ADRIANA CARRANCA – O Estado de S.Paulo
Leila Khaled desce as escadas em um vestido justo de listras, senta-se à mesa e acende um cigarro. Antes da entrevista, pede à amiga brasileira que traga do supermercado cerveja e duas garrafas de vinho, branco e tinto. “Seco, por favor”, pede, ao lado do segurança particular, essa palestina de 64 anos, cuja foto com uma AK-47 em punho rodou o mundo em 1969 após ser presa por sequestrar um Boeing 707 para chamar a atenção do mundo à sua causa.
Crédito: AFP
“Não é religiosa?” Ela mexe a cabeça negativamente. “Quem quer um Estado religioso é Israel”, diz Leila, membro da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP) no Conselho Nacional Palestino (Parlamento). Ela está no Brasil para a criação de um comitê em solidariedade aos palestinos e amanhã fala em evento do Icárabe, no Instituto Cervantes, ao lado de três conterrâneos de linhas diferentes.
O FPLP de Leila diverge do moderado Fatah, no comando da Cisjordânia, e é acusado de promover atentados contra Israel, o que ela não nega. Defende o fim da disputa entre palestinos e um governo de união do Hamas e do Fatah, que se reconciliaram recentemente. Os grupos se reunião no dia 18, no Cairo, para decidir sobre novas eleições palestinas (mais informações na página A16).
Crédito: Aline Baker/ Icárabe
Leila diz que aceitará a decisão de maioria, mas não rejeita a luta armada. “Vinte anos de conversa não nos levaram a nada. A Carta da ONU prevê como direito de um povo resistir à ocupação, que é em si um ato terrorista”, defende. “Os palestinos lutam contra sua expulsão, prisões arbitrárias, o bloqueio de Gaza, ofensivas que mataram milhares sem que Israel fosse punido e pelo direito de ir e vir, cerceado por soldados que decidem quando abrir os portões”, ela fala, sem respirar. “Por que acha que o povo palestino deveria suportar tudo isso sem reagir?”
.jpg)
Em seu tom de voz há toda a carga dos violentos conflitos que assolam a região desde 1948, quando meio milhão de palestinos fugiram da Guerra Árabe-Israelense, entre eles, seus pais. Ela tinha 4 anos. “Israel sufocou o povo palestino. E o que você faz quando está sufocando? Você usa até as unhas!” Ao sequestrar o avião que ia de Roma a Atenas e desviá-lo para Damasco, na Síria, ela exigiu que o piloto sobrevoasse Haifa, sua terra natal. Não houve feridos. “Sequestramos, sim, e o mundo passou a nos ouvir”. Ela fez seis cirurgias plásticas e no ano seguinte participou de novo sequestro. Foi presa em Londres e libertada numa troca de prisioneiros.
Leila vive na Jordânia e defende o direito de retorno – um dos principais impasses à paz. “Israel convoca judeus de todo o mundo a retornar às suas terras, por que não os palestinos?” Ela sabe que isso inviabilizaria o Estado de Israel, que teria maioria árabe. “Defendo um Estado laico em que judeus e muçulmanos possam conviver.”
espero que não traga o terrorismo ao Brasil, onde povos diferentes conseguem convivver em paz.
A casua da Leila Khaled é pelo povo palestino, Luis. Nada tem a ver com o Brasil. Abs.
responder este comentário denunciar abusoParabéns pela matéria Adriana.
Entendemos que @s palestin@s tem o direito:
-a ter seu estado e, todos que foram expulsos, voltar às suas terras.
Professor Kico
Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz-Paraná
Os mais de 800.000 judeus expulsos de todos os países árabes (Marrocos, Egito, Líbia, Síria, Líbano, Iraque, Jordânia) em 1948, com uma mão na frente e outra atras apos seculos de prosperidade neste países, foram 100% absorvidos por Israel. Já os 700.000 palestinos que fugiram (ja que seus irmãos de fé e vizinhos assim os instigaram prometendo retornar muito em breve apos jogar todos os judeus no mediterrâneo) até hoje são tratados como cidadãos de segunda categoria nos países árabes, Líbano não os permite comprar terras em seu nome, diversos cargos públicos entre outras dificuldades. Ja os palestinos que ficaram em Israel e não saíram em 1948 hoje e desde o principio tem total direito como cidadão Israelense, com direito a voto e deputados Palestinos no Knesset (parlamento Israelense), Juízes árabes na suprema corte de Israel, Todas as placas de transito e informativas em Árabe e Hebraico, direito a saúde publica sem custos, educação, seguro social, seguro desemprego,liberdade de culto, direitos a mulheres e homossexuais e tudo mais que qualquer cidadão de Israel tem, seja judeu, cristão ou muçulmano. É por isto que quando perguntados se em um futuro estado Palestino ficariam em Israel ou Palestina, 85% disseram Israel, claro em nenhum outro pais do Oriente Médio árabes tem tantos benefícios como em Israel. Estou falando dos árabes-israelenses que nunca saíram de Israel e não só são cidadãos como convivem em paz com seus vizinhos. Ja os “refugiados”palestinos que de 700.000 viraram 4milhões é a população no mundo que mais ajuda per-capta recebe da ONU, Europa e EUA. Foram propositadamente mantidos desta forma pelas potencias árabes, para servirem de massa de manobra. Porque nenhum pais árabe milhonarios com seus petro-dolares, irmão de fé e tão preocupado com a causa palestina ajuda esta gente ? Agora que Israel é uma potencia regional, exportando tecnologia, medicina, agricultura, querem que este povo retorne para onde sairam por conta propria ? Nenhuma outra população de “refugiados” no mundo tem esta benesse de se perpetuarem como refugiados e viverem disto assim como seus filhos e netos, absurdo.
responder este comentário denunciar abusoAri, de fato a situação de judeus em países muçulmanos precisa ser levantada. Muitos sofrem perseguição, assim como os cristãos, especialmente nos países menos desenvolvidos e mais isolados, onde a miséria e a falta de contato com o mundo alimentam o radicalismo. Já fiz matérias sobre isso. A liberdade religiosa é direito de todos. Por isso se discute o Estado teocrático – quando se diz um Estado islâmico, por exemplo, fica implícito que povos de outras religiões não teriam neste Estado os mesmos direitos. Poderia um judeu ser presidente de um Estado islâmico (isso não faria com que o Estado deixasse de ser islâmico?) Da mesma forma, poderia um muçulmano ser presidente de um Estado judeu? Tive uma discussão rica sobre isso em uma palestra que dei também na Universidade de Jerusalém sobre o Irã. Abs.
responder este comentário denunciar abusoObservando em verde o que era a superfície da Palestina em 1946 e na atualidade, é fácil compreender quem são os ocupantes e quem são os ocupados. Quem são as vítimas e quem são os verdugos. Quem de fato são os terroristas.Quem são os que estão com a razão. Uma imagem vale mais do que um milhão de palavras:
http://kloposmasm.files.wordpress.com/2010/06/palestinian-loss-of-land-1946-2000.jpg
Perfeito! E ainda acrescento, antes da instituição do Estado de Israel conviviam nesta região judeus, mulçumanos, cristãos… diferentes povos e etnias, em paz! Não existe “povo judeu”, judeu não é etnia, e sim religião, a criação do estado de Israel não faz sentido algum senão para fins belicosos dos EUA que ali criou uma base militar para fazer o que bem quer!
responder este comentário denunciar abusoCristina, vc. ainda não aprendeu, judeus são sim uma etnia assim como os árabes também o são. Eu sou ateu e sou judeu, assim como a maioria dos fundadores de Israel, nenhum era religioso. Para ser judeu é necessário ser filho de mãe judia, somente isso, onde está a religião? O judaismo é a religião dos judeus, mas nem todos os judeus são religiosos, não tente mudar a história para que caiba o seu ódio. Não tente deslegitimar os judeus, coisa em moda hoje. Nós estamos no OM, a nossa casa há milênios, podem falar o que quiserem, jamais vamos sair de lá. Estavamos lá pelo menos 2 mil anos antes de algum árabe aprender o caminho e invadir a região nos seculos VI e VII.
responder este comentário denunciar abusoDona Cristina, quanta ignorância, vai estudar minha senhora, aquele pedaço de terra desde sempre pertenceu ao Povo Judeu, sim um povo com cultura própria, língua própria, festas próprias, culinária própria, historia própria, tradição própria, cultura própria que se repente em qualquer ponto do planeta onde tenham judeus. ligada aquela região a mais de 3000 anos … estude ! Ja os palestinos nao tem NENHUMA LIGAÇÃO com aquele terra, são apenas árabes assim como os Libaneses, Jordanianos, Sírios, estes sim países fabricados pelo colonialismo Britânico e Frances pós primeira guerra mundial com o fim do imperito Turco Otomano. Me mostre uma dança, uma língua ou uma comida tipica palestina ? Nao tem, o que tem é comida tipia arabe, língua árabe, cultura árabe, me mostre algo que mencione qualquer cidade de Israel no Corão ? Eles rezam de costas para Jerusalém para ficar de frente para Meca este sim lugar sagrado para os muçulmanos. Jerusalem é mencionada mais de 600 vezes no velho testamento judaico. Acorde Senhora para não passar por ignorante.
responder este comentário denunciar abusoDurante todos esses anos em que a “cobertura verde” do mapa foi diminuindo, ocorreram guerras, as quais os palestinos (apoiados por países árabes) perderam sucessivamente. Numa guerra é assim que funciona: aqueles que perdem território ficam sem territótio! Antes da criação do Estado, também já havia judeus que moravam na região. Não há o que se questionar quanto ao avanço israelense. Ademais, as áreas que os palestinos ocupam atualmente é proporcional à sua população. Isso sem falar nos milhares de árabes que vivem dentro de Israel como cidadãos.
responder este comentário denunciar abusoCristina, se a grande maioria dos judeus se considera um povo, quem e’ voce para dizer que nao somos?
responder este comentário denunciar abusoAdriana, esta senhora deveria estar presa e não dando palestras no Brasil. Vc. está dando voz a terroristas, isto é crime.
José Antonio. Essa senhora foi presa na década de 1970, em Londres, e libertada posteriormente. Hoje vive na Jordânia e não há processos contra ela. É uma mulher livre e membro do parlamento palestino. Abs.
responder este comentário denunciar abusoJosé Antonio, quantos brasileiros praticaram “crimes” na época da ditadura e graças a eles que hj são senadores, sindicalistas e até presidentes da república vivemos em liberdade de expressão, uma das maiores democracias do planeta???
responder este comentário denunciar abusoO que é isso, JA? Eu quero ouvir tudo o que ela tem a dizer; muitas pessoas no Brasil, querem. Parabéns a jornalista.
responder este comentário denunciar abusoComo vc definiria os atos que as facções como Irgun, Haganá e Stern cometeram nas cidades palestinas de Deir Yassim, Al Khalil, entre outras,matando milhares de civis, e ironicamente chefiadas pelos fundadores do estado de israel e provenientes da Europa?
Quando essas cidades eram invadidas, eu te pergunto, em que país estavam vivendo os seus pais ou avôs. Ser judeu e ateu???????? Que besterol é esse?????
Porque, ao invés de insistir em comentar absurdos que a cada dia que se passa, convencem menos ao mundo, não luta por uma verdadeira paz entre esses povos?
Vivemos um momento em que não há espaço para radicalismos.
Deus fez o homem para ser feliz. E o homem inventou as tais religiões sempre pra serem usadas por interesse político-econômico.
No mais, gostaria de parabenizar a Adriana Carranca, pela determinação em fazer abordagem sobre a realidade de um povo tão oprimido.
responder este comentário denunciar abuso“Porque, ao invés de insistir em comentar absurdos que a cada dia que se passa, convencem menos ao mundo, não luta por uma verdadeira paz entre esses povos?
Vivemos um momento em que não há espaço para radicalismos.”
Sara, voce ao menos LEU o texto da Adriana??????????
“O FPLP de Leila diverge do moderado Fatah, no comando da Cisjordânia, e é acusado de promover atentados contra Israel, o que ela não nega”
“Leila diz que aceitará a decisão de maioria, mas não rejeita , a luta armada.”
Se, na SUA opinião, não há espaço para radicalismos porque então aplaude dar espaço para uma radical?
responder este comentário denunciar abusoSra Sara, Irgun, Haganá e Stern nunca atacaram alvos civis, ao contrario dos palestinos que miram em alvos civis. Este guerrilheiro pré 48 foram todos desmantelados apos a re-criação do estado de Israel pelos próprios judeus, por Ben Gurion primeiro primeiro ministro de Israel que mandou afundar um navio cheio de armas do Irgun, leia no wiki: “Ele também esteve envolvido em violência ocasional de resistência durante o curto período de tempo em que a sua organização cooperou com o Irgun de Menachem Begin. No entanto, durante as primeiras semanas da independência de Israel, decididu desmantelar todos os grupos de resistência e substituí-los por um exército oficial. Com esse propósito, Ben-Gurion deu a ordem de abrir fogo e afundar um navio chamado Altalena, que transportava munição para o grupo de resistência Irgun (também chamado de Etzel ).”
