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Adriana Carranca

19.março.2008 11:08:19

Os contadores de corpos

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Imagem da desolação em um hospital de Baghdad, flagrada por Max Becherer/Polaris, para o The New York Times.

Cinco anos depois e o balanço da guerra ilegal do Iraque soma 89.760 civis inocentes mortos. São 50 por dia, em média. O número é subestimado. As forças de ocupação lidaradas pelos Estados Unidos simplesmente ignoram os dados sobre mortes de civis iraquianos. Contam somente as mortes de militares de seus países. Por isso, voluntários americanos e ingleses contrários à invasão criaram a ONG Iraq Body Counters (Contadores de Corpor do Iraque, em tradução literal).

O IBC soma as mortes violentas de civis registradas aqui e ali pela imprensa e informações que conseguem dos hospitais, funerárias, ONGs locais e das forças armadas, e cruzam os dados para evitar sobreposição. O contador é atualizado diariamente.

Ainda assim, acredita-se que os números sejam muito maiores. Muitos são mortos por insurgentes, desaparecem, são largados pelas ruas ou encontrados muito depois em algum depósito de lixo.

Para quem tem estômago, o New York Times criou o blog Baghdad Bureau alimentado por jornalistas que estão no país ou já passaram por lá. São imagens tristes e chocantes de uma guerra que só tornou o mundo todo mais inseguro.

Comentários (1.665)| Comente!

1.665 Comentários Comente também
  • 19/03/2008 - 13:32
    Enviado por: Cláudia

    Parabéns pela coragem do pronunciamento, Adriana. Ilegal mesmo, inclusive nem deveria ser referida como guerra e, sim, como invasão.
    Os resultados, no entanto, são os mesmos de qualquer guerra e, como muitas delas, somente a visão de corpos mutilados é que consegue despertar a opinião pública para a estupidez da realidade.

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  • 19/03/2008 - 13:46
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Muito Bom Carranca,
    Sem duvida a guerra foi uma besteira.
    Todaiva deve-se fazer alguns esclarecimentos:
    Nao foi uma invasao pois teve a aprovacao da ONU.
    A morte de Sadan deixou solto o que ja’ estava latente. Shiita vs. Sunitas.
    O Sadan tambem matava. Pode-se argumentar que nao se sabe o numero.
    E por ultimo, se a populacao iraquiana, os paises arabes, os xiitas, sunitas, e alqaeda soubessem conversar essa matanca ja’ teria caabado faz tempo.

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  • 19/03/2008 - 13:48
    Enviado por: Guarani

    Mais de dois milhões de civis iraquianos se tornaram refugiados em outros países, tendo que sair com o pouco que tinham depois da invasão usamericana. Outros dois milhões e meio de pessoas se tornaram refugiados dentro do próprio país. O número real de mortos já passa de um milhão de pessoas. Além dos mais de cem mil soldados usamericanos, há dezenas de milhares de mercenários, à margem de todas as leis internacionais. São esses que espalham o terror entre a população civil e lançam os diferentes grupos sociais uns contra os outros, com o propósito de mergulhar o país em um caos incontrolável e na guerra civil para, dividindo o país em 3 partes, debilitá-lo ainda mais e melhor controlá-lo. Esse é o plano sionista que o governo usamericano, sua marionete, leva a cabo.

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  • 19/03/2008 - 13:52
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    POnte Preta,
    Nao existe plano sionista nenhum.
    Os caras brigam entre si ja’ faz tempo.
    Eles nao conseguem se entender!
    Precisa colocar a culpa em alguem, correto?

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  • 19/03/2008 - 13:56
    Enviado por: Antonio CB

    Adriana,

    Faço minhas as palavras da Cláudia.

    O duro de tudo isso é a destruição sem sentido algum, de uma civilização milenar e um dos berços da cultura ocidental.

    Está mais do que claro que essa permanência das tropas americanas é, para de alguma forma, já preparar a invasão de outro berço da antiguidade – o país persa.

    O povo anglo-saxão é belicoso por natureza, mas já atingimos – digo as sociedades ocidentais e por que não dizer, algumas orientais – um grau de civilidade que abomina esse crime perpretrado contra os mais fracos.

    Diga-se, um crime de pura rapinagem !

    Um abraço e novamente meus parabéns,

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  • 19/03/2008 - 14:06
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Repito,
    com ou sem americanos os caras ja’ estavam se destruindo.
    Va’ ao ira por exemplo, tire a policia secreta da jogada. Nao mande nenhum americano. Vai ter guerra civil tambem.
    desculpe, os caras nao conseguem conversar.

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  • 19/03/2008 - 14:09
    Enviado por: FA DO BUSH

    Adriana! Porque nós agimos, Saddam Hussein não mais enterra restos de homens, mulheres e crianças inocentes. Porque nós agimos, as câmaras de tortura e estupro de Saddam e as prisões infantis foram fechadas para sempre. Porque nós agimos, o regime de Saddam não mais invade ou ataca povoados com armas químicas e mísseis balísticos”. Imaginem qtos milhoes poderiam ter sido assassinados caso esse tirano estivesse vivo todavia. Sem contar que seu plano era destruir Israel por completo.

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  • 19/03/2008 - 15:02
    Enviado por: adrianacarranca

    Fã do Bush, meu caro, seguindo a sua lógica e se realmente quisesse instaurar a democracia no mundo, como apregoa, os Estados Unidos teriam de ter invadido também a maioria dos países africanos, que vive sob o domínio de ditadores tiranos ou em guerra civil há muitos anos, sem que nunca o governo de Bush tivesse se preocupado minimamente com a situação dos civis africanos. Também não deveria ter apoiado, como um aliado, o ditador militar Perves Musharraf, do Paquistão, ou a ditadura disfarçada de Hosni Mubarak, do Egito, no poder há 25 anos. Desculpa, meu caro, mas não é por aí. Abraços calorosos, Adriana

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  • 19/03/2008 - 15:09
    Enviado por: Antonio CB

    Massa,

    O problema todo é a ingerência norte americana em um país soberano ! Esse é o ponto. À partir daí deve-se analisar as consequências dessa invasão.

    Suponhamos que os EUA fossem um país fraco – militar e economicamente falando -, nada justificaria sua ” invasão ” pela França !

    Conflitos sectários internos devem ser resolvidos dentro das fronteiras de um país e respeitando-se sua soberania na integração de seu povo.

    Esse governo, assim como o de Bush pai, falhou fragorosamente, pois de uma sociedade desenvolvida e sofisticada como a americana, espera-se isenção e postura imparcial.

    Muito diferente do que aconteceu e tem acontecido no passado recente – veja o caso de Kosovo.

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  • 19/03/2008 - 15:47
    Enviado por: Mário Roberto

    Mario Roberto, o holocausto não é assunto deste posting, por isso deletei sua msg.Abs. Adriana

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  • 19/03/2008 - 15:49
    Enviado por: Mário Roberto

    Mário, não existe sensura. Simplesmente, o assunto sionismo nada tem a ver com esse posting.

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  • 19/03/2008 - 16:31
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Antonio Cb,
    seu comentario e’ logico. Porem nao e’ real.
    Sabemos muito bem que ingerencia em outors paises existem todo dia e toda hora.
    Tem muito vilao.
    O problema, que me revolta, e’ que as pessoas pegam no pe’ somente dos EUA.
    E esquecem que tem coisa pior acontecendo o tempo todo perpetrado por outrso paises.
    Essa mania de pega rno pe’ sempre do mesmo vilao e esquecer dos outros e d eoutras formas d eguerra que tambem matam, e’ que e’ irritante.
    concorda?

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  • 19/03/2008 - 23:30
    Enviado por: Emília

    Adriana,
    logo no início do conflito já contava-se o número de civis inválidos.
    Além de contar os corpos dos mortos, o que mais fazem as ONGs?
    Existem CRIANÇAS que ficaram SEM OS DOIS BRAÇOS !!! Tornaram-se totalmente dependentes num país (?) sem recursos. Não podem nem comer sozinhas! Isso é vida???
    Bush, certamente, nunca viu a obra “O venderdor de fósforos” (Der Streichholzhändler) de Otto Dix para ter uma idéia do que faz a guerra total e do que ele fez.

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  • 20/03/2008 - 09:04
    Enviado por: silvio

    Carlos Massaranduba.
    A ONU nao aprovou a invasao do Iraq pelos USA. Foi uma decisao do Bush sem nenhuma aprovacao da comunidade internacional, e alem do mais uma invasao baseada em mentiras para terem o apoio da populacao americana, somente para terem o gostinho de vinganca do 11 de Setembro.
    Guerra totalmente sem justificacao.

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  • 20/03/2008 - 09:31
    Enviado por: Nathyzinha

    Sílvio, comentário impecável! Só não concordo com uma coisa: existe sim uma justificativa (para o Bush), qué é controlar as reservas de petróleo.
    Pra mim, o nome disso é latrocínio!

    E Adriana, parabéns pelo post!

    Bjs

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  • 20/03/2008 - 09:32
    Enviado por: Bomfim

    Os iraquianos não se entendem? E nós? Como disse o Maluf (toc, toc, toc) “É mais facil morrer assassinado em São Paulo que fantasiado de soldado americano no Iraque.

    Para o nazista acima, assista Farenheit 9-11. E para os outros também.

    Abraços fraternos

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  • 20/03/2008 - 10:02
    Enviado por:

    Sinceramente fico decepcionada quando leio algumas coisas por aqui e, principalmente, quando vejo que as pessoas não conseguem seguir uma linha lógica de raciocínio, apelando, inclusive para assuntos completamente sem conexão com a pauta. O que está acontecendo no Iraque é assustador e a intensidade que o conflito tomou É SIM responsabilidade dos EUA. Eles tem sim uma cultura e religião que prega conflitos quando o assunto é “posse de terras” e, pra piorar, são terras ditas sagradas por guardarem em si a história de Jesus. Mas viviam muito melhor antes da invasão de mercenários de guerra. Bush dá cada passo de forma muito bem planejada. Um exemplo: Porque ele não criou um “Israel” dentro do território americano ao invés de “plantá-lo” num pântano de petróleo!?!?! Hoje vivo na Alemanha e tenho amigos muçulmanos que me mostram também o lado deles e posso dizer… a religião muçulmana é sim (como o proprio catolicismo já foi) muitas vezes extremista, mas nem por isso são monstros como dita a mídia internacional. São seres humanos mais solidários que nós até por isso dificilmente existe miséria em países islamicos. Não se pode ter tudo… mas o mínimo que se pode ter lhes foi tirado… o direito de governar o próprio país…
    Leiam (caso haja interesse) meu post sobre isso… http://retratoserelatos.wordpress.com/2007/07/15/convivendo-com-uma-iraquiana/

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  • 20/03/2008 - 10:04
    Enviado por: LEGISVAN

    se pais sera destruido como foi muitos em toda terra pelos americanos.
    Assim sendo, digo: nao se cansem por esperar que Deus vai se vingar dessa gente perversa.
    outras coisas grandes tambem foram anunciadas, mas nao cabe mencionar agora. portanto Deus é senhor e vai pedir agora conta de toda obra má realizada pelos americanos. Acreditem em Deus que e justo e nao deixa nada sem resposta.

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  • 20/03/2008 - 10:16
    Enviado por: Bomfim

    Cara Má,

    A intolerância e religiosa (cristã, muçulmana etc). Enquanto vivermos neste “Mundo Assombrado Pelos Demônios” (Carl Sagan), de crendices, misticismo e pseudo-ciência, haverão religiões para justificar as guerras que são simplesmente econômicas.

    E essa estória que viviam melhor é besteira. Os muçulmanos tiveram um excelente período de “iluminismo”, que foi atravancado pela religião e pelas cruzadas.

    Li seu texto e está muito bom, Má. Sadam, Laden, Pinochet e dezenas de sangüinários são crias americanas, inglesas (não vamos nos esquecer dos europeus) etc.

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  • 20/03/2008 - 10:37
    Enviado por: Bulwer Lytton

    Sr. Carlos Massaranduba

    O sr. não muda mesmo, não é? Defender suas idéias e ideais é uma coisa. Já tripudiar com fatos é outra. A ONU não aprovou a invasão do Iraque. Toda a comunidade internacional colocou-se contrária à invasão, com manifestações gigantescas por todo o planeta. A França foi, das potências atômicas, a que mais se opôs à agressão americana. China e Rússia se opuseram também, mas, na conhecida ‘partilha’ do mundo, se calaram, uma vez que a China oprime o Tibete e a Rússia esmaga a Chechênia. Bush só contou com seu fiel poodle, Tony Blair, que jogou sua reputação no lixo por este apoio maldito. Foram 14 os países, dentre mais de 180, que apoiaram a invasão ianque, sr. Massaranduba.

    De toda forma, Sr. Massaranduba, haja vista a qualidade de seu texto e sua argumentação, tendo a crer que foi mera ignorância de sua parte, confundindo Afeganistão -cuja invasão contou com apoio internacional- com Iraque. Até aí, seria perdoável. Ninguém é obrigado a ser alfabetizado.

    Agora, quanto a dizer que a invasão americana “deixou solto o que ja’ estava latente” (sic), tal afirmação extrapola a mera ignorância, e se mostra no mínimo insensível, derivando para a canalhice explícita, o que, pelo que já pude depreender de alguns de seus “debates” com outros blogueiros, é mesmo a sua tônica. Usando seu torpe raciocínio, Sr. Massaranduba, vamos então para seu maravilhoso e admirável Estados Unidos, país regido por Leis “corretíssimas”, sobre o qual, há cerca de quatro anos, se abateu a tragédia do furacão Katrina. Ora, o que vimos em cidades como New Orleans, Sr. Massaranduba? Vimos pessoas matando umas às outras para conseguirem uma vaguinha no estádio de futebol da cidade; estupros, roubos e assassinatos de forma indiscriminada. Na ausência da Lei, a animalidade dos seus novos compatriotas veio à tona também, Sr. Carlos Massaranduba. Não é interessante, Sr. Massaranduba, que quem tenha levado drogas, bebidas alcoólicas e estupros para o Iraque sejam “nossos meninos americanos”?

    Sr. Massaranduba, nem de ignorante o sr. merece ser chamado. O sr. tenta se fazer de correto, dizendo que se tenta “pegar no pé” (sic) dos EUA injustamente, porque, coitadinho, outros países cometem ações semelhantes às do Império. Como se o mal não devesse ser combatido, venha de onde vier.

    Sr. Massaranduba, a verdade é que o sr. é uma pessoa de pensamento subserviente, que não honra a liberdade. Está onde deve e quer estar. Deveria esquecer-se de sua pátria original e ir para o Iraque, como valente integrante das hostes bushianas, defender este país assassino que já contabiliza cerca de 650 mil mortos.

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  • 20/03/2008 - 10:48
    Enviado por: Mensageiro do Apocalipse

    Carranca,

    Está certo que a política internacional norte americana não é nada inteligente, a ponto de ameaçar toda uma população civil apenas para pegar um ditador e lutar contra ameaças imaginárias, num estilo bem quixotesco.

    Contudo, a “cultura do homem-bomba” não agrava bastante a tragédia? A minha dúvida é: Se os soldados americanos saíssem do Iraque, até que ponto a taxa de mortalidade reduziria, tendo em vista as rixas sectárias que existem ali.

    Contudo, se a presença dos americanos não tiver agradando nem a gregos, nem a troianos, talvez seja mesmo a hora dos americanos saírem de lá, pois eles são capazes de fazer a “cobra fumar” por eles mesmos, apesar dos americanos tentarem a todo custo impor um governo que seja aliado aos Estados Unidos. Você poderia dizer se alguma das etnias ou seitas existentes no Iraque apoia a presença norte-americana por lá?

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  • 20/03/2008 - 11:11
    Enviado por: TradingPost

    Perdi, por obra de um tilt no meu computador o texto que havia escrito sobre o elogio à falácia e à ignorância trespassados em algumas postagens de visitantes.
    Havia lançado minhas invectivas, acho, contemporaneamente ao texto do Sr. Lytton. Da mesma forma que ele, sinto-me nauseado por perceber o quanto o cinismo, intolerãncia e boçalidade encontra terreno fértil quando semeados em cabeças tolas, como a do Sr. Massaranduba. Este, dono de uma sintaxe opaca mas reflexa de seu espírito de idiotia completa, de lamentável mas assegurada fraqueza. Não satisfeito com tanta ignomínia, detive-me e li os imorais e canalhas argumentos de um marioroberto, assim, tudo junto, em minúsculas, que conseguiu a proeza de juntar racismo, desconhecimento e mitomania. São esses tipos, massas de manobra, que fazem valer a máxima de J.P.Sartre: o inferno são os outros. Nunca poderão, seguindo sua lógica, perceber que estar contra um não valida o outro, ser contra a aventura sanguinária de Bush no Iraque, não significa apoiar o governo violento, despótico, corrupto e iliegítimo de Saddam Hussein. Deplorar a truculência e arrogância das Forças Armadas dos EUA no Golfo não significa estigmatizar a sociedade americana e assim por diante.
    Esssas pessoas me enojam.
    I have said it.

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  • 20/03/2008 - 11:17
    Enviado por: visitante

    Parece que o pessoal do blog do Guterman se mudou pra cá…Adriana, boa sorte com essa galera

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  • 20/03/2008 - 11:38
    Enviado por: Renato

    É verdade que se tem vitimas na guerra contra o terrorismo no Iraque, mas e as vitimas do regime ditatorial do Saddan Hussein?

    Será que essas não contam porque era uma ditadura que era contra o “imperio americano”?

    O que se deveria ter feito então era deixar um ditador continuar a praticar os seus genocidios porque ele era de esquerda?

    Para muitos incluindo o visitante acima a resposta parece ser sim, para esses os 20 milhões de mortos do Stalin, os 70 milhões de mortos do Mao Tse-Tung e os mais de 93.000 mortos de Cuba não valem nada.

    O maior problema da esquerda com os EUA é que eles sempre chegam para acabar com as suas ditaduras genocidas pelo mundo a fora, dando um fim as seus delirios sanguinolentos.

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  • 20/03/2008 - 11:56
    Enviado por: Putz

    OS EUA PASSARAM POR CIMA DA RESOLUÇÃO CONTRATIRA DA ONU À GUERRA DO IRAQUE.

    Esta guerra é uma tragédia em todos os sentidos.
    Milhares de soldados americanos mortos, multilados. Inválidos.

    Milhares e milhares de civis mortos. Vidas viradas de pernas para o ar.
    Há ainda os casos de estupros praticados pelos soldados americanos…

    Quer dizer, montar uma guerra Quixotesca, factoide; se armar até os dentes pra guerrear contra soldados mal-trapilhos, cara-de-fome, é no mínimo bizarro.

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  • 20/03/2008 - 11:59
    Enviado por: Bulwer Lytton

    Sr. Renato,

    Seus argumentos não se sustentam, pois, a julgar que o interesse dos EUA fosse acabar com ditaduras “de esquerda”, eles deveriam se confrontar com a Coréia do Norte, país onde mais de três milhões de seres humanos já pereceram sob o regime comunista da família Sung. Ou com a megaditadura chinesa. Ou na Tailândia; ou em Mianmar, ditadura que está no poder há quase tanto tempo quanto a cubana.

    Como se chama mesmo, Sr. Renato, aquele horrível defeito humano que só nos permite ver aquilo que achamos conveniente aos nossos interesses? Ah…espere, deixe-me lembrar…chama-se HIPOCRISIA.

    É tão primário este argumento de que Stalin matou 20 milhões e Fidel sabe-se lá quantos mil, para justificar as mortes do “outro lado”.

    Como se as mortes de “um lado” justificassem as “do outro”. Mortos não são de esquerda ou direita. São apenas mortos. E aqueles que usam tais argumentos apenas justificam toda a sorte de tirania, seja de esquerda, direito, islâmica, judaica, cristã ou atéia.

    Qualquer pessoa com discernimento e QI limítrofe sabe que só há um motivo para a presença dos EUA no Oriente Médio: a defesa de seus próprios interesses e do Estado de Israel.

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  • 20/03/2008 - 12:08
    Enviado por: TradingPost

    Sr. Renato,

    Se o Sr. se referia a mim quando disse “o visitante acima”, sinto muito, parece que não entendeu meu texto.
    Para ser bem chão, o que defendo é que um erro não poderia justificar outro, sem me alongar nas muitas razões desta frase. Da mesma forma, Sr. Renato, não posso entender de onde o Sr, tirou a extravagante idéia de que eu, por um átimo de segundo, tenha sugerido que fechássemos os olhos para genocídios ou massacres perpetrados por quem quer que seja, pelos ícones da direita ou da esquerda, por razões de raça, religião, opçaõ sexual ou facilitação política. Mais uma vez repito, caro Sr. Renato, ir contra um não quer dizer, sempre, estar a favor de outro. Isto é básico. O que, reitero, é ofensivo, é que há uma crescente onda de cinismo onde barbárie e circunstância se fundem para relativizar o que deveria ser senso-comum. Reitero, ainda, que este proto-raciocínio encontra um terreno fértil, naturalmente adubado – se me permite a grosseria – nos cérebros rudes de muita gente. E o cinismo é aceito como se fosse o mais legítimo dos argumentos bastando, para isso, que a ele se juntem duas ou três idéias de falso liberalismo e contemporaneidade. Quanto aos assassinos citados pelo Sr., a eles poderíamos juntar Pol Pot e seu esfuziante Khmer Rouge, as ditaduras de direita na AL, os comunistas em Myanmar, Hitler e seus asseclas, os japoneses na China pré-II Guerra, o pequeno e irascível Kim-Jong Il e tantos outros de direita, de esquerda, de centro, pretos, brancos, amarelos, azuis, católicos, protestantes, animistas, ateus, budistas…agora deu para o Sr. entender?

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  • 20/03/2008 - 12:25
    Enviado por: Mensageiro do Apocalipse

    Acredito que não seja o caso de classificar Saddam como esquerdista. Vale lembrar que ele já foi aliado dos EUA.

    Talvez nem mesmo seja o caso de classificá-lo como muçulmano. O fato de Saddam espalhar imagens dele mesmo com a intenção de ser cultuado como um deus, até onde eu sei, não está de acordo com o islamismo. É claro que, eventualmente, ele falava em Alá e em fé islâmica, mas creio que não havia nada de sincero nisso, sendo feito com a intenção de transformar o povo em massa de manobra para atender seus interesses e sua psique demente.

    E aqueles que eram contra tudo isso, não podiam deixar transparecer, pois estavam numa ditadura.

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  • 20/03/2008 - 12:35
    Enviado por: Putz

    Renato,

    Os Eua não invadiram o Iraque pra proteger os iraquianos contra o regime ditatorial de Saddam.

    Até pq se essa fosse a intenção dos americanos há outros meios menos truculento, sanguinário e covarde.

    As mortes chegam à casa de milhoes, o ódio racial
    entre sunitas e xiitas tem se agravado, a aceitação dos EUA nunca esteve tão em baixa…

    Mccain, candidato à presidente americano, afirma em discurso de campanha que a ocupação no Iraque deve se manter por pelo menos os proximos 100 anos… Segundo o post a média – subestimada – de mortos por dia é de 50 pessoas por dia… Faça os calculos e terá um numero proximo de 2 milhoes de mortos – chutando baixo.

    Que Saddam fez um mal horrendo à populacão, é inegavél. Agora imaginar que os Eua estão mudando
    o Iraque pra melhor ou isentar os Eua da culpa
    por atenuar o separatismo iraquiano e transformar
    suas vidas em um inferno de Dante, é ser fantoche na mao da opnião publica pró-guerra.
    Aliás é bom lembrar que a imprensa apoiou a invasão do iraque.

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  • 20/03/2008 - 12:39
    Enviado por: Putz

    Sr. BULWER LYTTON
    Sei que a pergunta talvez possa sair do tema proposto mas o Sr. poderia me explicar pq Israel é tão importante para os EUA?

    Obrigado

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  • 20/03/2008 - 12:45
    Enviado por: Digo

    Adriana,

    Simplismente brilhante, qual a justificatíva lógica encontrada por Bush? Nenhuma, não existem provas legais, a guerra foi proibida e condenada pela Onu, como você disse, “Guerra Ilegal”. Como A Naty disse, é jogada de interesse petrolífero, onde milhares de inocêntes, inclusive americanos pagam o preço de sangue!

    Parabéns Adriana, a indignação é minha também com o comentário do Sr. Fã do Bush. O mundo pede um pouco mais de racionalidade!

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  • 20/03/2008 - 13:02
    Enviado por: Degrelle

    Nós que lutamos contra a hipocrisia e a mentira, combatemos em todas as frentes.

    Vejo que a “cucaracha” imunda continua a se mudar de blog em blog para continuar difundindo sua mentirosa pestilencia. Escreve a “cucaracha”, no comentário de 19/03/08 ás 13:46, que a invasão do Iraq teve a aprovação da ONU. Eta! mentira nauseabunda! Até uma criança sabe que a invasão foi unilateral e arbitrária!
    Mas o pior é, que a “cucaracha” imunda sabe bem disto mas espalha mentiras, para servir seus senhores, estes mesmos que o discriminam, o rejeitam, e o desprezam. O inseto rastejante não tem um mínimo de dignidade!

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  • 20/03/2008 - 13:13
    Enviado por: Digo

    Massaranduva,

    Vá se informar primeiro antes de querer corrigir alguém…

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  • 20/03/2008 - 13:17
    Enviado por: Bulwer Lytton

    Prezado Sr. Putz

    Os motivos são muitos (para o apoio dos EUA a Israel), mas prefiro reportá-lo aos textos do grande jornalista Seymour Hersh, que denunciou Abu Grahib, além de mostrar, documentalmente, o apoio dos EUA à guerra contra o Líbano e uma série de outros desmandos.

    Ele também denuncia ao mundo que a camarilha que se encontra no poder, nos EUA, corresponde a uma sociedade secreta de extrema-direita ao estilo da qual fez parte nada menos que Adolf Hitler, a famosa Sociedade de Thule. Leia o link abaixo, Sr. Putz, e busque as informações por si mesmo, a partir de nomes insuspeitos e refratários a quaisquer teorias conspiratórias, e concluirá que realmente são diabólicos os atuais integrantes da Casa Branca. Uma das estratégias do mal é inverter valores, mostrando que o mal é o bem, e que o bom é mau. Não é isso que está por trás da hipocrisia, das mentiras e do nazifascismo de George W. Bush?

    http://www.jornada.unam.mx/2003/05/11/014a1pol.php?origen=opinion.html

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  • 20/03/2008 - 13:36
    Enviado por: Priscila

    Claro que o pior fato desta guerra sem justificativa sao as milhares de mortes. Mas, gostaria de enfatizar um outro ponto. A “invasao” dos EUA ao Iraque tambem trouxe distruicao cultural ao pais.

    Soldados Americanos sem o menor preparo e conhecimento da cultura Arabe, lidam com civis da mesma forma como fariam no Ocidente. Invadem casas (de inoscentes sem justificativa) quando o homem responsavel nao esta (na cultura Arabe uma mulher nunca pode ficar so na presenca de um homem que nao seja da familia).

    Outro dia ainda vi um video em que um soldado Americano pedia “desculpas” para uma senhora Iraquiana pela invasao ja que nada foi encontrado na casa dela. O gesto de desculpas foi um tapinha nas costas. Coisas que para Cristaos Ocidentais seria normal, mas um homem desconhecido tocar uma mulher Muculmana e’ humilhacao.

    Moro nos EUA e outro dia ouvi um Americano dizer que sentia orgulho do seu pais estar no Iraque. Eles precisavam “set that Country free”. O que mais me choca n’ao e’ alguem ainda acreditar que este seja o motivo da guerra, mas nao perceber a diferenca cultural da liberdade que tanto se fala.

    Por exemplo, muito se fala sobre os direitos das mulheres Arabes. Mas quem disse que as mulhere Arabes querem ter todos os direitos (e por tabela deveres) de nos no Ocidente? Algumas sim, mas acredito de verdade que a grande maioria e’ feliz do jeito que e’.
    Cultura n’ao explica-se, respeita-se.

    Respeito, isto e’ o que mais falta ao povo Arabe. E infelizmente os EUA nao sao o unico pais a faltar com respeito aos Arabes. Aqui mesmo nos bate papo do Estadao ja ouvi varias pessoas associando Arabes a terroristas. Como se uma coisa nao existisse sem a outra…

    Um dia, quem sabe, quando o preconceito dimunuir, as pessoas comecem a perceber uma verdadeira interligacao. Paz e Respeito. Neste caso sim, um nao existe sem o outro…

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  • 20/03/2008 - 13:39
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Caros Bloqueiros,
    semduvida cometi um erro.
    A ONU nao aprovou a invasao do iraque.
    Me retrato.

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  • 20/03/2008 - 13:42
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Carranca,
    espero que voce seja mais “hands-on” do que a Patricia. Eu quero debater mas as pessoas passam para ofensas pessoais. Voce se recorda de eu ter ofendido alguem?
    Preciso ser ofendido por defender ideias opostas?
    Tem que haver algum criterio, do contrario o debate fica improdutivo.
    Obrigado.

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  • 20/03/2008 - 13:59
    Enviado por: Helio Pavan Filho

    Gostaria de saber como a jornalista descobriu que os civis mortos eram “inocentes”. Acredito que a maioria o fosse, mas é certo que muitos desses mortos em combate eram terroristas e assassinos de marca maior.
    Também é óbvio que o Iraque se tornaria uma meca para extremistas de todo o mundo, se ainda estivesse sob domínio de Saddam.
    E também não precisa ser Phd em História pra saber que naquelas bandas, matança e derramamento de sangue não é novidade alguma.

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  • 20/03/2008 - 14:00
    Enviado por: Renato

    Bulwer Lytton

    Eu não justifico a morte de ninguem com os genocidios cometidos por monstros como Stalin, Mao Tse-Tung e outros, pelo contrario, mas me abisma ver gente que ao ver uma ditadura cair começa a falar em mortes de inocentes como se esses não estivessem sendo mortos aos milhares por esse mesmo ditador e critica os EUA por livrar a população do pais de tal genocida.

    Sim, pessoas inocentes estão sendo mortas, e diga-se de passagem na sua enorme maioria pelos adeptos do ditador que saiu do poder, apesar de algumas dessas vitimas terem sido feitas pelas forças de paz no pais.

    A escolha no Iraque assim como em outras partes do mundo é simples, ou você fica parado vendo a população de um pais sendo massacrada o que é de uma covardia atroz, ou você infelizmente vai a guerra para deter o monstro.

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  • 20/03/2008 - 14:04
    Enviado por: Cláudia

    Renato

    Por que será que os Estados Unidos não entraram em Darfur ainda?

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  • 20/03/2008 - 14:07
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Tendo esclarecido todos os meus erros retorno ao ponto.
    As pessoas tem mnaia de fazer dos EUA o vilao.
    Na realidade os povos do oriente medio, com a clara excecao d eisrael, nao sabem viver em paz. Semre brigaram mesmo antes dos europeus comecarem essa zona.
    Sao paises sob a ditaduras de “Reis” “Principes”. Alguns lugare scomo UAE ainda existem devido a qunatidade grande d edinheiro que cicula.
    No ira a ditadura tambem mata diariamente.
    E por fim, como disse muito bem o Renato, nem todos os mortos sao vitimas inocentes. E tambem nao sao vitimas dos sodados dos EUA,sao vitimas deles mesmos. COm ou sem EUA eels iriao s ematar e continuarao a se matar. VEja a palestina, hamas contra fatah.

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  • 20/03/2008 - 14:12
    Enviado por: Rejane

    “Na realidade os povos do oriente médio, com a clara exceção de israel, não sabem viver em paz.”

    Israel é o câncer do oriente médio!

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  • 20/03/2008 - 14:13
    Enviado por: Mensageiro do Apocalipse

    Hahahaha!

    Renato,

    sabe o que significava a sigla da Uníão Soviética, “CCCP” ?

    Significava: “Cuidado Camarada que a Claudinha vai Pegar”

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  • 20/03/2008 - 14:18
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Claudia,
    porque os europeus nao entraram em darfur ainda?
    Afinal eles que invadiram a africa, correto?

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  • 20/03/2008 - 14:30
    Enviado por: Cláudia

    Massaranduba

    Leia o comentário do Renato e entenderá a minha pergunta.

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  • 20/03/2008 - 14:31
    Enviado por: Rejane

    TA barbárie em Gaza!

    Mauro Santayana

    http://jbonline.terra.com.br/editorias/pais/papel/2008/03/07/pais20080307000.html

    Enquanto a revista Forbes divulga a nova lista dos grandes bilionários do mundo, várias organizações filantrópicas internacionais, de reputação comprovada, nos dão conta do que está ocorrendo na Faixa de Gaza. Segundo o relatório da Anistia Internacional, da Christian Aid e da Save the Children, sob o título de A implosão humana, Israel converteu a pequena área – de apenas 363 quilômetros quadrados – onde se amontoam mais de 1,5 milhão de palestinos, em campo de extermínio. Sem a água potável necessária, com a energia elétrica cortada, sem combustíveis, sem alimentos suficientes e sem remédios, o desemprego atingindo 40% da população, e a indústria reduzida a 10% de sua capacidade, em conseqüência do bloqueio israelense, os palestinos estão sendo dizimados pouco a pouco. Até mesmo a distribuição de comida pela ONU está prejudicada pelo bloqueio. Nem mesmo a alta taxa de natalidade – uma astúcia contra o genocídio – lhes serve de esperança.

    A partir de 1948, a organização das Nações Unidas para os refugiados instalou em Gaza um campo para os árabes e palestinos expulsos de suas casas no território entregue pelos aliados a Israel. O mínimo que se poderia esperar dos vencedores da guerra seria dar aos espoliados de seu território histórico a oportunidade de uma vida igual à que conheciam antes da criação do Estado de Israel, mas lhes destinaram o inferno. A concentração demográfica é das mais altas do mundo (3.581 habitantes por quilômetro quadrado) e a agricultura, em áreas reduzidíssimas, continua sendo a principal ocupação dos ali depositados.

    O mundo está salpicado de áreas como a faixa de Gaza – embora ela seja a mais antiga de nossos tempos. Nelas, a pretexto da segurança dos fortes, os débeis são contidos por muros, arame farpado, vigilância eletrônica. E quando – como ocorre em Gaza – as vítimas reagem, atirando contra os sitiadores com armas improvisadas, a reação é desproporcionada. Por cidadão israelense morto pelos mísseis de quintal disparados em Gaza, matam centenas de palestinos, como ocorreu nos últimos dias. Os mísseis fizeram um morto em Sderot – e mais de 100 palestinos pereceram nos ataques judeus a Gaza. Era assim que agiam os nazistas na Europa ocupada, com uma diferença: ao recolher, aleatoriamente, nas ruas, os que pagariam pelos atentados a suas tropas, os alemães poupavam as crianças, embora não as poupassem quando arrasavam localidades como Oradour. A retaliação judaica é indiscriminada, e muitos dos mortos em Gaza são crianças, que nada sabem do mundo e nele não encontram a vida para a qual vieram, mas a fome, a tristeza, a morte. O relatório faz referência ao estresse permanente a que elas estão sujeitas, mas dessa tensão não escapam os adultos e os idosos. Alguns ali viviam antes de 1948, mas a maioria nasceu e envelheceu nas tendas e nas cubatas de alvenaria de Gaza – sem direito a um dia de paz, a uma primavera de alegria, a uma tarde de memórias felizes, antes da morte, que ali chega de repente, mas sem surpresas.

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  • 20/03/2008 - 14:32
    Enviado por: Rejane

    A barbárie em Gaza!

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  • 20/03/2008 - 14:53
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Para cabar com a barbarie em gaza basta fala rpar ao hams parar de brigar com o fatah e comecar a agir civilizadamente!
    facil!

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  • 20/03/2008 - 14:56
    Enviado por: Solano Lopez

    Preconceito ganha força em Israel, diz relatório
    GUILA FLINT
    da BBC, em Tel Aviv

    Um relatório divulgado por uma ONG em Israel diz que as manifestações de racismo na sociedade israelense se tornaram mais freqüentes no último ano.

    No documento, divulgado nesta quarta-feira (19), a ONG Mossawa, que defende direitos de cidadãos árabes em Israel, acusa líderes políticos de criarem um clima de “legitimação ao racismo” contra os cidadãos árabes, que representam 20% da população do país.

    De acordo com a pesquisa da Associação pelos Direitos Civis mencionada no relatório, 75% dos cidadãos judeus israelenses não estão dispostos a morar no mesmo prédio com um vizinho árabe e 61% não receberiam uma visita de árabes em sua casa.

    A pesquisa também indica que 55% defendem a separação entre judeus e árabes nos lugares de lazer e 69% dos estudantes secundários acham que os árabes “não são inteligentes”.

    O relatório atribui esse fenômeno, em parte, ao agravamento do conflito entre israelenses e palestinos, mas também aponta o papel de líderes políticos no incitamento contra os cidadãos árabes.

    No documento são citados ministros e parlamentares que “baseiam sua força em posições de ódio e incitam ao racismo”. O político mais citado é Avigdor Liberman, líder do partido de direita Israel Beiteinu e ex-ministro para Assuntos Estratégicos.

    Liberman defende a “troca de territórios e populações” como solução para o conflito. “Os árabes israelenses são um problema ainda maior do que os palestinos e a separação entre os dois povos deverá incluir também os árabes de Israel… por mim eles podem pegar a baklawa (doce árabe típico) deles e ir para o inferno”, afirmou.

    Para Liberman, Israel deve “trocar” as aldeias árabes israelenses pelos assentamentos nos territórios ocupados, ou seja, as aldeias árabes passariam a fazer parte de um estado palestino e os assentamentos seriam anexados a Israel.

    Outro parlamentar citado é Yehiel Hazan, do partido Likud, que chamou os árabes de “vermes”. O atual ministro da Habitação e Construção, Zeev Boim, do partido Kadima, disse que o “terrorismo islâmico poderia ter razões genéticas”.

    O deputado do partido de direita Ihud Leumi, Efi Eitam, defendeu a expulsão dos palestinos da Cisjordânia e a exclusão dos cidadãos árabes israelenses da política do país. “Eles (os cidadãos árabes) são uma quinta coluna, traidores, não podemos permitir a permanência dessa presença hostil nas instituições de Israel”, declarou.

    Segundo a Mossawa, as autoridades israelenses não aplicam as leis anti-racismo existentes no país e se cria uma situação de impunidade na maioria dos casos em que essas leis são violadas.

    Figuras públicas que manifestam posições racistas continuam em seus cargos sem que haja qualquer tipo de investigação contra elas, diz o relatório.

    O clima político de “legitimação do racismo” leva a uma maior aceitação de idéias favoráveis à segregação e expulsão dos cidadãos árabes israelenses, acrescenta a ONG.

    No mesmo dia da publicação do relatório da Mossawa, a imprensa israelense publicou um decreto do rabino Dov Lior, dos assentamentos de Hebron e Kiriat Arba, proibindo seus seguidores de alugar casas a árabes ou de empregar funcionários árabes.

    A advogada Einat Horowitz, do Centro de Pluralismo Judaico, criticou o decreto do rabino e o “fenômeno crescente de incitamento racista”.

    Segundo a advogada, “o incitamento distorce o judaísmo e é proibido por lei”. “Dirigimos um apelo ao procurador-geral da Justiça, para que acorde e aja pela implementação da lei contra esse tipo de pronunciamentos”, disse a advogada.

    O rabino Gilad Kariv, vice-diretor do Centro de Ação Religiosa, também condenou o decreto do rabino Lior.
    “É alarmante que rabinos, que recebem seus salários do orçamento do Estado, falem contra o aluguel de apartamentos a árabes e enviem inspetores para procurar trabalhadores árabes em lojas”, afirmou Kariv.

    “Como rabino, estou preocupado com o envolvimento de personalidades religiosas em incitamento”, acrescentou.

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  • 20/03/2008 - 14:57
    Enviado por: Solano Lopez

    Israelense se disfarça de palestina e relata experiência
    GUILA FLINT
    de Tel Aviv para a BBC Brasil

    A israelense Liad Kantorowicz, de 30 anos, ativista política formada em estudos do Oriente Médio, resolveu usar a si mesma como cobaia de um experimento sociológico: durante um mês ela circulou em Tel Aviv disfarçada de palestina muçulmana.

    Seu objetivo era verificar quais seriam as reações de israelenses, habitantes de Tel Aviv, a uma mulher palestina que estivese circulando em diversos lugares da cidade normalmente freqüentados apenas por israelenses.

    Liad, que relatou a experiência no semanário Ha’ir, de Tel Aviv, disse que foi objeto de várias reações hostis– e que ficou surpresa com a intolerância que encontrou na cidade onde vive.

    Durante um mês, Liad saiu de casa todos os dias com a cabeça coberta por um hijab – um lenço que cobre os cabelos e o pescoço, usado freqüentemente por palestinas muçulmanas – e se vestiu de forma “a combinar com o hijab”, ou seja, com roupas bastante conservadoras, segundo as tradições palestinas.

    “Meu plano era continuar vivendo a minha vida normal e freqüentar os mesmos lugares que costumo freqüentar, mas usando o hijab, e registrar as reações das pessoas”, disse Liad à BBC Brasil.

    “Também queria tentar sentir o que sente uma mulher palestina que circula em Tel Aviv”.

    Liad imaginava que fosse enfrentar manifestações de racismo. Mas ela conta que ficou chocada com a intensidade das reações negativas.

    Disfarce

    Durante a experiência, ela circulou nas ruas da cidade, foi ao banco e ao supermercado, almoçou em restaurantes e freqüentou bares e clubes noturnos.

    Chegou até a publicar um anúncio na internet, oferecendo um quarto para alugar e recebeu inquilinas potenciais em seu apartamento, sempre vestindo o hijab.

    “Uma mulher me telefonou. Conversamos um pouco por telefone, ela ouviu meu sotaque israelense típico e combinamos que viria ver o apartamento”.

    “Abri a porta usando o hijab e percebi que ela levou um susto”.

    Segundo Liad, a mulher desistiu de alugar o quarto alegando que “não era racista, mas seria difícil morar com alguem tão diferente”.

    “Ela quase teve um ataque de histeria e não parava de dizer que não era racista”.

    A israelense conta que a potencial inquilina voltou a contactá-la dias depois, afirmando que estaria disposta a alugar o quarto se ela deixasse de usar o hijab e retirasse os cartazes em árabe que ela tinha pendurados nas paredes do apartamento.

    Em outra ocasião, Liad combinou um encontro em um restaurante com um amigo, soldado, que chegou vestido com seu uniforme militar.

    “Foi um momento bem cômico, nosso encontro causou a maior confusão no restaurante, todas as pessoas pararam de comer quando trocamos beijos e abraços”, relatou Liad.

    Olhares

    Para ela, uma das coisas mais difíceis era andar na rua.

    “Sentia que todos os olhares se concentravam em mim, e havia muitos olhares hostis”.

    Em algumas ocasiões ela conta que chegou a sofrer violência física.

    Quando participou em uma manifestação de grupos de esquerda contra o bloqueio de Israel à faixa de Gaza, ela diz ter sido agredida por pessoas que passavam na rua.

    “Éramos cerca de cem manifestantes, mas eu fui a única que sofreu agressões fisicas, algumas pessoas me empurraram, cuspiram em mim e gritaram ‘desapareça deste país, não queremos vê-la por aqui!’.”

    Boate

    De acordo com Liad, o momento mais doloroso da experiência ocorreu em uma boate gay.

    “Dava para cortar o ar de tanta tensão, todos os olhares se voltaram para mim quando entrei na boate, que supostamente deve ser um lugar de tolerância”.

    Liad diz ter sentido olhares hostis, que claramente diziam que ela não era bem-vinda e dois homens jovens chegaram a agredí-la verbalmente, gritando: “como você ousa usar o símbolo do islã neste lugar impuro?”.

    Segundo ela, eram dois gays palestinos, que se faziam passar por israelenses, que quase a agrediram fisicamente.

    “Eu os levei para fora (da boate) e expliquei o objetivo da minha experiência. Um deles começou a chorar, acho que o fiz perceber a contradição em que vivia”.

    Experiência

    Embora tenha passado por momentos dificeis, Liad não se arrepende da experiência.

    “Foi fascinante”, disse, “aprendi muito durante este mês”.

    “Com o hijab e as roupas que vesti, estava coberta da cabeça aos pés, mas me senti mais exposta do que nunca a todos os tipos de violência” disse Liad.

    “A experiência me fez perceber o quanto eu não sei sobre as mulheres palestinas”, afirmou a jovem. “Tentei entrar em um personagem imaginário, mas não posso saber realmente como uma mulher palestina se sente”.

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  • 20/03/2008 - 14:58
    Enviado por: Solano Lopez

    Exceto pelo MasSARNAnduba, este blog está muito bom!

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  • 20/03/2008 - 15:15
    Enviado por: Digo

    Caros blogueiro,

    Todos agem com seus motivos e suas justificatívas, mas acho que os EUA tem a mania de se meter em todos os problemas do mundo. Guerra contra o terror não significa invasão a países. Pois até agora não pegaram o pivô dessa guerra toda, afinal onde está Osama Bim Laden, o maior inimigo dos EUA? Ningém sabe ninguém viu.
    E creio que as tantas vítimas inocentes que ja se foram e muitas crianças, não valem esse empenho todo em uma guerra!

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  • 20/03/2008 - 15:22
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Seria interessante se esse teste conduzido em Israel fosse conduzido em outrso paises oara ver a reacao.
    Or exemplo, franca, dinamarca, etc. paises europeus. Inclusive paises latino americanos como brasil, nicaragua, mexico, bolivia eetc..
    isso sim seria interessante.

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  • 20/03/2008 - 15:27
    Enviado por: Rejane

    A mulher gato, o Coringa, Lex Luthor, Osama Bin Laden, sempre tem algum vilão inventado para justificar a primária idéia da luta do “bem” contra o “mal”, tão ao gosto das mentes primitivas.

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  • 20/03/2008 - 15:37
    Enviado por: Vitor

    Maasaranduba, voce afirmou que foi uma guerra legal, com o apoio da ONU??…

    FOI UMA GUERRA ILEGAL, IMORAL E ESTA SENDO MORTAL, E POR CAUSA DELA, A CRISE VEM AI.
    Os Estados Unidos, a Inglaterra e seus dirigentes devem ser condenados por crimes de guerra, assim como algumas das altas patentes militares desses paises.
    VM

    Resposta: Victor, ele se retratou, por isso deletei suas palavras sobre o erro. Abs. Adriana

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  • 20/03/2008 - 15:42
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Vitor,
    leia o blog inteiro.
    aguardo suas desculpas.

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  • 20/03/2008 - 15:46
    Enviado por: Aos fãs de Bush

    Aos que lêem e acreditam na mídia de massa, pergunto quem sustentou as ditaduras latino-americanas, Pinochet, Militares do Brasil, etc?
    Quem armou Saddam até os dentes?
    Saibam vcs que esses ditadores serviram aos EUA, quando não mais atendeu seus interesses imperialistas, vieram com essa histórinha da carochinha de implantar a Democracia… Faz me rir.
    A mídia não fala mas vcs devem lembrar que o Hamas foi eleito democraticamente em 2006, e eles não são reconhecidos porque não reconhecem Israel como Estado, porém Israel não reconhece nem dá chances reais de um Estado Palestino soberano…chumbo trocado não dói…

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  • 20/03/2008 - 15:51
    Enviado por: Vitor

    Desculpas enviadas, eu so li o 1º comentario e passei logo pro ultimo, mas algures no meio, voce escreveu que errou.No futuro, antes de pensar em escrever algo, vou ler os comentarios anteriores, para nao cometer injustiça.
    Sinceras desculpas.
    VM

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  • 20/03/2008 - 15:53
    Enviado por: Tereza

    Fico pensando no terrível destino dos animais de estimação que perdem os donos no meio dos bombardeios. Existe alguém que tome conta dos cachorros e gatos?

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  • 20/03/2008 - 15:58
    Enviado por: Ao Massaranduba

    Quem apóia essa monarquias corruptas do Oriente Médio? Quer pedir ajuda as placas, as cartas ou a ajuda dos universitários?
    Vá se informar.

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  • 20/03/2008 - 16:05
    Enviado por: A Tereza

    Comentário digno de uma nazista, parabéns

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  • 20/03/2008 - 16:10
    Enviado por: Tereza

    Não vejo por que! Também me preocupo com os animais. Se você tivesse gatos e cachorros me entenderia, você deve ser um neurótico agressivo, vá se tratar.

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  • 20/03/2008 - 16:25
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Tereza,
    voce e’ atereza do blog do guterman?

