sugestão:
    todos alimentos, todos produtos de limpeza e higiene pessoal, ou seja todos produtos embalados deveriam ter medidas exatas e multiplas exatas de seus valores ( 1 kg = 100g 200g…. ou 250 500 750 g nada mais). estou a disposição para ajudar no que puder.

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  • 01/07/2009 - 13:46
    Enviado por: Soraya

    Sou totalmente a favor. Esta medida já é aplicada em muito países europeus e já deveria existir no Brasil, mas antes tarde do que nunca!
    Para produtos pequenos como temperos e condimentos, a aplicação em gramas e mililitros seria a mais adequada. Vou torcer para que este projeto seja aprovado, e ficarei feliz em ir ao supermercado e não precisar mais da minha calculadora…

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  • 01/07/2009 - 14:16
    Enviado por: Henrique

    Isso ja é visto nos supermercados Europeus ha muito tempo!
    Ja estava na hora

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  • 01/07/2009 - 15:07
    Enviado por: Ivana Ebel

    Tava mais do que na hora de o Brasil adotar essa medida. Moro na Alemanha e aqui, todos os produtos vem com esse cálculo… Saber o preço por quilo, litro, facilita muito na hora de tomar decisões e fazer economia! Tomara que não demore para que todas as prateleiras de mercado tenham essa informação!!!

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  • 01/07/2009 - 15:19
    Enviado por: edlo

    Até que enfim tem alguem com visão de consumidor. Copiar a Europa, onde todas as os produtos em supermercados são colocados com o respectivo preço de litro, metro ou quilo.

    Deveria ser permitido colocar uma tarja vermelha nos prdutos de supermercados que tenham preço abusivo, e indicar o concorrente.

    Nas auto estradas tambem, uns km antes de um posto, existem placasd com os preços dos combustiveis dos postos nos proximos kilometros, forçando a concorrencia.

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  • 01/07/2009 - 15:40
    Enviado por: Fernando Fischmann

    Acho estremamente adequado este projeto de lei 123/09 e sou totalmente a favor de sua aprovação. Não sei se por força de lei local ou simplesmente para ajudar o consumidor a escolher pelo preço proporcional, supermercados (aqueles nos quais estive) na Suíça motram na etiqueta de preço também o valor proporcional, pago por litro ou por kg. Aqui no Brasil os supermercados querem se transformar em templos do consumo, para que o consumidor passe horas comprando; na Suíça, acredito que os supermercados desejem que o consumidor fique o menor tempo possível, para diminuir custos.

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  • 01/07/2009 - 15:41
    Enviado por: Gilmar Adelino Roriz Lemes

    Acho que é uma boa, principalmente porque nós brasileiros temos o hábito de comprar pela embalagem e não damos valor ao conteudo, sendo assim veremos o valor da mercadoria e poderemos fazer comparações sem ter de andar com uma máquina na mão, o que nem sempre é possivel.

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  • 01/07/2009 - 15:54
    Enviado por: ssvv

    Excelente ideia. Deveria ser implantada em todo territorio nacional.

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  • 01/07/2009 - 16:46
    Enviado por: luiz carlos gimenez

    É uma boa medida uma vez que os nossos empresários honespertos sempre däo um jeito de enganar o consumidor, pois sabe que ele näo sabe fazer contas ou näo tem instrumentos alí na hora para aferir qual a embalagem mais em conta. Eu normalmente faço as contas, trazendo tudo para uma única unidade (metro, quilo, gramas, etc) e depois volto para as embalagens apresentadas e comparo. Vejam por exemplo a nova lei agora que diz que as bananas devem ser vendidas apenas por peso e näo por dúzias. Lembram-se do päozinho nosso de cada dia; o que aconteceu? aconteceu que todo mundo majorou o preço…. O mesmo vai ocorrer com as bananas. Näo teremos mais a BANANAS a preço de banana.