Ja os lideres palestinos NUNCA lamentaram as mortes de civis por parte de terrorista palestinos, pelo contrario, incentivam dando dinheiro a família, nomes de ruas, e tratando como mártires, covardes assassinos que matam crianças inocentes Aaaa esqueci, criança judia nao tem direito de viver mesmo, nas mentes de ignorantes que desde sempre existiram. Ha anos o Hamas envias milhares de misseis contra a população civil Israelense. Israel saiu de Gaza em 2005 num gesto para agrado da população Palestina, o que recebeu em troca, sequestros e misseis. Boaaaa !!!!
responder este comentário denunciar abusoMarioS, finalmente alguém sugeriu algo sensato! Estava mesmo a achar que ninguém tida lido a matéria, pois realmente eu não entendi todos os ataques que recebi aqui. Isso, sim, é radicalismo. Um radicalismo que me espanta imensamente toda vez que escrevo ou que algum colega escreve nos blogs do Estadão sobre Israel e os territórios palestinos. Conheci em Israel tanta gente equilibrada, sensata. A Universidade de Jerusalém é tão plural. E, no entanto, só as opiniões mais radicais vêm aos blogs. Uma pena. Não demonstra, realmente, o pluralismo de opiniões da sociedade israelense. Pena, pena.
responder este comentário denunciar abusoEssa senhora deveria ser presa! Que é isso José Antonio? O mínimo que esperamos de qualquer democrata é a defesa da liberdade de opinião. Os crimes de Israel, Síria, Irã, Arábia Saudita, não importa que país, devem ser denunciados! Devemos acabar com essa mania de censurar quem pensa diferente de nós. Parabéns Adriana Carranca pela reportagem e manda outra que queremos mais.
responder este comentário denunciar abusoComo podem dois institutos, cujo objetivo declarado é o de divulgar a cultura árabe e espanhola
respectivamente, trazer para cá sequestradores defensores do uso da violência para a solução de
problemas?
Em que propagandista de ódios com os quais não temos nada a ver, e responsáveis por vários
crimes, podem contribuir para a divulgação da cultura de qualquer povo?
Mais absurdo ainda do que instituições ditas culturais trazerem para cá conflitos estranhos a nós, é a omissão do Itamaraty e da Polícia Federal. Espero que isto se deva ao desconhecimento desta
infração ao artigo 287 do Código Penal (Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor
de crime: Pena – detenção, de 3 a 6 meses, ou multa)
Mario, como disse antes, essa senhora foi presa na década de 1970, em Londres, e libertada posteriormente. Hoje vive na Jordânia e não há processos na Justiça contra ela. É uma mulher livre e membro do parlamento palestino. Então, não caberia aqui qualquer ação da PF. Sobre a apologia ao crime, isso dá uma boa discussão. Ela trata de conflito político e defende a resistência armada contra o Exército de Israel, que os palestinos enxergam como ocupante de seu território – a expansão dos assentamentos na Cisjordânia, os muros e todas as ações polêmicas acabam intensificando esse sentimento entre os palestinos. A Carta da ONU, que a Leila cita, prevê como direito de um povo resistir a qualquer ocupação. Então, a discussão não é tão simples assim. Como disse, vai longe…
responder este comentário denunciar abusoEla vive na Jordânia e é membro do Conselho palestino, não parlamento palestino, este não existe. Leila escapou de morrer dentro de um avião da El Al, onde seu colega de sequestro Arguello foi detonado por agentes do Mossad. Defende a resistência armada contra Israel, no minimo é burra, isto nunca deu certo e os palestinos é que morrem.
responder este comentário denunciar abusoMatar pessoas para vc. não é crime? Ah!!! se forem judeus não é. Será que a PF do Brasil pensa assim?
responder este comentário denunciar abusoMatar pessoas é crime sim, qql pessoa, judeu, palestino, mulçumano, cristão, ciganos, negros, índios, pobres, todos eles sofreram com o holocausto, foram massacrados e discriminados, mas nenhum deles “ganharam” um país por conta disso! O verdadeiro culpado desta guerra ninguém condena…acorda galera, o Estado de Israel é uma base militar da elite americana para controle do petróleo mundial, é tudo por dinheiro, e quem sofre são povos que viveram em paz durante milênios!!!
responder este comentário denunciar abusoJosé Antônio, só lembrando que a Leila Khaled não matou ninguém.Não houve feridos no sequestro. Segundo ela, uma recomendação do grupo. Abs. Adriana
responder este comentário denunciar abusoJose Antonio, ainda, é verdade o que vc diz sobre o voo da El Al. Foi justamente quando a Leila foi presa, em Londres. Sobre o Conselho Palestino, foi exatamente o que disse, colocando em parênteses Parlamento para aplicar como funciona o conselho – como um Parlamento, embora este só seja possível quando e se o Estado palestino for reconhecido. Abs.
responder este comentário denunciar abusoCristina o que mais choca é ver mulheres defendendo uma politica que trata as mulheres piores que cachorros, aliás nem de cachorros eles gostam. Uma pegunta: Vcs. são Sadomasoquistas?
responder este comentário denunciar abusoMario SS, ao invés de tentar convencer o público com os seus argumentos delirantes, porque não se cala? Afinal, DETURPAR FATOS VERÍDICOS, TAMBÉM É CRIME. CRIME HEDIONDO.
Acorda enquanto é tempo. Você percebeu que mesmo tendo a mídia golpista sempre a favor dos sionistas, informando o que lhe convém, aliás, deturpando (assim como vc faz insistentemente), o público fica cada vez mais interessado e por incrível que pareça, pessoas como vc, sempre acabam perdendo?.
Lembre-se, A HISTÓRIA DE UM POVO NÃO SE APAGA, NEM MESMO NA TENTATIVA DE LIMPEZA ÉTNICA. HOLOCAUSTO ONTEM, LIMPEZA ÉTNICA HOJE. Belo aprendizado!!!!!!!
Mais uma vez parabenizo a jornalista Adriana Carranca, pela coragem através de um gesto nobre, CUMPRIR O JURAMENTO FEITO AO TÉRMINO DO CURSO DE JORNALISMO.
Sera’ que alguem pode explicar ‘a Sara o que e’ sionismo, judaismo, e principalmente limpeza etnica (ele se refere a uma populacao que so’ cresce!!)? Eu nao tenho paciencia.
responder este comentário denunciar abusoCristina, voce explicar como Israel ajuda os EUA a controlar o petroleo? Ou e’ panfletagem mesmo?
responder este comentário denunciar abusoO debate no Instituto Cervantes foi ontem, 29, de acordo com a programação no site ( www .icarabe. org/noticias/icarabe-realiza-mostra-de-filmes-e-debates-na-semana-do-povo). É isso mesmo ou por acaso ele foi adiado?
Não tenho a mínima idéia Leticia, eu me baseei no que foi publicado no Estadão.
responder este comentário denunciar abusoO Instituto da Cultura Árabe é uma entidade da sociedade civil brasileira, laica e autônoma de partidos e governos. Tem como objetivo divulgar a Cultura Árabe em todos os seus aspectos históricos e contemporâneos. Por isso, tem promovido realizar mostras de cinema, cursos, exposições, mas também debates e encontros para mostrar a realidade do Mundo Árabe hoje.
O encontro promovido no dia 29 teve a participação de Leila Khaled (do Conselho Nacional Palestino), de Abla Saadat (do partido dos presos políticos palestinos), de Jamal Juma (coordenador do Movimento Stop the Wall), Mahmud (dos Comitês Pacifistas Populares) e de Emir Sader (Secretário Geral da CLACSO).
Procurou abordar a questão do Estado, Direitos Humanos e das diferentes formas de resistência para abordar a realidade dos palestinos hoje, cuja grande maioria não tem cidadania e vive como refugiado muitas vezes em sua própria terra. Foi falado da situação dos presos políticos que sofrem condições terríveis de tratamento e que ferem todas as convenções internacionais. Também se falou dos movimentos pacifistas que todas as sextas feiras, junto com muitos israelenses, fazem manifestações contra o Muro da Separação. Ainda se tratou da questão do Estado e do reconhecimento dele.
O depoimento dos palestrantes nos remeteu também ao passado recente de nosso país, onde muitos resistiram (muitas vezes com armas) à cruel ditadura militar de maneira contundente e muitos perderam suas vidas ou foram torturados por isso. Hoje, felizmente, vivemos uma democracia, que nos permite escrever e falar estas coisas, que nos permite ir e vir e onde muitos desses brasileiros podem ser deputados, ministros e até presidente da república.
Por isso e pelo seu histórico, o Brasil tem um papel fundamental na contribuição para a solução da questão palestina hoje, pois é uma causa internacional. A solução para o Oriente Médio e consequentemente para conjuntura, passa por essa questão.
Isso está de acordo com os valores da milenar cultura árabe que é humanista e universal. Além disso, como brasileiros, queremos e atuaremos sempre para que judeus e palestinos convivam e vivam juntos, em uma mesma terra, sem separação, sem discriminações, com direitos iguais e com dignidade para todos.
Soraya,
Muito obrigado pelos esclarecimentos. Gostaria de fazer algumas observações.
“Também se falou dos movimentos pacifistas que todas as sextas feiras, junto com muitos israelenses, fazem manifestações contra o Muro da Separação”
Movimentos estes que são extremamente louváveis, e eu espero ansiosamente o dia em que tenhamos outros, também com palestinos e israelenses, contra o terrorismo.
Israelenses contra os assentamentos são milhares e fazem-se ouvir, mas palestinos contra o terror, que tenho certeza existem, se calam.
“Por isso e pelo seu histórico, o Brasil tem um papel fundamental na contribuição para a solução da questão palestina hoje, pois é uma causa internacional. A solução para o Oriente Médio e consequentemente para conjuntura, passa por essa questão.”
De pleno acordo, e sou totalmente a favor de um Estado Palestino.
“Isso está de acordo com os valores da milenar cultura árabe que é humanista e universal”
Sim, o que NÃO está de acordo é a postura de grupos como o da palestrante, que continua pregando a violência.
Como diz a Bíblia, é impossível servir a dois senhores. Ou ser está com os movimentos citados por voce no terceiro parágrafo ou com as leilas da vida.
responder este comentário denunciar abusoCara Soraya
Obrigado pelas valiosas informacoes, no entanto gostaria de saber se os palestrantes tocaram na situacao em que vivem os filhos e netos dos antigos refugiados Palestinos ( todos ja mortos ou quase) que nasceram em diversos paises arabes e aos quais lhes negada a cidadania do pais em que nasceram, lhes e negado o acesso a educacao e a saude fornecida pelo estado , nao podem comprar propriedade nem estabelecer negocios, sao obrigados a morar nos gettos que chama de campos de refugiados e sao tratados como cachorros pelos proprios irmaos arabes apesar de terem nascido em paises arabes.
Gostaria de saber se a senhora Leila Kalhed pronunciou-se ao respeito e se o assunto que mencionei foi parte dos remas debatidos.
Antecipadamente grato
P. Rogerio da Sena Madureira
Miami- USA
Madureira, vc. acha que eles tratam disso? Os refugiados não tem valor nenhum para eles, são apenas bucha de canhão. Garanto que a Leila Khaled com todo seus amor a palestina tem cidadania jordaniana, vc. acha que ela é besta. Trouxas são os que acreditam nos irmãos árabes.
responder este comentário denunciar abusoSr. Madureira,
Durante a apresentação feita no encontro com as várias lideranças presentes, o assunto foi abordado, onde se falou da dificuldade dos refugiados, o que inclui o tratamento recebido em alguns (não todos) os países árabes. Em vários países árabes os palestinos refugiados e seus filhos vivem normalmente, o que não anula a sua condição de refugiado. Essa é uma questão que deve ser esclarecida, pois o tratamento é diferente em cada país. Mas o mais importante salientarmos é que a condição de refugiado é uma condição indigna para qualquer cidadão, inclusive o palestino, pois é a negação da sua dignidade humana e o seu direito de existir.
responder este comentário denunciar abusoLeila Khaled é uma refugiada, foi expulsa de Haifa (sua terra natal) e depois foi para o Líbano e Jordânia. Leila nunca morou na Palestina depois de adulta, pois nunca pode entrar. Dizer que os refugiados são apenas “buxa de canhão” é reconhecer que não tem a menor ideia da história desse povo, muito menos de Leila Khaled.
responder este comentário denunciar abusoMadureira
Bisneto, neto, filho de refujiado é REFUJIADO. Por isso eles não tem cidadania. Quando o estado deles for criado eles retornarão, e terão sua CIDADANIA.
José Antônio
Você está equivocado, Leila Khaled não tem cidadania.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Leila_Khaled
responder este comentário denunciar abusoCorrija Adriana: o correto é REFUGIADO com “G”
Obrigado.
responder este comentário denunciar abusoDaniel Barbosa, para eles refugiados é uma profissão, nunca existiu na história do homem refugiados por tanto tempo. Todos esquecem dos refugiados judeus que foram expulsos dos países árabes. Além de serem expulsos, os árabes ficaram com suas propriedades e suas empresas. Vä ao Cairo e olhe a frente das lojas, a maioria ainda tem o nome dos antigos donos, elas foram roubadas dos judeus. Ao contrário, os palestinos jamais foram donos de suas terras, eles eram arrendatários de grande magnatas árabes de Damasco e Beirute. Os judeus compraram estas terras principalmente as da Galiléia, os próprios senhores feudais colocavam os palestinos para fora depois de vender ( estou usando o nome palestinos para que entendam, não sei de onde vieram ). O próprio sr. Farhat que aparece por aqui para dizer que as terras de sua familia foram roubadas não é verdade, pertenciam a familia Sursock de Beirute, todas as terras foram compradas pela Agencia Judaica. As terras iam do Libano a Haifa.
responder este comentário denunciar abusoJosé Antônio
É mentira sua, a aldeia de Tarbikha, onde morava parte de minha família, nunca pertenceuà família Sursock.