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  • 20/03/2008 - 16:30
    Enviado por: Vitor

    Carlos, o grande porque de ninguem meter pau na China, Russia…etc, é porque eles nunca invadiram país soberano nenhum( Tchechenia pertence á Federação Russa e o Tibete á China. Eles têm os seus problemas internos, e os resolvem da maneira deles, pelos meios deles. Além do mais, estes dois paises nao tentar impor a sua ” doutrina ” ás outras naçoes.
    Os EUA nem sequer conseguem resolver os seus problemas internos, e se metem a querer resolver problemas externos.
    Vejamos então uma pequena lista(incompeta) de paises que os EUA já invadiram, sem justificaçao aparente:
    - Coreia
    - Vietnã
    - Cuba
    - Panama
    - El Salvador
    - Iraque
    - Afeganistão

    Isto, excluindo todas as operaçoes militares secretas que eles fazem em varios paises do mundo, influenciando eleiçoes e governos; já para não falar no apoio CEGO financeiro e militar a israel, colombia e tantos outros.
    Sem esquecer as inumeras bases militares que eles tem espalhadas pelo mundo, coisa que mais nenhum outro pais têm. ( com a devida exeção, aos paises que ainda possuem territorios ultramarinos )
    Viu Carlos, são estas as razões….
    Mas tenho a certeza que existem mais…..

    VM

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  • 20/03/2008 - 16:34
    Enviado por: Tereza

    Não sou “atereza” de blog nenhum, sou só a Tereza, já me aborreci demais por ter falado a meu respeito e aprendi a lição. Quem lia meus comentários antigamente sabe quem sou, com meus filhos, cachorros e gatos.

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  • 20/03/2008 - 16:39
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Vitor,
    Nao seja tao inocente.
    A russia quandoe ra URSS sempre invadiu. Mesmo assim nunca ninguem reclamava. Certo, nao existia blogs, mas nao e’ curioso que as pessoas esquecem isso?
    O vietnam foi invadio pela franca muito antes dos EUA, o afeganistao pela URSS, a china invadiu a coreia, atacou a india tambem por nenhum motivo. Tambem se meteu no vietnam muito antes dos EUA.
    A franca se meteu na argelia e outras nacoes da africa. A inglaterra…qunatas.
    As pessoas repetem o que escutam. Falam mal do eua. Mas enqunat os EUA compram coisas do brasil sem muita complicacao, a UE impoe barreiras “sanitarias” e de “Regulamentos”.
    Mas ninguem parece s eimportar.
    A china roubo expertise da embraer e agora produz um aviao concorrente. Eles fazem isso contudo. Isso e’ invasao?
    Bobo mesmo e’ os EUA que serve de cara para levar tapa enquanto osoutros fazem coisas muito pior.
    Escrve o que digo, a embraer esta’ acabada, a china vai produzir os avioes mais baratos evai usar seu poder para acbar com a embraer. E vao colocar a culpa nos EUA!

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  • 20/03/2008 - 16:44
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Ta’ bom.
    Mas voce ainda e’ gente fina?

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  • 20/03/2008 - 16:50
    Enviado por: Ally

    Os americanos não ignoram as mortes dos civis iraquenos. Adriana, você esta dando uma opinião muito parcial. Primeiramente a maioria das mortes entre os iraquenos é provocada pelos próprios iraquenos. Você sabe que existe uma guerra entre os xiitas e os sunnitas, não?

    Outra coisa com guerra ilegal ou não ainda morrem menos pessoas no Iraque que no Brasil.
    É melhor parar de criticar tanto os EUA e olhar mais para dentro da própria casa – o Brasil, que para um país que não está em guerra, a situação é bem crítica.

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  • 20/03/2008 - 16:51
    Enviado por: Tereza

    Sou a mesma de sempre, alguns gostam de mim, outros não, e não pretendo agradar ninguém. Agora estou saindo para o trampo.

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  • 20/03/2008 - 16:54
    Enviado por: Tereza

    Não posso calar. Não é iraquenos, é iraquianos e não tem nenhuma guerra entre os xiitas e os sunnitas, isso é mentira. Agora fui.

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  • 20/03/2008 - 16:59
    Enviado por: Antonio CB

    Digo,

    Respondendo ao seu questionamento sobre Osama Bin Laden, só posso lhe dizer que acho muito estranho não o terem encontrado. O Osama, a meu ver, não passa de um pretexto, e mesmo a existência e a dimensão da Al Qaeda é apenas um motivo utilizado pelos “falcões” americanos para invadirem e tomarem posse das reservas gigantes de óleo crú do OM.

    Resumindo, tudo não passa de uma grande trapaça e maquinação das mentes do Pentágono.

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  • 20/03/2008 - 16:59
    Enviado por: Degrelle

    Tereza:
    Os animais sempre foram vitimas nas guerras.
    Os militares usamericanos não ligam para civis no Iraq, imagina se vão ligar para animais. Aliás são sacrificados 9 milhões de cachorros por ano nos USA.
    Nas guerras da África tambem os animais são sujeitos a exterminio por incendios, fome das populações, ou mesmo diversão dos grupos que se enfrentam e atiram nos animais selvagens por pura deshumanidade. Esta deshumanidade, é consequencia de décadas de guerras tribais.
    Muitos dos grandes mamíferos da África se extinguirão em breve, se não detem as guerras.
    Com os trilhões de dolares gastos para invadir o Iraq, se poderia acabar com o sofrimento de seres humanos e animais.

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  • 20/03/2008 - 17:04
    Enviado por: Ricardo.

    Só uma coisa:

    “Eu sou Marte, o deus da guerra, e eu vou destruí-los”
    A família bush é umas das maiores seguidoras de Marte.

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  • 20/03/2008 - 17:06
    Enviado por: Ally

    Vitor, a China invadiu o Tibet. O Tibet não pertence a China. A China está destruindo um povo e sua cultura. Os EUA já erraram muito, mas também trouxeram muito bem estar a muitas nações destruídas pela guerra. E’ só olhar para alguns países europeus que sem a ajuda dos EUA ao término da segunda guerra mundial não teriam prosperado tanto. Já vi que criticar os EUA (e Israel) é um hobby de muitas pessosas. Criticam, só por criticar.
    Que direito você tem de criticar os EUA sendo brasileiro? Olha o Brasil, não está em guerra mas morrem mais pessoas assassinadas aqui que no Iraque. Temos um dos governos mais corruptos do planeta. Políticos burros, ignorantes que quando abrem a boca só envergonham o Brasil. Um presidente que usufrui do dinheiro público para o próprio bem estar. Um ladrão safado que criou a guerra de classes no Brasil. Mas por favor… e você ainda critica os EUA. Quanta hipocrisia!

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  • 20/03/2008 - 17:07
    Enviado por: Vitor

    Carlos, A CCCP não existe mais, eu falo da Russia atual, todos os paises que mencionaste, invadiram sim, mas quando esses paises ainda eram suas colonias, penso que dessa maneira não pode ser considerado invasão.
    No caso da Coreia, os milicianos do norte pediram ajuda á china, que veio em seu auxilio.
    O vietnã era uma colonia francesa, assim como quase todo o sudeste asiatico.
    Se voce considera invasão o fato da ex-CCCP interferir no ex-bloco de leste, eu não considero pois o contexto mundial geo politico na época era muito diferente, então, se a CCCP exercia a sua influencia no leste, os EUA exerciam no Este, e segundo sua logica então, os EUA invadiram a Europa Ocidental?
    A unica invasão de fato, sem justificativa, que a ex-CCCP executou foi a do Afeganistão.
    De resto, o unico país que faz isso são os EUA, e porventura, Israel, em relação á Palestina.
    Sou um admirador da China, aprecio o potencial intelectual e economico do país e do povo, mas aprecio mais ainda o pontencial do nosso povo, do brasileiro. O PROJETO BRASIL ESTÁ EM MARCHA.
    Não me preocupo com o fato dos chineses roubarem segredos de produção dos aviões da Embraer, todo o mundo faz isso, de forma direta ou indireta.
    Mas a questão da invasão, de fato, só é valida quando um país invade militarmente outro país, quando este nunca fez nada para prejudicar o outro.O invasor viola assim todas as leis internacionais, da ONU, das instancias e entidades internacionais.

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  • 20/03/2008 - 17:08
    Enviado por: Antonio CB

    Tereza,

    Sempre admirei sua postura equilibrada, desapaixonada e profundamente humanitária.

    É realmente um grande prazer revêla nesse espaço da Adriana Carranca – uma das mais lúcidas e humanas jornalistas do Estadão.

    Um abraço à vocês,

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  • 20/03/2008 - 17:10
    Enviado por: Ally

    Tereza, tem razão são iraquianos (me confundi com o italiano iracheno). Erro bobo.

    Não tem uma guerra entre sunnitas e xiitas??? Em que mundo você vive? Mais uma que dá opinião sem saber do que está falando…

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  • 20/03/2008 - 17:11
    Enviado por: Ally

    Tereza, tem razão são iraquianos (me confundi com o italiano iracheno). Erro bobo.

    Não tem uma guerra entre sunnitas e xiitas??? Em que mundo você vive? Mais uma que dá opinião sem saber do que está falando…

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  • 20/03/2008 - 17:15
    Enviado por: Vitor

    Ally, voce quer politico bom, inteligente, jovem, integro, serio honesto e com novas ideias??
    Voce quer um brasil melhor, com mais educação, saude, segurança, distribuição de renda?
    Voce quer um brasil em que toda a gente tenha emprego, habitação, agua de rede, saneamento, gas, alimentação farta?
    Quer um brasil em toda a gente viaje, com gente feliz, com Autopista, Trem de alta velocidade, aeroportos modernos?
    Quer um brasil com cidades organizadas, asseadas, sem barreiras pros deficientes, com consciencia social??
    Pois então, VOTE EM MIM NAS PROXIMAS PRESIDENCIAIS, O SONHO DOS BRASILEIROS A UM PASSO!
    VOTA VITOR, SEJA FELIZ!

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  • 20/03/2008 - 17:17
    Enviado por: Ally

    Ai moçada, quanta crítica! E quantos animais morrem no Brasil?

    … quem nunca pecou que atire a primeira pedra

    estão todos colocando as pedras no chão…

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  • 20/03/2008 - 17:20
    Enviado por: Ally

    Desculpe Vitor, mas pelos teus comentários, você me dá a impressão de não ser muito differente dos petrallhas….

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  • 20/03/2008 - 17:25
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Degrelles,
    esse dinheiro gasto na guerra e’ meu! Meu “tax dollars” vai da’ o dinheiro dos outros pra’ africa?
    da’ o seu!

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  • 20/03/2008 - 17:26
    Enviado por: Antonio CB

    PARTE 1

    A Doutrina Truman

    A expressão Doutrina Truman designa um conjunto de práticas do governo dos Estados Unidos da América, em escala mundial, à época da chamada Guerra Fria, que buscava conter a expansão do comunismo junto aos chamados “elos frágeis” do sistema capitalista.

    Ao final da Segunda Guerra Mundial, os países europeus entraram em declínio, coincidindo com a ascensão dos Estados Unidos e da União Soviética enquanto potências no palco das relações internacionais.

    Winston Churchill, estadista britânico, foi o primeiro a perceber o perigo da ameaça comunista, iniciando fortes pressões para que o Ocidente encontrasse uma estratégia para deter o avanço soviético.

    Em resposta à atitude britânica, o então presidente norte-americano, Harry S. Truman, pronunciou, em 12 de Março de 1947, diante do Congresso Nacional daquela nação, um violento discurso assumindo o compromisso de defender o mundo capitalista contra a ameaça comunista. Estava lançada a Doutrina Truman e iniciada a Guerra Fria que propagou para todo o mundo o forte antagonismo entre os blocos capitalista e comunista. Em seguida, o secretário de estado George Catlett Marshall anunciou a disposição dos Estados Unidos de efetiva colaboração financeira para a recuperação da economia dos países europeus. Truman propôs a concessão de créditos para a Grécia e a Turquia, com o objetivo de sustentar governos pró-ocidentais naqueles países.

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  • 20/03/2008 - 17:28
    Enviado por: Cláudia

    Os EUA compram coisas do Brasil sem muita complicação, Massaranduba? Acho que não é bem assim. Dá uma pesquisadinha na tal da Rodada Doha para você ver.

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  • 20/03/2008 - 17:28
    Enviado por: Vitor

    Ally, não venha com essa conversa de petralha, petista ou o que quer que seja.
    Se voce puxa por esse assunto aqui, começa uma guerra….de uma olhada noutros blogs pra ver o que aconteceu…
    Quer dizer, politico de direita nao promete o que eu falei????
    Faz favor ally….
    Eu sou do centro, pego num pouquinho de esquerda e um pouco de direita, e PUM……politica nova!
    Não me apelide de petralha, nem tucalha..pois esses barretes não me servem, são pequenos!

    VM

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  • 20/03/2008 - 17:30
    Enviado por: Antonio CB

    PARTE 2

    O Plano Marshall, um “”"”"aprofundamento”"”"” da Doutrina Truman, conhecido oficialmente como Programa de Recuperação Européia, foi o principal plano dos Estados Unidos para a reconstrução dos países aliados da Europa nos anos seguintes à Segunda Guerra Mundial. A iniciativa recebeu o nome do Secretário do Estado dos Estados Unidos, George Marshall.

    O plano de reconstrução foi desenvolvido em um encontro dos Estados europeus participantes em julho de 1947. A União Soviética e os países da Europa Oriental foram convidados, mas Josef Stalin viu o plano como uma ameaça e não permitiu a participação de nenhum país sob o controle soviético. O plano permaneceu em operação por quatro anos fiscais a partir de julho de 1947. Durante esse período, algo em torno de US$ 13 bilhões de assistência técnica e econômica — equivalente a cerca de US$ 130 bilhões em 2006, ajustado pela inflação — foram entregues para ajudar na recuperação dos países europeus que juntaram-se à Organização Européia para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.

    Quando o plano foi completado, a economia de cada país participante, com a exceção da Alemanha, tinha crescido consideravelmente acima dos níveis pré-guerra. Pelas próximas duas décadas a Europa Ocidental iria gozar de prosperidade e crescimento. O Plano Marshall também é visto como um dos primeiros elementos da integração européia, já que anulou barreiras comerciais e criou instituições para coordenar a economia em nível continental. Uma conseqüência intencionada foi a adoção sistemática de técnicas administrativas norte-americanas.

    “”Recentemente os historiadores vêm questionando tanto os verdadeiros motivos e os efeitos gerais do Plano Marshall.”" “”Alguns historiadores acreditam que os benefícios do plano foram na verdade o resultado de políticas de laissez faire que permitiram a estabilização de mercados através do crescimento econômico. Além disso, alguns criticam o plano por estabelecer uma tendência dos EUA a ajudar economias estrangeiras em dificuldades, valendo-se do dinheiro dos impostos dos cidadãos norte-americanos. “”

    fonte : http://pt.wikipedia.org/wiki/Plano_Marshall

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  • 20/03/2008 - 17:30
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Vitinho,
    tchecoslovaqui,
    hungria
    polonia
    Lituania,
    armenia

    quer mais? esquecindinho hein?
    Os EUA nao invadiram a europa ocidental com tanques.

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  • 20/03/2008 - 17:34
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Claudia,
    compara com a europa por favor.

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  • 20/03/2008 - 17:35
    Enviado por: Obama

    Comentário deletado por teor ofensivo.

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  • 20/03/2008 - 17:35
    Enviado por: Degrelle

    Justificar o massacre usamericano no Iraq e no Afganistão dizendo que no Brasil morrem milhares pela violência domestica é infame. A violência no Brasil é um problema próprio, interno, e cabe só ao Brasil resolvé-lo. Esses que assim pensam poderiam pensar então que nos USA morrem mais de 3000 pessoas por ano vítimas da propria violência, por tanto não deveriam fazer tanto escándalo com o ataque ao WTC, porque matou menos gente que eles mesmos matam nas ruas.
    Buscar justificativos para a infámia é imoral.

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  • 20/03/2008 - 17:36
    Enviado por: Cláudia

    Comparar com a Europa em que termos, Massaranduba?

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  • 20/03/2008 - 17:36
    Enviado por: Vitor

    Carlos, esses paises pertenceram outrora ao Pacto de Varsovia, para mim, eu não considero invasão; uma vez que era e ex-CCCP que tutelava todo o bloco de leste.

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  • 20/03/2008 - 17:37
    Enviado por: Ally

    Eu fico chocada, não importa qual é o assunto, algumas pessoas (ignorantes) põem na roda Israel.

    Para a informação e todos a ONU é totalmente anti-Israel. O periodo onde morreram mais palestinos foi quando estorou uma guerra entre o Hamas e os aliados de Abbas.

    Outra coisa GAza pertencia ao Egito, mas o Egitto não quis esta faixa de volta quando Israel retornou o Sinai ao Egito. Os palestinos estão na situação que estão principalmente por culpa de seus representantes.

    Os palestinos não tem interesse em ter relações pacíficas com Israel. mas somente a destruição do estado judeu. Leiam o estatuto do Hamas para maiores informações.

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  • 20/03/2008 - 17:39
    Enviado por: Vitor

    Melhor, a Armenia pertencia á URSS.
    Os outros eram do pacto de varsovia.

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  • 20/03/2008 - 17:40
    Enviado por: Antonio CB

    O DESTINO MANIFESTO

    O Destino Manifesto é a frase no qual expressa a crença de que o povo dos Estados Unidos é eleito por Deus para comandar o mundo, e por isso o expansionismo americano é apenas o cumprimento da vontade Divina. Os defensores do Destino Manifesto acreditaram que expansão não só era boa, mas também era óbvia (“manifesto”) e inevitável (“destino”). Originalmente uma frase de propaganda política do século XIX, o Destino Manifesto se tornou um termo histórico padrão, freqüentemente usado como um sinônimo para a expansão territorial dos Estados Unidos pelo Norte da América e pelo Oceano Pacífico.

    As doutrinas do Destino Manifesto foram usadas explicitamente pelo governo e pela mídia norte-americana durante a década de 1840, até a compra de Gasden (sendo também inclusa a compra do Alasca por alguns historiadores), como justificativa do expansionismo norte-americano na América do Norte. O uso formal destas doutrinas deixou de ser usada oficialmente desde a década de 1850 até o final da década de 1880, quando foi então revivida, e passou a ser usada novamente por políticos norte-americanos como uma justificativa para o expansionismo norte-americano fora das Américas. Após isto, o uso da ideologia do Destino Manifesto deixou de ser utilizada explicitamente pela mídia e por políticos em geral, embora alguns especialistas acreditem que certas doutrinas do Destino Manifesto tenham, desde então, influenciado muito as ideologias e doutrinas imperialistas norte-americanas até os dias atuais.

    O presidente James Buchanan, no discurso de sua posse em 1857 deixou bem claro a determinação do domínio norte-americano:

    * “A expansão dos Estados Unidos sobre o continente americano, desde o Ártico até a América do Sul, é o destino de nossa raça (…) e nada pode detê-la”.

    Em 2004 o general Colin Powell, secretário de Estado do governo Bush, reforçou num de seus discursos a mesma determinação:

    * “O nosso objetivo com a Alca é garantir para as empresas norte-americanas o controle de um território que vai do Polo Ártico até a Antártida”

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  • 20/03/2008 - 17:41
    Enviado por: Vitor

    Essa pressa, a lituania tambem era URSS.

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  • 20/03/2008 - 17:43
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    clone no pedaco,
    embora eu ache que tem logica!

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  • 20/03/2008 - 17:43
    Enviado por: Vitor

    Ally, para eu poder estuda la e compreende la melhor, preciso de saber onde voce mora.
    Se no exterior, se no brasil?
    Se no brasil, em qual cidade ou estado?

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  • 20/03/2008 - 17:45
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Claudia,
    voce comeca, nao vou ficar copy and paste informacao pra’ voce.

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  • 20/03/2008 - 17:49
    Enviado por: Vitor

    BRASIL PARA SEMPRE.

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  • 20/03/2008 - 17:49
    Enviado por: Degrelle

    A URSS já era.
    Falar de um império que está extinto é perda de tempo. é como dizer: -Roma tambem invadiu muitos povos-
    O império invasor atual e atuante, chama-se USA.
    E é esse império que deve ser combatido por quem não pertence a ele.
    Quando ele for extinto, tambem será passado,e o próximo império será o novo alvo, sempre e quando não sejamos nós. Nesse caso outros nos combaterão.

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  • 20/03/2008 - 17:50
    Enviado por: Antonio CB

    Colegas de blog,

    Peço encarecidamente a compreensão e bom senso de todos para conterem-se quanto á utilização e modificação do código fonte das mensagens !

    O Blog da Patrícia Mello, foi invadido por vãndalos virtuais que destruiram a possibilidade de um debate saudável de idéias. Assim faço esse pedido, acreditando na intelegência e no bom senso comum presente em todos !

    Não deixemos que a balbúrdia e a baixaria invadam esse espaço.

    ! A ADRIANA CARRANCA NÃO MERECE TAL ATITUDE !

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  • 20/03/2008 - 17:51
    Enviado por: Vitor

    Legal, foi um teste….
    Não sou usuario desse tipo de letra nem de cor. lol

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  • 20/03/2008 - 17:51
    Enviado por: Ally

    Vitor, cresci no interior de São Paulo. Vivi em Londres, Israel, Itália e EUA. E viajo muito.

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  • 20/03/2008 - 17:53
    Enviado por: Antonio CB

    onde se lê intelegencia, leia-se inteligência

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  • 20/03/2008 - 18:14
    Enviado por: Priscila

    Teresa,

    Entendo a sua preocupacao com os animais. Sinto a mesma. Amo de verdade os animais, mas, vamos ser reais… Em um pais em que falta o basico para a populacao, a preocupacao com os animais deve mesmo ser zero. Infelizmente fica dificil de fazer algo por eles. Mas, assim como a violencia e mortes no Brasil nao e’ tao diferente do numero no Iraque, o mesmo acontece com os animais. Infelizmente o Brasileiro ainda e’ muito ignorante em relacao a animais e os descartam como brinquedos. Tambem ainda nao existe o costume de adotar animais ao inves de comprar.
    A morte dos milhares de animais assim como das pessoas no Iraque e’ muito triste. Mas devemos olhar um pouco mais para o nosso Brasil tambem. E, acima de tudo, fazer algo para ajuda-los. Ja penso em entrar em alguma ONG de protecao animal ou ser voluntario de algum abrigo?

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  • 20/03/2008 - 18:15
    Enviado por: Antonio CB

    ” DESTINO MANIFESTO “

    Origem da frase

    A frase foi criada pelo jornalista Nova Iorquino John L. O’Sullivan em sua revista Democratic Review. Em um ensaio intitulado “Annexation”, no qual exigia dos EUA a admitir a República do Texas na União.

    O’Sullivan escreveu:

    “Nosso destino manifesto atribuido pela Providência Divina para cobrir o continente para o livre desenvolvimento de nossa raça que se multiplica aos milhões anualmente.”

    O Texas se tornou um estado norte-americano logo após, mas a frase de O’Sullivan utilizada pela primeira vez atraiu pouca atenção.

    Na segunda vez em que utilizou a citação, numa coluna do New York Morning News de 27 de Fevereiro de 1845, O’Sullivan tratava sobre o avanço das disputas de fronteiras com a Grã-Bretanha, onde afirmou que os Estados Unidos tinham o direito de reivindicar “o Oregom inteiro”:

    And that claim is by the right of our manifest destiny to overspread and to possess the whole of the continent which Providence has given us for the development of the great experiment of liberty and federated self-government entrusted to us. [E esta reivindicação é parte de nosso "destino manifesto" de avançar e possuir todo o continente que a Providência nos concedeu pelo desenvolvimento da grande experiência a nós confiada da liberdade e do auto-governo federalista.]

    Isto é, O’Sullivan acreditava que Deus (“a Divina Providência”) tinha dado aos Estados Unidos a missão de expandir a democracia republicana (“the great experiment of liberty” – “O grande experimento de liberdade”) por toda America do Norte.

    Devido a Grã-Bretanha não utilizar-se do Oregon com propósitos de expansão da democracia, acreditava o jornalista, a reinvindicação do território pelos britânicos poderia ser desconsiderada.

    O’Sullivan acreditava que o Destino Manifesto era um ideal moral (uma “lei superior”) que sobrepunha-se a outras considerações, incluindo leis e acordos internacionais.

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  • 20/03/2008 - 18:19
    Enviado por: Antonio CB

    O extermínio dos povos indígenas na América do Norte

    No início de sua história, os Estados Unidos eram formados treze colônias, ao se libertar da Inglaterra, houve a necessidade da expansão para o Sul e para o Oeste. O comércio e a indústria estavam crescendo rapidamente, havendo portanto a necessidade de aumentar os seus limites de atuação.

    Ao passar do tempo, iniciou um sentido maior de patriotismo no povo das treze colônias. O avanço pelo continente gerou muitas batalhas contra os índios americanos. Nestas batalhas, foram exterminadas muitas nações indígenas que viviam há milhares de anos naquelas terras. Cada vez que havia uma vitória contra o inimigo, firmava-se um sentimento de superioridade sobre os outros povos. Realimentando o sentimento expansionista.

    O sentimento de superioridade racial

    Esta superioridade acabou se transformando com o tempo na ideologia do Destino Manifesto, que se realimentou e gerando uma idéia fixa da pré destinação dos norte-americanos da época sobre os outros povos americanos descendentes de indígenas, hispânicos (espanhóis e portugueses), e escravos negros. Capítulo à parte era o sentimento de superioridade racial dos norte-americanos sobre os negros, estes segundo muitos estudiosos da época, eram considerados um elo entre os animais e os seres humanos.

    [editar] A América para os americanos

    Em 1821 o senador por Massachusetts, Edward Everett, demonstrando o pensamento norte-americano sobre os seus vizinhos da América Latina declarou: (sic)…”Nem com todos os tratados que possamos fazer, nem com todo o dinheiro que emprestarmos, poderemos transformar seus Bolívares em Washington”

    Quando os norte-americanos referem a si mesmos como americanos somente, nada mais estão do que repetindo a frase mais conhecida do presidente James Monroe, proferida no congresso norte-americano em 1823: “A América para os americanos”. À esta linha de pensamento denominou-se Doutrina Monroe, que é seguida até a atualidade.

    A doutrina Monroe consistiu basicamente em três questões:

    * A não intervenção nos assuntos internos da América por países europeus.
    * A não criação de novas colônias por países europeus na América.
    * A não intervenção dos Estados Unidos em conflitos relacionados aos países europeus como guerras entre estes países e suas colônias.

    A invasão do Texas

    Entre 1820 e 1830, os norte-americanos começaram a invadir lentamente o território do Texas que pertencia à República do México, era uma invasão benígna através da compra de terras, muito baratas. Ao entrar em território mexicano grandes latifundiários levaram consigo as oligarquias e o trabalho escravo (O comportamento era muito parecido com o coronelismo). No México não havia escravatura, pois era proibida pela Constituição. Em 1835, o governo mexicano aprovou a Constituição Centralista Mexicana, reforçando a proibição da escravidão em território daquele país. Os grandes oligarcas norte-americanos donos daquelas terras financiaram então uma revolução e proclamaram a independência do Texas em 1836. Formou-se então a República da Estrela Solitária, que passou a ser um protetorado dos Estados Unidos.

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  • 20/03/2008 - 18:21
    Enviado por: Antonio CB

    A República do Texas

    Tão logo foi reconhecida a independência da República do Texas pelos norte-americanos, fez-se um pedido formal de anexação à nação vizinha, sob a alegação de que os laços raciais do povo texano eram muito mais estreitos com os Estados Unidos do que com o México. Desta forma, em 1845, o Texas foi anexado ao território norte-americano.

    Segundo informações coletadas da Biblioteca do Congresso norte-americano, que após da libertação do Texas, o povo mexicano da região de fronteira era muito violento, aumentando o índice de criminalidade. Foram necessárias portanto, medidas drásticas de contenção contra os criminosos e bandos de bandidos hispano-americanos. Estas medidas eram os enforcamentos e prisões de bandidos e bandos de mexicanos que invadiam e criavam tumultos com bebedeiras e desordens no território texano. As expulsões logo se tornaram em massa e, segundo consta, diminuíam os índices de criminalidade, iniciando assim uma limpeza étnica.

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  • 20/03/2008 - 18:23
    Enviado por: Antonio CB

    A Guerra do México e a anexação dos territórios Califórnia, Novo México, Nevada, Arizona e Utah

    Estas medidas de contenção do banditismo geraram muitos desentendimentos entre os dois países. Em 1846, houve um conflito de fronteira entre os Estados Unidos e o México. Os norte-americanos acabaram declarando guerra ao país vizinho invadindo seu território e libertando a Califórnia, Novo México, Nevada, Arizona e Utah.

    Metade do território mexicano foi perdido para os Estados Unidos, e grande parte do povo latino da região, ou foi morto, ou expulso para o que restou do México.

    Abertura forçada do mercado do Japão

    Em 1853 uma esquadra norte-americana força os japoneses à abertura das fronteiras e seus mercados aos Estados Unidos.

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  • 20/03/2008 - 18:25
    Enviado por: Antonio CB

    A invasão da Nicarágua

    Em 1855 o mercenário William Walker desembarcou e atacou a Nicarágua dominando o país declarando-se presidente. Fazendeiros sulistas norte-americanos imediatamente fundaram oligarquias na região. Walker porém foi derrotado e fuzilado em Honduras. Muitos dos fazendeiros tiveram que retornar aos Estados Unidos falidos e doentes.

    John O’Sullivan e “O destino manifesto”

    Em 1857, o jornalista norte-americano John O’Sullivan declarou que: (sic)…seria intolerável que prejudicassem nosso poder, limitando nossa grandeza e impedindo a realização do nosso “Destino Manifesto”, que é estendermo-nos sobre o continente que a Providência fixou para o livre desenvolvimento de nossos milhões de habitantes, que anos após anos se multiplicam…

    A guerra contra a Espanha e a invasão dos territórios hispânicos

    Em 1898, com a explosão de um navio americano chamado Maine em Cuba, foi declarada a guerra pelos EUA contra a Espanha, os territórios espanhóis no Caribe e no Pacífico foram invadidos. Cuba permaneceu ocupada até 1902, sendo liberada pelos norte-americanos depois da aprovação da emenda Platt. A emenda Platt era uma lei que dava direito aos norte-americanos de invadir Cuba a qualquer momento em que interesses dos Estados Unidos fossem ameaçados. Esta lei permaneceu mantendo Cuba um protetorado norte-americano até 1933.

    A anexação do Hawaii

    Em 1898 o congresso norte-americano aprova a anexação das Ilhas do Havaí.

    A Conferência Pan-americana

    Em 1890, aconteceu a primeira Conferência Pan-americana. Esta propunha uma moeda comum no continente americano, o dólar, uma união aduaneira, um conselho de arbitragem de conflitos militares e econômicos em Washington, além de cobrança de tributos de proteção. O Brasil e a Argentina se opuseram, receberam retaliações econômicas do bloco liderado pelos norte-americanos. Contra o Brasil, a principal retaliação foi o encerramento da importação do látex, contra a Argentina, a importação de gado e de trigo.

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  • 20/03/2008 - 18:26
    Enviado por: Digo

    Caro Antônio CB,

    Concordo plenamente contigo, realmente a Al qaeda é uma ameaça real, mas não é justificativa para tanto sangue derramado!!! Abraço

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  • 20/03/2008 - 18:27
    Enviado por: Antonio CB

    Roosevelt e o “”"”"”"”"”"”Big Stick”"”"”"”"”"”"”"”

    Em 1901 Theodore Roosevelt assumiu a presidência dos Estados Unidos, sua máxima era (sic)…Fale suave, mas tenha nas mãos um grande porrete que será bastante útil…, esta foi chamada da política do Big Stick. Seguindo esta orientação, sob os mais diversos pretextos os Estados Unidos ocuparam em nome da democracia Cuba entre 1906 a 1909, em 1912 e 1917 a 1922, o Haiti entre 1915 a 1934, a República Dominicana entre 1916 e 1924 e a Nicarágua entre 1909 a 1910 e 1912 a 1933.

    O Canal do Panamá e a liberdade do povo panamenho

    A região do Canal do Panamá pertencia à Colômbia, por uma questão de soberania os colombianos não aceitaram a proposta norte-americana da construção de um canal em seu território. Em 1903, o Senado da Colômbia negou-se a ratificar o Tratado de Hay-Herrán, que estabeleceria o arrendamento aos Estados Unidos de uma faixa de território do istmo do Panamá para construírem um canal e ter seu uso exclusivo por 100 anos. Como conseqüência os Estados Unidos insuflaram uma guerra separatista na região. Depois da intervenção de tropas norte-americanas foio criado o Panamá, país que ficou sob o protetorado dos norte-americanos. Em troca foi cedida a região para a construção do canal e o direito de explorá-la para sempre pelos norte americanos. Em meados de 1975, sob muita pressão internacional, e depois de muitos anos de negociações, os Estados Unidos aceitaram entregar o canal para o Panamá em 1999.

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  • 20/03/2008 - 18:33
    Enviado por: Antonio CB

    Os donos do Brasil

    Todos os países da América sofreram em maior ou menor grau o efeito da doutrina do Destino Manifesto. Ora com intervenções militares, ora econômicas, políticas ou ideológicas. No Brasil também houve o domínio e compra de muitas terras gerando gigantescos oligopólios e a compra de companhias brasileiras por muitos empresários norte-americanos do início do século XX até a década de cinqüenta do mesmo século. Grande parte das atividades de extrativistas, construção de estradas de ferro, rodovias, mineração, geração de energia elétrica, águas e esgotos, transportes, indústrias de papel, metalúrgicas, mecânicas, navais entre outras, pertenciam àqueles grupos.

    Percival Farquhar

    De todos que vieram ao Brasil, o mais conhecido foi o norte-americano Percival Farquhar, o dono da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, que ficou mais conhecida como a Ferrovia do Diabo, em cuja construção morreram muitos milhares de trabalhadores que viviam na selva amazônica sob as mais precárias condições de trabalho sub-humano e semi-escravidão. Em todo Brasil o senhor Farquar tinha suas indústrias voltadas quase que unicamente para o extrativismo vegetal e mineral. No Sul do Brasil no Estado Paraná, a empresa colonizadora pertencente ao empresário derrubou e enviou documentados mais de 250 milhões de pinheiros, estima-se que somada ao envio ilegal, a remessa chegou na ordem de 750 milhões de pinheiros, praticamente extinguindo toda a fauna e flora dependente das florestas de araucárias do Estado. No Estado de Santa Catarina a cifra ultrapassou à casa de 800 milhões de árvores retiradas com a conseqüente destruição da fauna e flora. Para remeter toda esta madeira para os Estados Unidos foram construídos milhares de quilômetros de estradas de ferro, no interior do Paraná e Santa Catarina. Quem pagou a construção destas ferrovias para uso particular do grupo norte-americano, foi o Governo Brasileiro. Uma das conseqüências das mazelas de uma de suas empresas, a Southern Brazil Lumber & Colonization Company foi a Guerra do Contestado, após a demissão de milhares de operários que haviam sido contratados para a construção da ferrovia.

    América do Sul

    Em todos os outros países da América do Sul, também houve a invasão benigna de empresas norte-americanas. Da Argentina foram levadas as mudas da Cola, da Bolívia, Colômbia, etc mudas de Coca, ambas destinadas à fabriação do refrigerante mais bebido do mundo[carece de fontes?]. Da Amazônia foram retiradas as mudas da Seringueira, além de muitos outros vegetais e minerais.

    A conquista dos corações americanos

    No final da década de 1930, seguindo sua doutrina do Destino Manifesto os Estados Unidos iniciaram sua fase de conquista dos “corações e mentes” da América (toda a América, não só a do norte). Começou a campanha de penetração cultural norte-americana ostensiva no Brasil e nos outros países americanos. O “american way of life” foi sendo introduzido gradativamente na sociedade latino-americana. No caso do Brasil, o plano era uma estratégia dos Estados Unidos para incentivar a solidariedade hemisférica de forma a enfrentar a influência do Eixo e consolidar-se como grande potência. O início da campanha foi a propagação através da propaganda dos “valores pan-americanos” , isto ocorreu durante as conferências interamericanas. Em agosto de 1940, foi criado o “Office of the Coordinator of Inter-American Affairs (OCIAA)”, era um escritório chefiado pelo empresário Nelson Rockefeller vinculado ao Conselho de Defesa Nacional dos Estados Unidos.

    Office of the Coordinator of Inter-American Affairs – OCIAA

    As divisões da agência continham setores de relações culturais, comunicações, saúde, relações comercial e financeira. Haviam ainda diversas fundações dirigidas por senhoras de empresários americanos com a finalidade de filantropia e ajuda humanitária. Portanto, todas as atividades eram isentas de impostos e ainda recebiam dinheiro do governo brasileiro para atuarem em todo o território nacional. O OCIAA, se subdividia em seções: música, cinema, imprensa, literatura, rádio, arte, finanças, exportação, problemas sanitários, transporte e educação infantil. O OCIAA atuou de forma ostensiva com o DIP, principalmente nas pesquisas e implementação de técnicas para a criação de cartilhas escolares.

    O OCIAA na Imprensa e meios de comunicações brasileiros

    Quando atuava nas áreas de informações e comunicações, a agência norte-americana veiculava na imprensa brasileira factóides favoráveis aos Estados Unidos. Difundiu no Brasil as técnicas mais modernas de manipulação comportamental mediante imagens agradáveis ligadas a tudo que era norte-americano.

    Difundiu por anos a impressão de que os produtos importados dos Estados Unidos faziam parte da moda e que produtos nacionais eram somente aceitos pela classe baixa da população, fomentou a diferenciação de classes e a criação de serviços de primeira classe para quem podia pagar e de segunda classe para quem não podia pagar.

    Este tipo de propaganda fez a classe média iniciar a onda consumista já no início da década de 1950, acelerando o comércio e a importação de produtos norte-americanos, principalmente automóveis e eletrodomésticos.

    Foram implantadas técnicas de publicidade no jornalismo nacional. Para isso era necessário a importação de equipamentos daquele país para transmissão e recepção de radiofotos, de forma a demonstrar a modernidade da imprensa norte-americana.

    A publicidade à serviço do domínio

    Sob a coordenação do OCIAA, se iniciou uma campanha publicitária direcionada à classe média brasileira. Era incentivado o luxo e o consumismo através das roupas caras e apetrechos de luxo de grande apelo popular.

    Os programas radiofônicos e as produções cinematográficas davam ênfase aos produtos de consumo, principalmente eletrodomésticos. A propaganda massificava a população e era largamente utilizada como um dos mais importantes instrumentos de propaganda da guerra.

    Programas de rádio transmitidos do território americano tinham penetração em todo o Brasil. O OCIAA através da rádio A Voz da América com suas antenas voltadas para o Brasil apresentava a cobertura em tempo real da guerra com slogans incitando aos brasileiros o quanto era bom ser “americano”, há que se lembrar que brasileiros não são bem vindos em território americano[carece de fontes?].

    As transmissões divulgavam durante todo o tempo a cultura norte-americana, seus usos e costumes. Eram reforçadas as publicidades direcionadas principalmente à classe média e aos jovens de faixa etária entre vinte e cinco e trinta anos em programas radiofônicos.

    Bons exemplos de propaganda de guerra foram programas como “O Brasil na Guerra”, “A Família Borges” e “Barão Eixo”.

    O uso do Cinema

    Os filmes de ficção e documentários norte-americanos tinham o papel de difundir a ideologia e cultura dos Estados Unidos, para tal, OCIAA usava as indústrias cinematográficas de Hollywood.

    O OCIAA evitava mostrar para a América Latina em seus filmes os costumes norte-americanos que poderiam a vir a ofender os brios e o modo de vida latino.

    Exemplo típico foram os famosos foras da lei mexicanos, tão comuns nos filmes de bang-bang. Estes foram eliminados das produções de Hollywood para evitar mal-estar entre os latinos.

    Outro exemplo comum utilizado até a atualidade que procura disfarçar a discriminação racial contra os negros e latinos, bastante comum nos Estados Unidos eram, e ainda continuam sendo os filmes policiais dirigidos para a América Hispânica e Brasil. Nos filmes os policiais negros são companheiros inseparáveis de policiais brancos.

    No caso de filmes dirigidos e exportados para a Argentina, e outros países hispânicos evitavam ofender os brios e o machismo dos latino-americanos, enaltecendo a masculinidade e a feminilidade latinas.

    Disney

    A criação de personagens para fomentar a política de boa vizinhança continental foi muito utilizada sob o comando do OCIAA.

    Assim, os Estúdios Disney, criaram o papagaio Zé Carioca com a firme proposição de influenciar as crianças brasileiras em serem amigos das crianças norte-americanas, preparando as latinas para serem lideradas por aquelas no futuro. O filme Alô Amigos demonstra bem a manipulação comportamental onde o “simpático e falador papagaio” enfatiza a amizade com o “nervoso e temperamental” Pato Donald, naturalmente a mensagem passada é que o papagaio aceita a liderança do pato em todas as ocasiões[carece de fontes?].

    A preparação para a invasão

    Devido à grande quantidade de trabalhadores estrangeiros que morreram durante as construções de ferrovias e rodovias por empreiteiros norte-americanos no Brasil desde o início do século XX, o OCIAA sabia que existiam doenças tropicais no território nacional que matavam indivíduos que não tinham imunidade àquelas enfermidades.

    As principais doenças pesquisadas “humanitariamente” foram a malária e a Febre amarela. Visando “ajudar” a população enferma brasileira no controle das doenças, o OCIAA iniciou um ostensivo programa de educação médica e treinamento de enfermeiros brasileiros e estranjeiros nas selvas brasileiras.

    Embora negado, sabe-se que o objetivo principal não era obter a aprovação da população à atuação da agência no Brasil. O povo sertanejo em grande parte pois grande parte era e é imune às várias endemias que assolam as florestas do Brasil, na realidade as pesquisas iam muito mais além.

    As forças armadas norte americanas precisavam preparar o terreno para a provável chegada e manutenção de suas tropas e empresas mineradoras em território brasileiro com a finalidade de extrair materiais estratégicos a serem fornecidos às suas indústrias bélicas. Todas as jazidas conhecidas então na América do Norte estavam sendo exploradas e muitas estavam se exaurindo. Conforme acertado nas negociações em que ocorreu o alinhamento brasileiro à política norte americana, o Brasil passaria a ser um protetorado daquele país na época da Segunda Guerra Mundial por não ter poderio bélico suficiente para se defender de um inimigo externo.

    Foram construídas então bases aéreas, navais, fábricas de armas, metalúrgicas e siderúrgicas com financiamento oferecido por banqueiros norte-americanos sob o aval do Ministério da Defesa daquele país. A única condição era que as “empresas” fundadas deveriam ser orientadas por empresas de consultoria norte-americana e que a tecnologia e insumos deveriam ser comprados dos norte-americanos.

    Foi acertado também que certas ligas metálicas e certos artefatos não poderiam ser construídos em território brasileiro para salvaguardar as patentes de produtos daquela nação. Foi este o motivo em parte do atraso do Brasil em produzir certas ligas de aço resistentes e de não produzir ligas metálicas nacionais para solda elétrica até a década de 1950.

    [editar] Carmem Miranda, o Zé Carioca, Coca-cola, a obrigatoriedade do ensino do inglês nas escolas públicas e as fábricas de cigarros

    A portuguesa Carmem Miranda naquela época se tornou o símbolo da cultura brasileira nos Estados Unidos. O papagaio Zé Carioca ajudou a construir o estereótipo do brasileiro simpático e malandro, não muito chegado ao trabalho.

    A poderosa Coca-Cola utilizando de propaganda maciça, principalmente no cinema, iniciou uma campanha lançando “modismos” como novas vestimentas, roupas de praia e banho para senhoras e senhoritas, dando ênfase às formas femininas e à sensualidade acabou por substituir o consumo pela classe média dos sucos naturais. A família brasileira deixou então de beber a limonada, a laranjada, o suco de melancia, o suco de abacaxi e demais sucos de frutas tropicais. Um detalhe importante era a ênfase dada pelo fabricante norte-americano de que sua bebida deveria ser consumida pelas “famílias de bem”, dando margem subliminar de que os consumidores de sucos não eram “consumidores premium”.

    O ensino de línguas estrangeiras nas escolas brasileiras à exemplo do latim, do francês e do espanhol passaram a ser desestimulados pelo governo brasileiro influenciado pela propaganda norte-americana.

    As escolas estaduais passaram a ser obrigadas pelas esferas federais a substituir o ensino de quaisquer idiomas pelo inglês. No Estado de Santa Catarina, de forte influência de colonização alemã, o uso da língua germânica pela população passou a ser proibido e punido com prisão. As escolas que ensinavam aquela língua passaram a ser fechadas caso não mudassem o ensino para o inglês.

    O idioma inglês passou já naquela época a ser considerado a língua de “pessoas cultas”. Nas reuniões, era de bom tom se referir em diversas ocasiões em idioma inglês para as mais diversas situações. Eram consideradas “charmosas” as expressões: “Oh my God”, “My baby”, “My little bear”, etc, etc, etc.

    Nas escolas, principalmente nas “particulares”, era moda o uso de roupas de corte norte-americano entre os adolescentes já no início da década de 1950.

    O vício do fumo iniciou sua caminhada pela publicidade dirigida à crianças através de pequenos “cigarros de chocolate” distribuídos nas escolas públicas. Era comum ver crianças de 6, 7 anos de idade na década de 1950 e 1960 sorvendo pequenas barras de chocolate idênticas aos cigarros que os adultos fumavam. As caixas onde eram acondicionados “os cigarrinhos de mentirinha” eram idênticas às carteiras dos cigarros verdadeiros. As crianças andavam às mãos de seus pais segurando os “cigarrinhos” da mesma forma que os adultos.

    Nos “filmes de guerra” norte-americanos não eram raras as cenas de oferecimento de “cigarros americanos”, inclusive entre os “inimigos” transmitindo assim a mensagem de que os “companheiros de vício” não tinham fronteiras.

    Embora a venda e consumo de cigarros no Brasil tenha tido sua primeira onda na década de 1920, foi na época da Segunda Guerra Mundial que as grandes multinacionais do fumo norte-americanas (as européias seguiram a onda em seguida) tiveram uma verdadeira explosão das exportações do cigarro industrializado para o Brasil.

    A aceitação do vício entre crianças e os adolescentes (além dos adultos) foi tão grande que as empresas se apressaram em construir novas fábricas no Brasil no final da década de 1940. As marcas Camel, Chesterfield, Pall Mall, Marlboro, Hollywood entre outras européias e norte-americanas tiveram no início da década de 1950 uma grande explosão de vendas. A população estava viciada em produtos norte-americanos.

    O intervencionismo norte-americano contra o comunismo

    Com o fim da Segunda Guerra Mundial e a conseqüente derrota do eixo, os Estados Unidos fizeram ser aprovada a Declaração de Solidariedade para a Preservação da Integridade Política dos Estados Americanos Contra a Intervenção do Comunismo Internacional, esta era a nova maneira dos norte-americanos continuarem sua presença nas Américas.

    O comunismo

    Agora era a vez do Comunismo; documento datado de março de 1954 afirmava que “(sic)…que o domínio ou controle das instituições políticas de qualquer Estado americano por parte do movimento internacional comunista, que tenha por resultado a extensão até o continente americano do sistema político de uma potência extracontinental, constituiria uma ameaça à soberania a à independência política dos Estados americanos, o que poria em perigo a paz da América”.

    A eclosão de golpes por toda a América

    Golpes militares começaram a derrubar presidentes dos vários países das Américas. Foi derrubado Jacobo Arbens na Guatemala, Vargas no Brasil, entre outros.

    Em 1962, Cuba foi excluída da OEA. Em 1964 com o apoio da Operação Brother Sam houve o Golpe Militar de 1964 no Brasil. Em seguida em diversos países da América Latina tiveram seus governos derrubados por golpes e contra-golpes. Devido à estes movimentos revolucionários e contra-revolucionários, os Países da região perderam completamente o controle econômico, a região se transformou num caos, as populações começaram a ser massacradas pelas mais diversas ditaduras militares.

    As Economias implodidas

    Na América do Sul o empobrecimento real transformou economias de países em meras dívidas externas impagáveis. À cada revolução, golpe e contra-golpe, sempre havia “alguém” pronto para emprestar o dinheiro necessário à conquista da “liberdade democrática”.

    Atrás disso vieram os empréstimos para o “desenvolvimento” dos países do bloco americano, estes se endividaram novamente e tiveram que contrair mais empréstimos para pagar as dívidas geradas pelos golpes. Necessitavam de novos e novos empréstimos para pagar os juros que explodiram com as “crises” internacionais, do petróleo, etc.

    Com a queda da União Soviética, os norte-americanos continuaram acreditando na sua doutrina do destino manifesto. Agora como maior potência militar e econômica do Planeta iniciaram a culturação de outras nações sob o pretexto de combater o “terrorismo internacional”.

    O século XXI

    Iniciando o século XXI, aconteceu a tragédia dos ataques terroristas às torres gêmeas.

    Os Estados Unidos se viram frágeis, pois jamais haviam recebido um ataque tão violento em seu território no próprio continente.

    Sua resposta foi a invasão do Afeganistão e do Iraque. O custo financeiro, político e moral do povo norte-americano está sendo gigantesco, e está colocando em xeque a sua doutrina do destino manifesto.