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  • 01/07/2009 - 17:06
    Enviado por: Tadeu Hyppolito

    Acho perfeito !! Parabens pela iniciativa !! Já havia escrito sobre isto para a PROTESTE do Rio de Janeiro . É muito difícil saber o preço das mercadorias por falta de padronização de embalagens ! Especialmente as que tem diferenças pequenas !! Exemplo : existem embalagens de Yougurth com 1 Litro , com 900ML e com 850 ML ! todas quase do mesmo tamanho . Barras de chocolate , com o mesmo tamanho , tem 180g , 170g , 140g e 130g !! e o pior caso – praticado dentro da mesma empresa – o refrigerante Aquafresh , em SP tem 500ml e em Brasília 450ml . As garrafas são do mesmo tamanho , com uma diferença sutil no diametro !! é tudo feito mesmo para enganar e confundir o consumidor .

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  • 01/07/2009 - 17:23
    Enviado por: Jose Carlos Veronezzi

    Ótima e prática iniciativa. Mas seria bom o deputado que propos o projeto, e demais, lembrarem que até hoje os supermercados não cumprem a lei que os obriga a colocar etiquetas nos produtos. Entre outras coisas, alegam que isso encareceria os produtos. Além de não cumprirem a lei, a desculpa é ridícula e pouca inteligente, porque nos Estados Unidos todos os supermercados tem preços nos produtos. Será que é porque lá o salário de US$ 1,000 a 1,500 dos repositores de gondôlas são mais baratos que no Brasil?!

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  • 01/07/2009 - 17:49
    Enviado por: SM

    Isso já é costume em outros países, na Argentina por exemplo. Brasileiros adoram falar mal dos argentinos, mas em vários aspectos eles são muito mais desenvolvidos do que nós. E esse, é um dos pontos.

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  • 01/07/2009 - 18:32
    Enviado por: FRANCISCASOUZAMARTINS

    e mais vantagem pra nos consumidores

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  • 01/07/2009 - 18:34
    Enviado por: CARDOSO

    Se derem mais educação ao POVO não será necessário criar leis como essa.
    Valeu deputado, mas procure exigir o que manda a Constituição “EDUCAÇÂO PARA TODOS”

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  • 01/07/2009 - 19:08
    Enviado por: jose luiz casaburi

    sempre achei esta ideia inteligente e justa. o consumidor deve sempre ser informado do valor por inteiro seja quilo ou litro para se estabelecer um parametro de preços e poder comparar.

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  • 01/07/2009 - 19:31
    Enviado por: Frank

    Acho ótima a iniciativa. Alguns países da Europa obrigam essa prática. Para o consumidor, ficaria mais fácil a comparação entre produtos com quantidades diferentes. Também evita que os fabricantes tentem ludibriar os consumidores com embalagens de diferentes quantidades ou reduzindo a quantidade de produto em um determinado tipo de embalagem.
    O ideal seria que a lei fosse federal, e não estadual. Quem sabe nossos senadores deixam de lado as intrigas e fazem alguma coisa por nós…

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  • 01/07/2009 - 21:11
    Enviado por: Zeca

    Esse sistema ja esta implantado na Inglaterra e eh muito bom, espero que seja ssim tambem no Brasil.

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  • 01/07/2009 - 21:42
    Enviado por: Daniel

    Excelente iniciativa!

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  • 01/07/2009 - 22:07
    Enviado por: Jorge

    Realmente, essas diferença de valores é bastante gritante. Na prática, é ideal que densidade de um produto, a relação massa/volume seja conhecida para realmente fazer a relaçào correta. No caso da água, a densidade é 1.000 kg/m3, ou seja, 1 L é correspondente a 1 kg. Mas por outro lado, um molho, por exemplo, que tem a densidade de 2.000 kg/m3, num volume de 1 L aqui tem 2 kg. Portanto, o valor correto deve ser igual para 1 L e 0,5 kg. Essa relação ajuda para cálculo de valores fracionados que são bem frequentes no comércio.

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  • 01/07/2009 - 22:35
    Enviado por: j.molento

    É muito relativo por exemplo no pão françes o povo se ferrou,pois a lei dizia que o pão tinha que ter no minimo 50g. estão o portuga com medo da lei ,pois a multa se fosse pego era GRANDE ,então sempre tinha 2 ou 3 gramas a mais ……….eu acho que por kilo é melhor pro comerciante pois com qualquer qualidade é por peso ….azar do povo ……..

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