No mínimo eu sei mais que você.
Os recursos de vocês estão indo cada vez mais baixo e algum dia cessar~]ao de vez.
Soraya
Se não tivessem estabelecido o Estado de Israel, à força, não estaríamos ouvindo as barbaridades que esse pessoal escreve.
A partilha não é legal. Não há Lei que dê poderes a quem quer que seja: organização, tribunal, o que quiser, que dê a terra de alguém, sem consultar este alguém a outro grupo de pessoas.
A Assembléia Geral das Nações Unidas não tinha este poder e nem tampouco o Conselho de Segurança tem esta prerrogativa.
Vamos lutar pela causa da Palestina e quando argumentarem com você diga-lhes: onde estão as 418 aldeias que existiam na Palestina e sob a cobertura de qual Lei foram destruídas e seus habitantes mortos ou expulsos.
As respostas são giausi as argumentos aqui mostrados; nada mais.
Maldita a hora em que os recebemos com pão e água.
Viva a Palestina.
Receberam a pao e agua? Muito poetico. Pao duro e agua salgada!
responder este comentário denunciar abusoConheci a Sra. Leila, ontem, no Instituto Cervantes, em uma atividade do Instituto da Cultura Árabe. Guerreira, assertiva em suas colocações, transpira a revolta pela injustiça imposta aos palestinos. Ouvir e estar perto daqueles que sentem na pele e combatem essa injustiça, desde que nasceram, foi um privilegio, triste, é claro, mas nos jogou dentro de uma cruel realidade. Bela entrevista da Adriana. Precisamos de mais atividades e manifestãções imparciais da midia.
Privilégio foi não estar em um dos aviões sequestrados por ela.
O grupo do qual ela faz parte assasinou um senhor de 69 anos em sua cadeira de rodas e o atirou no mar. Se tivesse sido com o seu pai, tenho certeza de que seu post seria diferente.
Sr. Mario,
O senhor fala isso por que não conhece a realidade do povo palestino. Que ser humano suportaria ficar 63 sem liberdade de sair e percorrer as terras do seu próprio país, de ir ao exterior, de não ter passaporte, de não ter cidadania, de não liberdade para estudar, para trabalhar, de ficar parado por horas em checkpoints, de ser separado de sua família por um muro de 8 metros de altura, de perder suas terras para colonos, de ficar sem água, de não ter assistência médica, de ver suas mulheres e crianças morrendo ou dando à luz em filas de checkpoints, de ver parentes presos que ficam anos confinados em solitárias sem sequer, de presos que não tiveram o direito de defesa ou não tiveram julgamento.
Eu é que pergunto, e se isso fosse com o seu pai? voce acharia bom ? reagiria como ?
Todos querem ter o direito a um lar e uma terra. Os judeus têm o direito de viver em paz e os palestinos também. Acho que todos aqui deveriam contribuir para isso e não ficar incitando o ódio.
responder este comentário denunciar abusoMudanca de ventos trazendo novas informacões e formando opiniões. A visita de Leila ao Brasil, é um alento para os que apoiam a luta Palestina.
responder este comentário denunciar abusoEstrela,
Bom saber que existem os que querem conversar civilizadamente, argumentar racionalmente. Vamos lá.
“O senhor fala isso por que não conhece a realidade do povo palestino”
Conheço
“Que ser humano suportaria ficar 63 sem liberdade de sair e percorrer as terras do seu próprio país, de ir ao exterior, de não ter passaporte, …”
Para começo de conversa, voce tem que concordar que antes de 67, se a situação era essa, a culpa, obviamente, não era de Israel, certo? Mas tudo bem, não é a diferença entre 63 e 44 anos que estamos discutindo.
“não de não ter cidadania”
Não é tão simples assim. Aos de Jerusalém por exemplo, ela foi oferecida e negada.
Em relação a todos os outros pontos (não liberdade para estudar, para trabalhar, de ficar parado por horas em checkpoints,…), aparentemente voce se refere a ter tudo isso em Israel? Tudo indica que sim, já que mencionou os checkpoints, certo?
Pergunto então, quem/ o que impede palestinos de obterem tudo isso, assistência médica inclusive, no Egito (os de Gaza) e na Jordânia (os da Cisjordânia). Israel com certeza não é, concorda.
“Eu é que pergunto, e se isso fosse com o seu pai? voce acharia bom ? reagiria como ?”
Voce, como quase todos aqui, não me conhece. Em outro blog, mencionei várias vezes, que meu avô foi expulso da sua aldeia na Rússia. Pois bem, eu não odeio russos, nunca sequestrei um avião russo, nunca coloquei bombas em cafés, ônibus ou escolas russas.
“Todos querem ter o direito a um lar e uma terra”
E os que me conhecem sabem que eu sou 100% a favor de uma para os palestinos. Não tenho culpa se suas lideranças nunca aceitaram nenhuma das que lhes foram oferecidas, de 1948 até hoje.
” Os judeus têm o direito de viver em paz e os palestinos também.”
Concordo plenamente, pena que a terrorista palestrante não.
” Acho que todos aqui deveriam contribuir para isso e não ficar incitando o ódio”
Também concordo, e pode contar comigo para protestar no dia em que o Centro de Cultura Judaica convidar os extremistas judeus que incendeiam mesquitas para dar palestras.
Para ver quem incentiva o ódio, basta reler os posts deste tópico. Eu ataquei uma terrorista confessa e critiquei o fato de que um Instituto dito cultural a prestigia. Não xinguei nenhum dos colegas (antes de ser xingado), mas foi ofendido por vários.
Mas eu os entendo, na falta de argumentos, partem para a agressão.
Sr. Mario, obrigada por suas considerações. Eu discordo dos seus argumentos. Apenas para citar um deles :
O sr. diz que os palestinos podem ter trabalho e assistência médica no Egito ou na Jordania. Se pudesse ser assim tão simples eles o fariam. Mas quando saem muitas vezes não conseguem voltar ou têm que ficar horas parados também nos postos de controle. Em uma mesma família há vários tipos de identidade, uma que pode circular, ou que não pode. Alguns podem entrar em Jerusalém e outros não podem. Não me parece que sr. defenda o direito dos palestinos existirem e viverem em paz em solo palestino. Me parece que o sr. gostaria que eles saissem para sempre de lá.
Sobre o ódio e os termos utilizados nos posts, eu sugiro que o sr. releia o que escreveu. Até agora quem chamou de “mentiroso”, “cachorras”, “cretino” e etc foi o sr.
Interessante que a grande mairia aqui está em favor dos palestinos e apenas 3 pessoas querem rebater todos os argumentos, um a um. Um tanto estranho…mas enfim.
responder este comentário denunciar abusoDebate de uma só voz é muito fácil, queria ver ela falar este monte de falacias frente a um entendido do assunto e imparcial. Leila e tantos outros “defensores”da paz, para inglês ver, pois nos bastidores não passam de terroristas com medo de perder sua profissão tão rentável, ACORDA !!!!
responder este comentário denunciar abusoMuito bom o comentário Mario, esqueceu de falar do muro de 8 metros que divide a cisjordânia de Israel, muro este que os terroristas odeiam, não puderam mais se explodir em Jerusalem e Tel Aviv. Mas uma coisa ninguém comenta ao reclamar do muro, ele está fechado para Israel, mas o outro lado está aberto para a Jordânia e o resto do mundo. Por que não saem por lá? Por que querem sair por Israel? O passarinho reclama da gaiola com a porta aberta? Israel fechou as passagens de Gaza, poxa vida, saiam pelo Egito. Esqueçam Israel.
responder este comentário denunciar abusoMuito boas respostas Mario e José. É uma boa pergunta, porque nao reclama do Egito que tambem tem fronteira com Gaza ? POrque um pais precisa manter suas portas abertas para uma população hostil que prega seu fim ? Todos os territorios tem fronteiras com grades e muros, video EUA, Europa, entre tantos, porque Israel precisa mante-la aberta, como mantinha antes de receber tantos ataques terroristas ? Já diriam Golda Meir, “Os palestinos nao perdem a oportunidade de perder oportunidades.”
ESTUDEM, LEIAM E NÃO CAIAM EM Falácias DE RADICAIS, ELES FALAM MUITO BEM, ESCREVEM MUITO BEM E CONVENCEM OS DESAVISADOS. MAS LEMBRE QUE SEUS DISCURSO DE PAZ É PARA “INGLÊS” VER POIS EM ÁRABE FALAM EXATAMENTE O CONTRARIO, MORTE A ISRAEL, MORTE AOS EUA, MORTE AO OCIDENTE, MORTE AOS JUDEUS!
Sr. Ari, quanto ódio o sr. tem dos árabes. É esse o tratamento que palestinos recebem ? Bem se ve que não os conhece e que já perdeu a razão com esses argumentos cheios de rancor.
responder este comentário denunciar abusoSoraya, faço minhas as suas palavras!! Perfeito
O problema é que esta foto dela, armada, realmente choca. Ela cometeu um crime hediondo.
Entendo que já cumpriu pena, mas só Deus pode dizer se o tempo de prisão, foi ou não ou justo.
Porém, ninguém reconhece que o estado sionista vem cometendo crimes contra o povo pales ti no há decadas, e não há punição para eles.. este mesmo estado, vêm roubando terras que não lhes pertencem, e parece que são imunes à justiça internacional…ou seja, podem fazer o que bem entendem, inclusive hol o caus t o à sua maneira.
Ela não cumpriu pena nenhuma, foi trocada por passageiros britânicos sequestrados por seus amigos terroristas. Ficou presa 23 dias.
responder este comentário denunciar abusoFacil né, se faz de vitima mas é nada alem de uma terrorista sanguinária que ficou menos de um mes presa e depois trocada, assim como Israel trocou 1.027 terroristas condenados por um tribunal reconhecidamente isento por um único soldado xinfrim, fracote mas um filho de Israel. Viram os palestinos saírem todos sadio, alimentados, tiveram aulas na prisão, aprenderam linguas, estudaram, cresceram, receberam visitas intimas… ja o soldadinho ficou jogado em um buraco sem luz do sol sem visitas nem da cruz vermelha .. realmente este povo é muito bonzinho. Paraaaaaaa
responder este comentário denunciar abusoDefender seu povo ,lutar por autoderminação com o objetivo de viver numa pátria laica ,democrática e
justa ,me parece almejar o óbvio ,direitos de todas nações civilizadas.
Aliás ,está bem claro que a luta do povo palestino consiste em ter seu estado e conviver pacificamente com Israel.
“está bem claro que a luta do povo palestino consiste em ter seu estado e conviver pacificamente com Israel.”
Não só não está nada claro como a REALIDADE é exatamente o contrário. Eu poderia lhe dar dezenas de provas, mas basta uma, a palavra da própria terrorista em questão:
“Leila vive na Jordânia e defende o direito de retorno – um dos principais impasses à paz. “Israel convoca judeus de todo o mundo a retornar às suas terras, por que não os palestinos?” Ela sabe que isso inviabilizaria o Estado de Israel , que teria maioria árabe”
Pode ser que isto (conviver pacificamente com Israel) seja o que VOCE almeja Amalina, mas não é esta a posição de NENHUMA liderança palestina, de hoje ou do passado.
Diga-se a favor delas que nunca negaram isso, como a própria entrevista PROVA.
Alguns acham que a convivência pacífica não existe ou não existiu entre judeus e árabes. Acho que essas pessoas deveriam estudar história. Antes da criação de Israel judeus e árabes conviviam sim na Palestina histórica. Quando os judeus não árabes começaram a chegar muitos palestinos receberam os judeus europeus com pão, para depois serem mortos por eles. A violência gerou uma resposta. Os palestinos apenas responderam aos ataques que sofreram. Por favor, estudem um pouco mais.
responder este comentário denunciar abusoSim Amalina
Os Palestinos tem o direito de conviver em especial de forma pacifica. E por isso que lancam centenas de foguetes por mes contra as populacoes civis de Israel, verdade?. Os libaneses tambem, ontem foram 4 foguetes. Que legal , que bom que e a convivencia!