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  • 20/03/2008 - 18:42
    Enviado por: Ally

    Vitor, quase acertou a idade… o resto são suas idéias pre-concebidas. Se tem alguêm fora do contexto atual do mundo com certeza esta pessoa não sou eu. Lendo muitos comentários neste blog, inclusive os seus, se vê que muitas das opiniões não são ponderadas. Não tem nenhum raciocínio por trás delas, nenhuma análise e pesquisa para formar uma opinião própria. São simplesmente generalizadas.
    No Brasil muitas pessoas gostam de culpar os EUA por tudo que acontece de ruim no mundo e especialmente no Brasil, muito mais agora com este governo indecente que ainda abraça ideologias passadas e obscuras. Onde vê os amigos e aliados em um tirano como Castro e o megalomaníaco do Chavez. Abraça o terrorismo legitimizando as FARCS. Está deturpando a história exalatando o comunismo que matou mais de 100 milhões no mundo. Legaliza movimentos como os dos sem-terra que só estão afins de fazer baderna. A maioria nunca pegou numa enxada e não tem a miníma idéia de como cultivar a terra.
    Os mesmos que culpam os EUA condenam Israel sem conhecer a sua história. Um anti-semitismo descarado e vergonhoso. O perigo no mundo não são os EUA. São na verdade os terroristas islamicos que querem uma grande nação islâmica. Assassinos como Bin Laden e loucos como Arhmadinejad, grupos que cultivam a morte como Hamas e Hezbollah, estes sim são os perigos que o mundo enfrenta. EUA e Israel, são só os bodes expiátorios.
    Adriana neste blog deveria mesmo comentar o genócidio em Darfur nas mãos das milicias islâmicas ou quantos xiitas foram assassinados em atentados pelos sunitas. A verdadeira matança no Iraque acontece principalmente entre esse duas etnias. Com isso não tiro responsabilidade dos EUA, onde os maiores erros foram acreditar em uma guerra rápida e não ter um plano de ação quando depuseram Sadam.

    Resposta: Ally, se você ler os postings anteriores encontrará comentários sobre Sudão, Quênia, Chade, Irã… E não é realidade que “a verdadeira matança no Iraque acontece principalmente entre esse duas etnias”. É um país em guerra. Existe, sim, o conflito entre sunitas e xiitas, mas os atentados suicidas que vêm ocorrendo no Iraque têm como alvo, hoje, as forças invasoras. E as ofensivas militares têm, não apenas no Iraque mas também no Afeganistão, sido criticadas por atingir muitos civis. Abs.

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  • 20/03/2008 - 18:52
    Enviado por: CURUPIRA

    Massaranduba

    O que eu leio nos jornais é que tanto União Européia quanto Estados Unidos aplicam subsídios que prejudicam a exportação de produtos agrícolas brasileiros. Você disse que a União Européia seria mais dura nas negociações. Ora, se você disse isso, nada mais natural que diga por que acha isso. De algum lugar saiu essa sua percepção, não pode ter sido do nada.

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  • 20/03/2008 - 19:09
    Enviado por: Marcos L. S.

    Invasão do Iraque com aprovação da ONU??? Tá muito boa essa piada, quem contou??

    Resposta: Marcos, ele se retratou. Abs.

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  • 20/03/2008 - 19:13
    Enviado por: Vitor

    Ally, desculpe, voce não entendeu minha linhagem de pensamento.
    Eu não culpo os EUA por tudo o que de mal acontece no mundo.
    Minha critica maior relativamente a esse país é o fato de ele invadir, impunemente, países soberanos, sem razão aparente. E isso ocorreu varias vezes durante o séc.XX e com continuidade no sécXXI, essa é minha maior critica e revolta. Entendeu?

    Degrelle, tu é um argentino bom e muito benvindo no brasil.

    VM

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  • 20/03/2008 - 19:26
    Enviado por: Digo

    Caros blogueiros,

    Estava muito bom o debate. mas quando partiu para questões pessoais, como a maioria de vocês estão discutindo por se acharem ofendidos pela crítica de suas opiniões, refleti o motivo pelo qual existem guerras, pois a maioria das pessoas não conseguem discutir opiniões passivamente.

    Adriana seu texto foi excelente, parabéns, infelizmente, originou-se uma guerra de palavras e ofensas irracionais.

    Lamentável!

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  • 20/03/2008 - 19:30
    Enviado por: Digo

    Caros blogueiros,

    Estava muito bom o debate. mas quando partiu para questões pessoais, como a maioria de vocês estão discutindo por se acharem ofendidos pela crítica de suas opiniões, refleti o motivo pelo qual existem guerras, pois a maioria das pessoas não conseguem discutir opiniões passivamente.

    Adriana seu texto foi excelente, parabéns, infelizmente, originou-se uma guerra de palavras e ofensas irracionais.

    Lamentável!

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  • 20/03/2008 - 19:41
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Eu estav quietinho.
    Perguntei pra’ Carranca se ele iria fazer algo contras a sofensas pessoais contra minha pessoa.
    Ela nada fez. Tenho que me defender. simples nao e’?

    Resposta: estou lendo os comentários agora e deletando as mensagens com ofensas pessoais. Isso não é uma guerra. E espero que não se torne uma, mas continue sendo apenas um espaço para troca de idéias. Abs.

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  • 20/03/2008 - 19:43
    Enviado por: Antonio CB

    Degrelle,

    Tenha a absoluta certeza que você é admirado pela grande maioria dos frequentadores desse blog, além do que consideramos – pelo menos é esse meu ponto de vista – que jovens como você., que na época lutavam na guerra das Malvinas, dando seu sangue e suor para defender a pátria .

    ! DEGRELLE, O RESPEITAMOS E ESTIMAMOS MUITO !

    ! VOCÊ COMO SEUS IRMÂOS ARGENTINOS SÃO PARA NÓS BRASILEIROS VERDADEIROS IRMÃOS DE SANGUE, E TEM NOSSA MAIS SINCERA AMIZADE, E GOZAM DE PROFUNDO RESPEITO !

    Um grande abraço, e esqueça os provocadores de plantão !

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  • 20/03/2008 - 19:47
    Enviado por: Antonio CB

    Degrelle,

    Tenha a absoluta certeza que você é admirado pela grande maioria dos frequentadores desse blog, além do que consideramos – pelo menos é esse meu ponto de vista – que jovens como você, que naquela época lutavam na guerra das Malvinas, dando seu sangue e suor para defender a pátria, são dignos de grande consideração e respeito .

    ! DEGRELLE, O RESPEITAMOS E ESTIMAMOS MUITO !

    ! VOCÊ COMO SEUS IRMÂOS ARGENTINOS SÃO PARA NÓS BRASILEIROS VERDADEIROS IRMÃOS DE SANGUE, E TEM NOSSA MAIS SINCERA AMIZADE, E GOZAM DE PROFUNDO RESPEITO !

    Um grande abraço, e esqueça os provocadores de plantão !

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  • 20/03/2008 - 19:49
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Meu crime?
    Ter imigrado!

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  • 20/03/2008 - 19:52
    Enviado por: Osvaldo Camargo

    Objetivos da invasão do Iraque
    1. Assegurar o suprimento de petróleo para os EEUU,
    (ninguém sabe quem está explorando o petróleo iraquiano);
    2. Eliminar um grande inimigo de Israel;
    3. Levar a força militar americana para as proximidades do Irã – aviões americanos estão a menos de uma hora de vôo de Teerã;
    4. Contrabalançar a influência da Rússia que apóia o Irã.
    5. Ficar em condições de realizar um ataque aéreo devastador no Irã, se for necessário;
    6. Proteger a Arábia Saudita.

    Precisa mais motivos?
    Mortes (de civis e de soldados) são consequências da Guerra. Civis – começou em Guernica, depois em Londres e na Alemanha, culminando com o horror atômico.
    É a guerra contemporânea – sem linhas, sem ética, sem fronteiras. Pobre humanidade…

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  • 20/03/2008 - 19:54
    Enviado por: Digo

    Não é crime imigrar, eu mesmo ja lhe critiquei por um comentário seu que achei impróprio, não pela sua pessoa ou pela sua opção em estar nos EUA.

    Lembrando que a culpa disso tudo não é de todos americanos, e sim de alguns líderes fanáticos por guerras!

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  • 20/03/2008 - 19:58
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Antônio CB

    Para quem gosta de história, nessa guerra das Malvinas, temos um evento muito interessante.

    O exército Britânico, sempre teve meu mais profundo respeito por sua aguerrida forma de combater, eles por tradição, lutam contra desvantagens enormes e computam grande número de baixas antes de uma possível capitulação.

    Mas eis que na Malvinas, a guarnição da ilha, se rendeu perante a força tarefa Argentina, e neste ponto da guerra em que os Argentinos tomaram as ilhas, nem um único soldado Britânico foi abatido, a única baixa foi um oficial Argentino.

    Acho que o exército Argentino foi o único a conseguir tal feito através da história: Conseguir a rendição de uma guarnição Britânica sem que nenhum defensor fosse vitimado.

    Pelo menos para mim, foi impressionante.

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  • 20/03/2008 - 20:00
    Enviado por: Digo

    Esqueci de dizer, meu último post foi para o massaranduba!

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  • 20/03/2008 - 20:06
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Digo,
    voce tambem ja’ veio com uma maneira agressiva. Bastava falar “eu acho que voce esta’ errado por causa disso…” fatos e pronto.
    Mesmo me retratando cairam de pau.
    SO’ porque eu discordo da galera.

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  • 20/03/2008 - 20:10
    Enviado por: Digo

    Massaranduva,

    Indignação pela sua opinião! Mas me retrato.

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  • 20/03/2008 - 20:15
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Digo

    Bem vindo ao clube parceiro…

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  • 20/03/2008 - 20:20
    Enviado por: Digo

    É que Massaranduba, cá entre nós, falando até na gíria, as vezez vc viaja, com todo respeito.

    Concorda Marcos L. S?

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  • 20/03/2008 - 20:21
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    OK,
    comecar outra vez…um debate construtivo, com fatos.

    Resposta: Boa! Espero que seja assim. Abs calorosos.

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  • 20/03/2008 - 20:23
    Enviado por: Digo

    Com certeza, aí vc ta certo! Pois pelos textos brilhantes e polêmicos que a Adriana faz, teremos muito que debater. Que todos pensem assim. Isso é democracia!

    Resposta: Digo, obrigada. Vamos em frente com os comentários construtivos. A Internet nos deu uma oportunidade única de ouvir diferentes oponiões e discutir, mesmo à distância, as importantes questões do Brasil e do mundo. Vamos aproveitar essa oportunidade! Em paz. Abs.

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  • 20/03/2008 - 20:27
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Somos todos viajantes…

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  • 20/03/2008 - 20:29
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Digo

    Eu diria que concordo consigo..

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  • 20/03/2008 - 20:33
    Enviado por: Antonio CB

    Marcos,

    Sou o Jose Perez, e o nick verdadeiro é o acima, com minhas iniciais.

    Quanto à guerra das Malvinas, foi uma covardia muito grande do governo militar de plantão, arregimentar jovens inexperientes, enquanto que – como dito por você – o exército britanico era composto em sua grande maioria por mercenários treinados.

    Enquanto os militares britânicos lutavam com jaquetas com proteção térmica
    contra baixas temperaturas, do outro lado, o exército argentino, recordo-me de uma reportagem à época, tinham para sua proteção casacos de pele natural. Tais equipamentos davam vantagens claras às forças inglesas, sem contar que seus equipamentos de guerra eram muito mais sofisticados. Como exemplo que me lembre, posso citar a ampla utilização do caça HARRIER, sem igual em termos de operabilidade em difíceis condições.
    Já do lado argentino, possuiam como arma mais poderosa o famoso míssel EXOCET.

    Mas a desproporção tecnológica entre as forças combatentes era enorme.

    PS.: Nessa época estudava em SBC/SP, e como qualquer jovem daquela época, acompanhava o desenrolar dos acontecimentos.

    PS2.: O Degrelle, como participante de alguma das frentes de combate pode nos esclarecer melhor as dificuldades passadas pelos argentinos naquelas parages geladas.

    Um abraço,

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  • 20/03/2008 - 20:38
    Enviado por: Digo

    An~tônio,

    Grato por ampliar nossos conhecimentos com sua vasta experiencia, isso é muito bom.

    Abraços!

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  • 20/03/2008 - 20:39
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    CB,
    os soldados ingleses nao sao “Mercenarios”. Sao profissinais pagos. A pessoa se candidata a um trabalho onde a funcao e’ ser soldado.
    A definicao de mercenario e’ totalmente pejorativa e desrespeitosa aos profissionais.

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  • 20/03/2008 - 20:41
    Enviado por: Digo

    Maçaranduba,

    Isso em nossos dias, foi citádo de uma guerra passáda, e em tempo de guerra meu caro, tudo acontece! Inclusive estupros e torturas que os americanos que vc tanto defende estão fazendo, isso é fato! ~

    Ps. não ofendi…

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  • 20/03/2008 - 20:42
    Enviado por: Digo

    po põe um nome mais facil aí

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  • 20/03/2008 - 20:52
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Antônio.

    Eu não diria tanto, (quanto ao contigente mercenário) mas os soldados Britânicos contavam realmente com inegável superioridade tecnológica, inclusive com ajuda de satélites americanos quanto ao posicionamento e possível dimensão do contingente Argentino (o que na época confrontava diretamente os estatutos da OEA).
    Quanto aos mercenários propriamente ditos, tinhamos (ao menos no meu conhecimento) Os Gurkhas Nepaleses, soldados treinados em condições de extrema advesidade e acostumados a condições de combate absolutamente Spartanas.

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  • 20/03/2008 - 20:55
    Enviado por: Paulistanóide

    Adriana:

    Cheguei meio atrasado no seu blog, via “Coturno Noturno”.

    A Segurança interna dos EUA nunca dependeu da invasão do Iraque.

    A invasão do Iraque, nada tem a ver com os atentados de 11 de Setembro. Toda “farsa” foi montada por alguns Lobbies operando nos EUA, em uma operação militar que já estava decidida antecipadamente, em busca principalmente do controle e futuro redirecionamento, do Petróleo e (pouca gente sabe) da água dos rios Tigre e Eufrates, e depois, atenuar a influência de Saddam na região. Uma espécie de Chavez do Deserto. O tempo vai mostrar.
    Existem centenas estudos e de sites na internet questionando todo o teatro montado para justificar a invasão via 11 de Setembro. O “ataque” ao Pentágono com o avião de carreira é o mais duvidoso: entre outros fatos, não houve sobra de destroços que realmente identificassem a aeronave e ocupantes, sob a justificativa que com o calor intenso “vaporizou” tudo. Muito questionável esse desaparecimento, pois sempre sobram muitos destroços – vide caso TAM em Congonhas.
    Até hoje não localizaram no Iraque as famosas “Armas de Destruição em Massa” – Que seria a maior das “provas” utilizadas para justificar a invasão. Não apresentaram e o assunto foi devidamente “esquecido” porque nunca existiram como foram mostradas ao “grande público”.
    Não havia links de Saddam (Sunita) com Bin Laden (Xiita), pois tinham visões opostas sobre a ocidentalização da região.
    Havia sim internamente, no Iraque, uma espécie de equilíbrio pelo Medo/Terror (de ser contrario ao ditador), onde Saddam tinha como integrantes de seu governo (Sunitas, Xiitas, Curdos e até um ministro cristão – Tarik Aziz).
    Detalhe: Carros, caminhões- bomba etc. já era uma “especialidade” iraquiana desde o início do governo de Saddam. E o que aconteceu no prédio da ONU em Bagdá e matou o brasileiro Vieira de Mello, era perfeitamente previsível e evitável.
    A organização do “Exército Iraquiano” sempre foi caótica, ao contrário do que sempre se propagou. 7 anos de guerra contra o Irã em pleno século XX, não é sinal de um grande exército. A prisão de Saddam foi um reflexo dessa realidade: enquanto diziam que estava comandando seus exércitos por computador via satélite, o “louco” estava enfiado num buraco, com uma mala cheia de dólares…
    Nenhuma guerra se justifica, exceto como autodefesa, hoje se discute o “ataque preventivo” como seria o caso da Colômbia no Equador. No caso da invasão do Iraque, talvez comecem a chamá-la “guerra preventiva” e do jeito que foi e está sendo feita, só tornou o mundo todo mais inseguro.

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  • 20/03/2008 - 20:56
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Naquela epoca os soldados ja’ eram profissionais.
    Como voce cham um pais que usa soldado obrigando-os a servir?
    Soldado mercenario e’ bem diferente.

    Quanto aos estrupos, nenhum militar ou governante americano fala especificamente “vai la’ mata e estupra”. Xomo em qualquer exercito existe os tranqueira sque cometem crimes.
    A situacoa de combate facilita essa situacao.
    Tem medico, engenheiro,advogado,jornalista estuprador ,isso quer dizer que toda a classe e’ estrupadora e fazem isso d eproposito.
    Alem de que os que pgam sao julgados dentro da lei. Isso e’ fato. Toda semana tem julgamento, tem soldado inocentado, tem soldado condenado.
    E eles fazem muita servico social tambem. Mas a spessoas querem fazer parece ros casos isolados, e punidos, como sendo a norma ao invez da excecao.
    Tem culpado que escapa do crime, sim! Mas e’ assim em todo mundo. DO meu ponto de vista escapa muito menos aqui que em lugares como o Brasil

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  • 20/03/2008 - 21:02
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    MArcos, totalmente inapropriado citar os napaleses. Tod mundo sabe que eles fazem parte da tradicao militar britanica, escolhidos dedo para servir o exercito da rianha.
    E’ como se chamasse os suicso que guardam o papa de mercenarios.
    voces estao usando erradamente o termo mercenario.

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  • 20/03/2008 - 21:13
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Massaranduba

    Em nenhum momento questiono a coragem e ou integridade de soldados dispostos a matar e morrer no campo de batalha, mas como nós dois ressaltamos eles são do Nepal. Teoricamente não deveriam estar defendendo os interesses da Corôa Britânica e possivelmente não o faziam por patriotismo, e sim por compensação financeira, por isso os classifico como mercenários e não como soldados profissionais Britânicos.

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  • 20/03/2008 - 21:15
    Enviado por: Antonio CB

    Massaranduba,

    Quando citei soldados “mercenários”, não foi no sentido de depreciar os combatentes ingleses, ao contário, “”foi contrapôr a experiência em combate da maioria desses soldados ingleses, uma boa parte deles remunerados pela execução da “tarefa” “”, em relação às forças regulares argentinas – cuja totalidade foi de soldados regulares – ou seja prestando serviço militar, e eventualmente alguns poucos veteranos.

    Jamais o sentido foi desqualificar moralmente a força inglesa.

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  • 20/03/2008 - 21:25
    Enviado por: Sebastião

    Lições da insensatez

    Mauro Santayana

    (…)

    Bush, em seu pronunciamento de ontem, se orgulha de ter derrubado o governo Saddam no Iraque – o mais aberto dos países muçulmanos. Disse que isso, por si só, justifica a guerra que custou trilhões de dólares e matou centenas de milhares de pessoas, entre elas jovens norte-americanos. Como a CIA e o Pentágono confessaram, e os jornais americanos divulgaram, todas as acusações contra Saddam eram baseadas em documentos fraudados. Era tudo mentira: nada tinha a ver com a Al Qaeda, nem tinha armas de destruição em massa. Era o petróleo!
    (…)
    Mas se a insensatez norte-americana não foi ainda proclamada por um de seus governantes, coube à senhora Ângela Merkel reconhecer os crimes do nazismo em seu discurso no parlamento de Israel. Ela poderia – se nisso cresse e se as conveniências diplomáticas não a impedissem – dizer aos deputados israelenses que eles também estão cometendo genocídio contra os palestinos, ali ao lado.
    (…)
    Provavelmente alguém irá a Gaza, para fazer a contrição junto aos palestinos, como a senhora Merkel fez aos judeus em seu discurso no Knesset. Mais algum tempo e chegará a vez de alguém ir a Bagdá.
    (…)

    http://jbonline.terra.com.br/editorias/pais/papel/2008/03/20/pais20080320000.html

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  • 20/03/2008 - 21:25
    Enviado por: Antonio CB

    Marcos,

    Como você citou os Gurkhas Nepaleses e desconhecia esse detalhe, pesquisei, e achei isso na net ;

    Os ingleses lutaram duas vezes contra os gurkhas na Índia, em 1813 e 1816. A difícil vitória das tropas coloniais resultou em considerável respeito pelas qualidades militares desses soldados nepaleses e na criação, já em 1815 de três batalhões gurkhas a serviço do Império britânico. Estas unidades originais cresceram e mudaram de nome ao longo dos anos. Em 1947, após a independência da Índia, onde serviram por mais de um século, os batalhões foram divididos, ficando com o Exército indiano cinco regimentos, o 1°, 4°, 5°, 8° e 9° Gurkha Rifles. Os demais, 2°, 3º, 6°, 7° e 10° Gurkha Rifles continuaram com o Exército britânico, expandindo seus batalhões incluindo serviços de engenharia, comunicações e transporte. A grande maioria dos oficiais é de origem nepalesa, cujos indivíduos se esforçam extremamente para atingir o oficialato, no posto máximo de major ou oficial conselheiro em assuntos pertinentes aos gurkhas. Os membros dessa tropa são recrutados no Reino do Nepal, entre as tribos que vivem em meio às montanhas do Himalaia. Alistados aos 18 anos, passam por um período de treinamento de nove meses, servindo no mínimo por cinco anos e os melhores ficam até completar os 32 anos.

    Os gurkhas usam uniforme camuflado de combate que seria igual ao dos britânicos, não fosse a bainha para o famoso kukri, um tipo de punhal muito característico, arma cercada de mitos, muito eficiente no combate corpo a corpo, já utilizada contra alemães e japoneses na Segunda Guerra. O uniforme de gala é verde para locais de clima frio e branco nos trópicos, com botões e insígnias em preto. Usam ainda boinas verdes ou o chapéu mole de aba larga e desabada, típico dos gurkhas. O armamento padrão é o fuzil americano M16A1, de calibre 5,56 mm. Atuando na Malásia e em Bornéu, na Ásia, esses temíveis montanheses se destacaram como execelentes combatentes de selva. Mas tornaram-se mundialmente famosos por sua participação na Guerra das Malvinas, em 1982, com o 1° Batalhão – 7th Duke of Edinburgh’s Own Gurkhas Rifles – integrando a 5a. Brigada de Infantaria inglesa. Desembarcaram na Baía de San Carlos e na primeira semana organizaram patrulhas para cercar grupos dispersos de argentinos, que os chamavam de “terríveis selvagens”, pela extrema agressividade com que atacavam seus inimigos.

    Os Gurkhas como uma unidade de infantaria de elite, usam o mesmo equipamento moderno das outras unidades do Exército britânico, com uma exceção notável: o kukri, arma nacional nepalesa. Os Gurkhas não dispensam essa arma por nada e se aplicam no treinamento do seu manuseio, o qual lhes é ministrado por instrutores habitualmente de idade avançada, cuja técnica foi obtida de ancestrais. Embora essa faca seja produzida em vários tamanhos (cerca de 25 a 40 cm de lâmina), todas elas têm em comum a lâmina curva.

    Problemas pós-baixa

    Como são cidadãos nepaleses após darem baixa do Exército britânico os Gurkhas voltam para seu país. Porém nos últimos anos muitos veteranos Gurkhas tem reclamado do valor de suas pensões pois as consideram menores do que a de outros soldados reformados do Reino Unido. Quando se aposentam os Gurkhas ganham por mês um média entre £60 a £70 libras esterlinas (cerca de US$ 88 a US$ 104). Os soldados britânicos ganham entre £400 a £500 (US$ 550 a US$ 750) por mês.
    Entretanto o governo britânico argumenta que o valor do pagamento está ditado pelo acordo tripartite, que foi assinado pela Inglaterra, Índia e Nepal, quando os britânicos deixaram o subcontinente indiano. Segundo o acordo os Gurkhas que servissem o Exército inglês seriam pagos de acordo com a escala de valores do Exército indiano. O porta-voz do Ministério da Defesa disse que as pensões são pagas tento em vista o custo de vida do Nepal, que é mais baixo do que o da Grã- Bretanha. Certamente os veteranos Gurkhas vivem melhor do que seus compatriotas, mas os advogados dos Gurkhas argumentam que nem sempre os custo de vida é mais barato no Nepal, pois aqui o sistema de saúde é precário e gastasse mais com saúde por isso.
    Ironicamente, apesar de ser o menos procurado por voluntários Gurkhas, o Exército indiano trata melhor os Gurkhas reformados, pois eles podem viver com suas famílias na Índia e começar um novo trabalho sem problemas.

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  • 20/03/2008 - 21:35
    Enviado por: Antonio CB

    Ainda sobre as Malvinas, achei algo interessante E MUITO ASSUSTADOR !!!!!!!!!!!!!!!!!

    A ameaça nuclear contra a Argentina

    Em Dezembro de 2005, apareceu o livro Rendez-vous : La psychanalyse de François Mitterrand (ISBN 2-02-029760-4), escrito por Ali Magoudi, que havia sido psicanalista do presidente francês François Mitterrand entre 1982 e 1993. No livro, Magoudi afirma que o presidente francês havia revelado que, durante a guerra das Malvinas, a primeira ministra britânica, Margaret Thatcher, ameaçou lançar um ataque nuclear contra a Argentina se a França não cedesse os códigos de desativação dos mísseis Exocet que ela havia vendido à Argentina (“Que mulher mais terrível, esta Thatcher. Com seus quatro submarinos nucleares destacados no Atlântico Sul, ameaça lançar mísseis nucleares contra a Argentina, a menos que o proporcione com os códigos secretos que deixariam os mísseis que vendemos surdos e cegos aos argentinos”). Questionado sobre a veracidade da afirmação de Mitterrand, Magoudi insistiu em que todas as citações atribuídas a Mitterrand no livro são autênticas, porém não pode garantir a veracidade das afirmações do presidente.

    Dois anos antes da guerra, o Partido Trabalhista britânico inquiriu se o Reino Unido havia enviado um submarino à ilha de Ascensão como apoio para um ataque nuclear contra a cidade de Córdoba, em casa de que a guerra fosse mal. Os almirantes a cargo da Armada Real o negaram.

    O uso de cargas de profundidade nucleares

    Em 2003, o Reino Unido reconheceu que sua frota durante a Guerra das Malvinas havia contado com cargas de profundidade nucleares. O presidente argentino Néstor Kirchner exigiu que o Reino Unido apresentasse desculpas à Argentina pelo “lamentável e monstruoso ato” de empregar armas nucleares em seus navios de guerra.

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  • 20/03/2008 - 21:45
    Enviado por: Degrelle

    Antonio C B, Marcos L. S:
    Quero expressar minha gratidão pelo apoio dado.
    O assunto Malvinas é dificil, e eu não gosto de falar muito.
    As tropas argentinas pertencentes aos “infantes de marina” (fuzileiros navais), não sofreram excessivamente com as vestimentas, já que em sua grande maioria, eram lotadas na região sul, e tinhamos as roupas para frio mais apropriadas.
    Já os conscriptos de exército (grande contingente da provincia de Corrientes, e outras provincias mais ao norte) realmente não estavam bem equipadas. Logo depois da guerra conhecí pessoalmente um soldado do exército, que tinha amputadas as duas pernas embaixo do joelho, por congelamento. Problemas logísticos fizaram que ele ficasse muitos dias num”pozo de zorro”(algo assim como uma trincheira individual), e não fosse revessado. Sua ingestião diaria era um jarro de sopa mais ou menos quente. Muitos outros ficaram nas mesmas circunstancias.
    Tal vez o que mais doa de tudo isso foi que, logo após da guerra, após um longo “silencio de radio”, no qual eu acreditei que Benjamin Menendez (comandante das ilhas) e Galtieri tinham se suicidado pela derrota, apareceram estes em uma grande festa bebendo uisque, cagando e andando para os conscriptos mortos.

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  • 20/03/2008 - 21:46
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Antonio CB

    Realmente o senhor destaca duas coisas muito presentes nas forças Britânicas: Uma delas é a admiração e respeito (pelo menos no combate) que nutrem por seus inimigos. É uma caracteristica das tropas Britânicas valorizarem os seus antagonistas, o que já não costuma ocorre com os americanos (que via de regra, consideram seus inimigos como covardes e canalhas).
    A segunda é a famosa Kukri o facão curvo Nepales, visto em inúmeros filmes americanos, normalmente exibida como a faca dos bandidos ou “serial killers” das películas americanas.
    Basta digitar o nome Gurkha Kukri no Gooogle, e solicitar por imagens, o senhor certamente irá reconhecer o instrumento.

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  • 20/03/2008 - 21:46
    Enviado por: Antonio CB

    O endereço correto do portal das forças Gurkhas Nepalesas é ;

    http://www.army.mod.uk/brigade_of_gurkhas/history/index.htm

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  • 20/03/2008 - 21:53
    Enviado por: Degrelle

    Antonio C B:
    Há uma versão muito forte, que o HMS Shefield, tenha afundado na guerra com misseis nucleares a bordo.

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  • 20/03/2008 - 21:56
    Enviado por: Antonio CB

    Marcos,

    Sinto, assim como você, que os Britânicos – especialmente Ingleses – são na verdade mais “honestos” e fiéis à realidade que os pobres teleguiados dos EUA. E isso também vale para a cúpula dirigente dos dois povos.

    Há diferenças fundamentais entre eles, principalmente o fato dos Ingleses serem mais verdadeiros.

    Talvez a incorreta divulgação dos fatos pelos EUA, vise apenas justificar os atos ilegais porventura ocorridos. Essa é a única explicação.

    PS.: Saliento, para dirimir qualquer dúvida, que o povo americano é um “inocente útil” nas mãos de governos muitas vezes descompromissados com a verdade e a justiça.

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  • 20/03/2008 - 21:59
    Enviado por: Antonio CB

    É bem possível Degrelle.

    E isso, claro, sendo verdade, é mais um motivo que pode ser alegado para manter o domínio daquelas águas territoriais.

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  • 20/03/2008 - 22:08
    Enviado por: Antonio CB

    Degrelle,

    Em respeito aos seus sentimentos, dou por encerrada essa discussão à respeito daquela ilha.

    Um abraço a você e ao Marcos L. S.,

    PS.: Mas Degrelle, fique tranquilo que hoje o mundo está muito alerta às injustiças porventura cometidas.

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  • 20/03/2008 - 22:10
    Enviado por: Emília

    Antonio CB e Degrelle, Boa noite!

    Quanto ao possível ataque nuclear britânico às Malvinas, talvez nunca saibamos o que realmente houve.
    Em seu livro “Seis passeios pelos bosques da ficcção”, Umberto Eco comenta o episódio dizendo que foi mais uma espécie de “fobia” criada pela mídia que um submarino real aportado em águas argentinas. Ele justifica – analisando semioticamente – a partir do trajeto descrito pelos jornais. O capítulo – que daqui a pouco procuro e informo – faz uma espécie de deconstrução de mito, levando o leitor a crer que apenas as palavras (verdadeiras? falsas?) dos jornais levaram a uma histeria coletiva.
    Na época desta guerra eu ainda era pequena, sentia apenas medo, portanto só tomei contato com tal episódio a partir do referido livro. Vocês teriam mais esclarecimentos? É porque às vezes acho que os semiólogos tem capacidade de me convencer daquilo que duvido…

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  • 20/03/2008 - 22:10
    Enviado por: Degrelle

    Para terminar comento que eu tambem tenho respeito pelos combatentes británicos.
    O problema da derrota, é que agora o Reino Unido entrou com uma petição na ONU (em outubro de 2007) de soberanía em torno de um milhão de km quadrados ao redor das ilhas que atinge grande parte dos mares do sul e antártida.
    O continente antártico está sendo cobiçado por paises que geográficamente não teriam direito como Reino Unido, Russia, China.

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  • 20/03/2008 - 22:23
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sra. Emília

    Não tenho nenhum conhecimento quanto ao planejamento de qualquer ataque nuclear as ilhas, porém creio que os navios Ingleses que originalmente transportavam armas nucleares, tão pouco se importaram de descarregá-las quando foram requisitados para aquela missão.
    Assim sendo, creio que vários dos navios arregimentados para aquela empreitada, estavam munidos de armamento nuclear, a Fragata Antílope, ou o destróier Shefield, poderiam agora estar no fundo do mar ao largo das ilhas com armas nucleares sendo lentamente corroídas pela salinidade para expor seu veneno ao solo marinho nas próximas décadas ou séculos.

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  • 20/03/2008 - 22:38
    Enviado por: Antonio CB

    Emília,

    Quando a Guerra se iniciou estava na faculdade, e a acompanhava esporadicamente, através de jornais impressos e televisão. Para ser franco não disponho de muitas informações sobre o acontecido. Apenas lembranças vagas do que aconteceu – e claro do divulgado.

    Hoje, fiquei surpreso e confesso, boquiaberto, com a possibilidade aventada por Margareth Thatcher junto à seu colega francês Francois Mitterant sobre a possível ameaça nuclear, pois afetaria diretamente a nós brasileiros e todos os sul-americanos.

    Degrelle,

    Acredito que, infelizmente, os ingleses não deixarão as Malvidas através de acordos.

    Nesse caso, e como acredito na capacidade e inteligência do povo argentino, espero que sua terra natal, juntamente com o Chile, prosperem, se desenvolvam e enriqueçam econômica e socialmente, atingindo paz e prosperidade para todo o povo de seu pais e de todo o cone sul, dispensando a necessitade daquela porção territorial.
    Em algum tempo futuro, governos britânicos mais justos poderão entrar em acôrdos bilaterais justos para ambos os lados – como o compartilhamento territorial e/ou dos portos da ilha.

    Só assim se atinge a verdadeira liberdade – e isso vale para nós brasileiros também.

    Um grande abraço,

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  • 20/03/2008 - 23:00
    Enviado por: Emília

    Obrigada, Marcos LS e Antonio CB.
    De qualquer forma, o capítulo chama-se “O estranho caso da rue Servandoni”, com as datas das publicações dos jornais argentinos e britânicos.

    Infelizmente não há uma imprensa iraquiana (pelo menos, eu desconheço) para que possamos tomar ciência de outras perspectivas sobre o que ocorre agora.

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  • 20/03/2008 - 23:10
    Enviado por: Antonio CB

    Emília,

    Vou dar uma pesquisada e obrigado pelas informações.

    Um abraço,

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  • 20/03/2008 - 23:37
    Enviado por: Negão da esquina.

    ANtonio CB,
    Porque alguem deveria acreditar em um profissional de saude que faz um juramento de jamais divulgar os conversado com seus pacientes e, entretando, coloca em um livro o que o paciente lhe contou em confianca?
    Porque alguem acreditaria num profissional destes?

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  • 20/03/2008 - 23:40
    Enviado por: [Membro]

    Porque o paciente já tinha morrido, ué!

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  • 20/03/2008 - 23:44
    Enviado por: Negão da esquina.

    Marcos LS,
    Gostaria de saber sobre suas fontes quantoao fato de que os soldados americanos consideram seus inimigos covardes e canalhas.
    Onde foi conseguida esta inforamcao? Alguma fonte confiavel?

    Eu trabalho e tenho vizinhos que ja’ foram militares, varia spatentes, ja’ estiveram em guerras foram prisioneiros d eguerra e atualmente foram a guerra.
    Nenhum deles nunca s erefeiru ao povo que eles combateram desta maneira que osr. fala.
    Seria a minha amostragem coincidentemente totalmente errada?
    Meu vizinho, “medal of honor” ex-prisioneiro de guerra no vietna, piloto abatido, torturado (sim os vietnamitas torturavam prisioneiros). Ajuda ate’ hoje os vietnamitas que s erefugiaram nos EUA.
    Me fale se isso e’ canlhisse?

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  • 20/03/2008 - 23:45
    Enviado por: [Membro]

    Canalhisse?

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  • 20/03/2008 - 23:46
    Enviado por: [Membro]

    Canlhisse!!!?

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  • 21/03/2008 - 00:01
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Negão da esquina

    Se o senhor observou meus comentários anteriores, afirmo, não julgar a coragem e ou integridade de soldados envolvidos com seus deveres no campo de batalha.
    Essa minha constatação, vem da narrativa histórica divulgada pelas duas correntes.
    Onde os americanos, ou a história americana, tende a descrever seus inimigos como pessoas de má índole, más, e os Britânicos como soldados valentes e dignos.

    Basta que o senhor observe a narrativa de ambos (Britânicos e Americanos) quando descrevendo um evento de combate, é notável observação Britânica quanto a determinação do adversário em o enfrentar e dos Americanos em denegrir o esforço inimigo, como se este fosse de forma maniqueista direcionado ao mal.

    Apenas faço esse teste de narrativas e observe o quanto as duas visões são distintas.

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  • 21/03/2008 - 00:02
    Enviado por: Antonio CB

    Nde,

    Você sabe o que é colocar em risco a população de uma nação inteira, como pode ter feito a Tatcher ?

    Você tem noção da gravidade da CHANTAGEM que essa pseudo-líder cometeu ao colocar Miterrant na parede ?

    Você tem noção do que seja um BA jogada sobre sua ciddade e sua família ?

    Você tem noção de até aonde vão os limites da “ética” profissional, ou mesmo os limitações impostas pela mesma ?

    Você concorda com o silêncio sobre os abusos e as torturas de Abugraib e os limites impostos à ética militar naqueles casos ?

    Você concorda com os crimes, abusos e torturas em Bagran, Afeganistão, impostos à inocentes que poderiam ser seus filhos, e os limites impostos à ética militar naqueles locais ?

    Pense ao questionar ! Assim poderemos responder satisfatoriamente.

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  • 21/03/2008 - 00:19
    Enviado por: [Membro]

    Onde está a guerra do Iraque na campanha presidencial americana?

    Noam Chomsky
    The New York Times

    O Iraque continua sendo motivo de preocupação para a população americana, mas isso é uma questão de momento em uma democracia moderna.

    Há não muito tempo, era considerado certo que a guerra no Iraque seria o tema central da campanha presidencial, como foi nas eleições de 2006. Mas ela virtualmente desapareceu, provocando certa perplexidade. Não deveria.

    O “Wall Street Journal” chegou perto do motivo em um artigo de primeira página na Super-Terça, o dia de muitas primárias: “Temas perdem espaço na campanha de 2008 enquanto eleitores se concentram no caráter”.

    Para colocar de forma mais precisa, os temas perdem espaço à medida que candidatos, líderes de partido e suas agências de relações públicas se concentram no caráter. Como de costume. E por um forte motivo. Fora a irrelevância da população, eles podem ser perigosos.

    A teoria democrática progressista considera que a população -”forasteiros ignorantes e intrometidos”- deve ser “espectadora”, não “participante” da ação, como escreveu Walter Lippmann.

    Os participantes na ação estão certamente cientes que em vários dos principais temas, ambos os partidos políticos estão mais à direita do que a população em geral, e que a opinião pública é bastante consistente ao longo do tempo, um assunto analisado em um estudo útil, “A Desconexão em Política Externa”, de autoria de Benjamin Page e Marshall Bouton. É importante, então, que a atenção das pessoas seja desviada para outro lugar.

    O verdadeiro trabalho no mundo é de domínio da liderança esclarecida. O entendimento comum é revelado mais na prática do que em palavras, apesar de alguns as articularem: o presidente Woodrow Wilson, por exemplo, considerava que uma elite de cavalheiros com “ideais elevados” deve ser mantida no poder para preservar a “estabilidade e a retidão”, basicamente o ponto de vista dos Pais Fundadores. Mais recentemente, os cavalheiros foram transmutados na “elite tecnocrata” e nos “intelectuais de ação” de Camelot, os neoconservadores “straussianos” de Bush 2º ou outras configurações.

    Para a vanguarda que mantinha os ideais elevados e encarregada de administrar a sociedade e o mundo, os motivos para o sumiço do Iraque da tela de radar não deveriam ser obscuros. Eles foram explicados de forma convincente pelo notável historiador Arthur M. Schlesinger, articulando a posição dos “pombos” (moderados) há 40 anos, quando a invasão americana ao sul do Vietnã estava em seu quarto ano e Washington estava preparado para enviar 100 mil soldados para se juntarem aos 175 mil que já faziam o país asiático em pedaços.

    Àquela altura, a invasão lançada pelo presidente Kennedy enfrentava dificuldades e impunha custos difíceis aos Estados Unidos. Schlesinger e outros liberais de Kennedy relutavam em iniciar a transferência dos “falcões” (linhas-duras) para os “pombos”.

    Em 1966, Schlesinger escreveu que, é claro, “todos nós rezamos” para que os falcões estejam certos em pensar que o aumento de tropas do momento será capaz de “suprimir a resistência”, e se conseguir, “nós poderemos todos saudar a sabedoria e a qualidade de estadista do governo americano” na conquista da vitória, deixando “o trágico país eviscerado e devastado por bombas, queimado por napalm, transformado em um deserto de desfolhação química, uma terra de ruína e escombros”, com seu “tecido político e institucional” pulverizado. Mas a escalada provavelmente não terá sucesso, provavelmente será cara demais para nós, de forma que talvez a estratégia devesse ser repensada.

    Á medida que os custos para nós começaram a crescer, logo todo mundo se transformou em um forte oponente da guerra desde o início (em profundo silêncio).

    O raciocínio da elite, e as posturas que o acompanham, pode ser transferido com pouca mudança ao comentário atual em relação à invasão americana ao Iraque. E apesar das críticas à guerra no Iraque serem bem maiores e mais amplas do que no caso do Vietnã em qualquer estágio comparável, os princípios que Schlesinger articulou permanecem vigentes na mídia e nos comentários.

    É interessante notar que o próprio Schlesinger adotou uma posição muito diferente em relação à invasão ao Iraque, virtualmente única em seus círculos. Quando as bombas começaram a cair em Bagdá, ele escreveu que as políticas de Bush eram “alarmantemente semelhantes à política empregada pelo Japão imperial em Pearl Harbor, em uma data que, como um presidente americano anterior disse, viveria na infâmia. Franklin D. Roosevelt estava certo, mas hoje são os americanos que vivem na infâmia”.

    Que o Iraque é “uma terra de ruína e escombros” não se questiona. Recentemente a empresa de pesquisa britânica Oxford Research Business atualizou sua estimativa de mortes adicionais resultantes da guerra para 1,03 milhão -excluindo as províncias de Karbala e Anbar, duas das piores regiões. Independente desta estimativa estar correta, ou muito exagerada, não há dúvida de que o custo é horrendo. Há vários milhões de refugiados. Graças à generosidade da Jordânia e da Síria, a multidão que escapa da destruição do Iraque não foi simplesmente eliminada.

    Mas essa receptividade está desaparecendo, pelo fato de a Jordânia e a Síria não receberem nenhum apoio significativo por parte dos perpetradores dos crimes em Washington e Londres; a idéia de que possam receber estas vítimas é absurda demais para considerar.

    A guerra sectária devastou o Iraque. Bagdá e outras áreas ficaram sujeitas a uma limpeza étnica brutal e deixadas aos cuidados de senhores da guerra e milícias, a base da atual estratégia de contra-insurreição desenvolvida pelo general Petraeus, que conquistou sua fama ao pacificar Mosul, atualmente cenário de violência extrema.

    Um dos jornalistas mais dedicados e informados que mergulharam na tragédia chocante, Nir Rosen, recentemente publicou um epitáfio, “A Morte do Iraque” na “Current History”.

    “O Iraque foi assassinado, para nunca mais se levantar”, escreveu Rosen. “A ocupação americana foi mais desastrosa do que a dos mongóis, que saquearam Bagdá no século 13″ -uma percepção também compartilhada pelos iraquianos. “Apenas tolos falam em ‘soluções’ agora. Não há solução. A única esperança é de que talvez os danos possam ser contidos.”

    Mas apesar da catástrofe, o Iraque permanece sendo um tema marginal na campanha presidencial. Isto é natural, dada a opinião da elite de falcões e pombos. Os pombos liberais aderem ao seu raciocínio e posturas tradicionais, rezando para que os falcões estejam certos e que os Estados Unidos conquistarão uma vitória na terra da ruína e escombros, estabelecendo “estabilidade”, uma palavra em código para subordinação à vontade de Washington. Os falcões são encorajados e os pombos são silenciados pelos relatos otimistas após o aumento de tropas de redução do número de baixas.

    Em dezembro, o Pentágono divulgou “boas notícias” do Iraque, um estudo envolvendo grupos focais de todo o país que apontou que os iraquianos possuem “crenças compartilhadas”, de forma que a reconciliação deve ser possível, diferente das alegações dos críticos à invasão. As crenças compartilhadas eram duas. A primeira, a invasão americana é a causa da violência sectária que fez o Iraque em pedaços. A segunda, os invasores deviam se retirar e deixar o Iraque e seu povo.

    Poucas semanas após o relatório do Pentágono, o especialista em forças armadas e Iraque do “New York Times”, Michael R. Gordon, escreveu um análise equilibrada e abrangente das opções em relação ao Iraque diante dos candidatos presidenciais. Uma voz está faltando no debate: a dos iraquianos. A preferência deles não é rejeitada. Em vez disso, ele nem é digna de menção. E parece que ninguém nota o fato. Isto faz sentido na suposição tácita habitual ligada a quase todo discurso sobre assuntos internacionais: nós somos donos do mundo, então o que importa o que os outros pensam? Eles são “unpeople” (não-pessoas), para usar o termo empregado pelo historiador diplomático britânico Mark Curtis em sua obra sobre os crimes do império britânico.

    Rotineiramente, os americanos se juntam aos iraquianos na condição de não-pessoas. Suas preferências também não dão opções.

    (O livro mais recente de Noam Chomsky é “What We Say Goes: Conversations on U.S. Power in a Changing World”. Chomsky é professor emérito de lingüística e filosofia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, em Cambridge.)

    http://noticias.uol.com.br/ultnot/2008/03/19/ult23u1521.jhtm

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  • 21/03/2008 - 00:40
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Po gostei do negao!
    da’ duro neles negao!
    Eu tambem tenho na escola do meu filho um dos pais do amiguinho dele e’ piloto de helicoptero e ja’ esta’ no iraque pela terceira vez.
    Sempre que volta e conversamos ele nunca, jamais, falou mal do inimigo ou de maneira pejorativa. Pelo contrario, sempre preocupado com o futuro do povo do iraque.

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  • 21/03/2008 - 02:21
    Enviado por: Antonio CB

    Adriana,

    Perdi o comentário que tinha feito anteriormente. Não salvei o rascunho ao enviá-lo.

    Mas, resumindo, independentemente da indicação americana – acredito que no final dará Hillary – pois a nação não quer mais 100 anos de sofrimento e angústia.

    Assim os Pombos terão que dialogar com o país persa. É a maior e mais influente força no OM. A paz passa por Teerã.

    A Rússia caminha para uma integração energética com a UE, e, fatalmente, a longo prazo pertencerá à essa última. Caso os EUA gostem ou não.

    Caberá sim, a Rússia e aos EUA distencionar as relações Israel-Pérsia. Ambos países só tem a ganhar. A meu ver os primeiros passos já foram dados timidamente pelo governo de Teerã ao aproximar-se do Iraque e acenar, mesmo que timidamente, tanto aos EUA quanto à Israel.

    Cabe ao Irã, colocar talvez um pouco mais de ênfase nas intenções. Por outro lado, Israel não pode achar que ficará eternamente como o único aliado preferencial do país do norte. A população iraniana é grande e a demanda por bens e serviços tende só a aumentar. Esse é um mercado que interessa aos EUA.

    Quanto à fornecimento de petróleo, a Rússia é auto-suficiente e possui as maiores reservas mundiais – ou seja não precisa das reservas iranianas-.
    Nesse sentido os EUA devem fazer prevalecer a política do “diálogo” com seus novos parceiros e fazer fingar o interesse de ambos. É uma união que tem tudo para dar certo.

    O Irã tem mercado e os EUA tem produtos.
    O quarteto EUA-Israel-Rússia-Irã tem tudo para dar certo em termos de parceria econômica. Cabe aos atores jogar limpo e de forma a não cometer deslizes.
    O mundo inteiro agradece.

    Um abraço,

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  • 21/03/2008 - 02:24
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Negao, vamos fazer um piquenique? Gostei de voce!

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  • 21/03/2008 - 02:33
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Estou com o meu mercado aberto.

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  • 21/03/2008 - 02:45
    Enviado por: Antonio CB

    Adriana,

    Complementando o raciocínio, vejo como fundamental o estado Iraniano reconhecer o estado Israelense bem como seu direito à existência e à segurança interna. Por outro lado cabe a Israel reconhecer a prática de discriminação contra o povo palestino. Esses passos são fundamentias para que movimentos supostamente apoiados por Teerã – Hamas, Hezbollah e outros – passem a entender o posição clara Iraniana, enxergem Israel como um estado legal a ser respeitado, e deixem de praticar atos militares ou quiasquer tipos de escaramuças assemelhadas a tal.
    Israel, por seu lado, relaxaria a situação de confrontação e asfixiamento constante da população palestina, paulatinamente incorporando a população hoje restrita aos campos de refugiados – faixa de gaza – à sua população.

    Pode ser difícil, mas esse é o caminho a ser trilhado pelos homens de inteligência e visão de ambos os lados.

