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Segunda-feira, 21 de Maio de 2012
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Compras coletivas em debate

Categoria: Assunto do dia

Saulo Luz

A Câmara vai promover audiência pública para discussão e aprimoramento do projeto 1.232/2011, que prevê regulamentação das empresas e sites de venda coletiva de produtos e serviços.

Segundo o deputado João Arruda (PMDB-PR), autor do projeto, a ideia é dar mais transparência e proteger o consumidor em um mercado que está crescendo muito, assim como os problemas.

“São quase 2 mil sites de compras coletivas e muitas reclamações. Para se ter uma ideia do problema, tentei contatar alguns grandes sites de compras coletivas para buscar esse equilíbrio no PL, mas não fui atendido. Se eu (que sou deputado) não consegui falar com eles, imagine o consumidor comum”, diz Arruda.

A proposta prevê o prazo máximo de 72 horas para que a empresa devolva o dinheiro do consumidor, caso o número mínimo de clientes não seja atingido e a oferta perca a validade. Também se tornará obrigatória a divulgação da quantidade mínima de compradores para validar a compra, número máximo de cupons por cliente.

Além disso, toda oferta deverá oferecer o prazo mínimo de seis meses para que o consumidor possa usufruí-la e a empresa promotora terá de informar (no anúncio) o número de clientes que serão atendidos por dia, além de endereço e telefones.

2 Comentários Comente também
  • 06/07/2011 - 17:15
    Enviado por: Fred

    Fiz uma compra em um site de compras coletivas, o estabelecimento fechou e o site sumiu da internet.

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  • 07/07/2011 - 12:04
    Enviado por: Gustavo

    O trecho “empresa promotora terá de informar (no anúncio) o número de clientes que serão atendidos por dia” tem de ser removido do texto do projeto, pois não pode haver distinção entre consumidores. Todos eles têm de ser atendidos igualmente, independentemente do modelo de compra.

    Só lembrando que nenhuma empresa é forçada a entrar no modelo de compra coletiva. Se ela entrou, não tem o direito de oferecer um serviço de qualidade inferior.

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