Amalina, desculpe lhe perguntar, voce mora em qual planeta?
responder este comentário denunciar abusoEstrela, palestina é apenas um nome dado pelos romanos a JUDEIA, nunca houve convivência pacifica entre árabes e judeus. Os árabes invadiram o território no século VI, eles invadiram , não os judeus. Os judeus para não morrerem tinha que pagar um imposto de dimmitude, ou seja eram considerados de segunda categoria e ainda pagar para não morrer. Não existe povo palestino, eles foram inventados por Arafat em 67, depois da vergonhosa derrota para Israel em 6 dias. Da noite para o dia árabes comuns como todos os outros passaram a ser palestinos. Antes de 67 os judeus é que eram os palestinos. Vá a Israel e pergunte para os auto intitulados palestinos de onde veio sua familia, nunca vai encontrar ninguém que esteja na região antes de 1910 a 1920. Esta foi a época que os árabes do entorno vieram para a futura Israel em busca de trabalho, os judeus estavam secando os pântanos na Galiléia e plantando no deserto. Na época que a Leila Khaled nasceu em Haifa, aquilo era um foco de pântanos e mosquitos transmissores de malária. Vá ver a maravilha que é hoje. Ë muito fácil dizer que querem a terra depois de todo o trabalho feito, um país que saiu do zero para o primeiro mundo em 60 anos, vejam os vizinhos que tem a mesma idade, vejam a diferença. Para quem morava em choupanas e agora tem as grandes cidades é fácil dizer, a terra foi roubada, é minha. Trabalhar cansa. Israel é um país criado pela ONU assim como deveria ser a palestina, não quiseram, queriam tudo, ficaram sem nada. Quem tem o olho maior que a barrica acaba morrendo de indigestão.
responder este comentário denunciar abuso“Por favor, estudem um pouco mais”
Excelente conselho Estrela! Resolvi segui-lo e descobri, entre outras coisas, que:
houve um pogrom contra os judeus de Safed, (Tzfat em hebraico), em 1834, de longe muito pior, que o famoso massacre dos judeus de Hebron em 1929, durou 33 dias horríveis
Este pogrom é conhecido na história judaica como ‘a grande pilhagem de Safed’ e durou de 15 de junho de 1834 a 17 de julho desse ano. O pogrom ficou esquecido porque ocorreu na era da Palestina pré-sionista (ou da terra de Israel antes do surgimento do movimento sionista), deixado de lado por eventos mais poderosos que aconteceram mais tarde, nomeadamente no início do empreendimento sionista.
Descobri também que: a matança de judeus desarmados existiu e foi praticada em muitas partes do mundo muçulmano incluindo o que é conhecido agora como Palestina ou Israel. É verdade que houve épocas e lugares no mundo muçulmano em que os judeus foram bem tratados
mas os séculos 18 e 19 não eram essa época. E um dos lugares onde o bom tratamento foi especialmente raro, era a Palestina.
Obrigado, sinto-me mais bem informado agora.
responder este comentário denunciar abusoSr Mario,
Vejo que o sr. gosta de salientar o conflito e fala pouco dos períodos de paz. Que coisa beligerante não ? E depois são os palestinos que são violentos.
O sr. com certeza conhece os períodos da história em que judeus e muçulmanos viveram plenamente juntos, como mostra o filme Os Dois Sabios de Cordoba que fala de Maimonides e de Averroes. Que eu saiba Maimonides foi perseguido pelos proprios judeus enquanto os muçulmanos o protegiam, pois naquela época tinham o domínio militar. Esse é só um exemplo, existem muitos outros.
Isso mostra que intolerância não é um atributo desta ou daquela etnia ou descendência. Há pessoas de todos os tipos em todos os lugares, a diferentes pensamentos. E há muita gente que luta por viver em paz.
Aliás a intolerância pode obnubilar a visão pois no final do artigo Leila Khaled diz “Defendo um Estado laico em que judeus e muçulmanos possam conviver”.
responder este comentário denunciar abusoDona Amalina, deve estar claro pra voce, mas para os radicais palestinos não, muito pelo contrario, pregam a destruição de Israel diariamente, não reconhecem Israel como estado diariamente, lançam misseis contra a população civil Israelense diariamente. Acho que poderia aproveitar e deixar claro pra eles também. Boa Sorte !
responder este comentário denunciar abusoE de novo o mito que repete-se tanto que muitos passam a acreditar: que os judeus sempre foram bem tratados pelos arabes. Nem na Iberia moura, que costumam mencionar como exemplo de convivencia, havia igualdade. Os judeus pagavam mais impostos. Em inumeras oportunidades, em diferentes califados e em diferentes epocas, os judeus foram perseguidos ou executados. Na verdade, sao raros os momentos na historia da civilizacao arabe em que os judeus tiveram os mesmos direitos.
responder este comentário denunciar abusoAdriana
Você tem mostrado a outra face das informações que chegam até nós brasileiros.
Seus relatos do Afeganistão, Paquistão e Irã são de suma importância para se entender o que acontece naquelas terras.
O Iraque, por sua vez, perdeu toda uma geração vitimada pelos crimes da ocupação.
A causa da Palestina, no entanto, é o ponto chave para as lutas de todos os povos oprimidos do mundo. Esta causa não é mais somente dos palestinos e de todos os povos oprimidos e daqueles que não estão sendo oprimidos, mas têm consciência de que os crimes contra a humanidade praticados na Palestina, se não forem derrotados, se espalharão por outros povos, desde o Zimbábue até a Suécia.
Obrigado por esclarecer os brasileiros sobre as realidades.
Obrigada por suas palavras sobre o meu trabalho, Farhat. Abs.
responder este comentário denunciar abusoO senhor tem razao mais uma vez
Todas as ditaduras arabes tem como motivo, origem e inspiracao a ditadura Israelense que se abate sobre o sofrido povo palestino.
Vejo que o senhor esqueceu do comprimido contra a esclerose.
responder este comentário denunciar abusoQue muitos outros jornalistas possam fazer o mesmo.
responder este comentário denunciar abuso“A causa da Palestina, no entanto, é o ponto chave para as lutas de todos os povos oprimidos do mundo. Esta causa não é mais somente dos palestinos e de todos os povos oprimidos e daqueles que não estão sendo oprimidos, mas têm consciência de que os crimes contra a humanidade”
Não é de estranhar que haja os defensores da causa palestina e os defensores da causa israelense. Nos blogs pululam partidários e faltam pessoas dispostas a argumentar de forma isenta. Talvez devido à necessidade fisiológica das pessoas aderirem à uma causa ( geralmente a sua causa) e esquecerem o resto da realidade que não lhes convém. Todos eles estão cobertaos com as suas verdades. Por exemplo, os palestinos falam do muro que os oprime, mas calam-se sobre o fato de que havia atentados terroristas em Israel antes do muro.
Os defensores de Israel afirmam que os palestinos perderam a oportunidade de aceitar a partilha realizada pela ONU mas não levam em consideração que os Árabes que viviam na região poderiam não aceitar partilhar o que há séculos moravam.
Os àrabes também não aceitam o fato de que perderam territórios quando entraram em guerra contra os israelenses. Mas alguns não querem nem saber que os atuais palestinos não podem pagar eternamente pelo erro de seus ancestrais.
Mas claro que podemos entender a realidade apenas lendo os argumentos unilaterais de cada parte, bastaria somar tudo e quem sabe possamos compreender alguma coisa. Mas parece que a solução para o problema vai demorar, afinal os dois lados são turrões e ficam remoendo o passado.Chegam a citar fatos de séculos antes de Cristo, como se isso fosse mudar algo. Enquanto houver defensores da verdade, a Verdade permanecerá lá esperando que alguém a descubra. Não dá para levar em conta essas meias verdades quando qualquer um de bom senso sabe que nessa história não há super-herois. Seria mais interessante e produtivo se os defensores pudessem discutir de forma mais objetivo para que púdessemos compreender melhor essa realidade mulifacetada e obviamente não maniqueísta.
Leila Khaled é uma heroína. Ela está defendendo a sua pátria. Criminosos são aqueles que vieram de longe e ocuparam sua casa, mataram sua família, roubaram suas terras, derrubaram suas árvores e nunca cumpriram uma Resolução das Nações Unidas. Quem dera, Leila, que todas as mulheres palestinas tivessem feito isto: a Palestina já estaria formada com um governo que não distingue as pessoas por raça ou religião, um país democrático.
Ela ainda deve a Israel, um vacilo e vai pagar.
responder este comentário denunciar abusoSó rindo mesmo, até parece que fora Israel isto já aconteceu no OM.
responder este comentário denunciar abusoVoce tem razao
Israel e culpado de ter feito limpeza e mandado todo o lixo para os vizinhos.
responder este comentário denunciar abuso“Quem dera, Leila, que todas as mulheres palestinas tivessem feito isto”
É revoltante saber que isto foi escrito por alguém que nunca correu nenhum risco pela “causa”.
Desejar que mais mulheres tornem-se terroristas, estando a mais de 10 mil km de distância,
totalmente seguro é inominável.
Sempre existiram aqueles dispostos a sacrificar os outros por suas “nobres causas”, mas
incapazes de arriscar um só fio de cabelo próprio.
Desculpe senhor Farhat, esqueci de completar minha resposta anterior
parte desse lixo foi parar, nao sei porque cargas d’aguas no Brasil e se manifesta como um Exu caveira nas encruzilhadas dos blogs do Estadao.
responder este comentário denunciar abusoMadureira
Você mora no Brasil? Pensei que vivesse em Israel.
responder este comentário denunciar abusoDe repente aparecem os sionistas se dizendo contra a o uso da força e consideram a violência um crime. Bravo!
E não é que é isso mesmo?! Estão acostumados com a mídia nativa, lambendo suas botas; aí vem uma jornalista e mostra o outro lado, bate o desespero. O Sionismo vive de armas e mídia, mais mídia do que armas. Se a propaganda é atravessada por um segundo de realismo, a casa cai.
responder este comentário denunciar abusoCristiana, vc. é mais uma que acredita que os judeus mandam no mundo, que dominam a mídia. Falar em mídia já se sabe que é esquerdista, eles adoram essa palavra. Diz para mim: Se os judeus, mais ou menos 18 milhões de pessoas mandam em 7 bilhões, de duas uma.
1- O mundo é habitado por idiotas
2- Os judeus são um povo especial
Qual a sua opção?
Boa pergunta, José Antônio.
Eu fico com a primeira. É racionalmente impossível que 18 milhôes comandem os destinos da humanidade. Agora, transferência de culpa, isto é normal.
Eta dona Lourdes, defesa passou a se chamar ataque ? O que faria o Brasil se recebesse misseis da Argentina todos os dias contra sua população civil ?Ficaria paradinho levando na cabeça .. leia e estude e veja os pobres palestinos atacando Israel diariamente. Chega de hipocrisia!!! q nojo !
responder este comentário denunciar abusoCristina,
Voce defender ardorosamente grupos para os quais mulheres não são tratadas como cidadãs de quinta categoria, é um direito seu, mas se para isso precisa recorrer a mentiras, sugiro que repense sua posição.
“antes da instituição do Estado de Israel conviviam nesta região judeus, mulçumanos, cristãos… diferentes povos e etnias, em paz”
“e quem sofre são povos que viveram em paz durante milênios!!!”
Pelo que li nos seus posts, a defesa que faz do indefensável deve-se a um ódio profundo aos americanos, acertei?
Gente, vamos tentar fazer uma discussão de qualidade sobre o tema, tão importante e complexo, com base em fatos e sem generalismos e acusações. Por favor!
responder este comentário denunciar abuso“com base em fatos e sem generalismos e acusações”
Concordo plenamente Adriana, e é exatamente por isso que me revoltaram as mentiras (já repetidas por mim) e as acusações contra Israel e os EUA.
Voce sabe muito melhor do que eu que em NENHUMA região do mundo, “povos viveram em paz durante milênios!!!”
Não houve nem um século em NENHUM lugar em que tenha havido paz.
Adriana, boa sua iniciativa de dar voz aos palestios em um meio de comunicação conservador como o Estadão. Pelos comentários delirantes dá para ver quanta desinformação há sobre o tema…
Um porém, apenas, sobre sua nota: você escreve que os palestinos “fugiram” durante a Nakba, em 1948. Eu não usaria essa palavra porque reforça o argumento sionista de que os palestinos abandonaram suas terras, de que não houve massacres e conflitos porque os palestinos foram embora por opção.
De fato, muitos palestinos, tomados pelo medo, fugiram ao ver que aldeias palestinas eram dizimadas por grupos paramilitares como Hagana, Stern Gang e Irgun. Mas essa saída é forçada, e isso, na minha opinião, tem que ficar claro. A limpeza étnica e os massacres contra o povo palestino, iniciados já a fins de 1947 pelos sionistas e o terror que gerou a saída forçada dos palestinos está bem documentada em diversos livros, entre eles, recomendo “The ethnic cleansing of Palestine”, do historiador israelense (sim, israelense) Illan Pappe. Creio que não há tradução em português, mas comprei em SP, em inglês.
Anna, “fugindo” dos conflitos é um termo que usamos frequentemente para definir outros refugiados – os afegãos, que fugiram dos conflitos com os soviéticos, atravessando para o Paquistão, e mais tarde dos bombardeios e da violência desta guerra mais recente etc.. Abs. e obrigada pela participação aqui!!
responder este comentário denunciar abusoCada um pode ler os livros que quiser, mas nem todos tem capacidade de interpretar as informacoes. Geralmente, esses nem interpretam, apenas absorvem o que se encaixa dentro de sua ideologia. Entre os meses em que a ONU tomou a decisao da partilha, e a data de independencia de Israel, houve inumeros conflitos entre arabes e judeus, e de fato os judeus, mais organizados, tomaram vilas e aldeias no territorio onde seria fundado o Estado de Israel. Isso foi em 1947-1948 !! Por mais que se critique o que ocorreu naquela epoca, falar de limpeza etnica hoje, quando a populacao palestina cresce muito mais velozmente do que a judaica, e’ simplesmente ignorancia. Nao ha’ necessidade de se apelar para panfletagem ideologica para apoiar a justa causa palestina.
responder este comentário denunciar abusoEm nome da FEPAL – Federação Árabe Palestina do Brasil, fundada em 1980, entidade representativa da comunidade palestina no Brasil, quero expressar a nossa gratidão ao Brasil que acolheu povos e culturas de distintas regiões do planeta e que aqui convivem em respeito e cumprimento à Constituição Federal.