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  • 21/03/2008 - 05:17
    Enviado por: Máiquel

    Podiam mostrar também,para chocar o povo americano e ver se ele reaje, são as consequências dessa guerra estúpida (como toda guerra,afinal) para os soldados americanos. Muitos deles se suicidam quando voltam para casa,ao caírem na real,com profundos traumas e marcas físicas e psíquicas que ficam para sempre.
    VAMOS ACABAR COM AS GUERRAS!!
    SIM AO DESARMAMENTO !!!

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  • 21/03/2008 - 05:46
    Enviado por: Máiquel

    BRAVOS,BRAVíSSIMOS !

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  • 21/03/2008 - 05:53
    Enviado por: Máiquel

    O “fã do Bush” diz que os planos de Saddam era destruir totalmente Israel.

    Ele acredita realmente nessa história ??

    Está brincando com o sério,não é possível.

    Meu,antes de algum ditador tentar destruir Israel ele se destruirá sozinho.

    Israele tem milhões de vezes mais chances de destruir quem quer que seja do que o contrário.

    Fica tranquilo,meu.

    Entendeu bem ?

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  • 21/03/2008 - 05:59
    Enviado por: Máiquel

    Adriana, meus parabéns por mostrar uma foto que diz tudo a respeito de guerra.

    DIGAMOS NÃO à BARBáRIE !

    Resposta: Obrigada, meu caro. E vamos tentar manter comentários construtivos. Grande abraço! Adriana

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  • 21/03/2008 - 08:12
    Enviado por: Linda

    Concordo!!!
    Um dos argumentos da esquerda “radical” em Israel é o conto da carochinha de apenas se defenderem no conflito,porque Saddam (que já tá morto e esquecido) visava eliminar o estado israelense.
    Quem é da direita sabe que não é verdade e não se faz de coitadinho!!!!
    É típico das esquerdas,incluindo neoliberais, se acharem sempre vítimas e nunca agressores.

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  • 21/03/2008 - 08:13
    Enviado por: Linda

    Concordo!!!
    Um dos argumentos da esquerda “radical” em Israel é o conto da carochinha de apenas se defenderem no conflito,porque Saddam (que já tá morto e esquecido) visava eliminar o estado israelense.
    Quem é da direita sabe que não é verdade e não se faz de coitadinho!!!!
    É típico das esquerdas,incluindo neoliberais, se acharem sempre vítimas e nunca agressores.

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  • 21/03/2008 - 08:51
    Enviado por: Danilo

    O fato é que não há como estabelecer regras para ingerência externa na política de um pais. As ingerências são sempre por razões de interesses, mas algumas são benéficas. No caso do Iraque, acho que foi benéfica a ingerência americana, pois agora os oprimidos podem lutar pela sua independência. No tempo de Sadam, era opressão brutal e sem alternativa. Como eu gostaria que o Brasil fosse invadido por uma superpotência que implantasse leis civilizadas em nosso pais. A começar por uma legislação severa para os motoristas. Isto evitaria este genocídio anual que ocorre nas estradas brasileiras por irresponsáveis motoristas.

    Resposta: Danilo, não diga isso. Você não imagina o que é viver sob uma guerra. A ONU foi criada após a 2ª Guerra Mundial justamente para constituir um fórum onde as nações pudessem resolver suas diferenças e evitar os conflitos. A organização, talvez, não tenha amadurecido o suficiente ainda, tenha crescido tanto que perdeu o controle e se enrolado na própria burocracia, e, por isso, seja urgente sua reforma, já em curso, principalmente a ampliação do Conselho de Segurança. Mas continua sendo uma grande idéia. Abs.

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  • 21/03/2008 - 10:17
    Enviado por: Ally

    Osvaldo Camargo, é muito mais ecônomico comprar petróleo do que iniciar uma guerra para garantir o fornecimento do mesmo. Esta de que o os EUA invadiram o Iraque por causa do petróleo é pura fantasia.
    Sadam tinha que ser removido do poder. Agora se os EUA fizeram isso da maneira certa o errada é outra questão. Esta do petróleo só cola com os desinformados.

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  • 21/03/2008 - 10:32
    Enviado por: Ally

    Sebastião, que absurdo! Israel fazendo genocídio em Gaza? Comparando Israel ao regime brutal que foi o nazismo? Não é possível! Quanta besteira e falta de conhecimento!
    Por favor vá se informar com o que realmente acontece em Gaza em Israel. O grande problema do povo palestino é que ninguém se importa com ele. É conveniente que continuem na míseria para serem usados como desculpa por países fánaticos atacarem Israel.
    Israel já deu muitos passos para terminar este conflito, mas facções terroristas como Hamas e Hezbollah só querem a destruição do estado de Israel.ESTATUTO DE HAMAS, declara a destruição do Estado de Israel. O mundo deveria se alinhar com a única democracia no Oriente Médio. Estas críticas sem fundamentos só ajudam a alimentar o terror, não só em Israel, mas no mundo dando força a assassinos e terroristas. Que só tem um interesse: transformar o mundo e uma grande nação islâmica.

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  • 21/03/2008 - 11:42
    Enviado por: Marcos L. S.

    Ally

    Eu não acredito que os EUA, tenham feito guerra contra o Iraque por causa do “sadismo” do Sr. S. Hussein.
    Até porque os EUA os apoiaram (e ao Sr. Saddam) entre 1980 e 1990 na guerra (Irã x Iraque), quando achavam por bem verem, digamos “enfraquecidas” as aspirações da “Revolução Islâmica” que destronara o Xá Reza Pahlevi.
    Então com a desculpa de 11/09 somadas as “tais” armas de destruição em massa que nunca foram encontradas, os EUA em 2003 invadiram o Iraque, para pegar o petróleo e “mostrar” serviço p/ o tonto do povo Americano.

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  • 21/03/2008 - 12:57
    Enviado por: Ferdinando Cresce

    Excelente idéia.Porem tem que contar primeiro a quantidade de civis mortos em Cuba e na Colômbia. Aí, sim, e informar de quem é a responsabilidade. Aí, então, chamar o pessoal dos direitos humanos e pedir para que entre com ações na justiça, a fim de punir, inclusive os artistas e arquitetos que apoiaram a causa comunista, né não pessoal?

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  • 21/03/2008 - 12:59
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Valeu Karlos!
    Mas ja’ aviso que esses caras sao da turma de “espalho o que eu ouvi no buteco”.

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  • 21/03/2008 - 15:04
    Enviado por: Vitor

    O assunto do post é : Civis Iraquianos Mortos

    Não interessa se são os americanos que os estão matando, não interessa se eles se matam a si mesmos.
    A conclusão que podemos chegar é:
    Á conta desta guerra ilegal ( imagina se algum país invadisse os eua por não gostarem do bush), que foi o que eles fizeram, não gostavam do saddam e invadiram seu país.
    Os milhares de mortos civis são culpa dos eua sim, se eles e seus capachos não estivesse lá, eu duvido que essa cifra de mortos estava assim tão alta.
    Jamais, no tempo do saddam, se assassinou mais de 120 mil civis, esse numero era infinitamente menor…talvez na casa das centenas.
    Jamais, no tempo do saddam, haviam tantos iraquianos refugiados ou deslocados de suas regiões natais.
    Os defensores desta guerra sabem perfeitamente que foi um guerra ilegal e na base da mentira.
    Mas como são tão obtusos quadrados, não querem enxergar o que é um dado adquirido.

    VM

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  • 21/03/2008 - 15:35
    Enviado por: BARACK OBAMA E O RACISMO

    BARACK OBAMA E O RACISMO: O SONHO DE ALGUNS NÃO PRECISA SER CONQUISTADO À CUSTA DO SONHO DOS DIFERENTES

    O senador Barack Obama conquistou um importante apoio: o do governador Bill Richardson, do Novo México, provável candidato a vice-presidente se Obama for o escolhido do Partido Democrata. Richardson, além de amplo conhecimento em política externa, tem experiência administrativa e é hispânico. Ou seja, em eleições gerais pode atrair um bloco de eleitores essencial para vencer em estados como o Arizona, o Novo México, o Texas e a Califórnia.

    Abaixo, reprodução da íntegra do discurso de Barack Obama sobre questões raciais nos Estados Unidos, que encerram idéias que se aplicam inclusive ao Brasil. Vale a pena ler, imprimir, espalhar e reproduzir. A tradução, como sempre, é amadora.

    Fala, Obama:

    “Nós, o povo, com o objetivo de formar uma União mais perfeita.

    Duzentos e vinte e um anos atrás, em um salão que ainda existe do outro lado da rua, um grupo de homens se reuniu e, com estas palavras simples, lançou a improvável experiência em democracia dos Estados Unidos. Agricultores e estudiosos; estadistas e patriotas que atravessaram um oceano para escapar da tirania e de perseguição religiosa finalmente leram sua verdadeira declaração de Independência numa convenção da Filadélfia que atravessou a primavera de 1787.

    O documento que eles produziram eventualmente foi assinado, mas nunca concluído. Foi manchado pelo pecado original desta nação, a escravidão, uma questão que dividiu as colônias e levou a convenção a um impasse, até que os fundadores decidiram permitir que o comércio de escravos continuasse por mais vinte anos, deixando qualquer resolução final para as futuras gerações.

    Naturalmente, a resposta para a questão da escravidão já estava contemplada em nossa Constituição – uma Constituição que tinha em seu núcleo a igualdade dos cidadãos diante da lei; uma Constituição que prometeu ao povo liberdade, justiça e uma união que poderia e deveria ser aperfeiçoada com a passagem do tempo.

    E ainda assim palavras em um pergaminho não foram suficientes para livrar os escravos da servidão, ou garantir a homens e mulheres de todas as cores e credos seus direitos e obrigações como cidadãos dos Estados Unidos. Seriam necessárias gerações sucessivas de americanos dispostos a fazer sua parte – através de protestos e lutas, nas ruas e nos tribunais, em uma guerra civil e com desobediência civil e sempre correndo grande risco – para reduzir a distância entre a promessa de nossos ideais e a realidade de seu tempo.

    Esse foi um dos objetivos estabelecidos no início desta campanha – continuar a longa marcha daqueles que vieram antes de nós, a marcha pelos Estados Unidos mais justos, mais iguais, mais livres, mais acolhedores e mais prósperos.

    Eu decidi concorrer à presidência nesse momento da História porque acredito profundamente que não podemos enfrentar os desafios de nosso tempo a não ser que o façamos juntos – a não ser que aperfeiçoemos nossa União entendendo que podemos ter origens diferentes, mas temos também esperanças comuns; que não somos parecidos, nem viemos dos mesmos lugares, mas todos queremos ir na mesma direção – em busca de um futuro melhor para nossos filhos e netos.

    Essa crença vem de minha fé indossolúvel na decência e na generosidade do povo americano. Mas também vem de minha própria história.

    Sou filho de um homem negro do Quênia e de uma mulher branca do Kansas. Fui criado com a ajuda de um avô branco que sovreviveu à Depressão e lutou no exército de Patton durante a Segunda Guerra Mundial e de uma avó branca que trabalhou numa fábrica de bombardeiros em Fort Leavenworth enquanto o marido estava além-mar. Fui a algumas das melhores escolas dos Estados Unidos e vivi em uma das nações mais pobres do mundo. Sou casado com uma negra americana que carrega nela o sangue de escravos e donos de escravos – uma herança que passamos às nossas duas preciosas filhas. Eu tenho irmãos, irmãs, sobrinhas, sobrinhos, tios e primos de todas as raças e tons de pele, espalhados em três continentes e, enquanto viver, jamais vou esquecer que em nenhum outro lugar da Terra minha história seria possível.

    É uma história que não me tornou o candidato mais convencional. Mas é uma história que introduziu em minha herança genética a idéia de que esta Nação é mais do que a soma de suas partes – de todas as que existem, somos verdadeiramente únicos.

    Ao longo do primeiro ano desta campanha, contra todas as previsões, vimos a fome do povo americano pela mensagem de unidade. Apesar da tentação de ver minha candidatura puramente através de lentes raciais, conseguimos grandes vitórias em estados com algumas das populações mais brancas do país. Na Carolina do Sul, onde a bandeira da Confederação ainda tremula, construímos uma poderosa coalizão de afroamericanos e americanos brancos.

    Isso não significa negar que a questão racial faz parte de nossa campanha. Em vários estágios, alguns comentaristas me chamaram ou de muito negro ou de não suficientemente negro. Vimos tensões raciais emergir durante a semana que antecedeu as prévias da Carolina do Sul. A mídia rastreou todas as pesquisas de boca-de-urna em busca de indícios de polarização racial, não apenas em termos de brancos e negros, mas negros e morenos também.

    Ainda assim, apenas nas semanas mais recentes o debate racial tomou um caminho particularmente divisionista.

    De um lado, ouvimos a sugestão de que minha candidatura de alguma forma é um exercício de política de ação afirmativa; que se baseia somente no desejo de liberais de comprar reconciliação racial pagando pouco. De outro lado ouvimos meu ex-pastor, o reverendo Jeremiah Wright, usar linguagem incendiária para expressar opiniões que têm o potencial não só de aumentar a divisão racial, mas de denegrir tanto a grandeza quanto a bondade de nossa Nação; e isso ofendeu tanto brancos quanto negros.

    Já condenei, de forma inequívoca, as declarações do reverendo Wright que causaram tal controvérsia. Para alguns, algumas dúvidas persistem. Eu sabia que ele foi ocasionalmente um crítico feroz da política doméstica e exterior dos Estados Unidos? Naturalmente. Alguma vez ouvi declarações controversas dele enquanto estava na igreja? Sim. Discordei fortemente de muitas das opiniões políticas dele? Claramente – assim como muitos de vocês já ouviram declarações de seus pastores, padres ou rabinos das quais discordaram frontalmente.

    Mas as declarações que causaram a recente tempestade não foram simplesmente controversas. Não foram apenas resultado da tentativa de um líder religioso de falar contra uma injustiça. Em vez disso, expressaram uma visão distorcida deste país – uma visão em que o racismo branco é endêmico, que eleva o que está errado com os Estados Unidos acima de tudo o que está certo; uma visão que vê os conflitos no Oriente Médio primariamente como resultado das ações de aliados como Israel, em vez de emanados da ideologia perversa e odiosa do islamismo radical.

    Assim sendo, as declarações do reverendo Wright não foram apenas errôneas, mas divisivas, divisivas em um período em que precisamos de unidade; tingidas racialmente em um momento em que precisamos de união para confrontar uma série de problemas monumentais – duas guerras, a ameaça terrorista, uma economia decadente, uma crise de saúde pública e mudanças no clima potencialmente devastadoras; problemas que não são de negros, brancos, latinos ou asiáticos, mas problemas que desafiam a todos nós.

    Dada minha origem, minha carreira política e meus valores e ideais, não há dúvida de que haverá aqueles para os quais minhas declarações e condenações não são suficientes. Por que me associei com o reverendo Wright? Por que não procurei outra igreja? Confesso que se tudo o que eu conhecesse do reverendo Wright fossem os trechos de sermões repetidos continuamente na televisão e no You Tube – ou se a Igreja Unida da Trindade fosse a caricatura vendida por alguns comentaristas – não há dúvida de que reagiria da mesma forma.

    Mas a verdade é que isso não é tudo o que conheço do homem. O homem que encontrei há mais de vinte anos é o homem que me ajudou a adotar a fé cristã; o homem que falou de nossa obrigação de amar uns aos outros; de cuidar dos doentes e ajudar aos pobres. Ele é um homem que serviu a este país como fuzileiro naval; que estudou e deu palestras em algumas das mais importantes universidades e seminários e que por mais de trinta anos dirigiu uma igreja que serviu à comunidade fazendo na terra o trabalho de Deus – ao abrigar os sem-teto, alimentar os necessitados, dar creche e bolsas de estudo, pregar nas prisões e sair em busca daqueles que sofrem de AIDS.

    Em meu primeiro livro, Sonhos de Meu Pai, descrevi a experiência de meu primeiro culto:

    “Fiéis começaram a gritar, a se levantar dos assentos e a bater palmas, como se um vento carregasse as palavras do reverendo pela igreja… E naquela simples nota – esperança! – eu ouvi algo diferente; aos pés da cruz, dentro das milhares de igrejas de toda a cidade, eu pensei nas histórias comuns das pessoas negras se fundindo com as de Davi e Golias, de Moisés e do Faraó, dos cristãos nas jaulas dos leões, do campo de ossos secos de Ezequiel. Essas histórias – de sobrevivência e liberdade e esperança – se tornaram nossas histórias, minha história; o sangue que foi derramado foi nosso sangue, as lágrimas nossas lágrimas; assim que aquela igreja negra, naquele dia claro, parecia ser de novo uma nave carregando a história de nosso povo para futuras gerações e para um mundo mais amplo. Nossas atribulações e triunfos, ao mesmo tempo únicas e universais, negras e mais do que negras. Ao descrever nossa história, os episódios e a música nos permitiram resgatar memórias das quais não tínhamos vergonha… memórias que todos poderiam estudar e celebrar – e com as quais poderíamos começar a reconstrução.”

    Essa tem sido minha experiência na Trindade. Como em outras igrejas proeminentes de todo o país, a Trindade encampa toda a comunidade negra – o doutor e a mãe que depende de ajuda pública, o estudante modelo e o ex-bandido. Como outras igrejas negras, os cultos da Trindade são cheios de gargalhadas e algumas vezes de humor vulgar. São repletos de dança, de palmas, de gritos – que podem assustar ouvidos não acostumados. A igreja contém em si toda a bondade e a crueldade, a tremenda inteligência e a chocante ignorância, as lutas e sucessos, o amor e, sim, a amargura e o preconceito que fazem parte da experiência negra americana.

    E talvez isso ajude a explicar meu relacionamento com o reverendo Wright. Ele pode ter sido imperfeito, mas é como um integrante da família. Ele reforçou minha fé, celebrou meu casamento e batizou minhas crianças. Nunca ouvi em minhas conversas com ele qualquer referência a grupos étnicos em termos depreciativos; nunca o vi tratar os brancos que não fosse com cortesia e respeito. Ele carrega as contradições – as boas e as ruins – da comunidade à qual serviu com dedicação por tantos anos.

    Não posso deserdá-lo assim como não posso deserdar a comunidade negra. Não posso deserdá-lo assim como não posso fazer isso com minha avó branca – a mulher que ajudou a me criar, a mulher que se sacrificou continuamente por mim, a mulher que me ama mais do que a qualquer coisa nesse mundo, a mesma mulher que certa vez confessou ter medo de homens negros que passavam por ela nas ruas, e que em mais de uma ocasião repetiu estereótipos raciais ou étnicos que me espantaram.

    Essas pessoas fazem parte de mim. E são parte dos Estados Unidos, um país que eu amo.

    Há os que vão ver nisso uma tentativa de justificar ou desculpar comentários que são indesculpáveis. Posso garantir que não se trata disso. O mais seguro politicamente talvez fosse mudar de assunto e esperar que o episódio fosse esquecido. Podemos simplesmente considerar o reverendo Wright um caduco ou demagogo, da mesma forma que Geraldine Ferraro foi desprezada logo depois de suas declarações recentes, como se abrigasse um profundo preconceito racial. Mas acredito que a questão racial não pode ser simplesmente ignorada. Cometeríamos o mesmo erro que o reverendo Wright cometeu em seus sermões ofensivos sobre os Estados Unidos – simplificar, estereotipar e amplificar os pontos negativos que distorcem a realidade.

    O fato é que os comentários que foram feitos e as questões que surgiram nas últimas semanas refletem as complexidades da questão racial neste país, sobre as quais nunca realmente nos debruçamos – parte de nossa União que ainda precisamos aperfeiçoar. Se nos afastarmos agora, se simplesmente recuarmos cada qual para seu canto, nunca conseguiremos nos unir e enfrentar os desafios na saúde, na educação, a necessidade de conseguir bons empregos para todos os americanos.

    Entender essa realidade requer relembrar como chegamos até aqui. Como William Faulkner uma vez escreveu, “o passado não está morto e enterrado. Na verdade, ele nem mesmo passou.” Não precisamos repetir aqui a história da injustiça racial nesse país. Mas precisamos relembrar que muitas das disparidades que existem hoje na comunidade afroamericana podem ser ligadas diretamente a gerações passadas que sofreram o legado brutal da escravidão e de Jim Crow.

    Escolas segregadas eram e são escolas inferiores; ainda não foram consertadas, cinquenta anos depois do caso Brown v. Board of Education – e a educação de baixa qualidade que ofereceram e oferecem ajuda a explicar a diferença entre as conquistas de estudantes brancos e negros.

    Discriminação legalizada – quando negros foram impedidos, muitas vezes através de violência, de ter posse de propriedade, de receber empréstimos, de ter acesso às hipotecas da agência de habitação, ou foram excluídos de sindicatos, da força policial, do corpo de bombeiros – significa que famílias negras não puderam acumular qualquer riqueza para passar a futuras gerações. Essa história ajuda a explicar a diferença de renda entre negros e brancos e os bolsões de pobreza que persistem hoje em comunidades rurais e urbanas.

    A falta de oportunidade econômica para homens negros, a vergonha e a frustração de não poder sustentar os próprios filhos contribuíram para a erosão das famílias negras – um problema que as políticas oficiais de ajuda podem ter contribuído para aprofundar. E a falta de serviços básicos para tantos bairros negros urbanos – parques para crianças, policiamento, coleta regular de lixo – ajudou a criar um ciclo de violência e uma negligência que continua a nos assombrar.

    Essa é a realidade na qual o reverendo Wright e outros afroamericanos desta geração cresceram. Eles se tornaram adultos no final dos anos 50 e nos anos 60, uma época em que ainda havia segregação oficial e as oportunidades eram sistematicamente negadas. O que impressiona não é quantos fracassaram diante da discriminação, mas quantos homens e mulheres venceram; o que impressiona é quantos conseguiram abrir um caminho num beco sem saída para pessoas que viriam depois, como eu.

    Mas para todos aqueles que se esfolaram com o objetivo de conseguir uma fatia do sonho americano, houve muitos que não conseguiram – aqueles que foram derrotados, de uma maneira ou de outra, pela discriminação. Esse legado de derrota foi passado adiante para futuras gerações – aqueles meninos e crescentemente meninas que vemos nas esquinas ou nas prisões, sem esperança ou perspectiva de futuro. Mesmo para os negros que avançaram, as questões relativas ao racismo continuam a definir o modo de ver o mundo de forma fundamental. Para os homens e mulheres da geração do reverendo Wright, as memórias de humilhação e dúvida e medo não sumiram; nem a raiva e a amargura daqueles anos. Essa raiva pode não ser expressa publicamente, diante de colegas de trabalho brancos ou amigos brancos. Mas encontra seu caminho nas cadeiras do barbeiro ou na mesa da cozinha. Em certas ocasiões, esse ressentimento é explorado por políticos, para ganhar votos em discursos com tons raciais ou para encobrir os próprios defeitos dos candidatos.

    Ocasionalmente, esse ressentimento encontra caminho na igreja, no púlpito e na platéia. O fato de que tanta gente fica surpresa de ouvir a raiva expressa em alguns dos sermões do reverendo Wright nos relembra do antigo truísmo, segundo o qual a hora mais segregada da vida americana ocorre aos domingos de manhã. Esse ressentimento nem sempre é produtivo; na verdade, muitas vezes nos distrai da resolução de problemas reais; evita que encaremos nossa cumplicidade com essa situação e que a comunidade afroamericana faça as alianças necessárias para provocar mudanças reais. Mas a raiva é verdadeira; é poderosa; e simplesmente desejar que ela suma ou condená-la sem entender as raízes apenas serve para aumentar o desentendimento que existe entre as raças.

    Na verdade, uma raiva similar existe em segmentos da comunidade branca. A maior parte dos trabalhadores e da classe média branca não acredita que foi privilegiada pela cor da pele. A experiência deles é a dos imigrantes – não receberam nada de graça, construíram tudo do nada. Trabalharam duro por toda a vida, muitas vezes apenas para assistir seus empregos sendo mandados para o exterior, suas aposentadorias sumirem depois de uma vida de trabalho. Eles estão ansiosos quanto ao futuro e sentem que o sonho não está se tornando realidade; numa era de salários estagnados e de competição global, as oportunidades são como um jogo de soma zero, nas quais o sonho de um é realizado às custas do outro. Assim, quando precisam mandar seus filhos de ônibus para uma escola [racialmente integrada] do outro lado da cidade; quando ouvem que um afroamericano tem vantagem para conseguir um emprego ou uma vaga na faculdade por causa de uma injustiça que eles nunca cometeram; quando alguém diz a eles que o medo do crime em vizinhanças urbanas é expressão de discriminação, o ressentimento aparece; e cresce com o tempo.

    Assim como na comunidade negra, esse ressentimento nem sempre se expressa de forma educada. Mas ajudou a construir o cenário político por pelo menos uma geração. O desprezo pelos programas sociais e pelas cotas raciais ajudou a forjar a coalizão de [Ronald] Reagan. Os políticos rotineiramente exploraram o medo do crime para seus próprios objetivos. Apresentadores de talk-shows e comentaristas conservadores fizeram carreiras desmascarando falsas acusações de racismo, ao mesmo tempo em que desprezavam discussões legítimas sobre injustiça e desigualdade racial como mera expressão do politicamente correto ou de racismo reverso.

    Assim como a raiva dos negros se mostrou contraproducente, o ressentimento dos brancos nos desviou de identificar os verdadeiros culpados pelo aperto da classe média – uma cultura corporativa contaminada pelo uso de informações privilegiadas, pela contabilidade qüestionável e pela ambição desmedida; Washington dominada por lobistas e grupos de defesa de interesses especiais; uma política econômica que favorece poucos em detrimento da maioria. Ainda assim, desejar que o ressentimento dos brancos simplesmente desapareça, rotulá-lo de equivocado ou mesmo racista, sem reconhecer que há uma preocupação legítima – isso também aumenta o fosso racial e bloqueia o caminho do entendimento.

    É onde estamos hoje. É o impasse racial em que nos encontramos. Ao contrário do que dizem meus críticos, brancos e negros, nunca fui ingênuo de acreditar que podemos acabar com nossas divisões em uma eleição, com uma única candidatura – particularmente uma candidatura tão imperfeita quanto a minha.

    Mas reafirmei minha convicção – uma convicção que tem raízes em minha fé em Deus e no povo americano – de que, trabalhando juntos, podemos ir além de nossas feridas raciais; e de que não temos outra escolha a não ser continuar na busca por uma União mais perfeita.

    Para a comunidade afroamericana, esse caminho significa abraçar o peso de nosso passado sem se tornar vítima dele. Significa continuar a insistir em Justiça em todos os aspectos da vida americana. Mas também significa amarrar nossos objetivos particulares – por melhor saúde, melhores escolas e melhores empregos – à aspiração de todos os americanos – da mulher que quer romper o teto da ascensão social, do homem branco que foi demitido, do imigrante que tenta alimentar sua família. E também significa assumir responsabilidade por nossas vidas – exigindo mais dos pais, passando mais tempo com nossas crianças, lendo para elas, ensinando-as que assim como elas podem vir a enfrentar desafios e discriminação em suas próprias vidas, nunca devem sucumbir ao desespero e ao cinismo; e ensinar que podem escrever seu próprio destino.

    Ironicamente, essa noção essencialmente americana – e, sim, conservadora – de auto-ajuda, freqüentemente se expressa nos sermões do reverendo Wright. Mas o que o meu ex-pastor não entendeu é que embarcar em um programa de auto-ajuda requer a crença de que uma sociedade pode mudar.

    O erro profundo nos sermões do reverendo Wright não é que ele falou sobre racismo em nossa sociedade. É que ele falou de nossa sociedade como se fosse estática; como se não tivesse havido progresso; como se esse país – um país que tornou possível a um integrante da congregação do reverendo concorrer ao cargo mais importante da nação e a construir uma coalizão de brancos e negros, latinos e asiáticos, ricos e pobres, jovens e idosos – estivesse irrevogavelmente ligado a seu passado trágico. Mas o que sabemos – e o que vimos – é que os Estados Unidos podem mudar. Essa é a genialidade dessa nação. O que já avançamos nos dá esperança – a audácia da esperança – de que podemos e devemos obter novas conquistas amanhã.

    Na comunidade branca, o caminho para uma União mais perfeita requer reconhecer que o que prejudica a comunidade afroamericana não existe apenas no pensamento dos negros; que o legado da discriminação – e os atuais incidentes de discriminação, ainda que menos descarados que no passado – são reais e precisam ser enfrentados. Não apenas com palavras, mas com ações – investindo em nossas escolas e comunidades; dando a novas gerações acesso às oportunidades que faltaram para gerações anteriores. Isso requer que todos os americanos não acreditem que a realização de seus sonhos resulta da negação do sonho alheio; que investir em saúde, programas sociais e educação de crianças negras, morenas e brancas fará com que todos os Estados Unidos prosperem.

    No fim, o que é preciso é nada mais, nada menos, do que todas as grandes religiões do mundo exigem – que façamos pelos outros o que gostaríamos que fizessem por nós. Vamos cuidar de nossos irmãos, a Escritura nos diz. Vamos cuidar de nossas irmãs. Vamos descobrir o que há de comum entre nós e fazer com que nossa política reflita isso.

    Temos uma escolha nesse país. Podemos aceitar a política da qual brotam divisões, conflitos e cinismo. Podemos encarar a questão racial apenas como espetáculo – como no julgamento de OJ Simpson; ou depois de tragédias, como o Katrina; ou como produto para alimentar os telejornais noturnos. Podemos repetir os sermões do reverendo Wright em todos os canais, todos os dias, e falar deles até as eleições. Podemos tornar a única questão da campanha se o povo americano acredita que eu simpatizo ou não com as palavras mais ofensivas que ele disse. Podemos bater na gafe de algum apoiador da Hillary [Clinton] como prova de que ela está explorando a questão racial ou podemos especular se os homens brancos vão todos votar em John McCain nas eleições gerais, independentemente das propostas dele.

    Podemos fazer isso.

    Mas, se fizermos, digo a vocês que na próxima eleição o tema será alguma outra distração. E outra. E mais outra. E nada vai mudar.

    Essa é a opção. Ou, nessa hora, nessa eleição, podemos nos unir e dizer “não dessa vez.”

    Dessa vez queremos falar sobre as escolas que estão roubando o futuro de crianças negras e crianças brancas e crianças latinas e crianças asiáticas e crianças nativas. Dessa vez queremos rejeitar o cinismo que diz que nossos filhos não podem aprender; que crianças que não se parecem conosco não são problema nosso. As crianças dos Estados Unidos não são aquelas crianças, elas são nossas – e não vamos deixá-las ficar para trás na economia do século 21. Dessa vez não.

    Dessa vez queremos falar sobre as filas no pronto socorro cheias de brancos e negros e hispânicos que não têm seguro de saúde; que não tem poder para enfrentar os lobistas em Washington, mas que podem enfrentá-los, sim, se fizermos isso juntos.

    Dessa vez podemos falar das fábricas fechadas que no passado deram uma vida decente a homens e mulheres de todas as raças, e das casas à venda que um dia pertenceram a americanos de todas as religiões, de todas as regiões, de todas as profissões. Dessa vez queremos falar sobre o fato de que o problema verdadeiro não é que alguém que não se parece comigo conseguiu um emprego; é que as corporações para as quais você trabalha despacham os empregos para o exterior pensando só em lucro.

    Dessa vez queremos falar sobre os homens e as mulheres de todas as cores e credos que servem juntos, que lutam juntos, que sangram juntos sob a mesma bandeira orgulhosa. Queremos falar sobre como trazê-los de volta para casa de uma guerra que nunca deveria ter sido autorizada, que nunca deveria ter sido lutada; queremos falar sobre como demonstrar patriotismo cuidando deles e de suas famílias, dando a eles os benefícios que conquistaram.

    Eu não estaria concorrendo a presidente se eu não acreditasse em meu coração que é isso o que quer a vasta maioria dos americanos. Essa União pode nunca se tornar perfeita, mas geração após geração demonstrou que ela pode ser aperfeiçoada. E hoje, quando quer que eu sinta dúvida ou cinismo em relação a essa possibilidade, o que me dá esperança é a próxima geração – os jovens cujas atitudes e crenças e aceitação de mudança já fizeram história nessa campanha.

    Há um caso em particular que eu gostaria de contar a vocês hoje – uma história que eu contei quando tive a honra de falar em homenagem ao aniversário do Dr. [Martin Luther] King na igreja dele, a Ebenezer Batista, em Atlanta.

    Há uma jovem branca de 23 anos de idade chamada Ashley Baia, que ajudou a organizar nossa campanha em Florence, na Carolina do Sul. Ela trabalhou especialmente em uma comunidade afroamericana desde o início da campanha e, um dia, numa discussão, todos os voluntários contaram suas histórias e explicaram porque estavam lá.

    Ashley disse que quando tinha nove anos de idade a mãe soube que tinha câncer. Por causa disso perdeu alguns dias de trabalho, foi demitida e ficou sem o seguro de saúde. A família precisou declarar falência e foi então que Ashley decidiu que tinha de fazer algo pela mãe.

    Ela sabia que a comida era um dos maiores gastos da família e convenceu a mãe de que gostava muito e só queria comer sanduíches de mostarda e picles. Era a forma mais barata de se alimentar.

    Fez isso durante um ano, até que a mãe melhorou; Ashley contou aos que participavam da conversa que a razão pela qual ela havia se juntado à campanha era para ajudar milhões de outras crianças do país que queriam e precisavam auxiliar os pais.

    Ashley poderia ter feito outra escolha. Quem sabe alguém disse a ela que a fonte dos problemas da mãe eram os negros que dependiam de ajuda do governo e eram muito preguiçosos para trabalhar, ou hispânicos que estavam no país ilegalmente. Mas não foi essa a escolha dela. Ashley buscou aliados em sua luta contra a injustiça.

    Assim que acabou de contar sua história, Ashley perguntou a outros presentes o motivo que os havia levado a entrar na campanha. Cada um tinha suas histórias e razões. Alguns citaram questões específicas. E finalmente chegaram a este senhor negro que tinha permanecido calado o tempo todo. Ashley perguntou porque ele estava lá. E ele não mencionou nada específico. Não falou em saúde ou economia. Não falou em educação ou na guerra. Não falou que estava lá por causa de Barack Obama. Ele simplesmente disse: “Estou aqui por causa da Ashley.” “Estou aqui por causa da Ashley.” Em si mesmo, esse momento de reconhecimento entre uma jovem branca e um velho negro não é suficiente. Não é suficiente para dar saúde aos doentes, empregos aos desempregados ou educação a nossas crianças.

    Mas é um começo. É assim que nossa União se torna mais forte. E assim como muitas gerações se deram conta, nos 221 anos que nos separam daquele grupo de patriotas que assinaram um documento na Filadélfia, é assim que a perfeição começa.”

    fonte:

    http://www.viomundo.com.br

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  • 21/03/2008 - 15:52
    Enviado por: Mondcivitano

    Cara Adriana,
    Ao olhar melhor os assuntos comentados em seu blog, pelos quais eu a parabenizo, penso o porquê de ter me detido durante tanto tempo no blog do Guterman.
    Espero que, ao contrário do colega citado, vc seja sábia e não pratique a censura por opiniões que possam divergir do seu ideário. E espero também que, ao contrário da srta. Patrícia, vc faça uso discernente da sua tesoura e “corte” os comentários e comentaristas afensivos, baderneiros e incivilizados. E também aqueles que escrevam em letras diferentes, garrafais e coloridas como forma de chamar uma atenção que, com certeza, não devem conseguir por seus próprios méritos intelectuais.
    Vejo que muitos colegas, orfãos dos citados blogs, já começaram a fazer comentários no seu blog. Isto é ótimo. Há muitos bons comentaristas, sérios e inteligentes entre eles. Mas tb existe um turba que ainda não descobriu que “liberdade” é apanágio dos que são “responsáveis”. Não pode haver democracia ou asseguração de direito sem ordem. Não no atual estágio da humanidade.
    No dia em que isso for possível e que o homem deixar de ser o animal destruidor e egoísta de nossos dias, talvez aí, e só então, teremos todas as utopias sociais materializadas em um mundo justo e meritório. Enquanto sonhamos, por favor, use da sua interferência sem dó. Qualquer dúvida sobre a realidade que comento é só dar uma olhadinha no caos vergonhoso em que foi transformado o blog da Patrícia Campos Mello. E isto se deveu em grande parte à sua própria omissão.
    Um abraço.

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  • 21/03/2008 - 15:53
    Enviado por: marckin

    Os Iraquianos que se fazem de homens bombas e se explodem dentro dos mercados no meio das populações civis inocentes é problema deles. Os inocentes civis que morrem por culpa das operações militares americanas é problema meu, seu e de todo o mundo civilizado, democrático e consciente.
    Simples assim!
    Quer que desenhe?

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  • 21/03/2008 - 16:03
    Enviado por: karlos batista

    Resposta: Karlos, gostaria de pedir que seus comentários sejam mais construtivos e menos ofensivos. Abraços.

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  • 21/03/2008 - 16:07
    Enviado por: marckin

    As forças armadas americanas funcionam mais ou menos como a polícia brasileira quando faz operação em morro carioca.
    Vem tiro lá de cima dado por ferozes traficante. Aí a polícia revida mandando tiro lá de baixo, com fuzil de assalto no modo automático, contra barraco de madeira em alvo não definido, o chamado tiro supressivo.
    No Brasil se chama bala perdida, no Iraque se chama dano colateral. E a culpa sempre é da criancinha que tava com a perna na hora errada no lugar errado e foi muída por uma bomba intelignete ou uma .50 . E ninguém vai abortar uma operação militar porque tem civil inocente na área que ninguém é de ferro, né?

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  • 21/03/2008 - 16:19
    Enviado por: Tene Cheba

    E o número de palestinos mortos? Não vale uma ONG? E as barbaridades das Farc, não vale UM CONTADOR? A invasão do Iraque, foi um ato cheio de mensagens. A primeira para o Irã, a segunda para os países que acobertam o grupo de Osama Bin Laden e finalmente para o estado terrorista da Coréia do Norte. O ser humano iraquiano, não tem nenhum valor agregado, nada que exista nele presta, primeiro Saddam, depois o mundo, provou esta verdade. Afinal, para quê existe a ONU? Não sei o que é pior, comunistas discursando ou, as mensagens de Osama. E o Brasil não mostra a sua cara, também até o cocaleiro Evo Hugo Morales, nos põe no bolso. Sempre aparecerá um Marx para aporrinhar nossa existência, sempre aparecerá um Lula para nos saquear, sempre aparecerá uma Matilde para solapar os discursos dos que prometiam a rigidez do caráter e não a flacidez da mão grande.

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  • 21/03/2008 - 16:23
    Enviado por: marckin

    Para quem não sabe, fogo supressivo é quando se dispara uma arma automática sem que se tenha um alvo definido com a intenção de manter a cabeça do inimigo abaixada, em geral para que haja evolução da tropa. O fogo supressivo é típico de uma operação de guerra clássica, onde tudo que está deste lado é amigo e tudo que está do outro é inimigo. Não deveria ser usada em guerra urbana ou em operação policial, já que coloca civis inocentes em risco. Guerra urbana e operações policiais deveriam ser feitas com a utilização de atiradores de escol ou franco atiradores, que só agiriam no caso de um alvo definido. A tropa então avançaria usando armas com menor poder de penetração (principalmente nas favelas) e também atirando em caso de alvo definido.

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  • 21/03/2008 - 16:26
    Enviado por: Vitor

    Karlos, voce é louco?
    Querer me convencer que eles já se estavam matando, pura imaginação.
    Os curdos se rebelaram e saddam mandou liquidar alguns, e daí??
    Quantos morreram? centenas…não milhares como diz.
    Oposição – Saddam mandou liquidar opositores e traidores á patria, e daí, algumas centenas……
    O iraque era o país mais prospero da zona, digo era, porque já não é mais.
    A invasão americana incendiou os atritos que existiam entre sunita e xiitas, o saddam sempre levou a coisa na balança….
    Fato: Justificativa para a invasão america!
    - Armas de destruição massiça, apoio á al-quaeda e terrorismo, o iraque coloca em causa a segurança dos eua.
    TUDO MENTIRA
    Nem um só terrorista tinha colocado os pés no iraque antes, muito menos a al-quaeda. Saddam e companhia não tinham nenhum tipo de ligação com eles.
    As armas de destruição não existiam, logo o iraque não representaria perigo imediato nem a longo prazo aos eua.
    Na sua cabaz inteligencia, qual o motivo da guerra então???
    NENHUM MEU AMIGO, NÃO HAVIA MOTIVO.
    SÓ SE FOSSE O OURO NEGRO.
    Foi uma guerra ilegal, sem o aval da ONU, unilateral.
    Nenhum país do mundo invade outro, de livre e expontanea vontade, para impor a sua DOUTRINA….a não ser os eua, que fizeram isso varias vezes ao longo do séc XX, e continuação no séc XXI.
    Portanto, que sosseguem os facho aqueles que concordaram com essa guerra.

    VM

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  • 21/03/2008 - 16:32
    Enviado por: Vitor

    Marckin, na sua magnifica inteligencia, diga-me entao como lidar com os problemas no rio, em particular nas favelas.
    Como avança a policia se nao tiver fogo de cobertura?
    Responda-me por favor.
    Eu sou novo, mas ja cumpri o serviço militar há 5 anos…que eu saiba, ainda entendo alguma coisa em estrategia de guerra e guerrilha urbana.
    Digo guerrilha, porque no rio, de fato, a policia lida com guerrilheiros.
    Em SP, não é mt diferente, mas ainda assim, a anos luz da agressividade dos traficantes.
    Explica aew vai…..

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  • 21/03/2008 - 16:35
    Enviado por: karlos batista

    É tem razão….
    Realmente você tem razão.
    O Sadam foi invadir a Arábia Saudita e fez uma guerra com o Irã,só para se distrair .
    Coisas de falta do que fazer…entende né…
    já que não tinham muitas criancinhas e curdos,para matar mais.
    Aqui chamamos de PAC.
    kkkk

    quer que soletre ou desenhe?
    abraços

    Resposta: Karlos, o Iraque teve o apoio dos EUA para invadir o Irã. Havia muita ideologia por trás do conflito – árabes x persas, Saddam x Khomaini (dois líderes locais que disputavam a liderança regional) – mas foi, principalmente, uma guerra territorial e econômica pelo controle do petróleo no Golfo (55% das certificadas reservas globais), como mostram historiadores como Bernard Lewis. Abs.

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  • 21/03/2008 - 16:40
    Enviado por: marckin

    O uso indiscrimanado do poder de fogo e de táticas da guerra clássica em uma operação policial e contraterrorismo em área urbana são os responsáveis pela maioria das mortes de civis tanto lá quanto cá.
    Acho estranho que alguns que comentam no blog só se horrorizem quando homens bomba se explodem, e acham perfeitamente normal e legítimo o dano colateral provocado por uma JDAM guiada por INS/GPS lançada por um F16 pilotado por um americano em país alheio que nunca fez nada aos EUA, a não ser ferir o orgulho do Buschi pai quando não deu continuidade a invasão em 91. Já que todo mundo sabe que era mentira a desculpa das armas de destruição em massa e que os crimes contra a humanidade perpetrados pelo ditador Saddan não seriam suficientes para fazer o governo americano perder uma noite sequer de sono de preocupação.

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  • 21/03/2008 - 16:41
    Enviado por: Vitor

    Arabia Saudita, não tenho conhecimento que o iraque tenha invadido essa nação……
    Mas deve ser só na sua infinita imaginação mesmo!

    VM

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  • 21/03/2008 - 16:41
    Enviado por: karlos batista

    em tempo..
    a foto divulgada pela blogueira foi feita por um REPÓRTER DE UM JORNAL AMERICANO.
    Para você deve ser normal…….é um dos que gostam e usufruem da democracia para combaterem-na.
    faça o mesmo ou apresente alguém do paraíso islâmico que faça o mesmo RESIDINDO LÁ.

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  • 21/03/2008 - 16:47
    Enviado por: Ally

    Marcos, os EUA foram atacados dentro do seu terrítorio pela Al Qaeda (que matou quase 3mil pessoas em NY). Atacaram NY a cidade mai internacional do mundo. Neste atentando, destas 3mil pessoas + ou – 235 eram estrangeiras. Os americanos já fizeram muitas besteiras (financiaram os talibãs contra a USSR, entre outras), mas tinham todo o direito de retalhar depois do 11/9 (que muitos gostam de dizer foi só uma desculpa ou pior um complô entre Israel e o governo Bush – que fantasia… gostaria de ver como reagiriam certas pessoas se um grupo terrorista matasse mais de 3mil pessoas dentro do próprio país.) e de acordo com os relátorios da CIA, o Iraque estava se tornando uma base de Al Qeda. Na época da invasão tudo indicava que Al Qeda mantnha contatos com Saddam Hussein.
    O Iraque era uma das maiores ameaças a existência de Israel. E se remover Sadam Hussein ajudou a eliminar uma ameaça contro este país, a invasão já se justifica. Sim, esta guerra deu mais força ao louco do presidente do Irã, que já fez o seu objetivo de vida a destruição de Israel. O mundo occidental que se considera civilizado deveria condenar este regime e fazer de tudo para garantir o direito a existência de Israel e não virar as costas a esta nação que como todas as nações tem o direito a vida.

    Para os mal-informados os xiitas e sunnis se matam a séculos. Até hoje mais de um milhão de árabes foram assassinados pelos próprios árabes. Alguém se lembra da carnecifina na Argélia?

    Resposta: O conflito na Argélia não se deu entre islâmicos, mas entre o Exército contra um grupo islâmico unificado. A Argélia é o mais conhecido caso em que o Exército de um país impediu um grupo islâmico de chegar ao poder, mesmo após obter maioria dos votos em eleições diretas. A Frente Islâmica de Salvação (FIS), uma coalizão de partidos islâmicos, hoje banida do país, teve 55% dos votos nas eleições locais, conquistando a maioria do Parlamento e seu candidato a presidente tornou-se o favorito. Quando os militares entraram em cena para impedir o avanço dos islâmicos, deram início a uma guerra civil que deixou 150 mil mortos.

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  • 21/03/2008 - 16:47
    Enviado por: Vitor

    Karlos, entenda uma coisa, eu não acho que os eua são responsaveis por TODOS os males do mundo (mas são por alguns, na casa dos 46% )
    Eu quero é combater firmemente, essa mania dos eua de invadirem paises soberanos, que não lhes infligiu nenhum ataque, nenhuma invasão de territorio americano.
    Eles sempre fazem isso, com a desculpa que querem “libertar” o país invadido, para impor a sua “democracia”
    Entendeu ou quer mais explicação?
    NÃO É UMA QUESTAO PESSOAL, É MUNDIAL.
    OK?

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  • 21/03/2008 - 16:48
    Enviado por: marckin

    Vitor,
    devo confessar que pela minha magnífica inteligência não saberia como fazer, mas com certeza sei como não fazer, e não é matando inocentes ou pelo menos os colocando em risco.
    É o preço que se paga para ser reconhecido como o “mocinho” e não como o “bandido”, a menos que estes rótulos não signifiquem nada e aí concordaria com sua mente brilhante e chutaria o pau da barraca.
    Você é que me parece extremamente inteligente, beirando a genialidade, e como serviu nas forças militares há 5 anos deve poder nos brindar com sua valorosa experiência em combate e, portanto lhe devolvo a pergunta.

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  • 21/03/2008 - 16:50
    Enviado por: Vitor

    aLLY, responda:
    O QUE O IRAQUE TEVE A VER COM OS ATENTADOS 9/11 ?
    Aguardo resposta.

    VM

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  • 21/03/2008 - 16:51
    Enviado por: Ally

    Vitor, o Iraque invadiu o Kuwait. A Arábia Saudita se sentiu ameaçada e foi logo pedir ajuda aos EUA, para proteger o seu território.

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  • 21/03/2008 - 16:52
    Enviado por: Ally

    vitor, já respondi.

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  • 21/03/2008 - 16:55
    Enviado por: le

    to Ally, 9/11 was an inside job, every one knows that, just watch it at you tube

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  • 21/03/2008 - 16:56
    Enviado por: marckin

    Ally,
    você se referiu a Marcos, mas acho que foi direcionado a mim. Se estiver errado me desculpe!
    Aprecio o modo como questiona quem não pensa como você, usando argumentos e um tom respeitoso.
    Eu não concordo com a informação que o Iraque tinha envolvimento com a Al Qaeda. Penso ter sido forjado como a questão das armas de destruição em massa, mas respeito seu posicionamento e o entendo.

