Obrigada pela leitura, Thiago!
responder este comentário denunciar abusoJerusalém
faltou informar que Jerusalem foi declarada uma cidade INTERNACIONALIZADA em 1947. A Jordãnia que havia anexado território reservado aos palestinos anexou Jerusalém Oriental ( Cidade Velha ) e nunca permitiu a um cidadão israelense que orasse no Muro das Lamentações. Por esta razão Israel não deve aceitar ceder jerusalém Oriental aos palestinos, e se Abbas coloca como pré condição o congelamento das construções nos assentamentos, israel deve colocar como pre´condição a não divisibilidade de Jerusalém
A Jordânia no passado anexou o território reservado aos palestinos (isso justifica que Israel faça o mesmo?)… Ben Gurion rejeitou a internacionalização de Jerusalém depois que os árabes rejeitaram as resoluções 181 e 194 das ONU… E muitas outras coisas aconteceram. E agora, 60 anos depois, ambos farão o que? Continuarão apontando o dedo para o outro, culpando o outro pelo que não deu certo e, assim, justificando seus próprios abusos. Isso é o que têm feito nas últimas seis décadas. Passou da hora de começar a olhar para a frente, não acha?
responder este comentário denunciar abusoNao Adriana,nao passou a hora coisissima nenhuma.Isto e um pretexto de tentar criar um
Estado Palestino para chegar mais perto ainda dos judeus para continuarem com suas
incursoes TERRORISTAS.Portanto nao passou a hora ainda……………………
Boa síntese do que está acontecendo. Seria interessante acrescentar a esta síntese links para lugares onde há mais informação sobre cada ítem. Por exemplo, onde aparece “(capturada por Israel em 1967)”, vale a pena haver um link para um lugar onde figura a história desta captura, na ocasião da guerra dos seis dias, a história da guerra dos seis dias, etc.
Tem razão. Tentarei fazer isso nos próximos. Abs. e obrigada pela leitura.
responder este comentário denunciar abusoÉ mesmo, parabéns…esclarecer é isto.
Muito bem feita a comparação entre os posicionamentos dos três “Estados”. Na minha opinião faltou apenas um ponto controverso: a disputa pela água. A aparente natureza subsidiária da disputa pelo controle dos cursos dos rios se configura, na verdade, como uma das principais reivindicações e motivos das longas décadas desse conflito. Obviamente que seria difícil obter as opiniões oficiais dos Estados quanto a esse assunto, tratado de modo velado, mas seria de fácil dedução.
Sim. Ali existe de fato uma disputa por recursos. Água, terra, energia. Abs.
responder este comentário denunciar abusoSeria muito importante que a colunista lesse na integra o discurso do Netaniahu na ONU.
No dito esclarecimento por parte da colunista, o texto coloca Jerusalém como ponto religioso muçulmano, quando na realidade o local do domo da rocha, é o local onde ficava o Templo de Jerusalém. O local é também onde ocorrera o sacrifício de Isaac.
Apesar da colunista não escrever, esclareço que Jerusalém é o terceiro lugar mais importante para o islamismo(1º – Meca, 2º – Medina, na Arábia Saudita), apesar de não haver qualquer referencia de Jerusalém no Alcorão, e é o mais importante para os judeus.
Jerusalém é mencionado nos livros de Reis, Provérbios, Eclesiastes e Cântico dos Cânticos de Salomão, Profetas e Salmos. Todos relatando a história judaica na região.
Afinal, o vinculo dos judeus com o local onde é Jerusalém remonta há mais de 3000 anos, enquanto a primeira passagem dos muçulmanos ocorreu em 638 DC com a sua tomada pelo califa Omar.
É “politicamente correto” apoiar incondicionalmente a causa palestina sem se fazer uma análise histórica verdadeira sobre todo o assunto.
Porém, quando se analisa a história real e se constata o porque das discórdias, o apoio incondicional será certamente repensado.
Nelson, conhecemos toda a história. Impossível repeti-la em cada post. Se você ler posts anteriores, verá que já a relatei por aqui. O fato de que a primeira passagem dos muçulmanos por ali ter ocorrido em 638 DC – o Islã é a mais jovem das três religiões monoteístas – não muda em nada o fato de que deverá haver uma solução de convivência entre ambos no território. Quando Israel foi criado, a divisão territorial previa um Estado palestino. Desde então, houve muitas guerras, iniciadas por um ou por outro, e o desentendimento prevaleceu. Mas palestinos, assim como judeus, têm direito a um Estado. Cabe discutir quem chegou primeiro? Sobre a destruição de templos, não se esqueça de que a Al-Aqsa foi incendiada por um cristão fundamentalista. Há criminosos de todos os lados. Isso não deve ser empecilho para a paz entre os povos, caríssimo.
responder este comentário denunciar abusoÉ ainda importante informar que durante o período de ocupação Jordaniana de Jerusalém, os locais sagrados para os judeus foram depredados e violados sem qualquer respeito. Já sob administração da ANP, o túmulo de José foi profanado e destruido.
Qualquer pessoa que vá a Israel e visita os lugares importantes para as 3 religiões mais importantes do Ocidente, fica impressionado com o cuidado e respeito dado a eles.
A ANP já afirmou categoricamente que não admitirá qualquer judeu em seu território.
A intolerância é mesmo realidade e o assunto tem um peso emocional imenso. A criação do Estado de Israel e os conflitos posteriores são muito recentes. Muitos israelenses defendem a solução de dois estados como a mais viável no longo prazo. A indefinição das fronteiras, o fato de que os palestinos se sentem lesados sem um Estado definido, mais de seis décadas após a criação de Israel, o bloquei à Faixa de Gaza, o avanço dos assentamentos sobre a Cisjordânia que ocupam parte do que seria a Palestina só tornam a situação mais e mais tensa a cada dia, alimentam o ódio e o extremismo. Se um Estado palestino for criado, a AP não será a única força política, principalmente num momento de primavera árabe, em que os jovens demandam liberdade e democracia. Não poderia haver momento melhor para a criação de um Estado palestino, aliás. A sociedade civil, que hoje concentra esforços na solução dos conflitos com Israel, poderá voltar-se mais para os próprios problemas com a criação do seu Estado. Ou qual seria a solução?
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