As diversas etnias e religiões encontraram no Brasil uma acolhida impar, civilizada, que em plena era da democracia colhe os frutos desse caldeirão de diversidade humana, fortalecendo o principio da convivência entre os diferentes, com tolerância, respeito e compreensão. É essa diversidade que coloca o Brasil como exemplo de sociedade democrática perante o mundo, pois os brasileiros, sem distinção de sua etnia, religião, ideologia, gênero e classe social, tem garantidos na lei máxima os mesmos direitos e deveres.
Parabenizamos a jornalista Adriana Carranca pela excelente reportagem com a Sra. Leila Khaled, Deputada do Conselho Nacional Palestino da OLP- Organização para a Libertação da Palestina, conselho esse que equivale à um parlamento, pois a OLP é a única e legítima representante do povo palestino, assim reconhecida pela ONU, pela Liga Árabe de demais organismos internacionais.
Parabenizamos a jornalista Adriana, que ouviu e relatou de maneira digna e respeitosa uma liderança nacional palestina.
Sabemos que o conflito árabe palestino israelense exige de todos sobriedade e cautela, pois envolve muitas guerras, dores e lágrimas de todos os envolvidos. Mas sabemos também que sem a garantia dos direitos do povo palestino não haverá paz.
A presidenta Dilma, em seu discurso na ultima abertura da Assembleia Geral da ONU, expressou o seu apoio incondicional à admissão do Estado da Palestina como membro de pleno direito das Nações Unidas. A Presidenta expressou a vontade e a posição de mais de 140 países.
Infelizmente, enquanto Israel e Estados Unidos remarem contra a vontade das nações, continuarão sendo os responsáveis pela guerra e por mais vidas ceifadas. Respeitamos e apoiamos a convivência pacifica entre palestinos e judeus, mas não podemos apoiar que a nação palestina continue sendo ocupada, esmagada e humilhada por países e governos que apenas enxergam nos interesses econômicos a razão de suas ações, já que os resultados dessa visão não humana e inescrupulosa tem colocado em risco a paz mundial e levado fome e miséria a bilhões de seres humanos.
Durante o encontro no Cervantes estavam presentes lideranças dos movimentos feministas palestinos, inclusive a coordenadora da União dos Comitês de Mulheres Palestinas. As pessoas que falam que há “grupos” que tratam as mulheres como cachorros ou cidadãs de quinta categoria, realmente não conhecem a tradição, a socidade e nem a mulher palestina. Este é um outro estereótipo que alguns tentam passar, de que a mulher árabe é oprimida ou idiotas. Esse tipo de argumentação é de muito baixo nível. O machismo existe lá como aqui. No Brasil, a cada 12 minutos uma mulher sofre algum tipo de violência pelo homem.
Por favor, não tentem desviar o assunto. O Povo Palestino quer ter cidadania, quer trabalhar, quer viver em paz como todos os outros. Quando isso acontecer, o que fará esses senhores que incitam o ódio aos árabes? Aliás parece que eles não querem nem dialogar, só querem atacar.
Concordo, Estrela. Abs.
responder este comentário denunciar abuso“Esse tipo de argumentação é de muito baixo nível. O machismo existe lá como aqui.”
Discordo um parte, Estrela.
Apesar de nunca ter ido lá, recebemos informações que nos levam a crer que o machismo, e portanto a opressão às mulheres, nos países islâmicos é bem maior do que aqui. Aqui as mulheres não precisam usar véus para não atiçar o desejo dos homens ( são lendas?), ao contrário a mulher brasileira atualmente faz o que bem entende, sai as ruas sozinhas, com a roupa que bem entender, trabalham, dirigem carros, votam e etc.
Estrela, leia o que eu escrevi e o que escreveram de mim e diga quem quer atacar quem. Eu estou SEMPRE disposto ao diálogo.
““grupos” que tratam as mulheres como cachorros ou cidadãs de quinta categoria, realmente não conhecem a tradição, a socidade e nem a mulher palestina. ”
Entre os que não conhecem então, podemos incluir, entre MUITOS outros, o Der Spiegel:
“For the few with money in the Gaza Strip, a new water park provided relief from monotony and widespread misery. Hamas, though, has now burned it down — and sent a message that even the elite must conform to the Islamists’ restrictive rules.”
e o The Guardian:
“It began with a rash of unusually assertive police patrols. Armed Hamas officers stopped men from sitting shirtless on the beach, broke up groups of unmarried men and women, and ordered shopkeepers not to display lingerie on mannequins in their windows.”
Estão mentindo Estrela?
responder este comentário denunciar abusoSr. Rogerio, os países árabes são muito diferentes entre si. Importante salientar também que nem todo árabe é muçulmano e nem todo muçulmano é árabe. Além disso, existem muitos tipos de mulheres árabes, aliás como em todos os lugares. A realidade da mulher árabe é totalmente distorcida e nós brasileiros acreditamos que todas vestem burca, quando a burca nem é uma vestimenta muçulmana. Dentre os países árabes, na arábia saudita a mulher é obrigada a utilizar o lenço. Mas na grande maioria, o lenço faz parte da tradição e em muitos outros nem é utilizado com frequencia (ex. Tunisia e Libano). As mulheres lá como aqui, estão lutando por seu espaço, sofrem mas têm conquistas.
E depois, o que é a opressão a mulher ? Veja esta entrevista da escritora árabe Joumana Haddad que fala da mulher fruta. Isso é ser livre ou ter uma falsa impressão de liberdade?
responder este comentário denunciar abusoEstrela, as mulheres muçulmanas estâo lutando pelo seu espaço de ir e vir. com certeza, e poderíamos situar o momento de hoje as incipientes lutas feministas do começo do sec 20 nos EUA ou na Rússia. Considero isto importante. E acho que, em 10 anos, se estas valentes mulheres resistirem, teremos significativos avanços para o nosso gênero.
Quanto a nem todos os árabes serem muçulmanos, os cristâos que ainda resistem no Egito, na Síria, no Líbano podem estar com os dias contados. Infelizmente, a primavera árabe parece nâo tolerar os árabes cristâos.
Sim Estrela, nem todos muçulmanos são árabes, os persas, muçulmanos, não são árabes, por exemplo. E realmente há uma grande diversidade. Há brasileiros, norte americanos islâmicos e por aí vaí. O que conta realmente em relação ao atraso é a cultura onde este islamismo está instalado. A religião em sí não implica em atraso, o cristianismo na Europa já gerou inquisição e barbárie, mas a mentalidade e a cultura mudou e junto com ela a interpretação e aplicação dos livros ditos sagrados. Mas penso que a religião é um fator de conservação de uma mentalidade. O fato de praticarem a religião todo dia, e ficarem remoendo aqueles livros velhos com conceitos do passado ajuda a manutenção desta mentalidade arcaica por mais tempo.
Veja que em países onde a religião não tem mais um papel importante, o papel da mulher é praticamene igual ao do homem, resguardadas as diferenças biológicas.
Todas essas religiões Abramicas são machistas, por que a natureza das sociedades primitivas obviamente era machista. Então quanto mais religioso for o povo, mais machista será este.
Veja quer na Arabia saudita as mulheres não podem nem dirigir, são tratadas como seres inferiores. O testemunho de uma mulher, pela lei, vale metade do proferido por um homem.
Concordo que por aqui ainda tem muito machismo, especialmente nos rincões mais atrasados, mas os caras lá do Oriente médio, no geral, estão precisando evoluir ainda mais, precisam pelo menos desvincular a o estado de direito da religião, já seria um bom começo.
“As outras são tratadas como acessório pelos homens”
Estrela, bem interessante a matéria das mulheres frutas, podemos até dizer que estão presas, assim como as muçulmanas que usam burca, à um sistema machista. Mas parece que as comparações cessam por aí. As mulheres de Burca utilizam a vestimenta para não provocar o desejo nos homens. Já as mulheres frutas exercem sua dança para provocar os homens. São presas de um sistema? Pode ser, mas podem a qualquer momento parar com tudo isso e convenhamos faz parte da natureza o desejo que as mulheres provocam nos homens mediante a exposição do seu corpo especialmente quando dançam sensualmente, ao meu ver isso não é machismo, é uma estrada de mão dupla pois os dois lados estão se beneficiando do jogo, ou as mulheres frutas não estão alí naquele momento de festa embriagadas de prazer por serem desejadas? Basta olhar o sorriso na cara delas. Pelo que tenho verificado por aí, as mulheres no geral gostam desse jogo.E nós, não somos de certa forma “escravos” destas mulheres?
responder este comentário denunciar abusoCara Adriana: boa a sua matéria. Lamento que os derrotados na história estejam lhe atacando. Parabenizo-a e ao jornal. tenho forte diferenças com a linha do Estadão, mas o acho um jornal sério e competente. Abraços
Obrigada!
responder este comentário denunciar abusoExcelente matéria. A ocupação das terras palestinas por Israel é ilegal e imoral. Todo apoio à criação do Estado da Palestina Já!
Claudio Daniel
Estimada Adriana
Obrigado por ter entrevistado a mulher simbolo da luta dos povos oprimidos e excluidos. Leila Khaled é uma ativista que luta pela libertação da sua terra e yenho certeza que lutaria em defesa de qualquer povo que sofre ataques desumanos. Esta mulher viu e esta assisitindo diariamente as agressões israelense contra mulheres, crianças e idosos na Gaza, em Israel e na Cisjordania, o que nós queremos, que ela levasse flores aos sionistas? Não senhores, com Israel isso não resolve. Israel desrespeita a ONU, a humanidade e o mundo inteiro. Acordem.
Parabens Adriana pela entrevista, precisamos de profissionais igual a você.
Forte abraço
Kháled Fayez Mahassen
Sr. Khaled, os palestinos realmente sempre usaram flores contra Israel né ? Quanta hipocrisia ! Asco !
responder este comentário denunciar abusoObrigada, Khaled.
responder este comentário denunciar abusoÓtima matéria, Adriana.
Leila Khaled é uma heroína da luta pela liberdade e pela democracia, expulsa de sua casa pelo governo sionista. Tive o prazer de conhecê-la pessoalmente, e guardarei para sempre suas palavras.
Viva a luta do povo palestino!
Obrigada, Pedro.
responder este comentário denunciar abusoAdriana, parabens pelo artigo, gostei muito de conhecer melhor a história de esta importante personagem da luta palestina. E também queria te dar parabéns pela coragem e paciência porque aguentar esta turminha que tomou conta do Blog não é tarefa das mais fáceis. Vou te ajudar a divulgar a reportagem, o debate inteligente sempre nos enriquece.
Um abç
Obrigada, Natalia!
responder este comentário denunciar abusoPrimeiramente gostaria de parabenizar a sua publicação Adriana Carranca, nos meios de comunicação hoje em dia é difícil encontrarmos publicações neutras com relação a ocupação israelense.
Vejo que a publicação desta entrevista trouxe um pouco de revolta para algumas pessoas, porém estas pessoas não sabem o que é a invasão e ocupação de um país que é nosso (Palestinos) e nos foi tomado injustamente. A “guerra arma” acontece de forma injusta pois como todos sabem israel possui e fabrica os melhores armamentos do mundo e ainda possui a melhor tecnologia para tal, e claro além disso distribuí para todo o universo suas potentes armas que causam toda essa violência ao redor do mundo.
Antes de julgar procure entender a historia do conflito desde o inicio, informem-se e depois tirem suas conclusões.
Apenas coloco um exemplo para todos….se eu chegasse no quintal de sua casa e começasse a construir a minha casa…e impedir você de sair dela…somente com minha autorização o que você acharia??
Pense e reflita!!
Mais uma vez parabéns pela publicação.
Obrigada, Ahlam.
responder este comentário denunciar abusoParabéns à Adriana Carranca pela reportagem. Sou simpatizante de Leila desde muito tempo.
Recomendo assistirem uma entrevista com Leila Kaled que foi ao ar recentemente na TV Cultura.
Saudando @s que resistem e lutam
Alfredo
Obrigada, Alfredo. Boa dia, a entrevista da TV Cultura. Abs.
responder este comentário denunciar abusoparabens adriana pela materia e nao se preocupe com esses sionistas de plantao pois sao os mesmos que estao na lista do chacra todo santo dia mas muitos deles defendem o exterminio do povo palestino sao a favor do muro da ocupaçao nao se preocupe com eles pois eles estao ai so para defender o estado nazi-sionista de israel o estado do apartheid que imita o regime do apartheid que foi derrubado na africa do sul eles ignoram a historia e a verdade mas voce foi muito bem e continue assim passando a verdade pois a inverdade continua reinando na midia chamam os palestinos que tem sua terra ocupada de terroristas e os terroristas sionistas ocupantes da terra palestina de vitimas do terrorismo e assim caminha a humanidade cega e omissa quanto a questao pelestina
Os bandidos são os israelenses? Esse se alia ao diabo para matar judeus. Enquanto os palestinos optarem pela força vão continuar morrendo. Querem um país? Conversem com os israelenses, mas como seres humanos
responder este comentário denunciar abusoPena que fiquei sabendo hoje, dia 30. Parece que a palestra dela foi ontem, dia 29, certo? Faltou divulgação, teria gostado demais assistir este debte.