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  • 21/03/2008 - 17:06
    Enviado por: Vitor

    Prezado Marckin, aqui tens a resposta:
    Os cabeçilhas dos varios grupos de traficantes não arriscam a sair das favelas, por razões obvias.
    O lider dos grupos organizados devem ser os primeiros a ser liquidados, assim como os seus braços direito e esquerdo.
    Como fazer, sem provocar baixas civis( ou pelos menos evitar )
    1)Inteligencia e contra-inteligencia.
    Para já, não devia ser a policia militar nem a civil a fazer investigações dos traficantes, a PF é que deveria ter o pelourinho nas investigações relacionadas com o trafico no rio.
    2)Infriltar agentes INCORRUPTIVEIS, na favela, para obter dados sobre os cabeçilhas, localizaçoes e tratejo do trafico.
    3)Ganhar a confiança do lider
    4)Elaborar um plano em conjunto com a PF, BOPE, PM e PC
    5)Operação sincronizada( não precisaria muitos operacionais no terreno, e os que vão, devem trajar civil e com discrição)
    6)Localizar os que verdadeiramente fazem entrar a droga no brasil ( muitos são politicos, policias…etc etc )
    7)Identificar TODOS os cidadãos das favelas, será um trabalho demorado, mas é indispensavél que se execute essa tarefa.
    8)Militares no terreno, lei marcial e hora de recolha obrigatoria, durante o tempo que se faça necessario.
    9)Controlo de TODAS as viaturas que entrem nas varias favelas.
    10)Liquidar, taxativamente novos lideres que entretanto substituam os anteriores.

    VM

    Resposta
    : Vitor, a questão do tráfico é muito mais complexa e certamente não exclusiva das favelas. Passa pela descontrole nas fronteiras brasileiras e a corrupção que alimenta o tráfico de armas e drogas, deixando imensos carregamentos chegar até as ‘bocas’, ponto final de um esquema que deve ser combatido na raiz. Abs.

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  • 21/03/2008 - 17:09
    Enviado por: Vitor

    Ally, isso não foi a resposta á minha pergunta, e, não fique convencida por causa disso.
    Os dados que refere são do inicio dos anos 90…não foi esse o tema, essa foi outra guerra.
    Volto a repetir, O QUE O IRAQUE TEVE A VER COM OS ATAQUES 9/11 ?

    VM

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  • 21/03/2008 - 17:12
    Enviado por: marckin

    Ally,
    eu concordo plenamente com você quando diz da legitimidade dos EUA em atacar e invadir o Afeganistão que apoiava e dava abrigo aos terroristas da Al Qaeda de maneira explícita.
    Quanto a questão iraquiana é outra coisa completamente diferente e deveria ter sido tratada diferentemente. Nunca achei o Saddan um santinho mas o rumo que tomou os acontecimentos foi no mínimo estranho, culminando com o seu assassinato e com este poço sem fundo de irracionalidade e barbárie.

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  • 21/03/2008 - 17:12
    Enviado por: Priscila

    Para Karlos,

    Concordo que virou modinha culpar os EUA por todos os problemas do mundo. Isto e’ absurdo.

    Agora, vc me desculpe, mas julgar e generalizar todos os muculmanos (homens, mulheres e criancas) como terroristas – como vc julgou- e’ o cumulo da falta de cultura.
    Qualquer julgamento baseado em raca, religiao ou nacionalidade e” tao ridiculo que nem tem o que argumentar. So deixo um conselho: VA LER MAIS!!!!

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  • 21/03/2008 - 17:12
    Enviado por: Vitor

    E aew karlos……ainda esta procurando a invasão da arabia saudita pelo iraque???
    kkkkk

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  • 21/03/2008 - 17:13
    Enviado por: Tene Cheba

    Mas, existe o paradoxo de Darfur, lá os sudaneses mulçumanos, árabes, cometem atrocidades contra o povo de Darfur, que inviabiliza argumentos sensatos contra as barbaridades que se cometem no Iraque. A China, que coloniza o Sudão, fecha os olhos, outros países não se manifestam. Bom, nós temos Angola, a França tem a Argélia e o Guiné, a Venezuela tem a Nicarágua, Equador, Argentina, e Bolívia.
    Uma forma de se acabar com a criminalidade no Rio é instituir uma severa pena para o tráfico de drogas. Mas o Lula não possui estrutura acadêmica para uma empreitada desta.

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  • 21/03/2008 - 17:17
    Enviado por: Vitor

    Ally, OS EUA INCENDIARAM O IRAQUE SIM, GUERRA ILEGAL, MATANÇA ILEGAL.
    BUSH E COMPANHIA DEVEM SER CONSIDERADOS CRIMINOSOS DE GUERRA E POR ISSO, JULGADOS, COMO FOI FEITO EM NURENBEG.

    VM

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  • 21/03/2008 - 17:22
    Enviado por: marckin

    Vitor,
    muito bom seu planejamento, verdadeiro gênio!
    Você só esqueceu de colocar onde entra o uso de fogo supressivo (ou como disse “de cobertura”) indiscriminado morro acima como modo de fazer avançar os homens de bem defensores da lei!
    Farei o favor de acrescentar no seu comentário o ítem 11 esquecido por vossa sapiência.
    11- atirar indiscriminadamente morro acima fazendo uso de armas automáticas de grosso calibre e munição perfurante, para fazer cessar a resistência dos criminosos, diminuir-lhes o ânimo e a moral, mesmo quando se encontrarem em meio a civis inocentes, para que as tropas possam avançar com um mínimo de baixas.

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  • 21/03/2008 - 17:24
    Enviado por: Vitor

    Tene, o caso de darfur é MUITO diferente,
    Não é a china que tem de fazer alguma coisa meu caro….
    Existe a UA ( Uniao africana ), esses sim, teriam que fazer algo.
    A europa tambem tem culpa no cartorio, pois quando o problema da EX. Jugoslavia começou a crescer, eles agiram.
    No Afeganistao, a NATO esta la, muito longe de territorios onde supostamente deveria agir, fora da sua jurisdição.
    No ruanda, nada foi feito, no sudao, nada ira ser feito.
    Mas nao é legitimo voce culpar a china, por algo que eles nao tem nada a ver.
    O negocio da china é, o negocio$$$$$.

    VM

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  • 21/03/2008 - 17:25
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Os iraquianos devriam ter aproveitado a oportunidade para criar um anacao, democratica, progressista, um exemplo para oriente medio, rvializando com israel. Teriam o apoio logistico e o dinheiro.
    O progresso traria o respeito e serviria d eexemplo.
    Porem, contrariamente ficam brigando entre si, nao conseguem nem mesmo formar um governo.

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  • 21/03/2008 - 17:29
    Enviado por: Claudio Agostini

    Adriana:

    Sugiro o Tema Foro de São Paulo para quando houver oportunidade.

    Grato,
    Paulistanóide

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  • 21/03/2008 - 17:30
    Enviado por: Marcos L. S.

    Ally

    Baseando-se na premissa de que determinadas nações e povos podem vir a ser potencialmente perigosos, ou “estariam” envolvidos com tal ou qual grupo terrorista, os EUA terão motivação de sobra para invadir até topar de cara c/ um outro atentado, com armas nucleares, ou biológicas como varíola p/ exemplo que irá vitimar 10 mil ou 100 mil americanos. os EUA são muito poderosos militarmente na atualidade, mas sua economia, por estar enraizada por todo o globo, se torna frágil, e os americanos acabam vítimas de suas próprias guerras, pois ao destruirem uma região, aquela área se empobrece e se essa miséria se alastra afeta os interesses americanos nesta região.
    Por outro lado sua máquina de guerra é altamente tecnológica, muito cara e desenhada para o embate com outras nações e exércitos. O Islã tem uma arma que anula essa tecnologia, eles atacam com armas leves, seus corpos c/ explosivos, unhas e dentes, uma determinação p/ confrontar o inimigo que não conhece o medo da morte. E é absurdamente caro lançar um míssil de 100 mil dólares para matar um grupo de 6 ou 10 pessoas entrincheirados em local qualquer, além de acabar matando inocentes como o Sr. Marckim bem ressaltou.
    A máquina de guerra americana está pronta p/ continuar, a saúde financeira é que começa a mostrar que guerra não é um bom negócio.

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  • 21/03/2008 - 17:31
    Enviado por: Vitor

    Marckin, eu escrevi ” Como avança a policia se nao tiver fogo de cobertura? “
    A resposta foi a que dei nos 10 itens.
    Assim é que se faz se se quer ter um numero minimo de baixas civis e tambem policiais.
    VOTA EM MIM CARA, EU COLOCO TUDO DIREITINHO NO BRASIL E AINDA TE CONVIDO PARA VICE.

    VM

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  • 21/03/2008 - 17:35
    Enviado por: Vitor

    Carlos, se isso era para mim, o barrete nao serviu, era muito pequeno.
    Ja que gostas tanto do iraque, se alista e vai la lutar pela tua naçao…os eua!

    VM

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  • 21/03/2008 - 17:40
    Enviado por: karlos batista

    Alô Priscila.
    Realmente preciso ler mais……
    Não achei nenhuam generalização referente á religião mos comentários.
    Citei que o terrorismo efetuado por mussulmanos pode e está sendo feito por homens,mulheres e crianças.
    E para o desavisado:
    Eu escrevi claramente que o Iraque FOI PARA INVADIR a Arábia Saudita.

    NÃO QUE INVADIU!!!!!

    Pelo menos na minha análise internacional este era o objetivo futuro!!!!
    Desculpe se errei……mas a guerra com o Kuwait ficou por alí mesmo.

    e eu é que tenho de ler mais…

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  • 21/03/2008 - 17:41
    Enviado por: marckin

    Marcos L.S.,

    Hellfire II: US$ 70.000
    Bomba JDAM (kit) 20.000
    Tomahawk: 1,2 milhões
    Bomba PaveWay (kit guiada a laser): 27.000
    Míssil Maverick G: 140.000
    Míssil Javelin: 55.000
    Projétil Excalibur 155mm: 17.000

    Alguns destes ” mísseis” não matam ninguém e nem causam danos aos terroristas. Outros matam um ou outro inocente. Uns poucos matam alguns pé rapados que os USA intitulam de ferozes terroristas mas eles mesmos não sabem porque matam e nem porque vão morrer, são os ignorantes úteis. Lá como cá!
    Haja dinheiro pra bancar!

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  • 21/03/2008 - 17:46
    Enviado por: Vitor

    Desculpa, o que voce escreveu foi isto:

    “O Sadam foi invadir a Arábia Saudita e fez uma guerra com o Irã,só para se distrair .”

    VM

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  • 21/03/2008 - 17:51
    Enviado por: Tene Cheba

    Eu não culpo a China, só registro sua omissão, a Europa, eu não os suportos, são racistas, mesquinhos e protecionistas. Só lamento, que por se tratar de um país predominantemente árabe, esta comunidade deveria mostrar enfaticamente sua indignação. O que acontece no Iraque, foi apenas a opção mais barata, e um evento certo de sucesso, para mostrar aos árabes quem de fato pode alterar suas realidades. Alguns analistas sustentam a tese de que o Irã alimenta a insurgência iraquiana, para desestimular novas aventuras nas vizinhanças do Iraque. Outra, o presidente sírio, segundo estes, tem a cooperação do serviço secreto israelense para a manutenção do seu poder, existe um racha na estrutura de poder do estado sírio, a política externa com relação a Israel, é o pivô da dissidência.Temo que algo de muito podre, está para acontecer, o século se aproxima de uma preocupante sazonalidade.
    Enquanto isto, na Granja dos Tortos, o nosso presidente ler compulsivamente, Cem Anos de Solidão, terminou ontem, Crime e Castigo, disse que por muito menos já teria confessado tudo.

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  • 21/03/2008 - 18:10
    Enviado por: Ally

    Marcos, você acabou de fazer apologia ao terrorismo.
    Você justifica terroristas. Estes terroristas sem tecnologia só em NYC mataram quase 3mil pessoas. Este é um inimigo mais perigoso que um exercito tradicional. Esta gente cultiva a morte e acha que tem Allah do lado dela. Usa mulheres e crianças como bombas humanas. Voce sabe que Khomeini na guerra com o Iraque usava crianças como martíres, promentendo a elas um lugar no paraíso?!?
    Um grupo como Al Qeda com sua base no Afeganistão, um país sem infrastrutura e sem technologia conseguiu matar quase 3mil pessoas nos EUA, 192 em Madri e não me lembro bem quantas em Londres mais de 50 com certeza.
    Olha só a carneficina que fez este grupo terrorista com o apóio de um país pobre e atrasado como este. Imagina o que eles poderiam ter feito com o apoio do Iraque?

    Os terroristas não são uns coitadinhos sendo massacrados pelo grande Tio Sam. São assassinos sádicos que não pensam duas vezes em matar inocentes e qquer um que não pense como eles.

    Resposta: Ally, só tome cuidado para não confundir terroristas com população civil. Estamos falando da morte de civis. Civis mortos nos atentados de 11 de setembro, no de Madrid, no de Londres. E civis mortos na invasão ilegal do Iraque e nas sucessivas invasões do Afeganistão, há 30 anos em guerra. Abs.

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  • 21/03/2008 - 18:14
    Enviado por: Ally

    Vitor, se vc não entende o que eu escrevi, não vou perder meu tempo.
    Compre o livro do Ali Kamel Sobre o Islã, vc vai aprender alguma coisa sobre a guerra no Iraque e o mundo muçulmano. Posso recomendar outro livro muito bom, mas é em italiano.

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  • 21/03/2008 - 18:24
    Enviado por: Ally Baba

    Ally

    A Al-Qaeda e´ aquele grupo de fanaticos de turbante que comandaram o maior ataque terrorista da história a partir das cavernas do Afeganistão?????
    E, vêm cá, quando Ali Kamel se tornou referencia para alguma coisa, hein??

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  • 21/03/2008 - 18:26
    Enviado por: Ally Baba

    Sera que nao foi a Al-Qaeda que matou o Kennedy e o Luther King tambem?

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  • 21/03/2008 - 18:27
    Enviado por: marckin

    Ally,
    entrando no seu papo com o Marcos L.S. sem querer ser novamente inoportuno.
    Este negócio que terrorista islâmico acha que tem Deus do lado não serve só para eles não. Os Judeus também tem, inclusive falaram diretamente com o Todo Poderoso e o próprio em pessoa prometeu mundos e fundos para eles. Os cristãos ídem! Alguns inclusive acreditam que tem um representante vivo lá na Itália, mais precisamente no Vaticano que entre outros atributos é infalível e inspirado diretamente pelo Espírito Santo. Os outros cristãos também se acham os verdadeiros “Filhos de Deus”, o resto são só criaturas.

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  • 21/03/2008 - 18:29
    Enviado por: le

    Ally, a base de al Qaeda esta no pentagono, ben laden e criado e faz parte da cia, acorda , vç esta fazendo propaganda falsa,15 bedwinos derubaram as torres gemias ??? ,e atorre no. 7 , sabe o quem era o dono, larry, larry silverstein, o vento derrubou ???, 3000 americanos foram sacrificados, so para criar um mito, mas os americanos estão acordando e discubrindo, e qualquer dia a America vai voltar ser dos americanos .

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  • 21/03/2008 - 18:30
    Enviado por: NO SENSE

    A esquerda brasileira tem um negócio danado com esse Bin Laden. Esse cara é a maior mentira de nossos tempos. Procurem ler sobre a peça. Sua campanha contra os EUA é semelhante a arrancar alguns fios da juba do leão para destruí-lo na savana africana; o cara é um “superestrategista” de infraprazo. Mas a esquerda, delirante e acintoza, desde o berço,merece mesmo é caminhar para essas simpatias exóticas.

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  • 21/03/2008 - 18:31
    Enviado por: CarlosJarbas

    Boa noite a todos..irracional desde o início e alicerçada na mentira e na ambição sem limites, a guerra (melhor seria invasão ilegal) do Iraque é uma prova do alto grau de bestialidade a que chegou a política externa norte-americana. Assistimos inertes a contagem macabras de mortos, em sua maioria inocentes, enquanto os líderes mundiais discutem coisas mais importantes… PS: que bela mulher essa Adriana.

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  • 21/03/2008 - 18:33
    Enviado por: marckin

    Os vietnamitas também achavam que tinha um bando de doidos terroristas jogando gasolina e ateando fogo neles sem que os coitados não tivessem feito nada a eles, lá na década de 60 e 70, iguais aos americanos do WTC em relação aos raivosos terroristas islâmicos.
    Ou seja, tudo depende do ponto de vista, que em geral é a vista a partir de um ponto.

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  • 21/03/2008 - 18:34
    Enviado por: Ally

    OS JUDEUS NAO SAEM POR AI MATANDO E OBRIGANDO AS PESSOAS A SE CONVERTEREM A RELGIAO DELES. OS JUDEUS NAO USAM CRIANCAS COMO MARTIRES. OS JUDEUS DEFENDEM A VIDA. EXISTEM JUDEUS FANATICOS, COMO EXISTEM CRISTAOS FANATICOS. INFELIZMENTE FANATISMO EXISTE NO MUNDO TODO. E IGNORANCIA TAMBEM.
    ENTRE MULCUMANOS E JUDEUS ESCOLHO OS JUDEUS. ENTRE ARABES E AMERICANOS FICO COM OS AMERICANOS.

    ATE’…

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  • 21/03/2008 - 18:43
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Uma aprte dos vietnamitas tentou a democracia e a outra s ejuntou a china.
    Os caras eram tao barbaros que matavam os proripos vietinamitas com tiro na cabeca a sangue frio. Suas prisoes toruravam os soldados. Felizmente agora eles acordaram e evoluiram para o livre mercado, sendo os EUA um de seus maiores parceiros! Desenvolvimento comeca a brotar, e os niveis d evida a melhorar…

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  • 21/03/2008 - 18:45
    Enviado por: Tene Cheba

    Carlos Massaranduba.
    Vejo a situação do Irã, de uma forma diferente, eles são os principais fornecedores de petróleo para os chineses, detém uma força militar apreciável, enriquecida com a guerra contra Iraque, invasor. Tem uma estrutura de poder consolidada, mantém um ambicioso programa nuclear que servirá, caso se conclua, como um poderoso escudo. O problema, reside em uma realidade que ninguém contesta, os Estados Unidos não permitirão jamais, uma reedição da Coréia do Norte, que passava fome mas desenvolvia um grande aparato militar, Clinton vacilou, e os EUA paga caro para desmobilizar o programa nuclear coreano. E com o Irã, eles não precisam do mundo, muito pelo contrário, e a Síria, sua parceira, em estado de guerra latente com Israel? Muita coisa em jogo, pouco tempo para apostar. Torço, para que os fatos se normalize, afinal, guerras me stressam, mortes tornam a minha existência muito conturbada, crianças, idosos e mulheres, merecem um mundo melhor. Marx é o culpado de tudo.

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  • 21/03/2008 - 18:46
    Enviado por: marckin

    Massinha, Massinha,
    não mexe comigo!
    Não puxei a sardinha pra lado nenhum na minha afirmação que todo mundo acha que Deus está do seu lado. É um fato!
    Talvez eles interpretem a mensagem de Deus de forma a que suas mulheres sejam submissas e tenham que utilizar a burka. Os judeus não ficam dando cabeçadinha no muro da lamentação e os cristãos não tem também lá as suas esquisitices?
    Há uns duzentos anos atrás o cristianismo era pior que o atual islamismo em primitivismo e foi o responsável por gerar a sociedade ocidental com todas as suas idiossincrasias. A bíblia exalta atitudes muito piores que as atuais atitudes condenáveis dos muçulmanos feitas em nome de Deus. Um ateu como eu pode até emitir juízo de valor sobre aquela religião ou outra, mas um cristão ou um judeu tinha que ficar de biquinho fechado que tem suas crenças e dogmas repousando como civilizadas em cima da cinza e do sofrimento de muitos, em um passado não muito distante.

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  • 21/03/2008 - 18:49
    Enviado por: Marcos L. S.

    Ally

    Eu apenas comparei dois lados em guerra, os americanos tem sua tecnologia, e a Al Qaeda tem o fanatismo.

    Discordo de como ambos usam suas armas p/ matar, mas sei reconhecer a eficiência do dois.
    Não faço apologia nem a terroristas nem a carnificina americana.

    Creio sim que esse recurso de torcer de forma agressiva a postagem de seu interlocutor esconde talvez o esvaziamento de sua argumentação.

    Até onde vi quem estava defendendo e justificando a invasão e continuação da guerra era você.

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  • 21/03/2008 - 18:57
    Enviado por: marckin

    Ally,
    você agora fechou a questão!
    É sim escolha! O exercício do livre arbítrio (não no sentido religioso) para escolher em que lado ficar.
    Tem vários hospício a disposição e todos com suas portas escancaradas.
    Não existe o certo nem o errado e sim opção de estar de um lado ou de outro.
    Todos os lados são igualmente cruéis, insensíveis e acham que o ser humano não passa de um fator a mais na equação.
    Como disse antes, nosso ponto de vista costuma ser a vista a partir de um ponto.
    Eu escolho não escolher lado nenhum e a ver a todos com certa desconfiança.

    Massa,
    quando me referi aos vietnamitas estava me referindo aos civis inocentes e não ao estado ou governo ou às elites intelectuais, etc. Se levar em consideração o que falou os inocentes do WTC também são merecedores de seu destino.

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  • 21/03/2008 - 18:57
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Marckim

    De fato todas as religiões possuem seus dogmas, e lamentavelmente a interpretação de que o Deus de cada um, é que é o verdadeiro, e os demais não prestam, é realmente uma das maiores motivações para muitos dos genocídios vivenciados pela humanidade. Pura ignorância.

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  • 21/03/2008 - 19:09
    Enviado por: marckin

    Massa,
    em momento algum mandei você calar e nem fui agressivo, pelo contrário, relembrando nosso mais recente embate fiz uma brincadeira. Só isso!
    Me desculpe se ofendi seu frágil humor!
    Tentarei ser mais cortês no futuro.

    “Creio sim que esse recurso de torcer de forma agressiva a postagem de seu interlocutor esconde talvez o esvaziamento de sua argumentação”
    Faço minhas as palavras do Marco L.S.

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  • 21/03/2008 - 19:09
    Enviado por: CarlosJarbas

    Amigo Massa enfim concordamos com algo…to aqui no Ceará tomando um vinho e ouvindo uns bregas enquanto admiro a beleza (embora virtual e respeitosamente rsssss) da Adriana… o tema da guerra ao Iraque em nada combina com tanta beleza.

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  • 21/03/2008 - 19:13
    Enviado por: Tene Cheba

    A democracia americana, impediu que Nixon detonasse, com uma bomba nuclear, a capital do então Vietnãm do Norte, Hanoi, era Hanoi, não?
    Marx, foi o maior produtor de aberrações da humanidade, sua grande obra incrementou a produção de monstros com Stálin, Mao, Fidel, e em nível secundário, a geração guevarinha que atormenta a atualidade da América Latina.

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  • 21/03/2008 - 19:25
    Enviado por: marckin

    Acho estranho como alguns participantes do blog rotulam aqueles que são mais a esquerda ou mesmo mais ao centro.O infeliz é confundido logo como um fan do Stalin, Mao, Pot, etc.

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  • 21/03/2008 - 19:27
    Enviado por: CarlosJarbas

    Tena amigo entre os monstros o ilustre incluiria Bush e sua trupe? Ou as vítimas inocentes que perderam a vida por conta da guerra ao Iraque são culpadas por estarem no lugar errado?

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  • 21/03/2008 - 19:37
    Enviado por: comico.

    Seria bom o Bush enviar suas filhas como soldados ao front, e “”perdão Senhor”" se elas voltassem como os outros quatro mil famigerados jovens que deram suas vidas lá, talvez ele entenderia o que é uma guerra. Agora a pergunta cada um desses quatro mil soldados mortos lá assasinaram quantos civis iraquianos?
    O pior é que o Iraque não tinha nada de armas perigosas, não tinha ligações com al quaeda, tinha apenas a maior reserva de petróleo do mundo, que os americanos não tinham acesso aquelas belezuras de jazidas, agora são todas do tio Sam maldito.
    Os States estão atolados no Iraque, não há saída a curto prazo, pois a reconstrução é demorada, e caríssima, serão necessários mais uns trilhões de dólares, que aliás já não valem nada, todo mundo está migrando para os EUROS.
    O príncipe idiota, foi ao Afeganistão brincar de guerra, pousou de herói, todo sorridente com uma metranca na mão, todo cercado de capangas fazendo segurança a ele, foran-se os tempos em que esses vermes nobres, se dedicavam a causas mais nobres como o nosso D Pedro II que deixou um rico acervo cultural, ou como o Felipe de Espanha, que chegou a participar de Olimpiáda, ou Diana que pousava de Santinha pela África afora, dizendo-se protetora das vítimas das minas terrestres, então agora surge esse maldito verme de Bukinghan que foi ao Afeganistão fazer poses de bandido, o mundo deveria repudiar esse bandidozinho.
    Gostaria de finalizar parabenizando a dona do Blog, que está trazendo um pouco da realidade para esses pobres leitores. O que lemos na mídia é só que os marines mataram tantos e tantos insurgentes, essas notícias manipuladas que engolimos diariamente, parabens ao povo Iraquiano que apesar de serem chamados de insurgentes resistem bravamente, ao bandido assaltante.

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  • 21/03/2008 - 19:37
    Enviado por: marckin

    Massa,
    reli o texto que escrevi.
    Desculpe o “biquinho fechado”.
    Não foi no sentido literal.
    Reconheço que a ignorância inicial foi minha, mas repito, foi em sentido figurado, como quem diz: você tem suas crenças absurdas e deixe que outros também as tenha sem criticá-los.
    Novamente peço desculpas!

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  • 21/03/2008 - 19:40
    Enviado por: comico.

    Massaranduba,
    Porque vc não vai para um blog dos States cara?

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  • 21/03/2008 - 19:46
    Enviado por: comico.

    Estava no blog da Patrícia, mas ela demora muito para renovar, coitada penso que trabalha demais, mais o pior é que ela gosta de ir de forma dissimulada nos temas mais quentes, essa de cachorrinhos sub prime foi de rir, penso que estes blogs podem contribuir para mostrar opiniões variadas, mas tem que mostrar a realidade nua e crua.

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  • 21/03/2008 - 19:49
    Enviado por: Tene Cheba

    Este é o Carlos Jarbas que conheço, bem vindo amigo, tava demorando.
    Marckin, não rotulei ninguém, leio os seus comentários, considero de bom nível, e consistente, apenas, citei os reflexos da obra de Marx, o extermínio de milhões de pessoas e, para a crítica da economia política do capital, que quase arruínou o mundo, uma visão do inferno de Dante. Bush? Ou o mundo ocidental?
    CVarlos Jarbas. você não acreditou na farsa, dos franceses e alemães?
    Não foram os Estados Unidos que invadiram o Iraque, e sim o mundo, este mesmo que produz o vinho, que degusta, com a energia gerada pelo óleo de sangue. E em Cuba, não vai água?

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  • 21/03/2008 - 19:52
    Enviado por: Tene Cheba

    Desculpe, “Carlos Jarbas”, pressa, resulta em erros imperdoáveis.

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  • 21/03/2008 - 19:59
    Enviado por: adrianacarranca

    Gente, vocês discutem e eu é que eu viro comuna de boutique? Caro 007, de onde você tirou isso? Não tem um comentário construtivo para trazer à discussão, não? Eu, heim.

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  • 21/03/2008 - 20:03
    Enviado por: adrianacarranca

    Caríssimos, agradeço muito a audiência do blog e e a chegada de novos leitores que, espero, tenham vindo para ficar. Não estava acostumada com tantos comentários e tamanha polêmica. Isso é sempre muito bom porque é da troca de opiniões que construímos a nossa própria. Estarei de plantão no jornal durante o feriado e fim de semana de Páscoa. Prometo ler tudo e tentar responder, na medida do possível. Abraços a todos. Adriana

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  • 21/03/2008 - 20:07
    Enviado por: Marcos L. S.

    Estava aqui passeando pela “rede” e vi essa matéria na CNN, sobre os aspirantes a cidadania americana que literalmente lutam por seu green card, diz a reportagem que eles são em torno de 20500 soldados, será que todos os que conseguirem (sobreviver eu digo) terão sempre orgulho, até a velhice de ter conseguido a sonhada cidadania americana matando pessoas ? Que coisa..

    http://edition.cnn.com/2008/US/03/21/german.ussoldier/index.html

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  • 21/03/2008 - 20:13
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sra. Carranca

    Agradeço também a sua simpática acolhida em seu Blog. Espero que todos nós novos participantes, possamos vir a somar na troca de idéias nesse espaço.

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  • 21/03/2008 - 20:14
    Enviado por: marckin

    Adriana,
    obrigado pelo espaço.
    Eu e todos os “rapazes” que participam das discussões no seu blog agradecemos.
    Você fez o que a sua colega Pat nunca fez.
    Apareceu para dar um alô.

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  • 21/03/2008 - 20:17
    Enviado por: karlos

    Alô adriana.
    Só não fala muito mal do Verdão
    estamos curtindo um momento de felicidade….
    bom fim

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  • 21/03/2008 - 20:24
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Adriana,
    voce se importa com a gente!
    Mais ou menos de 30?

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  • 21/03/2008 - 20:30
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    voce vai desbloquear o pessoal?

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  • 21/03/2008 - 20:30
    Enviado por: Guarani

    PREZADA ADRIANA,

    muitos dos novos participantes em seu blog passamos antes pelo extinto blog do Guterman, que chegou ao fim devido à censura permanente exercida pelo “jornalista”, e pelo blog da Patrícia, que se tornou um caos devido à ausência da dona do mesmo e à presença de vândalos virtuais.

    Se me permite dar-lhe um conselho, não tolere a presença de vândalos e provocadores. Bloqueie sem pensar duas vezes seus endereços de IP.

    Algumas pessoas agridem com grosserias, escrevem palavrões, assumem a identidade de outros participantes (você poderá detectar esses fraudulentos facilmente, conferindo seus endereços de correio eletrônico). Bloqueio neles.

    A maioria de nós quer trocar idéias e informações em um ambiente saudável, como o seu blog certamente é. Ah, uma última coisa, nós certamente garantiremos a audiência, porém pedimos que os posts sejam trocados com muito maior freqüência. Umas 3 vezes por semana seria ótimo.

    Tenho certeza que assuntos polêmicos não faltam, especialmente tratando-se de uma jornalista tão capaz como você. Fui um dos ávidos leitores de sua série sobre o Irã, apesar de não haver comentado.

    Uma última coisa, você eliminou o comentário de Mário Roberto, sobre sionismo, dizendo que nada tem a ver com a invasão do Iraque. Engano seu, o sionismo está por trás dessa invasão infame, em seu projeto de dividir e debilitar todos os países do oriente médio. Recomendo que leia o livro de Jimmy Carter sobre o lobby sionista que domina Washington (AIPAC). Vai começar a ver a realidade com outros olhos.

    Desejo-lhe muita sorte. Um abraço,

    Guarani

    Resposta: Guarani, obrigada pela acolhida e conselhos. Espero, realmente, que este seja um espaço para troca de idéias e um debate produtivo. Sobre este posting, especificamente, eu gostaria que as discussões fossem mais voltadas para a situação dos civis no Iraque, para o lado humano dessa guerra sobre o qual pouco se fala. Abs. Adriana

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  • 21/03/2008 - 20:30
    Enviado por: Tene Cheba

    Se o mundo não tivesse invadido o Iraque, Saddam, provavelmente continuaria no poder, sendo uma fonte permanente de preocupações para seus vizinhos, os sauditas. e reinos vizinhos.
    Mas, e o petróleo, a conexão com a Al Quaeda, era questão de tempo e interesses comuns. Ora, se Saddam desse trânsito livre para Osama, para base de operações, bastava atravessar a Jordânia e o seu sonho de consumo se viabilizaria, explodir Israel. Aí, este terrorista, seria elevado a condição de venerado por todo o mundo mulçumano. O jogo não é simultâneo, ele é mediocremente preventivo, o que são iranianos, a não ser subraça de igual valor a nós, cucarachas.
    E por que não libertam o povo cubano das garras de Fidel, o opressor sanguinário? Saddam, nem comunista era, tadinho, quem mandou não lamber os pés de Stálin, poderia prender, bater, matar, o escambal, que os Chicos da vida, nada falariam, e o Lula ainda diria que é um apaixonado pela revolução iraqueana. Errou de profeta, Saddam.

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  • 21/03/2008 - 20:36
    Enviado por: Renato

    Marcos L. S.

    Eu não sabia dessa do green card, mas é uma boa, “ajude a libertar um pais de um ditador genocida e ganhe o seu green card”.

    Essa pessoas devem se orgulhar bem mais de quem fica parada vendo gente sendo morta por ditadores ou os que apoiam esses ditadores genocidas, incluindo ai Fidel Castro, eles devem dormir como anjos.

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  • 21/03/2008 - 20:39
    Enviado por: Guarani

    Adriana,

    recomendo que leia, do Jimmy Carter, o seguinte artigo publicado pelo “The Guardian”:

    Israel, Palestine, peace and apartheid

    Americans need to know the facts about the abominable oppression of the Palestinians

    Jimmy Carter
    Tuesday December 12, 2006

    http://www.guardian.co.uk/commentisfree/story/0,,1970058,00.html

    Tenho certeza que o seu blog pode se transformar em um instrumento para difunddir a verdade e de algum modo tornar o mundo um pouco menos injusto.

    Just Imagine!

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  • 21/03/2008 - 20:41
    Enviado por: Vitor

    Ally, ainda estou esperando que me diga o que é que o Iraque teve a ver com os atentados do 11/9 em NY.
    Esta dificil essa resposta ein????

    VM

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  • 21/03/2008 - 20:43
    Enviado por: ADRIANO

    Adriana, hoje sem saddam, o Iraque e mais seguro…….no BRASIL morre 250.000, vitima de homicidio, e não estamos em GUERRA……em vez de vc. demonizar EUA, que perderam 3.000 vidas na exprosão das torres, e 4.000 em combate, para libertar o povo de um TIRANO…….vc. deveria se preparar para contar corpos no TIBER, isso se a CHINA deixar, alí sim civis, são mortos pelas costas……

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  • 21/03/2008 - 20:43
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Renato

    Eu não aspiro a obtenção de um green card, mas o que quer que eu queira obter na vida, eu nunca pensaria em conseguir matando outro ser humano.

    Note que eles não estão lá por convicção ideológica, e sim para obter sua permissão p/ viver nos EUA.

    Cada um é que tem que viver com sua consciência..

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  • 21/03/2008 - 20:54
    Enviado por: Guarani

    Adriana,

    também recomendo o seguinte livro de John Mearsheimer eStephen Walt

    http://www.israellobbybook.com/

    O artigo que deu origem ao livro e que foi publicado na London Review of Books

    http://www.lrb.co.uk/v28/n06/mear01_.html

    E o vídeo (dividido em 11 partes) com o debate realizado na London Review of Books

    http://www.scribemedia.org/2006/10/11/israel-lobby/

    VOCÊ VAI ENTENDER MUITO MAIS O QUE ESTÁ POR TRÁS DA SUJA CAMPANHA DA MÍDIA CONTRA O IRÃ!

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  • 21/03/2008 - 20:55
    Enviado por: Tene Cheba

    Gostaria de sugerir um tema mais literário,
    ” Matilde, a mulher inesquecível”. Ou, ” O Presidente, me defende, tudo posso”. Ou, ” Quem não roubou, que atire a primeira pedra”.

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  • 21/03/2008 - 20:59
    Enviado por: marckin

    Para alguns este tal de green card é melhor que o “sim” de São Pedro lá nos portais do Paraíso.
    Eu devo ser um bobão mesmo porque nunca tive vontade de ter um!
    Ainda mais se pra ganhar o dito, tiver que vender minha alma por 30 moedas.

    Por falar nisto, para nos que adoramos a democracia, a única coisa mais democrática que o envelhecimento é a morte.
    Pior que já ter sido é a angústia do porvir!

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  • 21/03/2008 - 21:03
    Enviado por: comico.

    Que bela carranca, gostaria de uma dessas para espantar todos os maus espíritos, por onde navego!hahahahahaaaaaaahahaha.

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  • 21/03/2008 - 21:05
    Enviado por: NO SENSE

    Tene Cheba, 18:30.

    Seu comentário foi excelente. Se dessem espaço soberano para o “Lampião”, seria possível um terrorismo bem pior. Hoje, como um rato de buracos, a coisa para ele é bem mais difícil. É muito fácil meter o pau no Bush sem considerar essas probalidades aludidas.

    Pois é. Então o Bush agiu certo de qualquer maneira.

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  • 21/03/2008 - 21:09
    Enviado por: marckin

    Lendo alguns comentários no blog fico até comovido com o governo americano. Parece que a Casa Branca é um mosteiro Franciscano repleto de monges piedosos, ou melhor, de freirinhas beatas parecidas com nossas avós, absortas em sua rotina de rezarem dia após dia para o bem da humanidade.
    Melhor ainda, a sala da justiça, onde os super heróis fazem plantão 365 dias por ano a procura de injustiças e crimes cometidos na face do planeta, prontos a intervir para restaurar a paz, a justiça e a prosperidade, alheios a qualquer ganho pessoal e imbuídos dos mais nobres sentimentos.
    Acredite se quiser!

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  • 21/03/2008 - 21:21
    Enviado por: Tene Cheba

    Carlos Massaranduba, aterrissa, volte para sua realidade, é mais fácil você ganhar na megasena.

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  • 21/03/2008 - 21:29
    Enviado por: NO SENSE

    O Paulo Moreira Leite está no IG. Quem comentou quando ele estava no Estadão,e quer comentar lá agora, que comente usando o nikc name daquela ocasião. Capice?

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  • 21/03/2008 - 21:37
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Deixe eu sonhar!

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  • 21/03/2008 - 21:42
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 21/03/2008 - 22:52
    Enviado por: Tene Cheba

    Vou continuar falando de Marx, Stálin, Mao, Saddam e da fome em Cuba, dos desmando do Hugo, da fragmentação da Bolívia, da Colômbia cercada de guevaras por todos os lados, ando mesmo sem apetite,, qualquer coisa, recorro ao fome zero do Patrus Ananias.
    O sangue derramado no Iraque, revolta, e muito, crianças sem a menor perspectiva de consolidarem sua existência, tendo de um lado os bárbaros, do outro a impiedosa geopolítica comtemporânea, que matam para atenuar os riscos do ressurgimento de estados selvagens como a Coréia do Norte, Cuba, Venezuela, Afeganistão. Não considero o Irã um estado perigoso para o mundo, mas hostil aos americanos e israelenses, desnecessário citar, que seu programa nuclear é uma provocação inútil, que põe sob risco um lindo país, com um povo maravilhoso. Um Irã nuclearizado, implica em uma Síria forte e valente, louca para retomar o que é seu de direito, Golan. Os Estados Unidos e Israel, estão em uma encruzilhada, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. O jogo virou, o Irã hoje, realiza seu comércio exterior só com euros, eles mexem muito bem as pedras do tabuleiro.

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  • 22/03/2008 - 01:28
    Enviado por: QUEM AVISA AMIGO É!

    Agradeço o conselho. Vamos aguardar. Abs. Adriana

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  • 22/03/2008 - 09:45
    Enviado por: Tio Patinhas

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 22/03/2008 - 09:53
    Enviado por: Tio Patinhas

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 22/03/2008 - 10:22
    Enviado por: CarlosJarbas

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 22/03/2008 - 10:24
    Enviado por: Digo

    Adriana,

    Realmente seu blog está genial, infelizmente algumas pessoas aparecem aqui par fazer comentários nada proveitosos, mas parabéns, participei do começo das discussões e estava muito bom, sempre participei do blog do Felipe e da Renata, estarei sempre aqui, e oxala seja frequentado por pessoas inteligentes.

    Abraços!

    Resposta: Oxala, meu caro! E obrigada pela audiência.

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  • 22/03/2008 - 11:25
    Enviado por: Cláudia

    Carlos Jarbas

    Lamentável o seu comentário das 10:22, de você esperava um pouquinho mais. Se isso fosse verdade pobre não tinha filho, Carlos Jarbas, e nem as penitenciárias masculinas teriam filas imensas nas portas em dias de visita. Aliás, falando nisso, quando uma mulher vai presa o companheiro dela vai visitá-la?
    Cuidado com essas inversões, elas ferem brutalmente a lógica.

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  • 22/03/2008 - 11:57
    Enviado por: CarlosJarbas

    Cláudia bom dia… sinto muito que tenha aferido como algo de caráter preconceituoso um momento de descontração de minha parte… peço descupas se a ofendi como ser feminino. Abraços e é sempre um prazer…PS: é a mesma Cláudia do falecido Guterman?

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  • 22/03/2008 - 12:03
    Enviado por: Digo

    007

    Que comentário idiota, va participar de bate papo de adolescentes.

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  • 22/03/2008 - 12:36
    Enviado por: Cláudia

    Sim, Carlos Jarbas, a mesma Cláudia. E já que você lembrou do Guterman, não sei se lembra também do probleminha que havia lá que era mais ou menos o seguinte, quando a piada é com o outro é engraçada, quando é comigo é ofensa. Lembro inclusive de uns comentários estúpidos que fizeram a respeito de nordestinos. Eu achava aquilo simplesmente grotesco, Carlos Jarbas. E inaceitável. Como acho inaceitável qualquer comentário que incentive a olhar o outro como estranho e inimigo.
    Talvez tenha sido um pouco dura com você, Jarbas, mas é como disse antes, de algumas pessoas não se pode esperar menos porque elas estão muito além daquilo que mostraram.

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  • 22/03/2008 - 12:48
    Enviado por: Digo

    Cláudia,

    Falou e disse, to contigo.

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  • 22/03/2008 - 13:33
    Enviado por: Mundo inteiro

    Oi Adriana,

    Muuito bom seus posts. Que tal abordar assuntos domésticos ?

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  • 22/03/2008 - 13:58
    Enviado por: marckin

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  • 22/03/2008 - 14:01
    Enviado por: marckin

    correção:
    “Aquele que humildemente não se acha melhor que os que estão….”

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  • 22/03/2008 - 14:11
    Enviado por: Marcos L. S.

    Interessante, soube que os EUA deslocaram o grupo de batalha do porta aviões Kitty Hawk pa o mar da China, para “convencer” os Chineses, de que Washignton não iria admitir qualquer atitude de Pequim em relação a sua província.

    Este tipo de evento me faz pensar duas coisas:

    Caso os Chineses resolvessem atacar, não ia ser a força tarefa Americana que iria impedi-los, muito provavelmente o grupo de batalha seria atacado por uma chuva de mísseis (não nucleares) mas de alta potência que provavelmente levariam o coração desta frota(o porta aviões em si) a ficar fora de combate.

    E dai então o que fariam os Americanos, iriam mobilizar, quantos? 2 milhões de Americanos para invadir a China??
    Bombardeá-la com armamento nuclear??

    Na 1ª hipótese, sabemos que os EUA já estão com dificuldades em lidar com a insurgência Iraquiana, que dirá com um exército equipado de 12 milhões de homens lutando em casa.

    Na segunda (Ataque nuclear) a China é lógico iria retaliar, a ao menos de 4 a 6 grandes cidades americanas iriam sumir nos flashs de luz e chamas, sem contar que muito possivelmente, pelo menos, Londres e Paris as acompanhariam.

    Então me pergunto o que o Kitty Hawk foi fazer lá? além de impressionar os desavisados e gastar o dinheiro dos contribuintes Americanos??

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  • 22/03/2008 - 14:18
    Enviado por: Rejane

    Feliz Páscoa para todos!

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  • 22/03/2008 - 14:59
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

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  • 22/03/2008 - 15:30
    Enviado por: Tio Patinhas

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  • 22/03/2008 - 15:38
    Enviado por: Tio Patinhas

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  • 22/03/2008 - 15:42
    Enviado por: Ally

    Não defendendo a invasão do Iraque. Sou contra qquer guerra. Só defendo o direito de qquer pais de se defender e ter direito a existir, inclusive os EUA e Israel.
    Meu outro argumento é que nós brasileiros somos os últimos a ter moral para criticar os EUA e Israel. O nosso Iraque é o Rio de Janeiro. Ninguém neste blog quer se dar conta que morrem mais pessoas assassinadas no Brasil que no Iraque. Muito mais! Preferem criticar os outros que é mais fácil.

    A Adriana criticou os EUA como se ela vivesse em um país onde o numero de assassinatos são bem baixos e o Brasil fosse um pais justo. Vamos olhar para o próprio umbigo em vez de sair por aí criticando.

    Outra coisa o livro do ex-presidente Jimmy Carter é um livro falso. Comparar o que acontece em Israel com o Apartheid da África do Sul, é simplesmente irresponsável. Ele optou por ser anti-Israel e alimentar o terrorismo islâmico.

    Resposta
    : Ally, se você ler o blog, verá que no passado já fiz comentários sobre as mortes no Rio, em São Paulo, no Quênia, Sudão… Dessa vez, o posting foi sobre o Iraque, que completa cinco anos sob ocupação americana nessa semana.

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  • 22/03/2008 - 15:44
    Enviado por: Tio Patinhas

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  • 22/03/2008 - 15:46
    Enviado por: Ally

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  • 22/03/2008 - 15:51
    Enviado por: Rejane

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  • 22/03/2008 - 15:56
    Enviado por: Rejane

    Marckin, o seu comentário 22.03.08 @ 13:58 foi perfeito! Parabéns!

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  • 22/03/2008 - 16:04
    Enviado por: Tio Patinhas

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  • 22/03/2008 - 16:15
    Enviado por: Rejane

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  • 22/03/2008 - 16:29
    Enviado por: Rejane

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  • 22/03/2008 - 16:58
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

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  • 22/03/2008 - 17:04
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

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  • 22/03/2008 - 18:10
    Enviado por: COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - VALE

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  • 22/03/2008 - 18:27
    Enviado por: marckin

    Ally,
    É mesmo?
    Você pensa assim?
    Interessante!

    Massa,
    você é bem mais inteligente do que nos faz crer, portanto sei que entendeu o que disse e me recuso a desenhar!

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  • 22/03/2008 - 18:46
    Enviado por: Ally

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 22/03/2008 - 18:48
    Enviado por: Ally

    Rejane este e’ o link do artigo: http://www.ngo-monitor.org/article/the_u_n_s_human_rights_sham

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  • 22/03/2008 - 18:53
    Enviado por: Ally

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 22/03/2008 - 19:12
    Enviado por: marckin

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 22/03/2008 - 19:27
    Enviado por: Ally

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 22/03/2008 - 19:48
    Enviado por: marckin

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 22/03/2008 - 19:55
    Enviado por: Voltaire Ford

    Adriana, mudando da terra destruida pelo pato manco para a terra do buda manso, queria saber sua opiniao sobre essa onda anti-China que estamos contemplando ultimamente. Nao dá pra entender, durante anos, a China tem servido às empresas ocidentais para explorar sua mao-de-obra escrava e enriquecê-las. O Tibet também já está nas maos dos chineses há alguns anos. O Ocidente, digamos, de forma oportunista, ao mesmo tempo prefiriu calar-se até aqui. Agora, o Dalai Lama virou o cara e as olimpíadas passaram a ser o alvo da mídia. Realmente o capitalismo nao prima pela coerência né!!Lembra quando o Carter boicotou os jogos de Moscou porque a URSS tinha invadido o Afeganistao? Nada como um dia depois do outro…

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  • 22/03/2008 - 20:09
    Enviado por: marckin

    Todos aceitam naturalmente que o Iraque tenha sido invadido para se instalar uma democracia, derrubar um ditador, implementar a alternância de poder, o estado de direito, etc…
    Aqui no Brasil temos a dita democracia ocidental em pleno gozo, a ponto de um torneiro mecânico, semi alfabetizado, de esquerda, ex-sindicalista, ser eleito presidente e tomar posse na mais pura demonstração do conceito tão apregoado pela “Pax Americana”.
    Era para os americanólatras estarem deslumbrados e com pompos vermelho e azuis em uma mão e verde e amarelo na outra, pulando igual pipoca na panela de satisfação.
    Ou democracia para vocês só vale como a da sede? La se troca 6 por meia dúzia mandato após mandato. Ora de extrema direita ora de direita extrema, tal e qual o tira bom e o tira mal dos filmes americanos (que por sinal aprecio muito).

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  • 22/03/2008 - 20:18
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Marckin

    É verdade, o senhor colocou bem..

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  • 22/03/2008 - 20:18
    Enviado por: Ananias

    legal esta reporter q se fantasiou de palestina em israel.

    mas , de fato, não se pode dizer q tais comportamentos são fruto de racismo, e sim de um conflito que dura decadas.

    o contrario seria legal de ver. um reporter com aquele solidéu q os judeus cobrem a cabeça, andando numa cidade palestina.

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  • 22/03/2008 - 20:20
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Marckin

    Hoje em dia a “Pax Americana” é a do túmulo. Que o digam os Afegãos e Iraquianos.

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  • 22/03/2008 - 20:26
    Enviado por: Digo

    Marckin

    Concordo com o que vc disse em relação a democracia brasileira.

    Não sou nenhum admirador do Lula, mas é bom frisar que ele foi um Semi analfabeto não é mais, é notório que ele estudou e ampliou muito seus conhecimentos, tanto que nas duas primeiras eleições que ele concorreu não venceu, pois os debates em que ele participava dizia coisas absurdas e era derrotado por suas próprias palavras.
    É certo que ele não tem nenhum diploma de faculdade, mas semi-analfabeto isso não da pra dizer mais.

    PS. Nunca votei em Lula, só pra não pensarem que o estou defendendo.

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  • 22/03/2008 - 20:35
    Enviado por: Gaúcho

    Legais estas teorias de conspiração sobre o 11/9.

    Apesar de não acreditar, eu acho interessante onde chega a imaginação de algumas pessoas. Muito melhor do que muito roteirista de cinema.

    trilegal

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  • 22/03/2008 - 20:41
    Enviado por: marckin

    Digo,
    só usei o termo “semi-analfabeto” porque outros assim o chamaram. Também não o considero como tal. Muito pelo contrário.
    É exemplo para o mundo capitalista de empreendedorismo e copetência, por ter alcançado seus objetivos.
    Só votei nele no segundo turno do primeiro mandato e não votaria de novo, devido aos escândalos de seu governo e de seu partido, mas até prova em contrário o respeito como meu presidente. Comportamento que aliás os americanos, que servem de modelo de comportamento e ética para os americanólatras, também o têm.

    Marcos L.S.
    Um prazer! Seus comentários são sempre bem vindos!

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  • 22/03/2008 - 20:42
    Enviado por: Lulesbica

    Há de se questionar qual o real motivo da invasão ao iraque, do pretexto para democracia ao combate do terrorismo, existe uma distância imensa da verdadeira razão, sabemos que economicamente os EUA necessitam formentar guerras para seu próprio provento e demonstração de seu poderio. Vibramos com o enforcamento do grande ditador, mas num contra senso batemos palmas para a ditadura sócio-econônica-cultura americana, impondo suas verdades. Concordo com o marckin quando diz que lá a democracia é unilateral, só existe para dois partidos que na prática mantém o conservadorismo já conhecido….

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  • 22/03/2008 - 20:46
    Enviado por: Digo

    Marckin

    Realmente, é um homem a ser respeitado por tudo que ele conquistou, mas tem pecado muito pela omissão, mas é sem dúvida uma batalhador!

    Ps. Compreendi agora sua expressão.

    Abraços!

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  • 22/03/2008 - 20:47
    Enviado por: Digo

    um batalhador, não uma (erro de digitação)

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  • 22/03/2008 - 20:53
    Enviado por: marckin

    Amigos,
    agora tenho que sair.
    Um abraço a todos e até amanhã!

    Lulésbica,
    você é nova e seja bem vinda a discussão. Parece que temos muito em comum. Algumas posições políticas e o gosto sexual pelo menos.
    É um bom começo!
    Um abraço!

    Marcos L.S.
    Até, meu caro!

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  • 22/03/2008 - 20:53
    Enviado por: Digo

    Feliz Páscoa a Todos!!!

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  • 22/03/2008 - 20:58
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Marckin

    Igualmente, um abraço, e feliz Páscoa.

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  • 22/03/2008 - 21:05
    Enviado por: Vitor

    Ally, voce é o exemplo maximo do extremismo.
    Pro-israel e pro-americano, seja qual for o ponto de vista.

    VM

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  • 23/03/2008 - 00:20
    Enviado por: J. BRASIL

    Sábado de Aleluia é igual a comilança em Goiás. Música e cheirinho uhmmmmmmm. Que delícia.

    prrrrrrr prrrrrrrrrrr prrrrrrrrrrr prrrrrrrrr

    É ou não é?

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  • 23/03/2008 - 01:10
    Enviado por: Jorgebúchi

    Julieta, minha musa, estive como doido rodando por todos estes blogs rendidos aos vermelhos destepaiz. Volto na segunda-feira. Feliz páscoa.

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  • 23/03/2008 - 09:08
    Enviado por: Ben

    O governo americano errou ao abrir a caixa de Pandora? O ideal seria que o Iraque continuasse sob uma ditadura na qual a etnia sunita se sobrepunha às etnias xiita e curda? O Iraque é a Iugoslávia do oriente médio só que muito pior. Não existe a possibilidade de dividir o país em três. A guerra civil pelo controle do poder é inevitável ou existe a possibilidade de sunitas e xiitas entrarem em entendimento?

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  • 23/03/2008 - 09:31
    Enviado por: Ben

    Os EUA ganham muito mais no Brasil atualmente do que na época da ditadura militar. Na época o Brasil tinha uma economia fechada, existia a reserva de mercado e a estatização da economia estava aumentando de forma assustadora. É evidente que entre uma ditadura de direita e outra de esquerda os EUA tendem a apoiar a de direita. Mas é um erro afirmar que o ideal para os EUA seja de que os países de terceiro mundo sejam dominados por ditadores de direita (e também de esquerda) que mantém um controle total sobre a economia para se manterem no poder.

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  • 23/03/2008 - 12:41
    Enviado por: Ally

    E’ claro Vitor sou ignorante porque discordo de vc. Qdo nao se tem argumentos validos e’ mais facil chamar os outros de ignorantes. Petrallha e’ isso ai. O perigo nao sou eu que tenho opinioes, mas petrallhas como vc que nao aceitam que as pessoas possam pensar diferentemente. Sou pro-America e pro-Israel pelo fato que me informo e tendo a tirar minhas proprias conclusoes. Neste mundo de injusticas, ditaturas, governos que contralam a liberdade e opinioes, e ideologias que querem criar marionetes controladas por loucos e terroristas, eu ainda escolho quem me da liberdade. Ainda fico com a democracia.

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  • 23/03/2008 - 12:53
    Enviado por: Rejane

    Claro, e nós, as outras pessoas, não nos informamos, não temos opiniões, não tendemos a tirar nossas próprias conclusões. Me engana que eu gosto!

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  • 23/03/2008 - 12:54
    Enviado por: Rejane

    israel e EUA, dois países terroristas

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  • 23/03/2008 - 13:19
    Enviado por: marckin

    Rejaninha,
    minha gatinha radical!
    Já comeu seu ovinho de Páscoa?
    Um beijão com gosto de chocolate!
    (que minha mulher não me ouça!)

    Ally,
    quem aprecia a democracia deve entender e aceitar as diferenças! Não podemos impor a outros o que a nossa cultura, história e evolução da sociedade nos fez entender como sendo o correto.
    Todos os que aceitam que potências invadam países para impor seu sistema, em geral, se perguntados, acham que devam existir reservas indígenas para que a cultura e história particular de um povo seja preservada, com a maior naturalidade. Por que então não impor nossa cultura goela abaixo aos mesmos?
    Normas gerais de comportamento devem ser impostas sim, por organismos e mecanismos internacionais, como por exemplo o respeito ao direitos humanos, mas não pode ser as custas de invasão militar.
    Vc. aprecia a democracia e a liberdade mas parece não reconhecer a democracia brasileira aos moldes da americana. Não sei a quanto tempo esta longe da terrinha, mas aqui vivemos a mais pura democracia a “la ocidente”, que nunca foi uma perfeição mas que é, por enquanto o melhor que existe.

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  • 23/03/2008 - 13:23
    Enviado por: Tio Patinhas

    Rejane minha linda.

    Ainda não desisti!! Por vc sou capaz até de vender a minha moedinha numero 1.
    Sou Pato! Por vc passo a noite fazendo “quac quac”.
    Lhe garanto que vc vai gostar!

    boa Pascoa pra vc linda!!

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  • 23/03/2008 - 13:27
    Enviado por: Ally

    Fechei com vc Markin. Nao vale a pena continuar um dialogo. So uma ultima coisa: a questao no Iraque nao e’ impor uma cultura, a situacao la e’ bem mais complexa. A questao em Israel tbem nao tem nada a ver com impor uma cultura. Aqui tbem a situacao e’ bem complexa. Situacoes que vc tem pouquissimo conhecimento. A democracia no Brasil significa: ter que concordar com tudo que o lula e os petralhas dizem, discordar deles e’ anti-democratico. O lula ja’ deu muitas provas da sua ‘democracia’. Qquer protesto contra ele e’ anti-democratico. Ele e os petrallhas distorcem tudo para o proprio beneficio. Bela a democracia do lula.

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  • 23/03/2008 - 14:10
    Enviado por: marckin

    Ally,
    isto não é uma característica só do Brasil. Em todo lugar quem está no poder quer se manter lá, em geral enganando e distorcendo os fatos, e por vezes criando fatos.
    Só existem dois partidos políticos: os que mamam e os que querem mamar.
    E quanto à democracia, é o que a gente chama quando mandamos em alguém. Quando alguém manda na gente se chama ditadura.
    Tudo é relativo!
    Nos USA é do mesmo jeito!
    Eu não gosto do Pres. Lula, nem do seu governo e muito menos do seu partido. Sou profissional liberal, autónomo, não mamo nas tetas fartas do governo e nem recebe as benécies do Estado como os miseráveis e os poderosos.
    Sou contra a infinidade de direitos adquiridos que consome e envergonha o Brasil e este aparato gigantesco deste Estado paternalista que deve ser sustentado pelos que não estão dentro da máquina, ou seja, por mim e outros como eu.
    Mas democracia é assim.Tem hora que a gente quer explodir um avião contra o congresso e o Palácio do Planalto, mas depois a vontade passa.
    O jeito é continuar levando a vida da melhor forma sem ferir ninguém que não adianta levá-la muito a sério, que afinal de contas não vamos sair vivo dela mesmo.
    Mas como disse alguém: morrer é a última coisa que quero fazer na vida!
    Feliz Páscoa!

    Não sei a quanto tempo está fora do Brasil e quais os motivos que te levaram, mas não generalize e nem rotule seus compatriotas de desonestos e vagabundos. A maioria absoluta do povo brasileiro é formado por pessoas boas, produtivas e por vezes sofridas que tentam levar suas vidas com dignidade e serem felizes sem fazer mal a ninguém.

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  • 23/03/2008 - 14:17
    Enviado por: ''PAC colombiano'' resgata Medellín das mãos do tráfico e das milícias

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 23/03/2008 - 14:21
    Enviado por: marckin

    Uma coisa detestável no blog é a rotulação automática e simplista dos participantes em pró-Israel de um lado e antisionistas e antisemitas do outro.
    Eu aviso que não me incluo em rótulo algum! Não visto carapuça!
    Se considero uma atitude de um determinado país correta ou não dentro de um determinado contexto, isto não é extensivo para todas as outras atitudes deste país em toda a história da sua existência e dentro dos mais variados contextos.
    Vou desenhar:
    O fato de achar que o país A não deva retaliar quando sofre um ataque do país B em determinadas circunstâncias e de determinada maneira não quer dizer que sempre vou ser contra o país A e a favor do país B, independente das circustâncias e do contexto.

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  • 23/03/2008 - 14:30
    Enviado por: PAC colombiano

    Estaçao de translado Onibus/Metro > Teleférico

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  • 23/03/2008 - 14:33
    Enviado por: PAC colombiano

    Visão da Estação do Projeto e Implantação no alto da comunidade

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  • 23/03/2008 - 14:35
    Enviado por: PAC colombiano

    Estação de translado, ao pé da comunidade

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  • 23/03/2008 - 14:37
    Enviado por: PAC colombiano

    Estação superior já IMPLANTADA

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  • 23/03/2008 - 14:39
    Enviado por: marckin

    Pac,
    vi todas as fotos!
    Muito louvável o que está sendo feito na Colômbia.
    Parabéns ao povo colombiano e aos seus servidores e líderes.

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  • 23/03/2008 - 14:48
    Enviado por: Antonio CB

    Marckin,

    Esse é o caminho . É possível proporcionar dignidade às pessoas mais humildes, uma vez que deixamos de olhar somente nossos interesses imediatos !

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  • 23/03/2008 - 14:49
    Enviado por: Antonio CB

    deixemos

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  • 23/03/2008 - 14:53
    Enviado por: PAC colombiano

    Bibliotecas no alto das comunidades

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  • 23/03/2008 - 14:58
    Enviado por: PAC colombiano

    Pequena, mas uma importíssima mudança na geografia daquela paisagem.

    Daqui a 20 anos, bem direcinados, aquelas construções irão diferenciar-se pouco daquelas encontradas nas ilhas gregas.

    Ex. : Santorini

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  • 23/03/2008 - 15:05
    Enviado por: PAC colombiano

    Via aberta pela passagem do teleférrico .

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  • 23/03/2008 - 15:37
    Enviado por: As FARC, o PSDB e a cena de Arthur Vírgílo

    Deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 23/03/2008 - 15:44
    Enviado por: Ally

    Deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 23/03/2008 - 15:54
    Enviado por: Wander

    Deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 23/03/2008 - 15:58
    Enviado por: Wander

    Deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 23/03/2008 - 16:00
    Enviado por: Wander

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 23/03/2008 - 16:02
    Enviado por: Wander

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 23/03/2008 - 16:05
    Enviado por: Alisson

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 23/03/2008 - 16:07
    Enviado por: Alisson

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 23/03/2008 - 16:21
    Enviado por: Silvana

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 23/03/2008 - 16:43
    Enviado por: marckin

    Ally,
    você pode não gostar da maneira como fazemos as coisas aqui no Brasil, talvez por ser cidadão (ou cidadã) americana, que é muito diferente do nosso país, e para melhor, imagino, graças a Deus.
    Aqui no querido Brasil velho de guerra, com seus defeitos e suas qualidade, o voto é um direito e um dever.
    Além do mais o voto é um exercício de individualidade, na realidade, diria até de egoísmo.
    A soma do que cada cidadão acha ser bom para ele individualmente é que determina o que será bom para a maioria, para a comunidade. É um erro e uma descaracterização, exercer o direito do voto para votar pelo bem comum ou votar em quem tem a melhor proposta para seu vizinho ou seu colega. Aquí uma pessoa vota em quem tem a melhor proposta para ela, individualmente.
    Independente do que possam achar os cidadãos de outros países ou os intelectuais de direita ou esquerda.
    Ou seja, eu como profissional liberal não votaria em quem tivesse uma excelente proposta para os funcionários públicos. Ou deixaria de votar em um candidato que tem uma excelente proposta para a reforma agrária mas que tivesse como meta aumentar o custo e o tamanho do Estado e os impostos.
    O problema é que todos agradam a todos e a ética passa a ser um tema determinante na opção do voto, e infelizmente, político é igual a tornado, a gente só classifica depois que passa, aí pode ser tarde.

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  • 23/03/2008 - 16:50
    Enviado por: marckin

    Além do mais, nem todos podem fazer como muitos, que insatisfeitos com o seu país de origem emigram para o que melhor lhe convém, como quem troca de roupa, e de uma confortável posição do lado de fora, ficam reparando na ferida alheia, sem ver a pústula gangrenosa e fétida que se formou nas próprias costas.

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  • 23/03/2008 - 17:31
    Enviado por: Parsifal

    Prezada Adriana Carranca

    Agora você tem uma ligeira idéia de como era a vida do Guterman.
    Boa semana.

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  • 23/03/2008 - 19:10
    Enviado por: !!! A CONSTRUÇÃO DA "NOTÍCIA" !!!

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 23/03/2008 - 19:56
    Enviado por: le

    Elly, par vç curtir

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  • 23/03/2008 - 20:22
    Enviado por: Ally

    sou brasileira. E sei muito bem como funcionam as coisas no Brasil.

    Por que sera que qdo alguem tem opinioes criticas do pais deve ser estrangeiro?

    A maioria dos brasileiros jogou o voto fora votando no lula.

    O Brasil com lula piorou trillhoes de vezes e para recuperar este pais depois desta praga vai precisar de geracoes.

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  • 23/03/2008 - 20:49
    Enviado por: Protestante.

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 23/03/2008 - 20:53
    Enviado por: Tene Cheba

    Deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 23/03/2008 - 21:29
    Enviado por: Guarani

    Deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 23/03/2008 - 23:22
    Enviado por: Guarani

    Compreendo e aceito o critério adotado. Aguardarei a ocasião adequada para tornar a postar o comentário deletado. Fiquei com a curiosidade de saber se o Marckin chegou a lê-lo.

    Saudações,

    Guarani

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  • 23/03/2008 - 23:28
    Enviado por: adrianacarranca

    Peço desculpas a todos, mas tive de adotar alguns critérios para restringir os comentários ao assunto do posting. Com tantas participações, se furgirmos do assunto acredito que o debate ficará enfraquecido. Também tomei a liberdade de deletar comentários que considerei ofensivos ou de caráter pessoal. Espero que entendam. Abraços a todos. Adriana

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  • 23/03/2008 - 23:31
    Enviado por: Cristhian

    Adriana,

    pabenizo-a por botar oredem neste blog. Se quiser que os debates corrar legais e sem ofensas e vandalismos, deves monitorar constantemente ou contratar um estagiario(a) para isto.

    no mais, parabenizo a bela reportagem de Veja, que mostrou as mulheres que se dedicam a trabalhar em prol da sociedade. Policiais, bombeiros, delegadas, etc. Verdadeiras heroínas!

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  • 23/03/2008 - 23:44
    Enviado por: Cristhian

    ATENÇÃO!!!

    Ja elogiei a preocupação da Adriana para que este blog possa ter vida longa e saudável. Sem ofensas e vandalismos.

    Mas gostaria de informar um serviço a todos:

    Se alguém se sentir ofendido com algum material postado na Internet, em qualquer tipo de canal, sites, blog, podcats….existem orgãos que investigam e punem estes crimes.
    Crimes como Pornografia infantil, racismo, neo-nazismo, homofobia, incitação a crimes e etc, PODEM E DEVEM SER DENUNCIADOS.

    O site é este: http://www.denunciar.org.br

    Existe também a Delegacia contra crimes raciais.

    O email é delitosintolerancia@ig.com.br

    e o telefone é 3331-3985. A delegada é Dra. Margarete.

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  • 23/03/2008 - 23:44
    Enviado por: Antonio CB

    Guarani,

    Exelentes as matérias e os links, especialmente aquele artigo publicado na London Review of Books, sobre a influêcia daquele lobby.

    Grande abraço,

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  • 23/03/2008 - 23:49
    Enviado por: marckin

    Guarani,
    não li!
    estava no cinema!

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  • 23/03/2008 - 23:52
    Enviado por: Cristhian

    e eu garanto.

    estes serviços funcionam. conseguem até mesmo mandatos judiciais para rastrear IP e bloquear endereços.

    denunciem, acompanhem suas denuncias e façam um Brasil melhor.

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  • 23/03/2008 - 23:52
    Enviado por: Antonio CB

    Guarani,

    Excelentes matérias nos links por você indicados, especialmente àquele artigo publicado na London Review of Books sobre a influêcia do lobby.

    Os assuntos são extremamente pertinentes dando-nos clara noção do envolvimento e responsabilidades das partes.

    Grande abraço,

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  • 23/03/2008 - 23:57
    Enviado por: Guarani

    Antonio CB,

    que bom que gostou. Sempre que puder postarei endereços que consegui resgatar da censura naquele blog extinto, e outros que irei pesquisando.

    Marckin, dê uma passada pelo blog da Patrícia, post mais novo.

    Abraços a todos

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  • 24/03/2008 - 00:00
    Enviado por: Guarani

    Depois me contam o que acharam. Pode ser lá mesmo, assim preservamos este espaço tão valioso.

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  • 24/03/2008 - 00:06
    Enviado por: Antonio CB

    Cristhian,

    Agradecemos seu interesse no contrôle da veiculação de qualqueis idéia que venha a ferir suscetibilidades.

    PS.: Preocupadíssimos, ficamos imensamente gratos com a sugestão indireta de futuros patrulhamentos ideológicos, em sua postagens anteriores.

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  • 24/03/2008 - 00:09
    Enviado por: Antonio CB

    quaisquer

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  • 24/03/2008 - 07:49
    Enviado por: José Antônio

    Jornalista Adriana, em que pese a carnificina promovida pela invasão americana ao Iraque é necessário destacar que as lutas sectárias dentro do Islã são seculares e conforme podemos apreender da história do Oriente Médio, sempre obedeceu a um padrão constante de ódio sectário e vendettas particulares. O Coronel T.E. Lawrence, perspicaz oficial inglês, observou corretamente estas peculiaridades históricas em seus relatos da 1a guerra quando integrou as forças de Allenby no Hejaz. A estruturação da sociedade árabe obedece ao padrão definido por Durkheim quando classifica as sociedades em sociedades de solidariedade mecânica e sociedades orgânicas, a primeira sendo o tipo predominante nas sociedades árabes-islâmicas. Assim, a invasão americana apenas foi mais um elemento catalisador de um processo de tensão interna que atingiu um grau máximo, inerente a este tipo de sociedade. Qualquer outro evento histórico poderia ter causado a ruptura da coesão artificial da sociedade iraquiana com os mesmos efeitos perversos da desagregação do Estado, entre os quais o fim do monopólio estatal da violência. É inacreditável que os americanos tivessem tanto desconhecimento da cultura árabe e da História das mentalidades pois tais características, pré-islâmicas, são profundamente incrustradas na psique coletiva árabe-islâmica e era inevitável que a guerra sectária prosperasse. São estas características por exemplo que tornam a paz entre Israel e os palestinos impossível pois são dois mundos culturais completamente distintos e sem possibilidade de pontos de convergência.

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  • 24/03/2008 - 08:58
    Enviado por: Digo

    Bom dia a todos!

    Fiquei surpreso e muito satisfeito ao entrar hoje no blog, vendo que, aqueles comentários ofensivos e nada construtívos estavam deletados.

    Eu ja estava desanimado em entrar no blog por tantos comentários impróprios.

    Parabéns Adriana, nós adeptos a um bom e saudável debate agradecemos!

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  • 24/03/2008 - 09:12
    Enviado por: Marcos L. S.

    Ao que parece, nesse Domingo 23/03 houve recrudescimento dos ataques dos insurgentes, tanto contra as forças de ocupação, quanto contra os civis do Iraque, creio que a repercussão do trôpego caminhar da economia americana, juntamente com a chegada a reta final das indicações da corrida a casa Branca, tenha levado a liderança insurgente a concluir que agora seja talvez a hora de atacar os esforços invasores e minar a determinação de luta americana dentro de casa, estaríamos diante de um novo Tet ? É claro que é pura especulação minha, mas pelo menos acho que do ponto de vista dos insurgentes, o melhor momento para eles começaria agora.
    Quanto ao sectarismo, acredito que os Sunitas em minoria na região, sabem que quando o invasor americano sair, vai ter dias difíceis pela frente, se não estiver em condições de comandar os destinos do Iraque novamente como na época de Saddam, pois os Xiitas do Irã virão em massa para região.
    A ironia é que, se e quando os americanos de fato saírem acabarão por deixar a região exatamente como não queriam nos anos 80 época da revolução Islâmica.

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  • 24/03/2008 - 11:58
    Enviado por: José Antônio

    Marcos L. S., bom dia, sómente a título de curiosidade me deparei com um debate sobre a rendição inglesa nas Falklands e me lembrei de um precedente sobre rendição em massa por parte de tropas inglesas sem resistência prévia. Isto ocorreu na rendição de Cingapura, em fevereiro de 1942, quando os ingleses se renderam aos japoneses apesar da existência de material bélico e humano em condições de repelir o ataque japonês.

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  • 24/03/2008 - 11:58
    Enviado por: Ally

    Lobby ebraica. É claro que a guerra no Iraque e as mortes que ela causa entre o civis iraquianos e’ culpa de Israel. Tudo e’ culpa de Israel.

    Li a ‘London review of books’ sobre o livro ‘The Israeli Lobby’ e nunca li tanta bobagem. Eu que nao sou uma esperta em assuntos do Oriente Médio posso dizer que é um livro com pouquissimos fatos veridícos.
    Um livro que faz apologia ao terrorismo. Não vou discutir toda a ‘review’ mas só alguns fatos:

    O povo palestino recusou várias vezes a criação de um Estado palestino. No final dos anos 30 o Mufti de Jerusalém – tio de Arafat – recusou a criação de um Estado palestino sobre toda a Palestina sem sinal de Israel. Gostaria muito que alguém me explicasse por que ele recusou?

    Na guerra 1948 a Cisjordânia (hoje em dia Jordânia) conquistou a parte oriental de Jerusalém e o Egito a faixa de Gaza. Estes dois países poderiam ter dado estas terras aos palestinos para a criação da Palestina, em vez disso anexaram os terrítorios. Estranho que a UN não condenou estes atos e os palestinos não sairam protestando contra o Egito e a Cisjordânia acusando-os de invadiram suas terras. Durante a ocupação egipcia de Gaza, o Egito fechou a fronteira com a faixa, fez pouquíssimo para melhorar as condições de vida em Gaza e negou a cidadania aos palestinos. Tratou os palestinos como cidadãos de segunda classe mas ninguém reclamou.

    Em todos os países árabes onde os palestinos se transferiram, eles são considerados de segunda classe e nenhum destes países até hoje ofereceu nacionalidade aos ‘palestinos’. Israel sim. Têm muitos ‘palestinos’ com a cidadania israelense. Mas isso é totalmente ignorado no tal livro.

    Em todas as guerras que Israel lutou contra os seus vizinhos árabes ele sempre teve uma inferioridade númerica e na primeira tbem em armamentos. Mas isso não impediu que vencesse todas as guerras. O exército israelense sempre foi mais bem preparado em estrategia militar. A guerra dos Seis Dias é prova desta superioridade estratégica Uma guerra que Israel venceu com menos soldados contra 4 exercitos árabes. Uma humilhação militar que os árabes até hoje não conseguiram engolir. O resultado: Israel ocupou o Sinai, a faixa de Gaza e reconquistou Jerusalém.

    Israel é o único país no mundo onde várias nações já disseram explicitamente que o estado judaico não tem direito a existir e deve ser destruído. Queria ver se o Brasil fosse ameaçado assim não teria armas nucleares tbem.

    O livro justifica o terrorismo palestino e o de Al Qeda que é simplesmente absurdo. O terrorismo palestino não é ligado a ocupação de Gaza e Jerusalém oriental, mas simplesmente porque querem a destruição de Israel. Eles querem um estado palestino incluindo Israel. O estatuto do Hamas declara que a luta vai continuar até a destruição do estado de Israel. O problema é que os mulçumanos vêem a terra de Israel como terra islâmica ocupada por infiéis e estes infiéis devem ser expulsos (infiél não é só o judeu mas os cristão palestino tbem).
    Os ideais de Al Qeda são transformar o mundo numa grande nação islâmica onde tudo e todos serão governados por Allah. Não tem nada a ver com os palestinos.

    O livro esquece de mencionar que muitos colonatos hebraicos foram desmantelados em Gaza e Hamas agora os usa para lançar bombas em cidades israelenses. Desde que Israel se RETIROU de Gaza os ataques com bombas aumentaram. Mas o livro tbem não menciona isso.

    Golda Meier no seu discurso quando disse que ‘there is no such thing as a Palestinian.’ Ela estava certa. ‘Palestinian’ na verdade era o termo usado para os judeus que viviam na Palestina. Os árabes que viviam na Palestina eram simplesmente árabes. A maioria dos ‘palestinos’ na verdade são jordanos. O termo palestinos, referindo-se aos árabes é um termo recentel, algo tbem ignorado por todos mas especialmente pelos autores do livro.

    O livro afirma que Israel é um estado racista porque é um estado judaico. Bom, então muitos países árabes que afirmam ser estados islâmicos tbem são racistas. A Republica Islâmica do Irã se enquadra neste termo, não?

    Eu podia continuar a rebater todos os absurdos do livro mas eu precisaria escrever um livro para isso.

    Este é um livro que inflama o anti-semistismo e o terrorismo islâmico no mundo.

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  • 24/03/2008 - 13:01
    Enviado por: Herbert

    Comentário deletado por não tratar de assunto referente ao posting.

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  • 24/03/2008 - 13:04
    Enviado por: Herbert

    Qualquer um tem o direito de questionar minhas posicoes. Soh nao venha copiar e colar. Quero opinoes de fato e nao pesquisas sem pe nem cabeca.

    Caso contrario sugiro se retirar a sua insignificancia

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  • 24/03/2008 - 13:16
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    BOm Dia!
    Que bom, agora tem que ter conteudo,nao basta ter cores e besterias! Porssio que alguns ja’ sumiram de vez! AInda bem..

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  • 24/03/2008 - 13:18
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. José Antônio, boa tarde !

    Realmente a resistência da força defensora Britânica em Singapura em fevereiro de 42, foi muito abaixo das expectativas de Londres, tendo em vista o material bélico disponível e o número absoluto de efetivos confrontados pelos dois lados, mas ainda assim houve alguma resistência onde durante algum tempo onde os Ingleses e suas tropas de apoio, contabilizaram de 4000 a 7500 baixas.
    É verdade que o contingente Britânico nas Malvinas era infinitamente menor, mas nessa ocasião o que me impressionou, repito, foi o fato de não haver ocorrido nem uma única baixa do lado Inglês e apenas uma (Um capitão se não me engano) do lado Argentino.
    Assim esse evento, quando da tomada das Malvinas pelo exército Argentino, é até onde sei, o único em que uma guarnição Britânica se rendeu sem sofrer nenhuma baixa a uma força oponente estrangeira.

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  • 24/03/2008 - 13:22
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Jose Antonio,
    colocou muito bem os fatos.
    COmeteu apenas dois deslizes.
    o primeiro quando fala da “carnificina promovida” peloas americanos. Obviamente, os americanos nao la’ foram para PROMOVER uma carnificina. Sugere que esse foi um objetivo das tropas de libertacao.
    Pelo contrario forma para trazer a democracia e fazer daquel um exemplo para os outros paises da regiao.
    Outro erro foi o fato de achar que os maricanos nao sabiam das divisoes seculares. Na minha opiniao baseado no que li, eles sabiam, e querima mostrar que a democracia e’ capaz de superar esse tipo de disputa, como ocorre com os arabes israelenses, que fazem parte da politica e tudo mais em israel.

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  • 24/03/2008 - 13:28
    Enviado por: CarlosJarbas

    Boa tarde a todos… parece-me que a política externa suicidade de Bush ainda recebe aplauso de alguns por aqui… mesmo que sua atitude de invadir o Iraque fosse correta, seria monstruoso o número de vítimas civis que nada tem a ver com os sonhos insanos de políticos egoístas.

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  • 24/03/2008 - 13:35
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Jarbas me responda,
    sao os americnaos que ficam amarrando bomba no corpo par amatar civis?
    Sao eles que colocam caminhao bomba em supermercado?
    Entao eles nao sao responsaveis pela grande mairoria de mortes civis.

    Resposta
    : Carlos, os homens-bomba que fizeram o atentado em Londres eram ingleses. O atentado em Oklahoma, em 1995, foi um ataque terrorista perpetrado pelo americano Timothy McVeigh. São alguns exemplos. Abs.

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  • 24/03/2008 - 13:46
    Enviado por: CarlosJarbas

    Massaranduba eles fomentaram o caos com a invasão de uma nação antes soberana. Em nome de que? Da democracia? Não, pois apoiam inumeras ditatudar quando lhes convém. Em nome da guerra ao terror? Nâo, pois o Iraque não possuia qualquer histórico de terrorismo internacional. Armas de destruição em massa? Logico que não, pois o embuste foi desmaracado às claras e a verdade veio a tona. Porque então atacaram o Iraque? O amigo é capaz de me responder razoavelmente?

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  • 24/03/2008 - 13:53
    Enviado por: CarlosJarbas

    Ainda não respondeu minha pertinente dúvida amigo Massaranduba…

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  • 24/03/2008 - 13:57
    Enviado por: Rejane

    Vale a pena repetir um trecho do que escreve o Nobel e grande humanista Saramago

    David, hoje, é Golias, mas um Golias que deixou de carregar com pesadas e afinal inúteis armas de bronze. Aquele louro David de antanho sobrevoa de helicóptero as terras palestinas ocupadas e dispara mísseis contra alvos inermes, aquele delicado David de outrora tripula os mais poderosos tanques do mundo e esmaga e rebenta tudo quanto encontra na sua frente, aquele lírico David que cantava loas a Betsabé, encarnado agora na figura gargantuesca de um criminoso de guerra chamado Ariel Sharon, lança a “poética” mensagem de que primeiro é necessário esmagar os palestinos para depois negociar com o que deles restar. Em poucas palavras, é nisto que consiste, desde 1948, com ligeiras variantes meramente tácticas, a estratégia política israelita. Intoxicados mentalmente pela ideia messiânica de um Grande Israel que realize finalmente os sonhos expansionistas do sinonismo mais radical; contaminados pela monstruosa e enraizada “certeza” de que neste catastrófico e absurdo mundo existe um povo eleito por Deus e que, portanto, estão automaticamente justificadas e autorizadas, em nome também dos horrores passados e dos medos de hoje, todas as acções próprias resultantes de um racismo obsessivo, psicológica e patologicamente exclusivista; educados e treinados na ideia de que quaisquer sofrimentos que tenham infligido, inflijam ou venham a infligir aos outros, e em particular aos palestinos, sempre ficarão abaixo dos que padeceram no Holocausto, os judeus arranham interminavelmente a sua própria ferida para que não deixe de sangrar, para torná-la incurável, e mostram-na ao mundo como se se tratasse de uma bandeira. Israel fez suas as terríveis palavras de Jeová no Deuteronómio: “Minha é a vingança, e eu lhes darei o pago.” Israel quer que nos sintamos culpados, todos nós, directa ou indirectamente, dos horrores do Holocausto, Israel quer que renunciemos ao mais elementar juízo crítico e nos transformemos em dócil eco da sua vontade, Israel quer que reconheçamos de jure o que para eles já é um exercício de facto: a impunidade absoluta. Do ponto de vista dos judeus, Israel não poderá nunca ser submetido a julgamento, uma vez que foi torturado, gaseado e queimado em Auschwitz. Pergunto-me se esses judeus que morreram nos campos de concentração nazis, esses que foram perseguidos ao longo da História, esses que foram trucidados nos pogromes, esses que apodreceram nos guetos, pergunto-me se essa imensa multidão de infelizes não sentiria vergonha pelos actos infames que os seus descendentes vêm cometendo. Pergunto-me se o facto de terem sofrido tanto não seria a melhor causa para não fazerem sofrer os outros.
    As pedras de David mudaram de mãos, agora são os palestinos que as atiram. Golias está do outro lado, armado e equipado como nunca se viu soldado algum na história das guerras, salvo, claro está, o amigo norte-americano. Ah, sim, as horrendas matanças de civis causadas pelos chamados terroristas suicidas… Horrendas, sim, sem dúvida, condenáveis, sim, sem dúvida, mas Israel ainda terá muito que aprender se não é capaz de compreender as razões que podem levar um ser humano a transformar-se numa bomba.

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  • 24/03/2008 - 13:58
    Enviado por: Herbert

    Jarbas boa tarde:

    Alguns dados:

    ~ 2 milhoes morreram na guerra entre Ira e Iraque.

    ~ 1 milhao morreram na guerra Iraque Kuwait.

    ~ 100 mil Curdos desapareceram.

    ~ 100 mil dissidentes assassinados.

    Alguma duvida que alguem tinha que dar um fim nesta carniceiro chamado Saddam Hussein?

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  • 24/03/2008 - 13:58
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Jarbas,
    nao posso afirmar com certeza.
    Mas muitos falam que foi por causa do petroleo.
    Eu nao nego que havia interesses de soberania. Obvimanete os EUA queriam ter um estado amigo na regiao. Petroleo seria uma consequenica da amizade.
    Eu acho que a ideia era estabelecer uma democracia no centro do oriente medio para servir de exemplo e no futuro “contaminar” com as sementes democraticas os estados vizinhos.
    Porem, eles subestimaram a divisao interna.
    Eu sou contra afirmacoes do tipo que dizem que aunica itencao era matar e humilhar.
    razoavel?

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  • 24/03/2008 - 14:04
    Enviado por: Herbert

    Os paises Arabes soh concedem cidadania estritamente para parentes nativos. Eh impossivel se naturalizar na Arabia Saudita, Kuwait e Siria.

    Existem igrejas catolicas na Arabia Saudita? Eh permitido professar outra religao? Responda Rejane !!

    Devo considerar o Isla racista?

    Resposta: Herbert, não posso te responder sobre a Arábia Saudita, mas já estive no Egito e Emirados Árabes Unidos, países árabes, e no Irã, que é originalmente persa mas foi invadido pelos árabes no século 7 e adotou o islã desde então. No Egito, tenho amigas cristãs, visitei o bairro judeu e conheci estrangeiros que vivem lá com residência ou cidadania egípicia. Nos Emirados Árabes, 85% da população, hoje, vem de outros países – pessoas de todas as nacionalidades e religiões, incluindo muitos brasileiros. E no Irã, mais especificamente em Teerã e Isfahan, visitei os bairros onde se estabeleceram os cristão armênios, entrevistei zoroastras e visitei igrejas católicas e sinagogas junto com a tradutora, muçulmana. Restrições existem, sim, principalmente no Irã por se tratar de um estado teocrático, onde religião e política se confundem. Mas não se pode generalizar e atribuir isso aos fiéis. Fiz a minha primeira viagem ao Egito acompanhada de uma amiga judia e outra evangélica. Então, veja, essa demonização desta ou daquela religião é um erro. É servir aos interesses dos que estão no poder e usam as religiões justamente para manipular as pessoas. Pense nisso, meu caro. Abs. Adriana

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  • 24/03/2008 - 14:08
    Enviado por: CarlosJarbas

    Estado amigo na região? Já não basta Israel e Egito, álém dos dóceis Jordania e Arabia Saudita? Petróleo uma consequencia da amizade? Massara acho sem substancia sua defesa não da guerra, mas da INVASÃO AO ESTADO SOBERANO DO IRAQUE INDO CONTRA DECISÃO CONTRÁRIA DOS ORGANISMOS INTERNACIONAIS, ONU À FRENTE.

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  • 24/03/2008 - 14:10
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Hebert

    Gostaria de ressaltar que os mortos na guerra Irã x Iraque, se devem ao fato de os EUA haverem apoiado o Sr. Husseim para enfraquecer as aspirações de Teerã e dos Xiitas em meio a expansão de sua revolução Islâmica.
    O segundo conflito relatado pelo senhor não atingiu tal cifra de baixas, foi algo em torno de 200.000 em sua maioria integrantes do exército Iraquiano e civis daquele país vitimados por forças da “coalizão”.
    Acredito sim que a invasão ao Iraque em 2003, foi para se apoderar das jazidas de petróleo Iraquiano, e a formação de um estado títere tampão de onde se poderia intimidar mais proximamente o regime Iraniano.

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  • 24/03/2008 - 14:11
    Enviado por: Herbert

    Jarbas:

    Estado soberano? Uma das ditaduras mais ferozes e sanguinarias da historia!!!

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  • 24/03/2008 - 14:12
    Enviado por: DIGO

    Novamente debates ofensivos e sem conteúdo.

    Adriana deve estar meio maluca na redação.

    Ps. com exceções, claro!

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  • 24/03/2008 - 14:12
    Enviado por: Cláudia

    Massaranduba

    Os EUA queriam ter um Estado amigo na região? Por quê?

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  • 24/03/2008 - 14:16
    Enviado por: CarlosJarbas

    Herbert e me diz um país do OM, à exceção de Israel, que tem o mínimo de participação da sociedade na condução da política? Ao que me consta os EUA apoiam inumeras ditaduras globo afora; que tal, em nome da democracia, que nossos valorosos defensores da liberdade invadam o Paquistão, o Egito, a Jordania, e outros tantos e tirem do poder esses “ditadores sanguinários”? Dois pesos duas medidas amigo…

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  • 24/03/2008 - 14:16
    Enviado por: Cláudia

    Nós já sabíamos, José Antônio.

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  • 24/03/2008 - 14:17
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Porque e’ mlehor ter amigos do que inimigos.
    voce nao acha? Politica e’ assim.
    duh!

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  • 24/03/2008 - 14:17
    Enviado por: Tio Patinhas

    Jarbas Jarbas!

    Porque vc é assim meu caro?

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  • 24/03/2008 - 14:17
    Enviado por: Herbert

    Marcos LS:

    Correto, jamais defenderia a politica internacional americana, mas se nao apoiado pelos Estados Unidos, Saddam seguia sua politica sanguinaria com o apoio de grupos extremistas que o apoiavam.

    Os numeros da guerra Ira e Kuwait tirei de uma das edicoes do Times que li ha um tempo atras.

    Se a invasao tinha a intencao de se apoderar das jazidas de petroleo, porque esta crise no barril se o EUA sao importadores?

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  • 24/03/2008 - 14:22
    Enviado por: Cláudia

    Excelente resposta, Massaranduba. Posso fazer mais duas perguntinhas?

    1) Você sabe o que George Bush e Dick Chenney fazem nas horas vagas, isto é, quando não são presidente e vice-presidente dos Estados Unidos?

    2) Por que os Estados Unidos não foram plantar “sementes de democracia” no desmonte da Iugoslávia, em Ruanda ou em Darfur?

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  • 24/03/2008 - 14:24
    Enviado por: CarlosJarbas

    Massaranduba é lamentável sua tentativa vã de driblar o que realmente importa: uma invasão sem qualquer razoabilidade e que vitimou milhares de inocentes perpetrada por aqueles que se dizem defensores incondicionais da vida e da liberdade. Não há argumento que rebata esse crime contra a humanidade. Aliás, isso não me espanta, pois se foram capazes de trazer o inferno a Hiroshima de que mais não seriam?

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  • 24/03/2008 - 14:26
    Enviado por: Herbert

    Fico perguntando aos meus botoes:

    O que os paises ditos comunistas e socialiastas fizeram pela democracia e os direitos humanos ao longo da historia.

    Com a palavra o Professor Jose Antonio.

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  • 24/03/2008 - 14:28
    Enviado por: Ally

    Hebert, tai um ponto que tinha me esquecido. Os judeus etiopicos. Ninguem menciona este fato.
    Obrigada por te-lo mencionado.

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  • 24/03/2008 - 14:30
    Enviado por: Cláudia

    Carlos Jarbas, a invasão aconteceu dentro da mais perfeita razoabilidade. Desculpinhas ridículas como “foram levar sementes da democracia” é que não é razoável.

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  • 24/03/2008 - 14:30
    Enviado por: CarlosJarbas

    É sintomático essa atitude do amigo (a quem muito prezo) Herbert e do Massara em, na falta de argumentos paupáveis sobre os motivos da INVASÃO ao Iraque, mudarem o foco do debate. Sejamos honestos senhores. Admitamos que razões “alienigenas” estavam por trás desse ataque irracional e que gerou a carnifica e o caos na antiga Pérsia.

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  • 24/03/2008 - 14:31
    Enviado por: José Antônio

    A invasão do Iraque poderia ser mais um capítulo do livro “A Marcha da Insensatez” da historiadora americana Barbara Tuchman pois creio que na história humana dificilmente um país cometeria duas vezes tantos erros de avaliação do contexto geo-político e da imprevisibilidade dos eventos históricos. Existiam várias alternativas de ação na região e os americanos conseguiram escolher a pior delas naquele momento. A única mente lúcida no gabinete era a do general Colin Powell que acertadamente previu o malogro da intervenção americana na ausência de uma coalizão legitimada pelas Nações Unidas. Para complicar ainda mais o quadro, o inepto Rumsfeld junto com Dick Cheney, desmontou as duas únicas estruturas políticas capazes de controlar o sectarismo e a tensão internas na sociedade iraquiana, o partido Baath e o Exército iraquiano. O resultado da falta de uma estratégia militarmnente e politicamente viável e do mau uso tático das forças americanas é visível tanto nas vítimas da guerra sectária quanto nas baixas militares.

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  • 24/03/2008 - 14:33
    Enviado por: Rejane

    Comentário deletado por não tratar de assunto do posting.

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  • 24/03/2008 - 14:35
    Enviado por: Herbert

    Jarbas:

    Nenhum pais do mundo ficaria de bracos cruzados com os acontecimentos do 11.09.

    Este foi um divisor de agua que trouxe a tona a fragilidade do mundo ocidental frente ao terrorismo dos radicais Isla, e nao forma so os EUA.

    Muitos paises Europeus apoiaram a intervencao.

    Verdade, Bush foi traido pela CIA, enquanto era war against terror, o mundo entendia e justificava. Qdo passou a ser against weapon of mass destruction ai sem ele se complicou.

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  • 24/03/2008 - 14:37
    Enviado por: CarlosJarbas

    Peraí Herbert…que tem a ver o 11/09 com a derrubada de Sadam? Acho que o amigo tá confundindo um pouco as coisas… quem treinou e deu dinheiro a Bin Ladem? Sadam? Fidel? Quem…?

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  • 24/03/2008 - 14:39
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Heberth

    Uma vez que os americanos consigam, dar “mais de três passos no Iraque sem que algo exploda”, eles provavelmente pretendem reconstruir a infraestrutura petrolífera do país, e explorando, e inundando o mercado de petróleo, baratear as incríveis cifras que atingiram a cotação do “ouro negro” e assim aliviar seus custos com a energia.
    Acredito que haja ainda alguma imposição de reparação, ao novo governo Iraquiano pró – Washington em relação às “perdas humanas” sofridas pelo “povo” americano por seu “sacrifício” para “libertar” o Iraque, que poderá ser paga com apreciáveis quantidades de petróleo fornecidas a preços módicos ao Tio Sam.

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  • 24/03/2008 - 14:40
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    A unica coisa que concordo e’ que houve um planejamento errado por parte dos EUA.
    Nao concordo que atacram por maldade.
    Ja’ existia carnificina antes, durante e depois.
    E’ errado e dehonesto afirmar que os EUA procuraram deliberadamente a carnificina de um povo.
    O que eu acredito e’ quee eles tentaram fazer do iraqu um exemplo de que a democraci e’ viavel. Se e’ riduclo ou nao, e’ oq ue acredito. Talvez eu seja um cara ridiculo para alguns. Mas alguns sao ridiculos para mim.

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  • 24/03/2008 - 14:44
    Enviado por: José Antônio

    Herbert, o legado socialista para a efetivação da proteção internacional aos direitos humanos é inegável. Entretanto o questionamento sobre a democracia carece de uma definição universal do que venha a significar a palavra para as diferentes sociedades que se formaram na história humana. Estou no momento lendo um interessante livro que se chama “Armas, Germes e Aço” do pesquisador Jared Diamond que mostra sob o ponto de vista antropológico, e não sociológico ou filosófico, como o processo de tomada de decisões se constroí a partir do bando, da tribo, das sociedades centralizadas e dos Estados e como os fatores ecológicos e culturais influenciam a criação dos mecanismos decisórios da sociedade. Assim é prematuro avaliar que a democracia americana se constitua em um mecanismo de decisão realmente participativo da sociedade e não seja sómente mais uma cleptocracia apoiada pelos mecanismos de convencimento ideológico. É importante citar que a tese do autor se contrapõe ao Contrato Social de Rousseau.

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  • 24/03/2008 - 14:44
    Enviado por: Herbert

    Jarbas:

    11.09 como mencionei foi um divisor de aguas.

    O Al Qaida estava totalmente enraizado via Taliban no Afeganistao. Foi um favor que para a populacao local que estes monstros foram erradicados.

    Nao fiz nenhuma mencao que o Iraque estava envolvido diretamente no atentado mas sim na tentativa de desestabilizar o OM.

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  • 24/03/2008 - 14:45
    Enviado por: CarlosJarbas

    Dá um exemplo de democracia para o mundo Massara? Porque não fizeram isso na África? Ou no Paquistão, ou na entre os sauditas, berço do Islã e centro irradiador da fé na região? Porque exportar a “democracia” (pensei que era feita com votos, e não com bombas e sangue de inocentes) logo para o Iraque?

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  • 24/03/2008 - 14:46
    Enviado por: CarlosJarbas

    Herbert quem sempre desestabilizou o OM foi Israel e seu aliado inconteste…

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  • 24/03/2008 - 14:52
    Enviado por: Cláudia

    Massaranduba

    Não sei em qual versão é mais difícil de acreditar, se na versão da carnificina ou se na versão das “sementes da democracia”. Para mim as duas são completamente absurdas.
    Penso que a invasão se deu por interesses puramente econômicos e foi realizado sem planejamento algum. (aliás, qual confronto militar dos EUA foi planejado? O da República Dominicana?).

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  • 24/03/2008 - 14:55
    Enviado por: José Antônio

    Rejane, na semana passada estava conversando com Mauro Santayana sobre a questão da Colômbia de Uribe e sinto que ao jornalista, em que pese seu grande humanismo e conhecimento, falta uma compreensão menos fragmentada da História. O mesmo me confidenciou que não era e nem se considerava historiador. Entretanto na minha avaliação sempre existe em História um contexto a ser avaliado e não o isolamento do evento histórico para posterior estudo. Assim creio ser inadequado que se faça inferências sobre a situação palestina sem que haja toda uma avaliação da fundamentação historica da região.

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  • 24/03/2008 - 14:55
    Enviado por: Herbert

    Jarbas:

    Vc poderia ser mais claro porque Israel eh o desestabilizador?

    Nao seria o Ira, Siria, grupos como o Hezzbolah, Hamas, Jihad etc..

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  • 24/03/2008 - 14:58
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. José Antônio

    Esse ponto que o senhor colocou (Antropológico) é realmente pertinente, afinal somos, apesar de nosso intelecto, e continuamos também a ser mamíferos predadores gregários, e apesar de nossa arrogante postura em relação a essa nossa condição animal, e para com as demais espécies, é notável a semelhança entre o relacionamento de nossas sociedades entre si quando comparadas a um bando de mamíferos.
    Temos um “macho alpha”, o bando submisso, e alguns possíveis desafiantes, sempre a espreita do momento certo para o desafio quanto a liderança da “manada”.