Foi ontem, sim, Natalia. A entidade que trouxe os palestrantes foi o Icárabe (http://www.icarabe.org/). Abs.
responder este comentário denunciar abusoNão estive lá, claro, mas tudo indica que não foi debate Natalia. Democracia não é exatamente uma caracterítica de grupos terroristas.
responder este comentário denunciar abusoNatalia,
O local onde o encontro foi realizado era aberto ao público e com entrada franca. Ao final das exposições a palavra foi aberta aos que quisessem dela fazer uso. Pena que as pessoas que atacam e usam toda a agressividade na internet não tenham coragem de mostrar o rosto e falar em público. Por que não foram lá ? Democracia é isso, espaço aberto, palavra franqueada.
Parem de distorcer os fatos.
Interessante.
Se eu roubar um banco em nome de uma causa que eu considero justa e se nao morrer ou ferir ninguem , seria eu inocente?
Ha meios mais inteligentes e dentro da lei de lutar por ideias.
Se cada pessoa que se sentir reprimida comecar a quebrar a lei em nome da causa aonde iremos parar?
Não, Marcio. Seria acusado de terrorismo e preso, como foi a Leila Khaled, há 32 anos. Concordo que há muitos outros meios e o uso da força armada nem de longe é consenso entre os palestinos. Outro dia fiz uma matéria com uma diretora brasileira de cinema que trabalha para a ONG Just Vision, que produz documentários, como o premiado Buldrus, sobre ações pacíficas de israelenses judeus e palestinos muçulmanos na Cisjordânia. Vale a pena assistir, Marcio: http://www.justvision.org/
Abs.
Se o MarioS acha que nunca existiu paz em toda a história da humanidade, e desta forma tenta justificar os crimes de Israel e EUA, então sob quais argumentos ele condena a resistencia de um povo ao invasor? Faz parte da historia da humanidade que ele “sabiamente” descreve.
Senhor Mario S, as suas palavras deixam bem claro para todos os brasileiros quem o senhor é e quais são os seus interesses e fidelidades.
Gostaria de saber como o senhor explica este mapa:
http://kloposmasm.files.wordpress.com/2010/06/palestinian-loss-of-land-1946-2000.jpg
responder este comentário denunciar abuso“as suas palavras deixam bem claro para todos os brasileiros quem o senhor é e quais são os seus interesses e fidelidades.”
Eu sou muitas coisas, mas não racista como tantos aqui, tenho vários interesses, mas estes não incluem a aniquilição de um país como os de muitos aqui, entre minhas várias fidelidades não aparece nenhum grupo ou governos terroristas assassinos.
“Gostaria de saber como o senhor explica este mapa”
Eu não lhe devo explicação nenhuma, mas posso lhe dar uma sugestão: consulte as lideranças palestinas que eles sabem ao que se deve isto.
Depois do que José Farhat comentou, e com tanta propriedade, só posso compactuar com suas idéias e convicções. Leila Khaled é um exemplo de coragem e um orgulho a todos que se sensibilizam contra a injustiça e a opressão.
Idéias e convicções pelas quais ele está disposto a sacrificar quantos homens, mulheres e crianças forem necessários, mas nenhum dos fios do próprio cabelo.
responder este comentário denunciar abusoBettine Silveira
Muito me honra o seu comentário.
Libera meu post por favor
Marcio, tenho 28 posts para liberar neste minuto. Não é uma conspiração contra você, meu caro. Já libero, na fila. Abs.
responder este comentário denunciar abusoEssa Guerra é a mais pura expressão da Humanidade. Se pegar uma criança recém nascida, de qualquer um dos lados, e traze-la para o Brasil, ou qualquer outro país, sem nunca lhe contar a origem, ela odiará o inimigo?? Qual inimigo?? Então essa questão é aprendida e repassada, como qualquer preconceito. Quantas armas ja foram vendidas?.
Pura verdade…. Abraços, Poeta. Obrigada por participar aqui.
responder este comentário denunciar abusoLeila Khaled foi expulsa de suas terras e, desta forma, sua luta é legítima! Lembrem-se que o maior terrorismo ocorre contra os palestinos, que, além de terem que se defender por conta própria, não têm o capital e a mídia que seus inimigos possuem! Negar o holocausto palestino é ser ignorante ou mal caráter!
Adriana, é muito fácil para Leila Khaled-e todos os outros que acusam Israel – responsabilizar o estado judeu pelo trágico destino dos árabes palestinos. É muito mais simples nâo ver o todo, e jogar o fardo sobre um único país e os sionistas. Porém, ela mesma sabe que os palestinos somente terâo força política quando conseguirem formar um governo de consenso entre a Frente pela Libertação da Palestina com o Fatah e Hamas, e convencer as outras n facçôes islâmicas. No meu entender, está mais do que em tempo de deixar as diferenças de lado e se entender por um objetivo comum, que é de negociar o estado palestino com Israel. Mas para isto, primeiro os palestinos têm que se tolerar entre si.
O pior cego é o que não quer ver (ou o que se faz de cego)
A REALIDADE NUA E CRUA
IMPERDÍVEL
http://kloposmasm.files.wordpress.com/2010/06/palestinian-loss-of-land-1946-2000.jpg
responder este comentário denunciar abuso.
.
.
.
.
.
.
O LOBO VESTIDO COM PELE DE CORDEIRO
.
.
.
.
.
.
.
A RAPOSA COM A CHAVE DO GALINHEIRO
.
.
.
.
.
Acorda Brasil,
Na realidade a maior parte da palestina e’ oq ue e’ agora a jordania!
Portanto os palestinos ja’ tem o estado deles, chama-se jordania!
Porque eles querem mais?? Culosos!
http://www.masada2000.org/historical.html
responder este comentário denunciar abuso” Eu não sou policial, juíza ou oficial das forças armadas. Não cabe a mim prender, julgar, combater. Eu sou jornalista. Só me cabe entrevistar e reportar da forma mais plural possível. ”
Mas se voce souber de um adulto que abusa de uma crianca, voce vai reportar pluralmente e virar as costas?
E como voce nao e’ juiza, nao cabe a vice decidir quak crime merece ou nao ser reportado. Portanto, evite apoiar terrorisras condenados.
Voce nao escolhe qyal lei cumprir. Voce cumpre a lei e pronto.
Muito simples!
Abs.
Curioso, Marcio, é que eu uso este mesmo exemplo em minhas palestras para demonstrar como a mídia não é capaz de ser isenta, porque sempre temos nossos valores e, neste caso, você tem razão, raramente o criminoso seria ouvido. Por outro lado, acho, sim, importantíssimo compreender este fenômeno da violência sexual contra crianças, algo realmente brutal, em que não cabe apenas condenar porque isso não resolve problema algum. Cabe compreender e isso só é possível ouvindo-se todos os lados envolvidos nessa tragédia.
No mais, você entendeu direitinho: a lei se cumpre e não cabe a mim nem a você decidir o que é crime, mas à Justiça, que decidiu ser a Leila Khaled uma mulher livre, tanto é que foi dado a ela o visto de entrada no Brasil e não somente aqui, mas no Canadá e Europa, por onde ela viaja dando palestras – este mês mesmo, visitaria outros 4 países além do Brasil.
Abs.
responder este comentário denunciar abusoMas tambem vale lembrar que tenha muita gente livre pela lei que sabemos ser criminosos, exemplos nao faltam no Brasil e no mundo!
responder este comentário denunciar abusoE continuaremos entrevistando todos os lados. ABs.
responder este comentário denunciar abusoParabéns Adriana !
Nunca na história da humanidade, um povo sofreu tanto como sofre o Povo Palestino.
Quando se fala em holocausto nos dias de hoje, só se pode falar do HOLOCAUSTO DO POVO PALESTINO, onde Israel faz um massacre há 64 anos. Armas modernas, bombas de fósforo branco atiradas em escolas de crianças, bombas de fragmentação e muitas barbaridades, nunca vistas antes na história. 64 anos de HOLOCAUSTO PALESTINO.
O HOLOCAUSTO DO POVO PALESTINO é o assunto que deve estar em todas as discussões de Direitos Humanos, em qualquer parte do mundo.
MURO
O Muro que Israel construiu nas terras palestinas, tem 750 km !
750 km de Muro, dividindo as casas, escolas, sítios, hospitais e as famílias.
Quando as pessoas comemoram os 20 anos da derrubada do Muro de Berlim (140 km), devem hoje procurar se informar e fazer uma corrente mundial, para derrubar este MURO de 750 km que Israel construiu nas terras palestinas.
É importantíssimo que tenhamos em qualquer parte do mundo, pessoas que resistem às injustiças e lutem pelos direitos humanos.
A UNESCO já aprovou a Palestina como estado pleno. Falta agora a ONU, corrigir o erro histórico de 1947.
Parabéns à Luta da Leila Khaled !
Viva a resistência Palestina !
Viva o Estado Palestino livre e independente !
Nizar El-Khatib
Obrigada, Nizar!!
responder este comentário denunciar abusoParabéns Adriana
Se tivéssemos mais jornalistas no mundo como você,esta imprensa manipulada não existiria.
Mídia imparcial,mostrando a realidade dos dois lados,será um sonho? Siga em frente,parabéns mais uma vez!!!
Obrigada! Continue por aqui. Abs.
responder este comentário denunciar abusoAdriana,
Conheço o site justvision e assisti vários de seus documentários. Elogiei várias vezes, neste tópico inclusive, os movimentos que neles aparecem.
Continuo entretanto não conhecendo NENHUMA manifestação de palestinos contra o terror. Existem? Voce pode indicar alguma fonte sobre elas?
Aí está sr. Mario, o senhor realmente desconhece a sociedade palestina. Assista o filme Budrus que o sr. vai ver que quem lidera o movimento pacifista nas cidades onde o muro da vergonha está sendo construido, são os palestinos. As lideranças palestinas de 16 vilarejos chamam todos aqueles que querem fazer parte da manifestação pacifica, sem armas. Todas as sextaa feiras eles enfrentam o exercito, que mesmo vendo que eles estão desarmados, prendem, machucam, jogam gás, atiram balas. Junto com a delegação palestina que veio ao Brasil estavam duas lideranças dos Comites Populares, que lutam pacificamente nos vilarejos de Bil in e outros. Isso já foi dito por Soraya eu seu email. Novamente isso foi ignorado pelo sr, ou seja, há uma parcialidade nas suas observações.
responder este comentário denunciar abusoUé, Mario. A JustiVision, que você conhece tão bem a acompanha, é justamente isso: uma ong contra o terror. Ao dar apoio e lançar luz sobre ações pacíficas, a intenção da entidade é justamente desestimular a violência. Abs.
responder este comentário denunciar abusoNão sou judia, mas tenho me dedicado a estudar o conflito israelo-palestino, e o que percebo, é que a mídia, de uma firma geral, não possui a ISENÇÃO necessária para abordar o conflito, pois, é mais fácil alocar os chamados “sionistas” como os verdugos e os palestinos como “vítimas” e isso, em quaisquer circunstâncias, mesmo quando são sabedores das nefastas práticas de LIDERANÇAS PALESTINAS. Os defensores dessas LIDERANÇAS só sabem avocar o mesmo discurso, qual seja, que “foram expoliados de sua terra”, mas, isto porque, desconhecem ou fingem desconhecer o fato de que, em alguns momentos, tiveram a oportunidade de obter a “restituição”, inclusive de Jerusalém Oriental, mas, Arafat, cuja viúva, já tem mandado de prisão expedido pelo Tribunal da Tunísia, negou-se a a perpetrar acordos vantajosos para seu povo. Aliás, qual o motivo de todos “esquecerem” as propostas de acordo do governo Olmert, em 2008? A realidade é uma só: as lideranças palestinas são, também, CULPADAS, pois, todas as chances que tiveram para dar fim ao conflito, lançaram fora! Porém, é defeso lembrar desses eventos danosos provocados por membros do próprio povo palestino.
E o mais bizarro, é perceber que nas discussões acima postadas, existem pessoas que, na grande maioria, jamais ouviu falar no conceito de SEGURANÇA INTERNACIONAL, e começam a tecer definições de TERRORISMO, entre as quais, não são inseridos os “pobres” grupos fundamentalistas radicais que, através de horrendos atentados dilaceram, sempre que podem, vítimas indefesas, até mesmo crianças. Mas, como estamos num país democrático, precisamos tolerar o SENSO COMUM, que tem por prazer, opinar em questões que desconhece.
Aliás, é lamentável constatar a apologia ao TERRORISMO através dessa senhora, cujos ideais fulcram a matéria sub oculis, uma vez que, ACATAR CANDIDAMENTE A UNIÃO DE HAMAS E FATAH, É PROMOVER A INSTITUCIONALIZAÇÃO DO TERROR NA PALESTINA. Porém, como bom hipócrita, Abbas vai “fingir” que fez acordo com Hamas e os demais grupos terroristas, a fim de enganar a comunidade internacional, para, posteriormente, dar início a mais uma nova guerra civil.
E o fato dessa senhora ser “livre” para transitar pelos países, não faz com que seja legítimo seu pleito de forçar o reconhecimento de um Estado através da “pregação de destruição de Israel” e da apologia ao terrorismo.