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  • 24/03/2008 - 14:59
    Enviado por: Herbert

    Comentário deletado por não tratar de assunto do posting.

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  • 24/03/2008 - 15:02
    Enviado por: le

    Herbert, quem derubou as torres gemias ? é o predio no. 7, quem sacrificou vida de 3000 americanos, quem recebeu 7 bi se seguro, vç sabe quem, lerry silverstien

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  • 24/03/2008 - 15:06
    Enviado por: José Antônio

    Marcos, um aspecto interessante abordado por Jared Diamond diz respeito ao fato de que o aumento populacional de bando para tribo e daí para sociedades centralizadas obedecia ao mesmo tempo à necessidade de implantação das hierarquias sociais que impossibilitavam a tendência ao aniquilamento dos membros que não pertenciam às relações de parentesco. Entretanto essas hierarquias sociais se institucionalizaram na forma do Estado e da Religião, se constituindo em cleptocracias que se apropriam dos mecanismos decisórios em benefício próprio e do seu grupo familiar ou ideológico. Por isso deve-se ter cautela ao falar em “democracia americana”.

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  • 24/03/2008 - 15:07
    Enviado por: Tio Patinhas

    Comentário deletado por não tratar de assunto do posting.

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  • 24/03/2008 - 15:08
    Enviado por: Rejane

    Comentário deletado por não tratar de assunto do posting.

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  • 24/03/2008 - 15:10
    Enviado por: Tio Patinhas

    Comentário deletado por não tratar de assunto do posting.

    responder este comentário denunciar abuso

  • 24/03/2008 - 15:14
    Enviado por: Tio Patinhas

    Comentário deletado por não tratar de assunto do posting.

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  • 24/03/2008 - 15:18
    Enviado por: Rejane

    Comentário deletado por não tratar de assunto do posting.

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  • 24/03/2008 - 15:21
    Enviado por: Rejane

    Qualquer brasileiro de nível cultural minimamente razoável é capaz de ler em espanhol, não é necessária nenhuma tradução. Os créditos autorais estão no endereço do documento original completo, só não viu quem não leu.

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  • 24/03/2008 - 15:31
    Enviado por: CarlosJarbas

    É típico dos truculentos mentais partirem para o desrespeito quando lhes falta argumentos sólidos ao debate; distorcem o cerne da questão – no caso o famigerado ataque ao Iraque – e tentam desqualificar quem pensa em oposto a eles; argumentos tolos como “levar a democracia ao OM” não se sustentam e perdem-se na trivialidade e no desconhecimento histórico mesmo… criticam abertamente os movimentos de libertação palestinos por jogarem “bombas de ultima geração feitas em quintais” sob território de Israel, mas ficam silenes quando o sangue de milhares de inocentes é derramado na contramão do bom senso e do respeito aos direitos humanos.

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  • 24/03/2008 - 15:41
    Enviado por: Cláudia

    Democracia não é acreditar no que bem entender, Massaranduba, democracia é governo do povo, isto é, em que a maioria decide. Exemplo, se a maioria diz ‘não invada o Iraque’, o Iraque não deveria ser invadido.

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  • 24/03/2008 - 15:44
    Enviado por: Tio Patinhas

    Esta ideia de democracia de governo do povo para o povo não existe mais!
    Talvez na Grecia antiga, quando o povo se reunia na praça e votava direto no que queria.
    O tempo hoje é outro!

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  • 24/03/2008 - 15:48
    Enviado por: Cláudia

    Então o nome deveria ser outro também.

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  • 24/03/2008 - 15:49
    Enviado por: CarlosJarbas

    Algumas mentes obtusas não entendem o conceito básico de democracia. Daí a dificuldade em aceitar que A INVASÃO AO IRAQUE foi um atentado aos direitos das nações e à vida como princípio básico de todos os povos.

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  • 24/03/2008 - 15:50
    Enviado por: José Antônio

    Cláudia, sempre perspicaz e rápida.

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  • 24/03/2008 - 15:52
    Enviado por: Ally

    “direitos das nações e à vida como princípio básico de todos os povos”, Jarbas vc tem razão. Mas então por que este direito é negado a Israel? Mas para ficar no Iraque por que este direito foi negado por tanto tempo aos Kurdos?

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  • 24/03/2008 - 15:53
    Enviado por: CarlosJarbas

    Concordo Ally… concordo plenamente… esse direito básico é joguete nas mãos de políticos e muitos de nós fechamos os olhos para esse atentado ao bom senso.

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  • 24/03/2008 - 15:56
    Enviado por: Cláudia

    José Antônio, não conhecia o termo mas, pelo que entendi, há muita cleptocracia disfarçada de democracia.

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  • 24/03/2008 - 15:58
    Enviado por: CarlosJarbas

    tambem tem direito básico à vida os palestinos, os que morrem de fome na África, e outros tantos que vivem à margem da dignidade humana mínima.

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  • 24/03/2008 - 16:03
    Enviado por: CarlosJarbas

    Vou dá uma saída..boa tarde e bons pensamentos…

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  • 24/03/2008 - 16:07
    Enviado por: Ally

    CarlosJarbas, Israel nunca negou o direito a vida ao palestinos. Infelizmente os palestinos até hoje não param de clamar ‘morte a Israel’. Israel, apesar de seus erros, já demostrou boa vontade de resolver o conflito mas os palestinos e o mundo islâmco não.
    Uma das exigências de Israel é ser reconhecido como estado, país. Não acho que seja pedir demais.

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  • 24/03/2008 - 16:08
    Enviado por: adrianacarranca

    AVISO AOS PARTICIPANTES: dado o enorme número de comentários, passarei a deletar, sem aviso, aquelas mensagens de cunho pessoal ou que considerar ofensivas ou, ainda, que fogem do assunto tratado no posting. Por favor, peço que não usem ofensas. Atenciosamente, Adriana

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  • 24/03/2008 - 16:09
    Enviado por: Mensageiro do Apocalipse

    … da mesma forma que existe muito comunismo disfarçado de iluminismo.

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  • 24/03/2008 - 16:11
    Enviado por: CarlosJarbas

    Ally quando um povo militarmente superior lança uma ofensiva a um outro povo sem as condições justas de defesa e mata civis inocentes não está negando a este mesmo povo o direito à vida?

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  • 24/03/2008 - 16:21
    Enviado por: Rejane

    Adriana, melhor ainda será banir todos aqueles que ofenderem a nível pessoal, usarem comentários agressivos e, muitas vezes, machistas.

    Resposta: Não é possível banir. Se fosse, já o teria feito. Sobre os supostos bloqueios feitos por outros colegas blogueiros, não farei comentários, nem cabe a mim tomar qualquer providência. Espero que entenda. Obrigada, Adriana

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  • 24/03/2008 - 16:22
    Enviado por: Cláudia

    Mensageiro

    Você viu que abriram um blog exclusivo para você aqui no Portal do Estadão? E que ela também se chama Claudinha?

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  • 24/03/2008 - 16:27
    Enviado por: Mensageiro do Apocalipse

    Do que você está falando? Você ganhou um blog no Estadão?

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  • 24/03/2008 - 16:30
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Claudia,
    obviamente, baseado em seu comentario, voce nao sabe o que e’ democracia.
    Isso que da’ responder muito rapido.
    Pare para pensar antes de responder.Democracia e’ o governo do povo, para o povo, pelo povo. Como muito bem lembrado no famos discurso em pronunciado por Lincoln.
    Neste caso o pov dos EUA deicdiram democraticament mandar uma ajuda humaniatria ao Iraque liberando-os do ditadro sanguinolento Sadan Hussein.

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  • 24/03/2008 - 16:35
    Enviado por: Ally

    Israel não lançou ofensiva contra o povo palestino. Ele lançou e lança ofensiva contra grupos terroristas. Grupos sem escrúpulos que se escondem no meio de cívis. Usam cívis, mulheres e crianças principalmente como escudos humanos justamente para causar fatalidades e jogar a culpa em Israel. Os israelenses não se enchem de explosivos e vão se explodir no meio da população civil. Quem tem menos chances de defesa são os israelenses contra estes loucos assassinos.

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  • 24/03/2008 - 16:37
    Enviado por: Rejane

    Parece que a/o Ally não entendeu o recado

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  • 24/03/2008 - 16:44
    Enviado por: Cláudia

    Tá bom, Massaranduba.

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  • 24/03/2008 - 16:45
    Enviado por: Ally

    Rejane, sera’ que sou eu que não entendo? Claro que vc não vai me responder usando a desculpa que não se comunica com sionistas. Como vc não tem argumentos, não sabe defender teus argumentos vc prefere me atacar e me chamar de sionista assassina ou qquer coisa do genero.
    A ignorancia é o grande mal deste mundo.

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  • 24/03/2008 - 17:04
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Claudia, Jarbas,
    Eu acho que voce nao acrdita em mim.
    Entao porque voce nao pergunta a um Kurdo se ele gostou da ideia de liberdade?
    Ah ja’ sei, voce so’ consegue enxergar d eum unico angulo!

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  • 24/03/2008 - 17:09
    Enviado por: le

    Elly, terrorista e quem invade a terra dos outros, israel e formado por sionistas europeos, e não semitas, portanto os palestinos que defendem as suas terras são defensores, ou soldados, e os invasores são terroristas, para esclarecer de uma olhada no you tube, GEROGE GALLOWAY SPEAKING THE TRUTH ON SKY NEWS, ate os americanos estão descobrindo a realidade

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  • 24/03/2008 - 17:14
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Massaranduba

    Recentemente a Turquia, aliado americano e país membro da OTAN, andou fazendo uma visitinha pouco amigável aos Curdos, a despeito de estes agora estarem sob a “democrática proteção” Americana.

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  • 24/03/2008 - 17:23
    Enviado por: Ricardo.

    Acredito que a contagem de corpos seria mais difícil de Saddam ainda estivesse no poder. É essa a diferença.
    No mais, os eua sempre gostaram de bombas e tiros.
    Só aceleraram o processo!

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  • 24/03/2008 - 17:23
    Enviado por: Cláudia

    Tá, Massaranduba, eu vou procurar um curdo e perguntar para ele, tá bom? Enquanto isso, verifique, por favor, o desempenho da Halliburton nos últimos… (quantos anos têm a guerra do Iraque? cinco?) é, nos últimos cinco anos.

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  • 24/03/2008 - 17:33
    Enviado por: Ally

    Le, vc como a Rejane, não têm noção do que escreve.
    Semita se refere a quem fala uma lingua semita: árabes, armenos, judeus e alguns etiopicos. Semitas são os povos que podem traçar suas origens a Shem, filho de Noah. Os semitas de hoje são os árabes e judeus. Os judeus de hoje descendem dos hebreus um povo semita. A palavra semita significa: nômade.

    Israel é formado por judeus de todas as partes do mundo, especialmente dos países árabes.

    Com certeza esse George Galloway é uma fonte tão segura como os autores do livro “The Israel Lobby’

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  • 24/03/2008 - 17:39
    Enviado por: Ally

    Le, George Gallaway apoia um gruppo terrorista como Hezbollah. Não dá para dar crédito a uma pessoa que faz apologia ao terrorismo.

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  • 24/03/2008 - 18:05
    Enviado por: Messenger

    Não se deve confundir o termo semita com judeu, os semitas são varios povos que tiveram sua origem provavelmente na Árabia, de onde passaram à Mesopotamia, oriente do Mar Mediterrâneo e o vale do Nilo; compreende aos árabes, os sírios, os antigos babilonios e assírios, os moabitas, amonitase a las tribos arameias, inclusive os judeus. Semita significa descendente de Sem, filho primogênito de Noé. Isso de dizer que significa nômade é uma demonstração de ignorância.

    A maioria dos habitantes da Palestina ocupada pelos sionistas está formada por judeus askenasi (europeus).

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  • 24/03/2008 - 18:08
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Claudia,
    antes os russos e franceses ganhavam dinheiro com o iraque.
    agora sao os russos, os franceses e quem mais quiser. Se o halliburton ganhou dinheiro, NAO foi do iraque. FOi do governo americano dos “tax payers”, ou seja, MEU diheiro e voce nao tem que s epreocupar com isso, pois nao e’ o SEU dinheiro.
    Agora eu quero saber. Voce acha que a guerra ajudou ou nao os Kurdos? Se ajudou, entao a guerra teve beneficios concretos, correto?
    Ou voce acha, como o Sadanm que Kurdos nao merecem ser considerados??

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  • 24/03/2008 - 18:09
    Enviado por: CarlosJarbas

    Pelo visto a indirença à vida humana virou rotina por aqui… para alguns uma vida israelense vale umas cem ou duzentas dos palestinos… quanto vale a vida dos cidadãos iraquianos mortos, sem família, sem teto, que viraram retirantes em terras estranhas porque um individuo a eles estranhos e de uma nação longinqua resolveu “levar a democracia ao OM”… eu lamento por cada vida que se perde, indiferente de credo, raça ou cor… alguns aqui fecham os olhos quando o sangue derramado é de “pagãos muçulmanos indignos de piedade”…

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  • 24/03/2008 - 18:12
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Adriana,
    Por justica a todos os leitores, voce deve desbloquear os IPs bloqueados pelo Guterman.
    Voce sabe, ele sabe, que isso e’ ilegal!
    Alem de que os ditos ofensores nao fizeram nada d eerrado neste blog.

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  • 24/03/2008 - 18:14
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Jarbas,
    quanto vale a vida d eum kurdo morto?
    a democracia trouxe d evolta a liberdade ao skurdos.
    E se nao fosse estes xiitas vingativos tudo estaria em paz!

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  • 24/03/2008 - 18:21
    Enviado por: Ally

    Messenger, hebreu significa ‘o povo que veio do outro lado do rio”. Falha minha. Escrevi errado.
    Para sua informação, antes da criação de Israel muitos judeus já viviam na Palestina.

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  • 24/03/2008 - 18:21
    Enviado por: CarlosJarbas

    Seu raciocínio simplifica demais as coisas Massara; e dá a impressão de que os culpados são os inocentes mortos.

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  • 24/03/2008 - 18:26
    Enviado por: Ally

    Outra coisa Messenger, Israel não ocupou terra nenhuma. A Palestina foi dividida como grande parte do Oriente Medio depois da derrota do império otomano. Os judeus aceitaram a partição e os árabes não.

    Voltando ao semita: emita se refere a quem fala uma lingua semita: árabes, armenos, judeus e alguns etiopicos. Semitas são os povos que podem traçar suas origens a Shem, filho de Noah. Os semitas de hoje são os árabes e judeus. Os judeus de hoje descendem dos hebreus um povo semita.
    Hebreu: ‘o povo que veio do outro lado do rio” – nomade. Espero que esteja claro agora.

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  • 24/03/2008 - 18:41
    Enviado por: Messenger

    Ally,

    os judeus europeus ocuparam através do terrorismo a Palestina, onde em 1922 havia somente 83.790 judeus, e todos os habitantes viviam em paz. O sionismo levou a discórdia e a guerra.

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  • 24/03/2008 - 18:42
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    xeque mate!

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  • 24/03/2008 - 18:44
    Enviado por: Messenger

    Os árabes palestinos em 1922 eram 589.177 pessoas. A maioria foi expulsa de suas terras e casas pelo terrorismo sionista do IRGUN. Milhares foram assassinados.

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  • 24/03/2008 - 18:46
    Enviado por: Cláudia

    A Halliburton ganhou dinheiro do Iraque sim, através de inúmeras facilidades e superfaturamentos, Massaranduba, e acho que todo esse esforço da sua parte para encontrar um motivo humanitário para a presença dos Estados Unidos no Iraque só reforça essa idéia. Se fosse verdade que os Estados Unidos tivessem ido para lá para defender qualquer liberdade que não a de alguns homens de negócio, não seria necessária uma defesa tão veemente e que, me perdoe, de fato não me convence.

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  • 24/03/2008 - 18:48
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Massaranduba

    Conforme falei acima, depois que os americanos assumiram a “proteção” dos Curdos, a Turquia, aliada americana, e membro da OTAN, atacou os Curdos a umas semanas atrás, se o senhor tivesse perguntado a eles, eles possivelmente diriam que não confiam nessa “democracia” americana.

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  • 24/03/2008 - 18:53
    Enviado por: Messenger

    A Grã Bretanha ocupou a Palestina em 1917, durante a Primeira Guerra Mundial e em 1920 nomeou o judeu inglês Herbert Samuel como governador do Mandato Britânico da Palestina. Foi o começo da invasão e roubo das terras da Palestina e da tragédia do povo palestino em mãos dos carrascos sionistas.

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  • 24/03/2008 - 19:02
    Enviado por: Tio Patinhas

    Minha cara Adriana Carranca.

    Sua preocupação com o nivel deste blog é notável e apesar de ter mensagens deletadas eu me congratulo com a nobre jornalista.
    Como Judeu, eu e outros que freqüentam este blog nos perguntamos o que faz determinadas pessoas que vira e mexe destilam seus venenos copiados e colados da Internet contra Israel e seu povo. Lembre-se que para cada ação há uma reação. Tentei levar na brincadeira a pseuda comentarista Rejane, mas o que esta “senhora” colorida faz é brincadeira. Se a nobre amiga vai deletar as mensagens que fogem do tema acredito que a referida senhora Rejane vai sentir o peso desta sua providencia.

    Grato.

    Resposta: Agradeço a compreensão e, desde já, peço desculpas a todos os leitores se me escaparem uma ou outra mensagem inadequada, dada a quantidade de comentários. Conto com a colaboração de todos para manter o nível do blog. Abs. Adriana

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  • 24/03/2008 - 19:13
    Enviado por: Messenger

    Quer dizer então que o Tio Patinhas é judeu! Não entendo porque escreve com J maiúsculo. Você escreve Brasileiro ou brasileiro? Você diz que fulano é Cristão ou cristão? Que é Árabe ou árabe? Que é Muçulmano ou muçulmano Pois então aprenda que em português o adjetivo “judeu” é com letra minúscula, como todos os adjetivos. Não é uma adjetivo escolhido por Deus!

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  • 24/03/2008 - 19:15
    Enviado por: Messenger

    Até amanhã ou outro dia.

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  • 24/03/2008 - 19:31
    Enviado por: Tio Patinhas

    Messenger.

    Eu escrevo Judeu da maneira que me convem. Assim como escrevo Cristãos com “C” e não “c”, eu escrevo Judeu com “J” e não “j”. A maneira que eu escrevo é problema meu e não seu. Se eu escrevo errado ou não é problema meu e não seu. Entendeu nobre amigo?

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  • 24/03/2008 - 19:40
    Enviado por: Truta

    Os arabes são muito burros.(digo os de lá, no OM)

    se tivessem aceitado a partilha da ONU ao invés de iniciar uma guerra contra israel e perder, hj ja nao existiria mais israel.

    nao teriam havido refugiados de guerra palestinos arabes, consequentemente hj ja haveriam mais arabes do que judeus em israel e israel passaria a ser um estado arabe(=palestino).

    alem disso, metade dos judeus que hj moram em israel, foram para la pois foram expulsos de paises arabes.

    ou seja, os arabes foram responsaveis pelo exodo dos arabes-palestinos da palestina e tambem foram os responsaveis por povoar israel com judeus expulsos dos paises arabes.

    burros!

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  • 24/03/2008 - 19:42
    Enviado por: Truta

    saramago rompeu com cuba, após fidel matar 3 jornalistas opositores.

    afinal, matar 10.000 pode, 10.003 ja é demais.(copiei de alguem, nao me lembro)

    esta é a face dos que apoiam os terroristas.

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  • 24/03/2008 - 19:46
    Enviado por: Marcos L. S.

    O senhor Bush, declarou hoje, um dia após a contagem oficial de baixas superar os 4000 que:

    “sobre as mortes Americanas no Iraque, repousam as fundações da paz das próximas gerações”.

    Pena que ele não lembrou dos civis Iraquianos mortos, por conta de se alcançar essa paz das futuras gerações. Esses aparentemente devem ter morrido inutilmente, ao menos, no que parece ser a opinião dele.
    http://edition.cnn.com/2008/POLITICS/03/24/iraq.4000.deaths/index.html

    Resposta: Marcos, além do que você colocou, o presidente Bush achar que perpetuará a paz depois dessa guerra é um engano grotesco. A permanência das tropas no país, sem que a população tenha visto melhora alguma nem em termos de paz nem de desenvolvimento (economia, infraestrutura etc.), pode ter apenas gerado um efeito contrário, de mais ódio contra os americanos. A falta de habilidade de Bush em lidar com uma nova ameaça – o terrorismo – com as mesmas armas de sempre – a guerra, com as invasões do Afeganistão e do Iraque (embora tenha dado outra justificativa para esta) – gerou uma hostilidade contra os americanos em todo o mundo jamais vista. E isso é letal para as próximas gerações. Abs. Adriana

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  • 24/03/2008 - 19:49
    Enviado por: MauMau

    Rejane,

    Sabe que gostei de vc!

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  • 24/03/2008 - 19:53
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Massaranduba

    Tire e pense quantas conclusões quiser, mas não coloque palavras na boca dos outros que eles jamais disseram.
    Eu nunca disse que apoio o massacre de povo nenhum, não se poupa um povo massacrando outro.
    Procure orientar-se melhor quanto as suas argumentações.
    Falta de argumento não é desculpa para afirmações inverídicas sobre os demais debatedores.

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  • 24/03/2008 - 20:02
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Marcos,
    e’ verdade.
    Voce nao falou isso.
    Mas a nao remocao de sadan no poder implica na morte de criancas e civis kurdos.
    Porque ninguem s eimportava com isso antes?
    Nem memso voces?
    Use suas palavras, para que eu nao as coloque em sua boca.

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  • 24/03/2008 - 20:10
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Massaranduba

    O senhor não sabe o que teria acontecido com o povo Curdo, numa situação que não aconteceu, assim como não pode afirmar nem garantir que eles agora estão a salvo, tendo em vista que já foram atacados pelos Turcos, embora estivessem sob a “tal” “proteção americana” que você apregoa.

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  • 24/03/2008 - 20:13
    Enviado por: Tio Patinhas

    As autoridades do Curdistão iraquiano levantaram uma estátua de Omar Jawar, vítima do massacre contra os curdos, e cuja história se transformou em um símbolo do horror vivido pelos cerca de 60 mil habitantes da localidade do norte do Iraque.
    Jawar morreu enquanto tentava salvar um de seus filhos recém-nascidos, mas o gás tóxico matou ambos antes que pudessem abandonar a área bombardeada.
    Os efeitos da ofensiva ainda são notados em Halabja, que tem casas destruídas e, sobretudo, porque seus habitantes sofrem de doenças genéticas devido às armas químicas.
    A ofensiva de Halabja foi o ápice de uma campanha de repressão contra os curdos, denominada “Al-Anfal”, dirigida por um dos primos de Saddam, Ali Hassan al-Majid, conhecido como “Ali Químico”, entre 1986 e 1989, na qual morreram mais de 182 mil civis no Curdistão iraquiano.

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  • 24/03/2008 - 20:18
    Enviado por: Cláudia

    Massaranduba

    Não sei se você está falando sério. Espero sinceramente que não. E não digo isso por mim.

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  • 24/03/2008 - 20:20
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Patinhas

    Acho que o fato de os Curdos terem sido massacrados, não é motivo para os Americanos fazerem o mesmo com os Iraquianos, em Fallujah as “nobres” tropas Americanas lançaram mão do uso de ogivas de Fósforo branco, arma que apesar de condenada na ONU, não é “reconhecida” como arma química ou desumana pela elite militar Americana.

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  • 24/03/2008 - 20:23
    Enviado por: Marcos L. S.

    Como já disse acima, o massacre de um povo, não justifica o massacre de outro.

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  • 24/03/2008 - 20:25
    Enviado por: Digo

    Claudia,

    Infelizmente ele fala sério…

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  • 24/03/2008 - 20:26
    Enviado por: Cláudia

    1986-1989?!
    Puxa…o socorro demorou um pouquinho para chegar, não?

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  • 24/03/2008 - 20:29
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Serissimo.
    Sr. marcos e Claudia, o massace Kurdo foi mais do que comprovado. Centenas d emilhares.
    Falar que nao sabe o que acontecria e’ pura falsidade.
    Isso aconteceu por anos a fio e nao veio ninguem aqui reclaamr do sadan. agora vem neguinho de baciada reclamar das tropas d elibertacao.

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  • 24/03/2008 - 20:30
    Enviado por: Cláudia

    Nem me diga isso, Digo.

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  • 24/03/2008 - 20:32
    Enviado por: Digo

    É infelizmente Cláudia, se vc ver mais acima ja tentei me entender com ele mas não dá. Por isso nem estou comentando muito mais. Mas o que me consola é que existem pessoas mais flexiveis.

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  • 24/03/2008 - 20:34
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Serio Claudia,
    O que leva voce nunca ter manifestado horror contra os massacres perpretado por Sadan, mas agora manifesta horror pelos efeitos colaterias das forcas d elibertacao?
    Dois pesos…?

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  • 24/03/2008 - 20:37
    Enviado por: Digo

    Massaranduba,

    Pra capturar um homem, tiveram que matar tanta gente, inclusive crianças!

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  • 24/03/2008 - 20:37
    Enviado por: Cláudia

    É sempre um exercício, Digo. De paciência, de lógica e de retórica.

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  • 24/03/2008 - 20:45
    Enviado por: Cláudia

    Massaranduba

    Você não é o Bush, você não é o Dick Chenney, você não é a política externa dos Estados Unidos. Por que fala como se fosse? Tem um monte de americano que é contra a invasão do Iraque. Por que você assumiu essa missão de justificar essa invasão a qualquer custo?

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  • 24/03/2008 - 20:46
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Diguinho,
    entende uma coisa. O exercito americano nao foi ao iraque para matar cirancinhas e gente de bem.
    Alguns episodios nao propositais acabaram,infelizmente para a tritsteza de muitos, por atingir inocentes. Coisas horriveis assim acontecem nas guerras.Fico pasmo que voces sugiram que isso e’ proposital. Pasmo!

    Segundo, nao e’ o exercito americano o maior causador de mortes. E’ o conflito entre faccoes rivais. Fico pasmo que voce ache que as faccoes rivias nao tenham participacao nisso.
    Porque quando sadan morreu os iraquinaos, civilizadamente, nao sentaram a mesa e comecaram a desenvolve ro pais? Porque?

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  • 24/03/2008 - 20:46
    Enviado por: Rejane

    Pois saiba, José Antônio, que na minha opinião Mauro Santayana além de seu grande humanismo e conhecimento, possui uma ampla capacidade de compreender a História dentro de seu contexto.

    Por isso, a partir de quando o conheci através de outro comentarista daqui, passei a lê-lo com freqüência.

    Lamentavelmente sua visão da história, não a dele, está muito influenciada pela versão dos verdadeiros vencedores da segunda guerra mundial: os sionistas.

    Títulos, na minha opinião, em certas circunstâncias, valem pouco e nada. Bastante é o exemplo do “historiador” Greta Gut, hábil manipulador de dados e fatos!

    KKKKKKKKKKKKKK

    ———–

    MauMau,

    obrigada.

    Tchau!

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  • 24/03/2008 - 20:47
    Enviado por: Digo

    Sim Claudia, mas isso explica a barbarie que acontece no mundo. E as bombas lançadas em Hiroxima e Nagasaki na segunda guerra, que justificativa tiveram. Uma atitude covarde e assassina, que até hoje existe sequélas para as vitímas do Japão.

    Nada explica um Massácre em massa.

    Um prazer falar com vc Cláudia, abraços

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  • 24/03/2008 - 20:48
    Enviado por: Cláudia

    Se você vai insistir nessa teoria ridícula de forças de libertação, Massaranduba, terá de responder também por que os Estados Unidos não ajudaram a Iugoslávia (não ajudou, só apareceu no final para ficar bonito na fita), Ruanda e Darfur que foram e são igualmente desastres para a humanidade.

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  • 24/03/2008 - 20:51
    Enviado por: Marcos L. S.

    Tirado de uma tradução do Le monde pelo UOL em Janeiro de 2006:

    TERROR SEM FIM
    Fósforo branco sobre Falluja
    A revista do exército dos EUA descreve o produto químico como “arma psicológica” para desalojar insurgentes dos seus esconderijos, uma tática chamada “shake’n bake” (“agitar e assar”)

    Maria Wimmer
    No aniversário do assalto à cidade, a rede de TV italiana RAI mostrou, no documentário “O Massacre Oculto de Falluja”, corpos queimados de mulheres e de crianças

    O governo de George W. Bush finalmente reconheceu os fatos [1]: armas químicas foram utilizadas no Iraque em 8 de novembro de 2004, no assalto à cidade de Falluja, considerada pelas tropas americanas como um “bastião” da insurgência sunita. Trata-se do fósforo branco (em inglês, white phosphor ou WP), que os militares chamam também “Willy Pete” e que já foi utilizado durante a guerra do Vietnã. Essa substância explode ao contato com o ar e pode provocar queimaduras extremamente graves.

    Numa entrevista à BBC [2] o coronel do exército norte-americano Barry Venable admitiu que o fósforo branco foi utilizado “como uma arma incendiária contra os combatentes inimigos”. Mas, de acordo com ele, a utilização deste tipo de bomba visa essencialmente iluminar as bases militares e não é proibida pelos acordos internacionais. Na verdade, o protocolo III da Convenção sobre a Proibição ou a Limitação do Emprego de Certas Armas Clássicas (CCWC) [3], em vigor desde 1983, proíbe as armas incendiárias contra civis e mesmo contra bases militares situadas “no interior de uma concentração de civis”, como era o caso de Falluja. Certamente, o protocolo não foi ratificado pelo Senado americano [4]. A utilização dessas armas não é menos criminosa.

    De resto, a revista do exército estadunidense publicou, em abril de 2005, um artigo intitulado “o combate por Falluja [5]“, no qual o fósforo branco é descrito como uma “arma psicológica” para desalojar insurgentes dos seus esconderijos, uma tática chamada “shake’ n bake” (“agitar e assar”).

    No aniversário do assalto à cidade, a rede de TV italiana RAI mostrou, no documentário “O Massacre Oculto de Falluja [6]“, corpos queimados de mulheres e de crianças. O embaixador americano [7] em Roma desmentiu. Organizações como o Grupo de Investigação e de Informação sobre a Paz e a Segurança (Grip) [8] narram testemunhos idênticos.

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  • 24/03/2008 - 20:51
    Enviado por: Cláudia

    Tem razão, Digo. Abraço.

    Por hoje é só. Até para quem fica.

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  • 24/03/2008 - 20:51
    Enviado por: Digo

    Massaranduba,

    As facções rivais não são inocêntes meu caro, o que quero que entenda é que não se justifica uma atitude assim. Ou os americanos não sabiam que iria morrer inocêntes? Nossa como eles são ingênuos!

    E se não houvesse acontecido o atentado em 11 de setembro, eles tomariam as dores assim dos Iraquianos, pra fazer está “BOA AÇÃO A ELES”

    Me poupe!

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  • 24/03/2008 - 20:51
    Enviado por: Rejane

    Ui, gente, acabou a tinta colorida!

    KKKKKKKKKKKKKKKK

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  • 24/03/2008 - 20:52
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Eu nao defendo a libertacao do iraque da maneira que foi.
    Eu defendo a detuparcao e generalizacoes que voce tent aimpor.
    MIlhares de vezes eu falei que sou contra a guerra.
    Mas voce insistem em passar a imagem de que os americanos foram la’ para matar, e’ isso e’ uma mentira.

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  • 24/03/2008 - 20:53
    Enviado por: Digo

    Vou terminando meu trabalho por hoje.

    Um abraço a todos!!!

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  • 24/03/2008 - 20:55
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Claudia,
    eu ja’ falei milhares de vezes que sou contra guerra.
    O que me irrita e’ voces com essa mania de que americano foi la’ com a deliberada intencao de matar.
    isso e’ uma mentira.

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  • 24/03/2008 - 21:03
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Diguniho,
    ate’ japones ja’ esta’ nma boa com os americanos.
    mas voces continuam a remoer a mesma coisa.

    Porque nao peg ano pe’ do stalin que matou muito mais?
    tudo americano, americano, americano.
    me poupe!

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  • 24/03/2008 - 21:04
    Enviado por: Cláudia

    Massaranduba

    Releia o que eu escrevi às 14:52 antes de falar bobagem.
    Leu? Então, tem duas que irritam bem mais, acusação infundada e generalização. Boa noite.

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  • 24/03/2008 - 21:27
    Enviado por: Ben

    O poderio militar e econômico dos EUA é uma pedra no sapato nos sonhos trotskistas dos fanáticos da Libelu. A revolução bolivariana ficará restrita à América Latrina. Pelo menos por enquanto porque a popularidade do bufão venezuelano está despencando.

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  • 24/03/2008 - 22:31
    Enviado por: A Montanha Vai a Maomé

    Estou de pé batendo palmas para você,Carranca.Parabéns!A sua colocação das 15:02, me faz pensar que não estou só nesta percepção dos reais motivos dos invasores ianques aplaudidos pelos sionistas “tupetudos por dinheiro”.Congratulações!!!

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  • 24/03/2008 - 22:34
    Enviado por: A Montanha Vai a Maomé

    O participante Massaranduba esta é enxugando gêloaqui.Acho as suas colocações,como estas ladainha de eles já estavam se matando antes,as mulheres merecem tirar suas burcas…Vire o disco,meu chapa.

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  • 24/03/2008 - 23:18
    Enviado por: Liberdade de Expressão

    L i b e r d a d e p a r a o L a m a r c a .

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  • 24/03/2008 - 23:28
    Enviado por: ZéMané

    O interessante de um blog é a percepção diferente dos fatos. Gente localizada no Nordeste, em Goiânia, Sampa, no Sul, nos EUA, Alemanha, Canadá ou Israel certamente verão a realidade de modo diferente. E isso é enriquecedor.

    Assim, estranho quando se pretende alienar um comentarista apenas pelo fato de viver, por exemplo, no exterior. Ou por ser pró-Israel.

    Não gostamos de ouvir vozes dissonantes? Queremos num blog, um espaço de debate, que todos cantem o mesmo refrão?!

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  • 25/03/2008 - 00:13
    Enviado por: Sebastião

    Cinco anos desde a criminosa invasão do Iraque.

    Os assassinos comemoram:

    http://www.telesurtv.net/multimedia/imagenes/caricatura/ICG439_91.jpg

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  • 25/03/2008 - 01:20
    Enviado por: Ally

    Messanger, eu não preciso ser judia para estar do lado de Israel. Só preciso me basear em fatos históricos.

    Vc, Rejane, Le e outros não conhecem nada sobre a historia da Palestina e muito menos sobre Israel.
    A palavra Palestina foi a denominação dada pelos gregos por causa dos Filisteus que ali se fixaram. Os Filisteus não eram árabes. Palestina, nunca existiu como país. Era simplesmente um território que na época dos romanos pertencia ao sul da Síria. Os romanos chamaram este pedaço de terra ‘Syria Palestina’. Como já expliquei em um post precedente o povo palestino – árabe- nunca existiu ate pouco tempo. Palestino era o judeu o que vivia na Palestina. O nome Palestina foi incorporada posteriormente pelos árabes. Os palestinos de hoje, não perderam o seu país, pois nunca tiveram um. Não entendo porque vocês recusaram a reconhecer estes fatos históricos.

    O Irgun e o Haganah iniciaram suas operações para defender os judeus na Palestina contra ataques árabes.
    Ninguém nega que eles usaram métodos terroristas contra os ingleses, mas estes grupos duraram muito pouco. David Ben Gurion nunca aceitou forças de defesa paralelas e o caso do navio Altalena ilustra bem como Ben Gurion lidou com firmeza contra estes grupos terroristas (pesquisem a respeito). Se os paises árabes e a autoridade Nacional Palestina tivessem a mesma firmeza com os terroristas que atuam de seus territórios, o terrorismo islâmico teria acabado a muito tempo.

    Vocês também desconhecem que a maioria dos palestinos deixou suas terras e casas por ordem dos paises árabes que declararam guerra a Israel em 1948. Estes paises garantiram que destruiriam o novo Estado (bom, sabemos o que aconteceu). Que os israelenses aproveitaram disso para expulsaram mais, ninguém nega, qualquer pais teria feito o mesmo. Nenhum país teria deixado o inimigo dentro da própria casa.
    Agora se para os palestinos era (e’) tão importante ter um estado porque recusaram a criação da Palestina sobre toda a Palestina SEM ISRAEL. Mas por que vocês continuam a ignorar este fato?

    E’ certo também, que viviam mais árabes na Palestina que judeus antes da criação de Israel, mas isso porque os judeus foram expulsos de sua terra. Não conseguiram viver continuamente nesta região. Se não tivessem sido expulsos tenho certeza que os judeus teriam permanecido a maioria e Israel talvez nunca tivesse deixado de existir.

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  • 25/03/2008 - 01:29
    Enviado por: Sebastião

    Ally, ou “A sionista mentirosa”.

    Todos sabemos que a mentira tem nariz grande e pernas curtas.

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  • 25/03/2008 - 01:38
    Enviado por: Sebastião

    El 16 de julio de 1938 uno de los activistas del Irgún colocó dos cántaros de leche cargados de explosivos en medio del mercado árabe de verduras de Haifa, lo cual causó minutos más tarde una masacre cuyo balance fue de 21 muertos y 52 heridos.

    Nueve días después repitieron el atentado en el mismo lugar, causando la muerte a 39 personas. Al día siguiente, otras 24 personas murieron en el mercado árabe de Yafo. Y dos días antes, otras ocho, con una mina eléctrica en el mercado árabe de la Ciudad Vieja de Jerusalén.

    (…)

    En 1944 el comandante del Irgún, Menajem Beguin, decidió finalizar la tregua con los británicos y reanudar los ataques contra estos. En el período comprendido entre 1944 y 1948 el Irgún realizó más de cien ataques contra las autoridades inglesas de Palestina y otras actividades de represalia contra los árabes.

    (…)

    Durante los años finales del Mandato Británico, a partir de la rebelión proclamada en 1944 por este grupo, el Irgún llevó a cabo numerosos ataques de represalia contra poblaciones árabes y contra las fuerzas militares británicas de ocupación, como el atentado con bomba en el Hotel Rey David de Jerusalén, sede de la administración civil y militar británica (22 de julio de 1946), que se saldó con 91 muertos, 17 de ellos judíos (pese a que el Irgún dio tres avisos de bomba, que fueron ignorados por las fuerzas británicas).

    (…)

    La organización cobró triste fama tras la matanza cometida contra civiles árabes en la aldea de Deir Yassin, en la cual, según el historiador israelí Benny Morris, perecieron entre 100 y 110 personas.

    (…)

    estos hechos provocaron una oleada de pánico entre la población civil palestina y tuvieron gran importancia en el éxodo de la mayoría de la población árabe de Palestina hacia Gaza y Cisjordania o hacia otros países árabes

    http://es.wikipedia.org/wiki/Irg%C3%BAn

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  • 25/03/2008 - 02:18
    Enviado por: Jorgebúchi

    Boa noite a todos,

    Vejo que a maioria dos comentadores do blog da Patrícia migraram para cá.
    Inicialmente, eu quero colocar uma questão a todos:

    Sabem por que o Estadão é considerado um dos melhores jornais do país?

    Porque, escorado na sua indiscutível idoneidade e compromisso com os fatos noticiados, ele pode ser sacado e usado como antídoto contra os mistificadores e depredadores da história, principalmente da mais recente.

    O que se pode responder quando o Sr. Antonio CB acusa “um crime de pura rapinagem”; o notório Marcos LS lasca um “a invasão ao Iraque foi para se apropriar das jazidas de petróleo iraquiano(sic)” ou “estaríamos diante de um novo Tet(sic)”?

    Você pega o Estadão de 11-11-2007 e mostra pros sabichões antiamericanos de carteirinha.

    Está lá:

    - as forças da coalizão se encontram no Iraque amparadas por um mandato que a ONU expediu em maio de 2003;
    - que a ONU vem renovando este mandato a cada ano, a última vez o fez em agosto de 2007;
    - as forças da coalizão se encontram no Iraque com a anuência de um governo democraticamente eleito;
    - democracia na qual, em todas as eleições realizadas, a participação popular foi enorme, superior à que caracteriza as sociedades abertas do Ocidente, de modo que seu governo tem uma legitimidade jurídica e política indiscutível;
    - o número de mortos dessa guerra e do TERRORISMO resultante – os cálculos variam de 80 mil a 200 mil – está longe de alcançar o 1,5 milhão de mortos resultante das guerras, genocídios e repressões do regime baathista de Saddam Hussein;
    - a imensa MAIORIA DESSAS MORTES foi obra das matanças cegas e indiscriminadas contra a população civil COMETIDAS PELOS TERRORISTAS ESTRANGEIROS DA AL-QAEDA OU OS DE ORGANIZAÇÕES SUNITAS E XIITAS QUE GUERREAVAM ENTRE SI e procuravam neutralizar a população civil pelo pânico.
    - os sunitas do Baath (UM PARTIDO INSPIRADO NO NACIONAL-SOCIALISMO DE HITLER, não se deve esquecer) lutam ansiosos para restaurar os privilégios de que gozavam no tempo de Saddam Hussein.
    - foi feito um acordo de princípio entre xiitas, sunitas e curdos sobre a delicada questão da distribuição do faturamento com o petróleo, que deverá ser confirmado em breve com a aprovação de uma lei avalizada pelos Estados Unidos, pela União Européia e pelas Nações Unidas.

    ++++++++++

    A matéria completa do Estadão:

    “Terroristas se dão mal no Iraque

    O Estado de S.Paulo | Domingo, 11 de novembro de 2007

    Alguém se atreveria a afirmar, hoje, contra a impressão generalizada, que a intervenção militar no Iraque, em vez de um fracasso catastrófico, vai cumprindo seus objetivos e já alcançou um ponto de não retorno? Bartle Bull, especialista inglês no Oriente Médio, no último número de Prospect, a prestigiosa revista londrina dirigida por David Goodhart, publica um ensaio defendendo essa tese, intitulado “Missão cumprida”. Seus argumentos são polêmicos, mas nada propagandísticos, nem demagógicos.
    Bull deixa de lado a questão de se foi errônea ou acertada a decisão de intervir no Iraque – algo que os historiadores decidirão no futuro – e limita-se a cotejar a situação atual do país e a que reinava quase quatro anos e meio atrás, quando Estados Unidos, Grã-Bretanha e um grupo de países aliados decidiram acabar com a ditadura de Saddam Hussein. Ele sustenta que, hoje em dia, as forças da coalizão se encontram no Iraque com a anuência de um governo democraticamente eleito e com um mandato que a ONU vem renovando a cada ano desde maio de 2003, a última vez em agosto passado.
    No seu entendimento, as metas estratégicas da intervenção foram alcançadas. O Iraque não se desintegrou e sua unidade territorial e política parece agora mais firme do que outrora, pois o sistema descentralizado em marcha conta até com o apoio dos curdos, cuja vocação separatista diminuiu de maneira radical. Em vez de uma ditadura, o país é uma democracia na qual, em todas as eleições realizadas, a participação popular foi enorme, superior à que caracteriza as sociedades abertas do Ocidente, de modo que seu governo tem uma legitimidade jurídica e política indiscutível. O país já se deu uma Constituição que garante uma independência institucional e liberdades públicas que nem o Iraque nem nenhum de seus vizinhos conheceram em sua história.
    Não eclodiu uma guerra civil e o Irã não ocupou o Iraque nem tutela sua vida política. O país deixou de ser um perigo para a paz mundial e, embora muito lentamente, vai se convertendo na primeira sociedade árabe com eleições livres, liberdade de imprensa, partidos políticos diversos e direitos civis reconhecidos.
    A violência, é claro, continua causando sofrimentos terríveis. Mas, embora seja obscena a comparação, o número de mortos dessa guerra e do terrorismo resultante – os cálculos variam de 80 mil a 200 mil – está longe de alcançar o 1,5 milhão de mortos resultante das guerras, genocídios e repressões do regime baathista de Saddam Hussein. A imensa maioria dessas mortes foi obra das matanças cegas e indiscriminadas contra a população civil cometidas pelos terroristas estrangeiros da Al-Qaeda ou os de organizações sunitas e xiitas que guerreavam entre si e procuravam neutralizar a população civil pelo pânico.
    Embora esse gênero de violência provavelmente se prolongue ainda por muito tempo – o número de fanáticos capazes de voar em pedaços com um caminhão ou carro carregado de explosivos parece nunca acabar -, ele perdeu toda significação política e, hoje, converteu-se em um problema puramente local e policial. Foi diminuindo aos poucos, e o fato decisivo contra ele foi o distanciamento e a ruptura crescentes entre a Al-Qaeda e a população sunita. Essa aliança foi esfriando à medida que os dirigentes sunitas se convenciam de que, ao contrário do que acreditavam no início, as tropas americanas e britânicas só abandonarão o país quando o governo iraquiano estiver em condições de assegurar a ordem e a paz. Convenciam-se, em outras palavras, de que o Iraque não será um segundo Vietnã.
    Bartle Bull assinala que a aliança entre a Al-Qaeda e outras seitas terroristas fundamentalistas (todas mais ou menos identificadas com um wahabismo radical) empenhadas em ressuscitar a pureza de costumes e a ortodoxia doutrinária “do tempo do Profeta”, de um lado, e os sunitas do Baath (um partido inspirado no nacional-socialismo de Hitler, não se deve esquecer) ansiosos para restaurar os privilégios de que gozavam no tempo de Saddam Hussein estava condenada à divisão.
    O mal-estar cresceu quando os fanáticos wahabistas estrangeiros, em sua fúria puritana, começaram a impor sua rígida moral nas zonas por eles dominadas, proibindo o cigarro, assassinando os vendedores de álcool e os xeques das tribos, além de casar jovens à força com os “emires” do grupo denominado “Estado Islâmico do Iraque”.
    A ruptura se consumou quando os sunitas compreenderam que podiam encontrar uma forma de acomodação e convivência no novo Iraque onde a maioria xiita – três vezes mais numerosa que a minoria sunita – terá as rédeas do poder.
    Bull assinala que a nova política pragmática dos sunitas tornou possível, por exemplo, a notável transformação da Província de Anbar, durante bom tempo uma cidadela da resistência e do terrorismo, e agora a mais pacífica de todo o país. Nas 18 províncias iraquianas, a violência se reduziu a níveis mínimos ou desapareceu na metade delas.
    Esse processo deve se acelerar à medida que a população sunita sentir, nos fatos, que sua sobrevivência não está ameaçada no Iraque dominado pelos xiitas e que sua presença, tanto nas instituições como na vida econômica, política e social, está assegurada.
    Um passo nessa direção, diz Bull, foi o acordo de princípio entre xiitas, sunitas e curdos sobre a delicada questão da distribuição do faturamento com o petróleo, que deverá ser confirmado em breve com a aprovação de uma lei avalizada pelos Estados Unidos, pela União Européia e pelas Nações Unidas.
    Bull destaca alguns marcos nesse desenvolvimento. Um deles foi a batalha entre sunitas e xiitas desencadeada com a destruição, por aqueles, da mesquita de Samarra. Foi o momento em que parecia inevitável uma guerra civil generalizada. Mas os sunitas, cedendo ao realismo, recuaram quando se viram derrotados. A partir daí, eles começaram, no início discretamente e agora de maneira explícita, a pactuar com os Estados Unidos e o governo de Nuri al-Maliki.
    Um dos efeitos desses acordos foi o número crescente de sunitas incorporados ao Exército e às forças policiais iraquianas nos últimos meses. Nas últimas semanas, foram 5 mil.
    EMPREGO
    Ao mesmo tempo, num gesto de reciprocidade, o governo iraquiano deu emprego no serviço público a outros 7 mil sunitas e reconheceu o direito a vencimentos plenos de todos os ex-oficiais e soldados baathistas reformados, com exceção dos 1.500 vinculados a crimes e torturas – a maioria dos quais, ademais, já está presa, morta ou fugiu para a Síria, a Jordânia e a Arábia Saudita.
    Esse é um resumo muito sucinto do ensaio de Bartle Bull. Minha impressão é que, embora possa parecer demasiadamente otimista e ainda não ressalte suficientemente, entre suas considerações, as seqüelas trágicas que certamente terá para a reconstrução do Iraque e a normalização de sua vida social a hemorragia atroz de vidas humanas e bens causada pelo terror, assim como a fuga para o estrangeiro de seus melhores quadros, executivos e profissionais, as perspectivas que o analista britânico assinala para o futuro do Iraque são provavelmente exatas, embora os prazos talvez sejam mais dilatados do que ele acredita.
    Somente o ódio tão amplo aos Estados Unidos explica o consenso, entre comentaristas e políticos ocidentais e terceiro-mundistas, de que, assim como no Vietnã, as tropas americanas acabarão partido às pressas, expulsas do Iraque pelos “resistentes” e pela repulsa da opinião pública internacional. Por sangrenta e dolorosa que seja a situação no local, o certo é que agora no Iraque não são os Estados Unidos e a Grã-Bretanha, mas sim os bandos terroristas que estão levando a pior.
    A última contra-ofensiva dirigida pelo general americano David Petraeus obteve maior sucesso que o esperado e, até agora, não houve o menor retrocesso. E está claro que se iludiam os que achavam que, com um triunfo democrata nas próximas eleições presidenciais nos Estados Unidos, viria a debandada. Hillary Clinton e Rudolph Giuliani, os dois prováveis candidatos, deixaram bem claro que, a esse respeito, sua posição é semelhante: a retirada das tropas será feita na medida em que o governo iraquiano esteja em condições de substituí-las tanto na batalha contra o terror como na manutenção da ordem pública.
    Sendo assim, eu também penso que os enormes sacrifícios do povo iraquiano nesses últimos quatro anos e meio não terão sido em vão.”