E no que pertine,à sua indagação sobre as manifestações dos palestinos contra o terror, devo frisar, que nem no Ocidente, que diz “proteger os direitos humanos”, há manifestações concretas, condenando as ações terroristas contra a população civil em Israel, vez que, até o presente momento, não vi os países exigirem a exclusão de preceitos da Carta de Constituição do Hamas, que estatui o DEVER de destruir os judeus e se apropriar das terras do Jordão ao Mediterrâneo.
É mais “vendável”, em tempos de isolamneto do Estado de Israel, o título “Sequestro de aviões deu voz a palestinos”.
Andréa, você deveria visitar Israel e os territórios palestinos. Abs.
responder este comentário denunciar abusoAndréa
Parabéns pelo esforço, mas você tem ainda um longo caminho a percorrer para conhecer toda a história.
Comece por investigar quem invadiu a terra de quem?
P.S.: Minhas considerações acima foram postadas em consideração à indagação do sr. Mário.
Sra. Leila Khaled, terrorista assumida e orgulhosa de seus atos covardes contra civis inocentes, começa falando que quem quer um estado religioso é Israel, se esquece que o Hamas, grupo terrorista palestino que controla a Faixa de Gaza após assassinar seus opositores do secular Fatah, proibiu qualquer bebida alcóolica em Gaza e faria o mesmo se pudesse no resto do território Palestino, ela mesma, com todo seu passado de terrorista em prol da causa palestina, teria sérios problemas se agisse da mesma forma como durante sua visita a São Paulo ao pedir a uma amiga para comprar cervejas e dois vinhos, “seco, por favor” … Daí se vê a moral desta senhora.
Ari, é verdade que o álcool foi proibido. Mas eles não são tão radicais assim. Eu mesma levei duas garrafas de vinho de presente para a família que me recebeu na Faixa de Gaza e passei com isso pelos seguranças do Hamas, que nada disseram. Como em todo lugar, há radicais e moderados. Na Faixa de Gaza não é diferente. A maioria da população, aliás, é contra o Hamas. Essa mesma família – um casal e três meninas lindas – só usava roupas amarelas, a cor do Fatah, uma forma silenciosa e pacífica de protestar contra o Hamas. Se pudessem, viveriam na Cisjordânia, sob comando do Fatah, mais moderado, mas não podem deixar Gaza por conta do bloqueio. Abs.
responder este comentário denunciar abusoMoral ? Desde quando tomar um vinho tem a ver com moral ? Quantos judeus comem carne de porco ? Só por isso são imorais ?
Sinceramente, alguns aqui já perderam os argumentos e também o debate…
DESDE DE QUANDO MATAR INOCENTES É DAR VOZ A QUALQUER UM OU QUALQUER CAUSA???
Hora da Al Qaeda se tornar membro da ONU?
Nestes dias, o Fatah e o Hamas estão se reunindo no Egito a fim de chegarem a um acordo sobre o que, supostamente, eles já entraram em acordo em maio e estabelecerem um governo de unidade. Ninguém sabe se isso terá sucesso desta vez, mas as chances de um verdadeiro acordo de unidade são pequenas. Eles podem chegar a um compromisso e, até mesmo (provavelmente depois de meses de discussões), conseguir estabelecer alguma forma de governo conjunto, mas as diferenças e a animosidade entre os dois partidos são muito substanciais para darem lugar a uma unidade real.
Este movimento de unidade vem na esteira da proposta da Autoridade Palestina (AP) por um reconhecimento estatal nas Nações Unidas e na aceitação como Estado-membro por parte da UNESCO. O impulso para a soberania estatal ainda está em curso, e a AP está só esperando a próxima oportunidade de voltar a trazê-lo para a ONU. Abbas aparentemente acredita que um acordo de unidade com o Hamas irá remover um obstáculo frequentemente usado para negar a soberania da AP; eles não controlam todo o território que reivindicam como seu Estado – o Hamas governa em Gaza.
No entanto, o Hamas é designado como uma organização terrorista tanto pela União Europeia como pelos EUA. A razão para isso é simples: o Hamas é uma organização terrorista (há aqueles que parecem duvidar disso)! O alvo do Hamas: mutilar e matar civis de uma forma permanente com a intenção de alcançar objetivos políticos. Essa é a definição de terrorismo.
Se um possível futuro governo de unidade entre Hamas e Fatah conseguir ganhar o status de soberania da AP na ONU, ou se isto for mesmo considerado seriamente, o que impede a Al Qaeda de se candidatar também?
Fonte: Word of Life Israel
Paulo, a Haganá, como nos lembrou aqui o Ari, era um grupo paramilitar armado, guerrilheiro (acusado inclusive de violações como, em 1947, no que ficou conhecido como o massacre de Balad al-Shaykh, na atual cidade israelense de Nesher). Com a criação do Estado de Israel, o grupo deixou de lado a guerrilha e se incorporou à estrutura oficial, ao Exército de Israel. Talvez ocorra o mesmo na criação do Estado palestino, já que o argumento desses grupos se esvaziaria com a definição definitiva das fronteiras, o freio nos assentamentos etc. Com o Estado palestino oficial e reconhecido, seria certamente mais fácil para a comunidade internacional e Israel pressionar pela criminalização de grupos armados.
Ah, sim, lembrando que Leila Khaled não é acusada de nenhuma morte. Não houve feridos no sequestro.
Abs.
Vergonhosamente vejo que os valores são invertidos o tempo todo, principalmente por gente desinformada que abraçou a causa do pobrezinhos dos árabes errantes que se auto apelidaram de palestinos, não existe honra no terror covarde que estes vermes fazem contra inocentes civis em Israel e que hoje ameaça a humanidade inteira! Vai chegar o dia em que a verdade vai zunir nos ouvidos dos incautos, aí toda a selvageria covarde vai assombrar os que hoje os apóiam !!!
“Pobrezinhos dos árabes errantes que se auto apelidaram de palestinos”. “Vermes”. Que discurso pacífico.
responder este comentário denunciar abusoWillian Brasil
Que pena você dizer o que disse. Quem está desinformado é você próprio, a não ser que escreveu com outra intenção.
Veja só, os árabes não são coitadinhos, nem aqueles que estão distantes de seus lares,expulsos que foram por estrangeiros que ocuparam as suas terras ilegalmente.
Coitadinhos por seus crimes são os sionistas que se aproveitaram do povo judeu, amargurado e humilhado pelo nazismo, para levá-lo a praticar os mesmos crimes nazistas contra os palestinos, num projeto colonial.
Suas palavras não humilham, não passam de falta de argumentos e só encorajam cada vez mais os palestinos a lutarem por seus direitos.
Fique certo Willian, os palestinos não têm armas como os israelenses, mas têm o direito e a justiça a seu lado e vencerão.
Senhor Farhat
Olha, sem entrar no dabate do que e que foi ocupado por quem , a quem pertenciam as terras ocupadas e aceitando que ouve de fato ocupacao de terra depois de varias guerras iniciadas pelos arabes e todas elas vencidas pelos Israelenses, tenho que lhe lembrar que o Brasil nunca devolveu as terras sque tomoi do Paraguai depois da guerra da triple alianca.
-O chile nunca devolveu a Bolivia a saida para o mar que tambem perdeu numa guerra.
-A Franca nao devolveu a Alsacia aos Alemaes ao termino da segunda guerra.
-A Russia nao devolveu ao Japao as Ilhas kurilas ao termino da segunda guerra.
-Os Americanos nunca devolveram ao Mexico a california, o novo mexico ,o arizona e o texas territorios ganhos como consequencia de uma guerra entre ambos os paises.
Existem portanto fartos exemplos de territorios conquistados em guerras e que foram anexados aos paises vencedores, se a isso vove acrecentar que Israel foi a vitima atacada por mais de 5 paises, a coisa e ainda mais clara.
Me de uma unica razao para Israel ter que dar aos palestinos territorios que ganahrm em guerras que nao iniciaram e que eran da Jordania e do egito?
Eu sou um Cristao Sionista porque acredito que a terra ancestral dos Judeus e deles e de mais ninguem, sou Cristao Sionista porque posso ir rezar( ja foi tres vezes) em jerusalem e foi tratado com todo respeito e consideracao pelos Judeus Sionistas que me permitiram demostrar minha fe em publico sem qualquer restricao. Em gaza, e o contrario, os islamistas nao permitem nenhum outro culto que o Islamico, no egito os meus irmaos de fe sao mortos e as igrejas queimadas o mesmo acontecendo no Iraque.
VIVA ENTAO O SIONISMO QUE NOS PERMITE A LIBERADE DE RELIGIAO QUE NAO HAVERIA EM ISRAEL SE ESSA TERRA DIVINA FOSSE CHAMADA DE PALESTINA.
responder este comentário denunciar abusoDeus voz sim! Mas apenas ao terror, morte e destruição! O mundo estaria melhor sem estes covardes!!!
Lembrando que a Leila Khaled não é acusada de nenhuma morte. Abs.
responder este comentário denunciar abusoEntão os bandidos que quase tomaram o Rio e São Paulo, ganharam voz com seus atos? Não podemos legitimar a barbárie covarde dos que matam inocentes e destroem a vida humana a liberdade e outros valores, seja lá por que for! Os Palestinos tiveram direito a ser uma nação em 1948, mas insuflados por seus “irmãos” árabes, preferiram a guerra ao ser um país, depois partiram para o terror, comprovadamente a unica coisa que sabem fazer! Triste ver comentários perdidos sobre a covardia do terror, que Deus tenha piedade de nós!
Lembrando que a Leila Khaled não é acusada de mortes. Abs.
Que Deus tenha piedade de nós!
Léo Veimrober
Você também não tem argumentos e parte para os palavrões ou estou enganado e está falando da ocupação da Palestina pelos sionistas?
Adriana
Depois que o Brasil concedeu asilo politico a um assassino terrorista Italiano ja condenado no pais dele por 4 assassinatos, tudo o resto e cafe pequeno. Para a esquerda o cara matou 4 e tem estatus de heroi, certo?, afinal ele tambem estava a lutar contra um sistema que oprime a maioria em detrimento da minoria.
A Leila Kalhed nao matou ninguem no aviao que sequestrou porque as axigencias dos terroristas foram atendidas e considerando que ela ” apenas” sequestrou um aviao enquanto o Italiano matou 4, ela dever ter o status de heroina. Po, dona Carranca, sequestro de aviao nao e crime?, porque sequestraram um aviao ingles se quem ocupa o pais deles e Israel?. O que voce diria se o aviao sequestrado na epoca tivesse sido um da Varig, pondo em risco 200 brasileiros?.
E ela disse que tinha instrucoes de nao matar ninguem. AMiga , voce nao nasceu ontem, como e que pode acreditar nessa declaracao?
Eu sei minha cara, pimenta no dos outros e refresco, o que voces estao a fazer e banalizar o terrorismo justificando um absurdo.
Um abraco
P.Rogerio da Sena Madureira
Miami- USA
De minha parte, ninguém está justificando nada. Sou jornalista. Não cabe a mim julgar, criminalizar, absolver ninguém, mas apenas entrevistar para que todos conheçam as opiniões e visões mais plurais, aumentando assim o entendimento sobre os fatos. Abs.
responder este comentário denunciar abusoAdriana
Voce continua segurando meus posta. Post mais recentes foram publicados os neus esrao a quase 11 horas ba fila!
Vou verificar já. Não estou dando conta de ler e responder todos os comentários. Abs.
responder este comentário denunciar abusoMarcio
(moderation preview) 10 hrs, 27 mins ago
Acorda Brasil,
Na realidade a maior parte da palestina e’ oq ue e’ agora a jordania!
Portanto os palestinos ja’ tem o estado deles, chama-se jordania!
Porque eles querem mais?? Gulosos!!
Interessante é que a grande mairia aqui está em favor dos palestinos e apenas 3 pessoas querem rebater tudo, como já estão sem argumentos, atacam de maneira jocosa e agressiva a jornalista, que é uma profissional de altíssimo nível. Olhem o tom jocoso e agressivo. Por favor, elevem o nível.
O ORGULHO DE SER JUDEU !
AM ISRAEL CHAI
(Escrito por um israelense chamado Dan Sporn)
” Nossa condição, em Israel, nunca foi melhor do que é agora! Apenas a televisão e a mídia pensam que o mundo vai acabar . Há apenas 65 anos atrás, os judeus foram levados para a morte como ovinos de abate. Há apenas 60 anos atrás, sete países árabes declararam guerra a Israel querendo acabar com o Estado judeu, invadindo apenas algumas horas depois do cessar fogo estabelecido. Éramos 650.000 judeus contra o resto do mundo árabe. Nenhuma IDF (Forças de Defesa de Israel) ou da Força Aérea. Éramos apenas um pequeno grupo de pessoas teimosas sem ter para onde ir.
Lembre-se: Líbano, Síria, Iraque, Jordânia, Egito, Líbia e Saudi S Saudita, todos eles atacaram de uma vez. O estado que as Nações Unidas nos “deu” era 65% deserto. Nós começamos do zero. Apenas 41 anos atrás, nós lutamos contra três dos países mais fortes no Oriente Médio, e os esmagamos na Guerra dos Seis Dias Ao longo dos anos nós lutamos contra coligações diferentes de países árabes. Com os exércitos modernos e com enormes quantidades de russo-soviético com munições, ainda assim não nos ganharam. Hoje temos um belo país, um exército poderoso, uma forte força Aérea, uma Marinha adequada e uma próspera indústria de alta tecnologia. Intel, Microsoft e IBM têm desenvolvido todos os seus negócios aqui. Nossos médicos ganharam prêmios importantes na área médica e no campo do desenvolvimento. Viramos o deserto em uma terra próspera. Nós vendemos laranjas, flores e hortaliças em todo o mundo. Nós lançamos nosso próprio satélite! Três satélites de uma só vez! Nós estamos em boa companhia !: E.U.A. (280 milhões Moradores), Rússia (220 milhões de habitantes), China (1,3 milhões) e Europa (França, Inglaterra e Alemanha (35 milhões de habitantes). .. Somos um dos únicos países do mundo que lançaram algo no espaço!
Israel é hoje um dos poucos países que têm tecnologia nuclear em total capacidades. (coisa que não admitimos, mas todo mundo sabe) E pensar que apenas há 65 anos estávamos desonrados, desesperançados, rastejando nos fornos crematórios da Europa. Ganhamos em todas as nossas guerras, com quase nada nós construímos nosso império. Quem são Khaled Mashal (líder do Hamas) e Hassan Nasrallah (Líder do Hezbollah) que tentam nos amedrontar? Eles estão nos divertindo. Ao comemorarmos o Dia da Independência, não vamos esquecer que este santo dia é para lembrar que nós superamos tudo. Superamos os gregos, Superamos os romanos, Superamos a Inquisição espanhola, superamos os pogrom russos, superamos Hitler, superamos os exércitos de sete países. Relaxem chevray (amigos), vamos ultrapassar os nossos inimigos atuais.
Nunca se engane ao olhar a história humana. Pense nisso, a nação judaica nunca foi melhor do que agora. Então, vamos levantar a cabeça para cima e lembrar: Nunca se deixe levar por um país ou cultura que tente nos prejudicar ou nos apagar do mundo. Nós ainda existimos e perseveramos. Egito? Onde o império egípcio desapareceu? Gregos? Macedônia, Alexandre? Os romanos? Alguém está falando Latim hoje? O Terceiro Reich? Será que alguem sabe dele hoje? E olhe para nós, o povo da Bíblia – da escravidão no Egito, estamos ainda aqui, ainda falando a mesma língua. Exatamente aqui, exatamente agora.Somos uma nação eterna. Todo o tempo iremos manter a nossa identidade, que continua eterna.
Então, pena que não estamos nos preocupando, reclamando, chorando, com medo.Não preste atenção ao absurdo na mídia, Eles não vão falar sobre nossas festas aqui em Israel ou sobre as pessoas que continuam vivendo, saindo, com amigos reunidos. Sim, por vezes, a moral está em baixo, e daí? Apenas porque estamos às vezes de luto, com o sangue derramado. E esta é a razão pela qual nós vamos vencer, afinal. Por favor, encaminhe esse email para todos os seus amigos judeus. Em todo o mundo. Vocês são todos parte de nossa força para Manter a nossa existência. Este e-mail pode ajudar alguns de nós a levantarmos nossas cabeças e ser.
Orgulho de dizer: eu sou judeu!
Oscar
Todo ser consciente tem orgulho de ser judeu ou cristão ou muçulmano, são religiões monotéístas abrahâmicas.
O que a humanidade deve banir de seu meio são os sionistas, os al-Qaeda, os nazistas.
Felicito-o pelo orgulho de ser judeu, condeno-o se estiver do lado dos criminossos que saquearam os bens dos palestinos indefesos.
Parabens Oscar
O que mais doi aos antissemitas e ver que 5 paises arabes com mais de 1,5 milhoes de soldados, centenas de tanques e canhoes foram derrotados fra-go-ro-sa-men-te por uma nacao que, na epoca, tinha 600 mil habitantes.
Israel estabeleceu-se faz 60 anos e ja ganhou 6 premios nobel de ciencias , eh um dos maios criadores e exportadores de tecnologia do mundo, e um deserto mas exporta sucos, transforma desertos em cidades com parques e jardins, transformou-se no maior centro negociador de diamantes do mundo, os arabes que moram em Israel vovem infinitamente melhor do que qualquer cidadao nos paises arabes, mesmo os exportadores de petroleo e mesmo os palestinois da cisjordania vivem muito melhor do que os arabes joradanianos, sirios, egipcios etc.
Estive tres vezes nesse pais lindissimo e soube que existe um prolema serio. IMIGRACAO ILEGAL DE ARABES !!!, sim negros arabes de paises africanos desembarcam no egito e pagam os beduinos para que os levem aonde??? ISRAEL !! porque nao vao por egito, a jordania, arabia saudita e preferem ir para Israel?, porque este pais pequenino com 6,5 milhoes de Judeus e melhor do que todos os paises arabes juntos com 600 milhoes de habitantes. E isso que doi aos antissemitas. Onde Judeu se estabelece tudo florece
Tens razao de see Judeu e sionista, como eu tenho orgulho de ser o mais Sionista dos Cristaos.
Um grande abraco
responder este comentário denunciar abusoIndefesos? E os varios paises que defenderam os palestinos em 48, 67, e 73? Com quem Israel guerreou entao? Farhat, por favor…
responder este comentário denunciar abusoSou sionista. Em outras palavras, apoio a existencia de um Estado judeu em parte do territorio onde floresceu o povo judeu e a cultura judaica (o que nao exclui a existencia de um Estado palestino). Farhat, devo ser banido da sociedade?
responder este comentário denunciar abusoO orgulho é um dos sentimentos mais abjetos que um ser humano pode abrigar dentro de si. Ele é o começo da própria derrota: achar que se é superior aos demais; arrotar feitos e vitórias, ao invés de usar as próprias vitórias e conquistas para granjear simpatias e fazer o bem a todos, indistintamente.
Há uma música muito famosa do grande poeta Vinicius de Moraes, Canto de Ossanha, que ensina algo muito básico sobre o orgulho. Se bem que quem acha o orgulho uma “virtude” dificilmente conseguirá entender uma tal obviedade.
Aprenda com o poeta: O homem que diz sou não é/ porque quem é mesmo é não sou
http://www.youtube.com/watch?v=IDAQltaeNc8&feature=related
responder este comentário denunciar abusoAdriana,
Voce que ja esteve na palestina , deu pra confirmar se existe doutrinamento nas escolas ensinando contra israel/ judeus? Ou voce nao teve a oportunidade de rever o curriculo?
Não, Marcio. Pelo menos não nas escolas que visitei, mas, é claro, eu estive em apenas duas escolas! Mas preferi me hospedar na casa de uma família palestina para poder observar justamente essas sutilezas do cotidiano, as conversas em casa, as notícias que as crianças (três meninas com idades entre 7 e 10 anos) traziam da escola, as discussões em família para ver até que ponto esse ódio que você imagina existe por parte de civis e, não, muito honestamente, Marcio, o assunto judeus/Israel não foi sequer citado pelas crianças. Eram crianças como em qualquer lugar no mundo, como em Israel – não acredito que crianças israelenses tenham ódio dos palestinos. Criança é criança. O que havia era a reclamação constante dos pais sobre a falta de itens básicos disponíveis em Gaza, por causa do bloqueio de Israel. Mas mesmo isso estava melhorando, pois Israel havia liberado a entrada de alguns produtos, como roupas. Já o diesel para o gerador – já que não tem energia elétrica nas casas desde que a planta foi bombardeada em 2008 – era um custo conseguir, portanto, todo o tempo ficávamos no escuro à luz de velas, ligando o gerador apenas na hora do banho. Mas, no mais, eles viviam como uma família normal.
responder este comentário denunciar abusoFico surpreso que foi isso que voce observou. Nao assumo que esteja enganada mas talvez um acaso?
Varias reportagens divergem da sua observacao.
Aqui alguns exemplos de boa reputacao:
http://www.camera.org/index.asp?x_context=2&x_outlet=35&x_article=1297
http://www.childrensrightsinstitute.org/news-videos.php
responder este comentário denunciar abusoos palestinos querem ter uma vida digna, dentro de um estado independente e soberano. todos os
governos israelenses nos últimos 63 anos, impediram este povo de exercer um direito politico basico
ou seja, exercer o principio de autodeterminaçao( consagrado no direito internacional publico. isso tem
nome…….recismo politico. israel é um estado acima da legalidade internacional e a responsabilidade
de todos os governos, organizações e pessoas neste mundo, lembrar este estado que os valores
humanos ainda tem lugar no nosso mundo.
Sra. Adriana
Sua lacônica resposta demonstrou dois fatos incontestes: faltou-lhe argumento para refutar minhas considerações, e por isso, utilizou o usual pseudo-argumento de sugerir visitar Israel e territórios palestinos. É lamentável perceber que lhe falta suporte para argumentação.
Aliás, o que mais causa estranheza, é o fato de, em momento algum, expressar sua OPINIÃO sobre as ações terroristas dos grupos islâmicos em Gaza. Ao que parece, V. Sa. concorda com os demais leigos, que nada entendem de segurança internacional ou Direitos Humanos, e por isso, ouvem uma mulher que prega a violência e crime como bandeiras para autodeterminação da Palestina.
Sendo assim, caríssima, seria possível esclarecer o seu posicionamento quanto às ações terroristas que ASSASSINAM CIVIS INOCENTES EM ISRAEL??? É de sua concordância tais ações???
Sua preocupação em defender sua infeliz matéria, ovacionando ações excecráveis, faz-me acreditar que o sangue derramado pelos terroristas palestinos é justificável.
O meu parecer aqui, não é sobre a questão do reconhecimento do Estado da Palestina, mas sim, a respeito dos métodos utilizados por grupos terroristas, sendo que, um deles, “ganha de presente” sua complacência, fazendo propaganda de seus odiosos métodos.
Espero que V. Sa. assuma uma posição mais clara e afirme de vez, que é FAVORÁVEL ÀS AÇÕES TERRORISTAS DO HAMAS, JIHAD ISLÂMICA e demais grupos terroristas.
Será possível elucidar essa questão??? É lógico, que é necessário coragem, pois, se defender o “direito à vida” dos israelenses, estristecerá os leigos, que nada, ou pouco sabem acerca do conflito em questão, e embasam suas opiniões em matérias tendenciosas!
E quanto ao sr. José, devo esclarecer que já estudei História do Oriente Médio, e sei bem que por mais que os palestinos tentassem destruir os artefatos arqueológicos do primeiro e segundo templos, que comprovam a identidade histórica judaica em Jerusalém Oriental, lançando num lixo em Jerusalém cerca de 13 mil toneladas desse material no ano de 2000, não conseguiram apagar todo o histórico dos judeus que foram despojados de sua terra. Para o seu desgosto, minha formação não está fulcrada em notícias tendenciosas de jornais e sim, em pesquisas acadêmicas nas áreas de História, Relações Internacionais e Direito. Discursos demagógicos e desprovidos de fundamentos não me convencem!
Ao que parece, V. Sa. é mais um, dos que legitimam a bárbarie terrorista, porém aqui é válido. Por isso, aproveite a oportunidade…
Querida Andréa, não me faltou argumentos, apenas tempo. Simples assim. Continuo sugerindo que visite Israel e os territórios palestinos. Você tem razão quando diz que em momento algum me viu expressar minha opinião. Me deixa feliz que você tenha percebido isso. Sou repórter e não me cabe opinar. É a voz do outro que transmito, da forma mais plural possível. A opinião deles, em uma reportagem, não é minha, mas deles. E fico também feliz que você tenha chegado a todas essas conclusões que aqui coloca contra o terrorismo ao ler a minha matéria. Abs.
responder este comentário denunciar abuso“Aquele pedaço de terra desde sempre pertenceu ao Povo Judeu”… Que estória é essa, Ari? Naquela Terra que você sita como “pedaço”, vivia o povo cananeu. Aí apareceu um homem chamado Abrão (Abraão), vindo de Ur, na Caldéia (atual Iraque), dizendo que um Deus, de nome Jeová, havia lhe dado. Agora imagine você, está aí na sua casa, sentadinho – diante da TV junto com sua família – chega um cara e diz: “Saia desta casa que Jeová me deu”. Acho linda essa história. Me poupe…
César – Natal/RN.
Para os que elogiam o neomuro da Vergonha, vale o depoimento de uma personalidade insuspeita a respeito dessa iniquidade em concreto armado, Roger Waters:
http://pintapalabrantes.wordpress.com/2011/03/31/another-brick-in-the-wall-sigue-vivo/
Difícil dialogar com representantes como o Hamas. Sempre pregaram a não existência do Estado de Israel. Tem como alcançar a paz quando sua ideologia é o extermínio de judeus e utilização de armas execráveis como homens bombas?.
Adriana, parabéns pela matéria!
” A justiça da causa determina o direito da luta…”
Oi Adriana, bom primero parabéns pelo seu trabalho gostei muito, segundo eu tenho 16 e e gosto bastante do Estadão vendo o seu trabalho acho que você conhece muitas portas para um estudo de intercâmbio na Europa, fazer uma graduação em Administração, Economia ou atemesmo Marketing estou meio perdido ainda nessa parte porque o que eu quero mesmo é ser um empresário e sei com uma dessas graduações ajudaria muito, então eu queria saber se você conheceria alguma folma eficaz.
desde já agradeço
obrigado.
A causa palestina é justa. .Israel é uma farsa criada pelas Nações Unidas por imposição dos Estados Unidos. Que mais desrespeitam os direitos humanos no mundo.
2012
2011
2010
2009
2008
2007