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  • 25/03/2008 - 02:33
    Enviado por: Jorgebúchi

    Quero esclarecer para todos que o meu nick é uma homenagem ao meu ídolo, George Bush.

    Entretanto sou apenas uma dona de casa, politizada desde que comecei a estudar Direito, depois que meu ex-marido se declarou gay e me abandonou, viajando para San Francisco com seu noivo.

    Hoje sou feliz e não necessito de homem nenhum.

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  • 25/03/2008 - 03:12
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Claudia,
    voce seri amais util se fosse fria ao analisar os fatos. Mas voce e’ obseca em ser anti-americana.
    Voce e’ Digo e o Marckin e outros.
    Que obsecao!
    Vai se tratar!

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  • 25/03/2008 - 09:09
    Enviado por: Kallil

    O sujeito que parece andar com uma revista Veja por debaixo do braço e outra encobrindo sua moleira, recorre à ONU no seu comentário das 02:18. O pobre diabo mal sabe que as resoluções da ONU são mais as mais desonestas. Ninguém aqui deve se importar com seus comentários. A entidade que lhe acompanha em nick é um epígono.

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  • 25/03/2008 - 09:20
    Enviado por: Kallil

    Brian de Palma leva os horrores da guerra no Iraque .

    O filme utiliza apenas material sobre a guerra que circula na Internet e constitui uma denúncia dos “danos colaterais” causados pelas tropas americanas ao país árabe.

    De Palma faz seu filme começar a partir de um elemento verídico: o estupro, em março de 2006, por parte de uma patrulha de soldados americanos, de um adolescente iraquiana de 14 anos, que foi em seguida assassinada e incinerada junto com toda a família.

    “De novo uma guerra insensata produziu uma tragédia insensata”, declarou o veterano diretor americano, que há 18 anos, em “Pecados de Guerra”, denunciou os horrores do Vietnã.

    Redacted” — que é a fórmula empregada pelos meios de comunicação para “limpar” as imagens mais cruéis da guerra de maneira que não choquem o público e não dêem base para denúncias legais — deixa atônito o espectador no final, quando apresenta uma série de fotografias de vítimas civis: crianças, mulheres grávidas e idosos.

    De Palma se serve dessas imagens para denunciar que os meios de comunicação se autocensuram e estão a serviço do poder.

    “Esta guerra acabará quando as fotografias, suas imagens, chegarem a um público mais amplo. Porque estão à disposição de todo o mundo, mas os meios de comunicação não as utilizam alegando vínculos legais”, declarou De Palma.

    “É um filme doloroso, terrível”, admitiu De Palma, que espera que a pressão da opinião consiga a retirada dos soldados americanos do Iraque.
    (fonte: UOL).

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  • 25/03/2008 - 10:12
    Enviado por: Degrelle

    Sebastião:
    Acabei de ler seu comentário de 1:38 ao respeito do Irgún, e me pergunto:
    Porque causa tanto espanto o terrorismo do Hamas ou Hezbolla, se os judeus do Irgún agíam da mesma maneira?
    Porque o terrorismo judeu é omitido pela história, e só lembrado o terrorismo ãrabe?
    Porque utilizam dois pesos e duas medidas para uma mesma ação de combate?

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  • 25/03/2008 - 10:14
    Enviado por: Antonio CB

    E a invasão do Iraque para “levar a democracia” e a ” liberdade ” é apenas o começo do terror que se agora se abate sobre a mesopotâmia e mais tarde sobre omundo inteiro.

    Vejam as notícias abaixo ;

    ———————————————————————–

    Cheney diz que Irã e Síria ‘sabotam processo de paz’

    Guila Flint
    De Tel Aviv para a BBC Brasil

    Dick Cheney e Ehud Olmert se encontratam em Jerusalém
    O vice-presidente dos Estados Unidos, Dick Cheney, afirmou nesta segunda-feira, durante visita a Jerusalém, que o Hamas, o Irã e a Síria estão fazendo todos os esforços para “sabotar” as negociações entre israelenses e palestinos.

    Depois de um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, Cheney disse que “as tentativas de sabotagem” tornam a situação do processo de paz “realmente muito difícil”.

    O vice-presidente americano acusou a Síria e o Irã de apoiarem as ações do Hamas contra Israel.

    Cheney também afirmou que “o fato do número de soldados americanos mortos no Iraque ter chegado a 4 mil, pode ter um impacto psicológico sobre o público americano”.

    Dick Cheney passou dois dias em Israel e nos territórios palestinos e se encontrou com os principais líderes dos dois lados.

    Programa nuclear

    Em um encontro, no domingo, com o presidente palestino Mahmoud Abbas, em Ramallah, na Cisjordânia, Cheney afirmou que “os ataques terroristas contra o sul de Israel destroem as aspirações legítimas do povo palestino”.

    “Terror e foguetes não só matam civis inocentes como também matam a esperança legítima dos palestinos”, acrescentou.

    As últimas incursões do Exército israelense em território palestino foram em resposta ao lançamento de foguetes, por militantes palestinos, do norte da Faixa de Gaza contra alvos no sul de Israel.

    Cheney também se encontrou, no domingo, com o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, com quem discutiu o programa nuclear iraniano.

    Barak exigiu que a comunidade internacional imponha mais sanções contra o Irã mas também afirmou que “não descarta outras opções”.

    De acordo com Barak, “o fortalecimento do Irã põe em risco a estabilidade na região e no mundo inteiro”.

    ———————————————————————

    Comandante militar dos EUA acusa Irã por ataque em Bagdá

    24/03/2008 (16:30)

    O comandante-geral das forças americanas no Iraque, general David Petraeus, acusou o Irã de estar por trás do ataque de domingo na Zona Verde de Bagdá, no Iraque.

    O ataque contra a área de segurança máxima onde ficam prédios do governo e embaixadas deixou 15 mortos.

    Em uma entrevista à BBC, Petraeus disse que o Irã forneceu os foguetes usados no ataques, além de ter treinado e financiado os insurgentes que os dispararam.

    Segundo ele, o Irã está acrescentando “catalisadores letais para o que é uma mistura muito inflamável no Iraque”.

    “Os foguetes que foram lançados na zona internacional foram fornecidos pelo Irã. Foguetes feitos no Irã, lançados pelos grupos especiais, como eles são chamados, elementos que são pagos, financiados, treinados e equipados, e foram dirigidos pela Força Quds, iraniana”, disse.

    A Força Quds, do Irã, é um braço da Guarda Revolucionária iraniana.

    “Tudo isso em uma violação completa das promessas feitas pelo presidente (Mahmoud) Ahmadinejad e outros importantes líderes iranianos aos seus colegas iraquianos”, acrescentou.

    “”"”"”"”"”"”"”Até o momento os americanos não forneceram provas destas afirmações. E o Irã também não se manifestou a respeito das acusações de Petraeus.”"”"”"”"”"”"”"

    ———————————————————————–

    Subtende-se, McCain presidente a ser eleito sob medida para ” controlar a crise “.

    PRÓXIMO ALVO > INVASÃO E EXTERMÍNIO E MASSACRE DA POPULAÇÃO DO IRANIANA.

    OBJETIVO > LEVAR À DESTRUIÇÃO UMA SOCIEDADE ESTABILIZADA

    META > POSSUIR FISICAMENTE O CONTROLE DAS RICAS JAZIDAS DE PETRÓLEO DAQUELE PAÍS, DE FORMA INDIRETA, CONTROLANDO PRECARIAMENTE A GEOPOLÍTICA DA REGIÃO.

    CONSEQUÊNCIAS PARA OS ISRAELENSES MODERADOS E PACIFISTAS > DESPERTAR O ÓDIO DE TODO O ORIENTE MÉDIO – DA FAIXA DE GAZA ATÉ AS DIVISAS DO PAQUISTÃO COM A ÍNDIA – CONTRA SEU PAÍS

    CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS > QUEDA MUNDIAL DE TODAS AS BOLSAS MUNDIAIS E DESESPERO A NÍVEL GLOBAL.

    CONSEQUÊNCIAS PARA EMPRESAS DE ALTA TECNOLOGIA ENVOLVIDAS DIRETA OU INDIRETAMENTE > CRISES FINANCEIRAS E MORAIS INTENSAS E REVOLTA DOS CIDADÃOS DOS PAÍSES EM QUE SE ENCONTRAM.

    ATO FINAL > ENVOLVIMENTO MILITAR DA CHINA, INDIA, RUSSIA , UE, PAÍSES DA OCEANIA, ENFIM, ÍNICIO DA HECATOMBE NUCLEAR FINAL.

    Quem serão os sujeitos e principais responsáveis do início da destruição da civilização construída até hoje ?

    PS.: Aos belicistas irresponsáveis e de curta visão, comecem a explicar a seus filhos a parcela de irresponsabilidade que lhes coube ao fomentar a discórdia entre os povos !

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  • 25/03/2008 - 10:29
    Enviado por: Ally

    Degrelle, vc sabe que o Irgun e o Haganah não existem a 50 anos! Nigúem omite estes grupos. Eles simplesmente não existem mais.
    O novo Estado de Isreal, na figura de Ben Gurion tratou com firmeza estes grupos e tiveram vida curta. Pesquise o caso do navio Altalena.
    O Hamas e Hezbollah existem e cada dia são mais perigosos. Vc também é daqueles que faz apologia ao terrorismo?

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  • 25/03/2008 - 10:36
    Enviado por: Ally

    Sebastião, se vc não gosta dos meu argumentos por quê vc não rebate? Eu não acho a palavra sionista ofensiva, muito pelo contrário. Se vc acha que me ofende, está perdendo o seu tempo.

    A mentira tem perna curta…? Não entendi. Qquer livro de história sério vai mostrar que os fatos que eu expus são verdadeiros.

    Repito sou pro-Israel por me basear em fatos históricos e não propaganda xenófoba contra Israel e os judeus.

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  • 25/03/2008 - 10:42
    Enviado por: Antonio CB

    Reitero que aprecio com grande apreço a sociedade norte-americana – excetuando-se seu consumismo exacerbado e claramente irracional, pois insustentável.

    Quanto ao atual governo, lastimo, e torço para que outro mais voltado à razão, e, não à superstição cega e irracional, oriente esse povo em sua grande maioria honesto, trabalhador e pacífico.

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  • 25/03/2008 - 10:45
    Enviado por: François

    Não podemos somente condenar os lacaios dos ROTHSCHILDS nestas investidas iraquianas, pois deles o que sabemos, vivem para isso!!!!!!!!Agora, o que no mínimo deveríamos esperar, seria uma reação mais contundente do mundo islâmico sobre este episódio!!!!!O contra ponto a isto que estamos observando no mundo, passa pelos pensamentos de oposição de uma boa porção islâmica.Esses seres rastejantes, que vem pelas sombras dos tempos envenenando o mundo, sabem muito bem quais os que os combatem nas trevas em que vivem.O Irã, um destes, é a bola da vez desta dinastia diabólica.O regime iraniano e muitos pensamentos que são expostos todos os dia nas mídias honestas da vida devemos ouvir é prestar bastante atenção no que estes estão tentando nos falar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    E a fala é: se preparem para uma das mais terrível guerra, que em tempo algum foi vista por um ser humano, pois as forças estão se posicionando.

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  • 25/03/2008 - 11:19
    Enviado por: Degrelle

    Ally:
    Provavelmente o Irgún não existe mais, porque Israel já não precisa mais deste tipo de ação para lograr seu objetivos. Com o crescimento militar de Israel, aviões e tanques, substituem as bombas colocadas em jarros de leite. O antigo terrorismo das bombas em mercados, é trocado por outro muito mais sofisticado e eficiente. Agora os palestinos, que não tem os mesmos recursos militares, utilizam os velhos recursos que Israel utilizava. Você pergunta se eu faço apologia ao terrorismo? Se está se referindo a luta palestina e Iraquiana, digo que não considero terrorismo, já que cada um luta como pode por uma causa justa.
    Agora do terrorismo injusto de Bush, sim sou contra.

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  • 25/03/2008 - 11:20
    Enviado por: Antonio CB

    Reitero que tenho com grande apreço pela sociedade norte-americana – excetuando-se seu consumismo exacerbado e claramente nefasto à longo prazo, pois exaure muito rápidamente as fontes.

    Quanto ao atual governo, lastimo, e torço para que outro mais voltado à razão, e, não à superstição cega e irracional, oriente esse povo em sua grande maioria honesto, trabalhador e pacífico.

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  • 25/03/2008 - 11:26
    Enviado por: Ally

    Degrelle, o mundo está neste caos por causa de pessoas que fazem apologia ao terrorismo como vc.
    Queria ver como vc pensaria se um louco se explodisse no meio de uma multidão e matasse algum querido seu.

    O Irgun e o Haganah não existem mais simplesmente porque o governo de Israel não aceitou este tipo de ações.

    Vc deveria ter vergonha de comparar o exercíto de Israel com grupos terroristas. Os mesmos terroristas que não pensariam duas vezes de cortar a tua garganta por ser um infiél – a não ser que vc seja muçulmano.

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  • 25/03/2008 - 11:28
    Enviado por: Ally

    Degrelle: provalvemente não. O Irgun não existe mais.

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  • 25/03/2008 - 11:43
    Enviado por: François

    Esse exércitozinho sionista não passa de uma coluna terrorista em grande escala!!!!!!!!!!!Foi criado por terroristas, treinado por terroristas e seu quadro e formados por terroristas para defender um estado terrorista, nada mais!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  • 25/03/2008 - 11:45
    Enviado por: Degrelle

    Ally:
    O combatente muçulmano que explode em meio de uma multidão, é tão louco quanto o piloto judeu que bombardeia um bairro palestino.
    A diferença é que o muçulmano tem a decência de morrer junto. Já o piloto foge na impunidade de seu poderoso jato de guerra.
    Se comparo o exército de Israel com grupos de combatentes muçulmanos, é um privilégio para o exército judeu, que realmente não sei se este merece.

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  • 25/03/2008 - 12:19
    Enviado por: Eli

    My God,mas que loucura isso aqui!!!
    Pensei que fosse apenas um blog,mas vejo que a coisa está indo pra lá de Bagdá…
    Gente,perderam o senso do ridículo?
    Precisavam participar em Genebra de alguma reunião das Naçoes Unidas pra terem uma idéia (eu disse só uma idéia) do que é a realidade no mundo, que não é como nós,simples espectadores,achamos que seja!!
    A Adriana fez bem ao mostrar um lado,terrível, aliás,da guerra no Iraque,que é uma mistura horrenda de guerra civil com ocupação militar dos Estados Unidos.Este é apenas um lado do conflito,o que mais choca e causa estupor nas pessoas sensíveis.Existe um outro aspecto,que é o do comércio de armas,dos trilhões gastos anualmente para alimentar guerras e dar início a outras,geralmente piores que as anteriores (em agressão armada).
    Tenham esse fato na mente,existem muitos fatores e muitos motivos que levam os povos a lutarem.
    Não me surpreenderia,por exemplo,que de repente surgisse um sério conflito no Tibete,envolvendo a China e países limítrofes.As fotos e vídeos mostram a parte superficial,o que se vê nas ruas e campos de batalha.
    Teríamos que nos aprofundar para saber ao certo as razões e os personagens principais envolvidos.

    E em termos de insegurança,se é pra falar nela, vem avançando devagar e silenciosamente (nada do barulho de tiros ou minas que explodem),se você prestar atenção,no lugar mesmo onde moramos,ao nosso lado!! Entre pessoas inocentes e iguais a nós,simples espectadores de massacres do outro lado do planeta,onde nada podemos fazer.

    Não entro na questão “moral”,quero somente alertar para o fato de que a violência se combate em casa,todo dia.

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  • 25/03/2008 - 12:20
    Enviado por: Ally

    Degrelle, vc sabe que o Hamas se esconde no meio da população cívil para justamente causar mortes de cívis assim o mundo põe a culpa em Israel.
    O exército israelense é istruído para evitar ao massimo mortes de cívis. O Hamas não. Eles deliberadamente atacam cicvis.
    “A diferença é que o muçulmano tem a decência de morrer junto” – não acredito no que li?!?
    Pensar assim é loucura. Estou chocada!
    Repito o mundo está no caos que está por ter pessoas que pensam justamente como você.

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  • 25/03/2008 - 12:29
    Enviado por: Ally

    Vou sair deste blog, estou pasma e enojada com o anti-semitismo que várias pessoas demostram. A falta de conhecimento do conflito em Israel, e não só, por muitos de vcs é chocante. Só se referem a fontes xenófobas e a propanganda pró-terrorista.

    Só vou repetir uma coisa que venho repetindo desde o início: NO BRASIL MORREM MAIS PESSOAS ASSASSINADAS QUE NO IRAQUE E O PAIS NAO ESTA EM GUERRA. QUE MORAL VCS TEM DE CRITICAR ISRAEL E OS EUA??

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  • 25/03/2008 - 12:30
    Enviado por: Eli

    E não se combate violência com mais violência,é impossível.
    Leiam livros que tragam as palavras do Dalai-Lama,fortaleçam seus espíritos com elas.

    Abraços e que prossigam os comentários.

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  • 25/03/2008 - 12:33
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Degrelle

    Realmente, pensando do ponto de vista da vítima que foi abatida, não faz a menor diferença se você estava em casa e um míssil caiu em cima dela, ou se alguém se explodiu junto a ela, a morte dos inocentes acontece do mesmo jeito.

    E de fato o “terrorista” que se explode pelo menos morre junto com suas vítimas já os pilotos de caça que despejaram fósforo branco sobre suas vítimas em Fallujah, dentre as quais muitas mulheres e crianças, voltaram alegremente para o conforto de seus porta aviões e bases militares, para curtir um rock enquanto lanchavam.

    Como já disse em outras postagens, deve ser “aterrorizante” ver uma esquadrilha de F-16 ou F-18 mergulhando para atacar nossa vizinhança.

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  • 25/03/2008 - 12:35
    Enviado por: Rejane

    Ja vai tarde Ally, já vai tarde. Aqui não há lugar para mentiras.

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  • 25/03/2008 - 12:39
    Enviado por: Kallil

    Perfeito,Degrelle às 11:45.

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  • 25/03/2008 - 12:41
    Enviado por: Kallil

    Vá,com Deus…

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  • 25/03/2008 - 12:56
    Enviado por: Rejane

    Os Estados Unidos, está sob o controle da imprensa sionista e seus governantes são comandados pelos interesses dos sionistas. A invasão do Iraque interessa unicamente ao estado terrorista de israel, não ao povo americano, que paga com impostos e vidas, ou ao povo iraquiano, a maior vítima desse crime! Ao contrário do que a maioria pensa, a situação não saiu de controle. Desde o começo o objetivo sionista era levar o Iraque à guerra civil. A próxima vítima do sionismo internacional, se o povo usamericano não despertar a tempo, será o Irã.

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  • 25/03/2008 - 12:58
    Enviado por: Rejane

    Os Estados Unidos, estão sob …

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  • 25/03/2008 - 13:03
    Enviado por: François

    Quero saber porque foi censurado??????????

    Não podemos somente condenar os lacaios dos ROTHSCHILDS nestas investidas iraquianas, pois deles o que sabemos, vivem para isso!!!!!!!!Agora, o que no mínimo deveríamos esperar, seria uma reação mais contundente do mundo islâmico sobre este episódio!!!!!O contra ponto a isto que estamos observando no mundo, passa pelos pensamentos de oposição de uma boa porção islâmica.Esses seres rastejantes, que vem pelas sombras dos tempos envenenando o mundo, sabem muito bem quais os que os combatem nas trevas em que vivem.O Irã, um destes, é a bola da vez desta dinastia diabólica.O regime iraniano e muitos pensamentos que são expostos todos os dia nas mídias honestas e éticas da vida, devemos ouvir é prestar bastante atenção no que estes estão tentando nos falar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    E a fala é: se preparem para uma das mais terrível guerra, que em tempo algum foi vista por um ser humano, pois as forças estão se posicionando.A menos que a sociedade ética mundial não se esclareça e, combatam esses seres repugnantes agora que os mesmos estão desesperados por perda de direção momentânea, a guerra será ampla, geral e irrestrita!!!!!!

    Tenho dito!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  • 25/03/2008 - 13:21
    Enviado por: Mensageiro do Apocalipse

    Outro profeta do Apocalipse.

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  • 25/03/2008 - 13:43
    Enviado por: François

    O desespero destes seres hediondos e subterrâneos, passa pela América do sul, indo ao final do mundo.Temos hoje em nosso continente uma tentativa corajosa dos governantes à frente destes estados com poucas exceções, principalmente a Colômbia, um país de joelhos ao internacional-capital-narcotraficante.Este sim, vem com todos os sinais para fomentar a velha ordem em nossa logística de estados soberanos.Mas não passarão!!!!!!!
    No Oriente Médio, na Ásia, Europa, África e o escambal, existe países com pensamentos tal qual os que estamos tentando iluminar aqui, em nosso continente!!!!!!!!!!!!!!

    Temos sim, é que manter esses homens que trazem em suas bagagens essa claridade em seus postos dentro de um entendimento de respeito às regras democráticas!!!!!!!!!!!

    Não queremos mais a política do estado mercenário USA em nosso continente!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  • 25/03/2008 - 13:48
    Enviado por: François

    Eles estão desesperados, por isso, estão partindo para o confronto bélico e a carnificina!!!!!!

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  • 25/03/2008 - 13:50
    Enviado por: Jorgebúchi

    Boa tarde a todos.

    Prezada Adriana,

    Peço a sua preciosa atenção para verificação e comparação dos IPs do comentário 25.03.2008@02:18 (de minha autoria) com os 23.03.08@01:10 e 25.03.2008@03:33 (que não são meus).
    Estes últimos são de autoria de uma pessoa que, movido por fé sectária, não admite ser contraditado, mesmo com a indicação de fontes da imprensa séria ou de bibliografias idôneas. Ele tem CLONADO meus comentários sistematicamente (blog da Patrícia), o que acabou por resultar num rebaixamento do debate e aviltamento do espaço de comentários.

    Caso o infame procedimento de se passar por outro comentarista para proferir insultos rasteiros e calúnias a esmo seja, neste digno espaço, condenável e execrável, ouso apelar pedindo a vossa atenção e as providências que se fizerem necessárias.

    Muito obrigado.

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  • 25/03/2008 - 13:55
    Enviado por: Jorgebúchi

    Fora isso, estou felicíssima porque hoje recebi a notícia de que serei avó. Quase desmaiei de emoção!

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  • 25/03/2008 - 14:00
    Enviado por: Degrelle

    Marcos L. S.
    É exatamente isso!
    Essa rotulação de “terroristas”, me lembra de uma anedota:
    -Sabe qual é a diferença entre homossexual e veado?
    Homossexual quando é o filho da gente, e veado quando é filho dos outros.
    Então seria: Terrorista quando joga bomba na gente, combatente quando joga bomba nos outros.

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  • 25/03/2008 - 14:06
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Ally,
    Excelentes colocacoes.
    Sua argumentacao logica deixa os extremistas sem respostas consistentes.

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  • 25/03/2008 - 14:11
    Enviado por: François

    Querem guerra para manter o statu quo de reis da cocada preta no mundo – parque industrial bélico, industria dos empréstimos bilionários internacional, industria farmacêutica, industria petrolífera, industria das drogas ilícitas e falcatruas em geral!!!!!!!!!

    São bandidos internacionais mesmos!!!!!!!!!!!!!!!

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  • 25/03/2008 - 14:14
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Eu acho muito serio essa apologia ao terror implatada aqui por Degrelle, Francois, Rejane e Kalil.
    Vale lembrar que terrorimo e’ um ato ilegal, crime federal passivel de penas rigorosas.
    Voces estao difundindo o terror. Isso e’ crime!
    E’ muito mais que emitir uma opiniao.
    Voces estao suportando o ato.
    Pensem bem nisso.

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  • 25/03/2008 - 14:15
    Enviado por: CarlosJarbas

    Boa tarde a todos… é interessante a forma como os defensores do indefensável ( A INVASÃO DO IRAQUE) conseguem mudar o foco do debate em questão. O cerne de tudo é uma invasão ilegal, injusta, sem qualquer amparo dos organismos internacionais e que já levou milhares de inocentes à morte e desmantelou todo um povo que mesmo sob o governo de um ditador cruel ainda mantinha sua identitade.

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  • 25/03/2008 - 14:16
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Quiz dizer “apoiando” e nao “suportando”

    Desculpe a nossa falha.

    Marcio

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  • 25/03/2008 - 14:17
    Enviado por: Rejane

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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  • 25/03/2008 - 14:17
    Enviado por: François

    Tchau e bença, vou trabalhar agora!!!!!!!!!!!

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  • 25/03/2008 - 14:21
    Enviado por: Rejane

    “Ele” se chama Márcio. KKKKKKKKKKKKKKK

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  • 25/03/2008 - 14:26
    Enviado por: Jeff Jacobs

    IRÃ : POP. 40.000.000 HAB./CONS./WIRELESS

    QUALCOMM STRATEGY

    A QUALCOMM Incorporated  www.qualcomm.com) é líder no desenvolvimento e disponibilização de produtos e serviços inovadores de comunicações digitais sem fio baseados na tecnologia CDMA e em outras tecnologias avançadas.

    A QUALCOMM acredita que o investimento em pesquisa e desenvolvimento é um fator fundamental para manter a liderança na indústria das telecomunicações. No ano fiscal de 2005, a empresa fez um investimento de US$ 1 bilhão para a criação de novas soluções, beneficiando milhares de usuários de comunicação sem fio no mundo todo.

    “Faz parte das estratégias da QUALCOMM o investimento em educação por meio de parcerias com instituições de ensino em todo o mundo, visando dar apoio ao desenvolvimento de profissionais tecnologicamente capacitados”, explica Jeff Jacobs, presidente mundial de desenvolvimento da QUALCOMM. “Pela representatividade do Brasil no cenário das telecomunicações, a empresa acredita no potencial da área acadêmica para formar futuros doutores no setor. A nossa parceria com a universidades na formação de PhDs comprova o nosso compromisso em auxiliar a indústria a ter acesso aos melhores profissionais possíveis”, afirma Jeff Jacobs.

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  • 25/03/2008 - 14:27
    Enviado por: ZéMané

    Ally:

    Que pena que vc se vai. É gostoso às vezes ouvir uma voz dissonante, pois provoca reflexäo.

    O discurso óbvio de que EUA säo malvados, iraquianos, palestinos, sírios e iranianos sao bonzinhos e amantes da paz e isralenses e judeus nao passam de sionistas muito, muito feios cansa.

    Quanto à Colômbia, adorei o tratamento dado às FARC no Equador.

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  • 25/03/2008 - 14:32
    Enviado por: Jeff Jacobs

    “” IRÃ + QUALCOMM = PEACE = U$ “”

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  • 25/03/2008 - 14:32
    Enviado por: Carlos Massaranduba (Direto do Eden)

    Curioso que alguem como o degrelle, o qual preferiu se render a dar a vida pela sua causa, agora defende os homens bombas e o terrorismo.
    Terrorismo e’ um ato criminoso.

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  • 25/03/2008 - 14:42
    Enviado por: Karlin Jennifer

    Since Irwin M. Jacobs founded Qualcomm, Inc., in 1985, the telecommunications company has grown to $3.3 billion in annual revenues by providing wireless telephone service, mobile satellite communications, and Internet software. In recent years, Jacobs backed President Clinton’s successful campaign to open up trade with “”"”"”"China, giving all but $2,000 of his political contributions to the Democratic Party. “Broad support for the Chinese market is a key goal for Qualcomm,” Jacobs declared, “and essential for a global communications company.”"”"”"”"”

    The company is an active member of the Telecommunications Industry Association, a trade group that lobbied hard for passage of the China trade bill last May. The payoff could be enormous: TIA estimates that China will have “the world’s largest telephone and mobile phone markets in the world by 2005,” with 600 million traditional and cellular phones. Thanks to the trade bill, companies like Qualcomm can now begin selling their services directly to Chinese consumers.

    Jacobs taught electrical engineering and computer science at MIT and the University of California at San Diego before moving into the private sector in 1972. The Smithsonian Award Program recently recognized his “outstanding contributions to global integration through the use of information technology.” And President Clinton, a recipient of some of Jacobs’ “outstanding contributions,” presented the Qualcomm founder with the National Medal of Technology Award “for extraordinary achievements in the commercialization of technology.”

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  • 25/03/2008 - 14:46
    Enviado por: Jorgebúchi

    Caro Degrelle,

    O Irgun, de Menachem Begin, era um grupo terrorista judeu. Não só ele, mas o Lehi também.

    Mas Israel teve que escolher, no início, se queria ser um estado democrático ou um grupo terrorista.

    E escolheu a legalidade, mandando o próprio exército, então incipiente, bombardear e afundar o navio do terror do Irgun, matando cerca de 100 israelenses na operação.

    Horas antes, Ben-Gurion falou ao gabinete: “O que está acontecendo coloca em perigo nosso esforço de guerra e, mais importante ainda, ameaça a existência do país. Um estado não pode sobreviver sem que o seu exército seja controlado pelo próprio estado”.

    Encontrei essa matéria na Veja, não naquela que o Kallil, às 09:09, disse que tenho “debaixo do braço”, mas na outra, que ele diz que me “cobre a moleira”. Mas me protege da insolação da mentira e do ódio anti-semita.

    Sr. Kallil, qual das duas escolhas possíveis (legalidade ou terror) Yasser Arafat fez?

    ++++++++++++

    A matéria inteira, com a foto do navio terrorista em chamas (link acima):

    “O caso Altalena: a democracia tem de ter coragem de bombardear o navio do terror

    Como sabem, as pessoas costumam “amanhecer”. Eu entardeço. E hoje entardeci generoso, disposto a guiar, qual Virgílio, alguns leitores pela selva escura do pensamento. Aí me escreve um deles, tentando relativizar que Lamarca fosse um terrorista e, segundo entendo, o terrorismo como um todo:

    Rótulo complicado esse, de terrorista.O Irgun e o Lehi eram terroristas quando explodiam bombas (91 mortos no atentado ao Hotel King David) na luta pela constituição do Estado de Israel? Qualquer um que faça parte de luta armada é um terrorista, mesmo que do outro lado esteja uma ditadura?

    Aos leitores não-iniciados, ele está se referindo a movimentos terroristas — sim, terroristas — judaicos que lutavam pela criação do Estado de Israel e tinham, entre seus alvos, também a Coroa Britânica. Pesquisem a respeito quando houver tempo. É uma história fascinante. Mas Tio Rei tem algo a dizer a respeito.

    Leiam este trecho (em azul) de um evento muito importante da história de Israel, narrado pelo jornalista Zevi Ghivelder. É muito importante para o que vou dizer a seguir:

    (…) O terceiro momento crucial vivido por Ben-Gurion corresponde ao episódio do navio “Altalena”. No dia 12 de junho, Menachem Begin, líder da organização Irgun, que havia cometido ações armadas contra militares ingleses, anunciou que dali a cinco dias chegaria a Israel um navio com mil imigrantes e armas e munições que dariam para abastecer dez batalhões. Begin queria que seus homens, lutando em Jerusalém, ficassem com vinte por cento da preciosa carga. Ben-Gurion respondeu que tudo deveria ser entregue aos combatentes da nova nação, inclusive as armas que a Irgun ainda mantinha em seu poder. Era imprescindível, naquela quadra dos acontecimentos, a união nacional. Begin não se conformou e ameaçou ficar com tudo. “O Altalena” deitou âncora em frente a Kfar Vitkin e os caixotes começaram a ser descarregados. Um oficial da Haganá (ainda não havia o exército regular israelense) entregou a Begin um ultimato: ou as armas eram entregues, ou tudo seria confiscado. Diante da recusa, Ben-Gurion decidiu usar a força. O navio deslocou-se até a costa de Tel Aviv e encalhou sobre os destroços de um velho navio afundado pelos ingleses. Na manhã do dia 22, Ben-Gurion reuniu o gabinete. Seus olhos flamejavam enquanto dizia: “O que está acontecendo coloca em perigo nosso esforço de guerra e, mais importante ainda, ameaça a existência do país. Um estado não pode sobreviver sem que o seu exército seja controlado pelo próprio estado”. E enquanto Ben-Gurion se dirigia ao gabinete, Menachem Begin falava de um alto-falante no navio: “Povo de Tel Aviv! Nós, da Irgun, trouxemos armas para combater o inimigo, mas o governo está negando o acesso a elas. Ajude-nos a descarregar. Se há diferenças entre nós, vamos resolvê-las depois”. Ao mesmo tempo, no quartel-general da Palmach, corporação ligada à Haganá de Ben-Gurion, seus comandantes, Ygal Allon e Itzhak Rabin, começaram a distribuir granadas a seus homens. Uma lancha passou a trazer a carga para a praia e Ben-Gurion estava perfeitamente calmo quando disse: “Não há jeito. Vamos ter que bombardear o navio”. Em seguida, o “Altalena” foi atingido (foto) por um petardo e pegou fogo. Mais de cem pessoas morreram. Outras se jogaram ao mar e foram recolhidas por botes, inclusive Begin que, naquela noite, voltou a falar através de sua estação de rádio secreta: “Os soldados da Irgun não vão entrar numa guerra fratricida, mas também não vão aceitar a disciplina de Ben-Gurion”. Mas a história demonstrou que a disciplina de Ben-Gurion acabou mesmo prevalecendo. A rigor, ele não conferia ao Exército de Defesa de Israel apenas um valor militar, mas encarava-o como um poderoso centro de integração social, como uma instituição que traria homogeneidade nacional aos jovens judeus que tinham chegado ao país provenientes de todos os cantos do mundo.

    Sabem por que Israel é um Estado — democrático! — e os palestinos estão em guerra civil? Porque um país precisa ter a coragem de afundar o navio de seus terroristas, de fato e em espírito, se quiser existir como tal. Vejam o desastre a que o corrupto Yasser Arafat (repatriaram os US$ 40 milhões que ele tinha no exterior ou não?) conduziu o seu povo. Por quê? Quando podia combater o terrorismo, resolveu usá-lo como aliado. Quando achou que era o caso de contê-lo, já não havia mais o que fazer.

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  • 25/03/2008 - 14:48
    Enviado por: Herbert

    Degrelle:

    Esperava um pouco mais de voce. Aderiu o panfletismo rasteiro?

    A covardia dos dirigentes palestinos do Hamas, se escondendo em escolas, hospitais e junto da populacao eh o que provoca a morte de inocentes.

    Pensando bem, que sao os palestinos?

    Hamas, Fatah, Jihad el Kassam, Jihad Harabichueba, Jihad el Degrelle, Rejane al shaid, Kassam el Francisco, Francisco sem kassam …

    Pobre Palestinos, tao parecendo os sem teto, sem causa, sem argumentos ….

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  • 25/03/2008 - 14:54
    Enviado por: le

    nos somos apenas simples (gentiles) ja que não somos o povo escolhido(preferido)

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  • 25/03/2008 - 14:58
    Enviado por: Jorgebúchi

    François,

    Me tire uma dúvida.

    Se você não escorar suas frases com até 20 pontos de exclamação (13:43), seus argumentos desmoronarão sozinhos?

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  • 25/03/2008 - 14:58
    Enviado por: Herbert

    Ally:

    Assim como vc, o mundo ocidental descobriu finalmente que nao tem como discutir com a jihad.

    Arafat era um mentiroso patologico que levou os Palestinos e pobreza absoluta enquanto sua linda esposa Suha vivia o glamour de Paris. Lider corrupto simboloda causa.

    Nao se trata de um movimento intelectual. Sao jihadista, ideologicos, extremistas, a vida de nada vale, o que importa eh a fe.

    o Nassralah eh um cancer. Faz comicios que faz lembrar o Edir Macedo. Semea morte em prol de 72 virgens.

    Ally esquece, sao a escoria do mundo, frustrados que nada concretizaram. Sao prisioneiros da religiao !!!

    Democracia, educacao, cultura e desenvolvimento definitivamente nao sao os parametros deles.

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  • 25/03/2008 - 14:59
    Enviado por: Rejane

    Isto é o estado naziterrorista de israel, onde o Herbert mora e trabalha para seu exército criminoso.

    Vejam este vídeo e julguem vocês mesmos:

    http://www.youtube.com/watch?v=pwRk95iLmK4

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  • 25/03/2008 - 15:01
    Enviado por: Herbert

    A QUEM POSSA INTERESSAR:

    Begin selou a paz com o Egito na figura de Sadat.

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  • 25/03/2008 - 15:03
    Enviado por: CarlosJarbas

    Herbert quanto vale para Israel a vida das crianças palestinas (milhares delas ao longo de tantas guerras) que tombaram indefesas frente à artilharia?

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  • 25/03/2008 - 15:04
    Enviado por: Herbert

    Rejane:

    Jah te falei, lave a boca antes de se referir a mim.

    Nazi terroristas sao os lideres arabes que se associaram a Hitler.

    Voce deve ser filha de um deles.

    Burrona, que soh sabe copiar, colar e escrever doloridinho. KKKKKKK

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  • 25/03/2008 - 15:05
    Enviado por: Degrelle

    Massaranduba:
    Eu, Degrelle, não me rendi. Eu só recebí, e cumprí ordens. Quem se renderam foram os covardes dos generais Galtieri, e Menendez.
    Eu rezava por ajuda externa, lembro que na época se falou que havia dois submarinos russos em aguas austrais, e eu torcia para a intervenção russa. Após a guerra tambem se falou que a Libia teria nos oferecido uns 100 aviões Super Etendart, com Exocet… eu tería aceitado.
    Eu aceitaria a ajuda do Bin laden ou de qualquer outro combatente. Eu penso que para defender uma causa justa quase tudo vale.

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  • 25/03/2008 - 15:08
    Enviado por: Herbert

    Rejane:

    Me fale um pouco sobre seu idolo Arafat.

    Me fale da Suha.

    Da corrupcao nas autoriades palestinas.

    Quem eh Abu Mazen?

    Quem eh Hannie?

    Nao estao em plena guerra civil?

    O Egito nao da a minima pros coitadinhos de Gaza.

    Se nao fosse Israel em mandar remedios e farinha tava todo mundo morrendo. Pensando bem problemas, isto nao importa, o que importa eh o Al Kuram nas maos.

    Voce eh patetica e uma provocadorazinha de quinta categoria.

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  • 25/03/2008 - 15:08
    Enviado por: ZéMané

    Muito interessante o artigo que você posta para reflexäo, Búchi. O que faltaria aos palestinos e a outros árabes seria talvez afundar suas milícias – seus “Altalenas” – em favor de um governo de unidade nacional.

    Que bom se isso acontecesse também no Iraque e no Líbano.

    Grato, Ally, por nos trazer à lembranca esse fatos interessantes sobre a Haganá e o Irgun.

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  • 25/03/2008 - 15:10
    Enviado por: Herbert

    Jarbas:

    vale muito, inclusive existem inumeras em hospitais israelenses, sabia??

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  • 25/03/2008 - 15:10
    Enviado por: Jorgebúchi

    Jarbas,

    Talvez o grande ‘humanista’ e líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, possa lhe responder.
    Veja o ‘apreço’ que o valente tem pela humanidade. Ouça o homem:

    “Tenho uma mensagem especial para os árabes de Haifa, aos seus mártires e aos feridos. Peço que deixem essa cidade. Espero que vocês o façam (…) Por favor vão embora para que não tenhamos que derramar seu sangue, que é nosso sangue.”

    Ele falou isso num pronunciamento em que classificou de “injusto” o cessar-fogo proposto pelos EUA e pela França (guerra Israel x Hizbollah, 2006) e em que prometeu lutar até o último tiro, dirigindo-se à população árabe da cidade israelense de Haifa, vítima preferencial de seus foguetes.
    Para este fascitóide de turbante, as únicas vidas civis que contam são os islâmicos. Ele não vê problema em matar judeus. Deve considerar uma obrigação. Mas, é claro, as vítimas civis que comovem o mundo são apenas aquelas que morreram do lado do Hizbollah. Para o sr. Nasrallah, algumas vidas têm muito mais peso do que as outras. Ademais, seu discurso, por fascistóide, é também mentiroso. E o Iraque o prova: ali, xiitas e sunitas derramam o sangue do Islã sem nenhum problema. OS MAIORES ASSASSINOS DE ÁRABES IRAQUIANOS SÃO OS ÁRABES IRAQUIANOS. O mesmo país que financia algumas das facções homicidas do Iraque financia o Hezbollah: o Irã, que deu à luz o fascismo islâmico.

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  • 25/03/2008 - 15:13
    Enviado por: ZéMané

    O Hamas usa mulheres, velhos e criancas como escudos humanos. Depois os israelense é que sao maus.

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  • 25/03/2008 - 15:14
    Enviado por: Tio Sam

    Herbert:

    Esperava um pouco mais de você. Aderiu ao panfletarismo rasteiro?

    A covardia dos dirigentes judeus do Likud, se escondendo em governos, quartéis, madrassas e junto da populacão é o que provoca a morte de inocentes.

    Pensando bem, que são os judeus belicistas?

    Pobres judeus belicistas, estão parecendo os sem teto, sem causa, sem argumentos, sem pátria ….

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  • 25/03/2008 - 15:26
    Enviado por: Tio Sam

    Herbert:

    Mostre um pouco mais de perspicácia e não confunda governos corruptos e mentirosos com uma população na maior parte das vezes inocente !
    Sua argumentação é frágil e não se sustenta, visto que não parte do princípio da honestidade.

    A honestidade, nesse caso específico, está em admitir, que em ambos os lados, os governos ou comandos são enganadores e hiópocritas.

    Conivência sistemática com a hipocrisia torna aquele que assim convivem, simples e meros joguetes perigosos nas mãos dos mais intelectualmente preparados ou dos de pior caráter !

    Repetindo : Não confunda o povo palestino com seus algozes de ambos os lados.

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  • 25/03/2008 - 15:29
    Enviado por: Herbert

    Rejane tah procurando no google um artigo para copiar e colar …

    e depois colorir kkkkkk

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  • 25/03/2008 - 15:31
    Enviado por: CarlosJarbas

    Herbert é sempre um prazer discutir com o amigo em alto nível.. Jorge buchi só o teu nick já te descredencia para uma troca séria de idéias. O cara que admira um político mediocre e sanguinário como Bush deve sofre alguma anomalia ainda não estudada.

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  • 25/03/2008 - 15:34
    Enviado por: Herbert

    Tio:

    Arafat nao foi um simples governante.

    Foi um simbolo, um incone que levou os Palestinos pro fundo do poco.

    Porque o Hamas nao aceitou o poder de dissolver o governo que era outorgado ao Abu Abas?

    Fatos objetivos, sem muito bla,bla,bla …

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  • 25/03/2008 - 15:36
    Enviado por: Herbert

    Amigo Jarbas:

    esqueca o nick e analise o conteudo.

    Um abraco

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  • 25/03/2008 - 15:37
    Enviado por: ZéMané

    Confundir o povo palestino com seus algozes? Os palestinos da faixa de Gaza elegeram o Hamas, que näo reconhece Israel e tem uma posicao beligerante em relacao a esse estado. Ou seja, a maior parte da populacao votou em um grupo/partido que visa a eliminacao de Israel!

    O ataque à faixa de Gaza e as pressoes do Egito podem conduzir a um acordo de paz. Todavia, se comecarem a lancar até 40 qassams por dia em Israel, näo haverá outra solucao senao a retomada do território pelas forcas israelenses. Claro que torco para que isso nao aconteca, nem seja necessário.

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  • 25/03/2008 - 15:40
    Enviado por: Herbert

    Tio:

    Mencione um, apenas um lider Palestino que ao seu ver tenha liderado este povo de forma correta.

    Arafat recebeu de Barak 97%, de novo 97% dos territorios e recusou pois entre outras queria 100% de Jerusalem !!!!

    Os proprios Sauditas ficaram estupefados com a recusa ….

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  • 25/03/2008 - 15:40
    Enviado por: Degrelle

    Herbert:
    Você fala que esperava mais de mim?
    Mais o que? Você não é meu amigo, não temos afinidade ideológica, nem muito menos.
    Não espere das pessoas aquilo que elas não podem lhe dar. Nada espero de você, mas não o desprezo.

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  • 25/03/2008 - 15:40
    Enviado por: Tio Sam

    Herbert,

    Cabe agora a vocês que tem informações, inteligência, conhecimento dos fatos e proporção do alcance dos mesmos, DIALOGAR, com os mais fracos e que necessitam.

    Herbert, você poderia ter vindo ao mundo pelo lado de lá ! Pense nisso consequente e seriamente.

    A bola está com vocês. Mas não a ” isolem “

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  • 25/03/2008 - 15:42
    Enviado por: Rejane

    O Guarani mostrou pra todo mundo quem são os que estão por trás dessa “indústria” venenosa, com nome e sobrenome. Essa é a “liberdade” que eles querem para as mulheres.

    http://www.shortenurl.com/8rzxt

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  • 25/03/2008 - 15:42
    Enviado por: Herbert

    Degrelle:

    Nao vou responder pois me parece clone.

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  • 25/03/2008 - 15:43
    Enviado por: CarlosJarbas

    Herbert o nome identifica o ser… dá uma idéia de seu conjunto… se alguém aqui postar com o nick de HITLER vc dialogaria com o mesmo?

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  • 25/03/2008 - 15:50
    Enviado por: Herbert

    Tio:

    Eh o que os de boa vontade estao tentando fazer.

    Acreditamos nas intencoes do Abu Mazen, as negociacoes estao em ritmo avancado.

    Espero que as influencia Siria e Ira nao coloque tudo agua abaixo.

    Israel estah dando suporte a policia Palestina para que o controle de Jenin volte pras maos dele sem que o caos volte a reinar.

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  • 25/03/2008 - 15:52
    Enviado por: Herbert

    Jarbas:

    Nao, claro que nao. Na verdade nem sei porque me dou ao trabalho de dialogar com alguem que se refere a mim como nazista.

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  • 25/03/2008 - 15:52
    Enviado por: Jorgebúchi

    Carlos Jarbas

    Seria de uma injustiça imperdoável se o seu comentário das 15:43 recebesse um adjetivo diferente de bucéfalo.
    Prometo zelar para que ninguém cometa essa injustiça.

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  • 25/03/2008 - 15:55
    Enviado por: Adolfo H

    Antes de me julgarem, saibam que fui difamado pelos meios de comunicação, por Hollywood, pela televisão. Eles mentiram e deturparam a história enquanto que a verdadeira História é pouco conhecida. Primeiro leiam o meu livro, analisem e pensem a respeito.

    http://shurl.net/87F

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  • 25/03/2008 - 15:59
    Enviado por: Tio Sam

    Zé,

    Você é um sujeito esclarecido. Como tal sabe que as condições sanitárias e humanas dentro de Gaza, erram insuportáveis.
    A assistência médica-hospitalar era feita por , queiramos ou não, simpatizantes desse movimento. Se fosse o Fatah, a realizar tais procedimentos junto à quase 1.500.000 de habitantes, fatalmente ganharia as eleições.

    O POVO NÃO QUER GUERRA !

    O POVO QUER PAZ E PROSPERIDADE !

    ! JAPÃO E ALEMANHA QUE O DIGAM !

    E é isso que tanto Fatah, quanto Hamas tem falhado em “sentir” e “expressar” aos israelenses.

    Cabe aos israelenses – judeus e árabes – interpretarem corretamente esse sentimentos.

    ! QUANDO UM NÃO QUER, DOIS NÃO BRIGÃO !

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  • 25/03/2008 - 16:03
    Enviado por: Tio Sam

    …BRIGAM !

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  • 25/03/2008 - 16:05
    Enviado por: Rejane

    En una guerra de 34 días que estalló el 12 de julio, las fuerzas israelíes efectuaron bombardeos aéreos y de artillería que mataron a casi 1.200 personas en Líbano, incluidos centenares de menores. Asimismo, destruyeron decenas de miles de viviendas y comercios, principalmente en el sur de Líbano y en barrios periféricos de Beirut, y atacaron y dañaron carreteras generales y puentes en todo el país. Los misiles lanzados por Hezbolá contra Israel mataron a 43 civiles y causaron daños en centenares de edificios.

    En el curso del conflicto, las fuerzas israelíes cometieron graves violaciones del derecho internacional humanitario y de los derechos humanos, incluidos crímenes de guerra. En particular, llevaron a cabo ataques indiscriminados y desproporcionados en gran escala. Al parecer, lanzaron también ataques directos contra infraestructura civil a modo de castigo colectivo para inducir a la población y al gobierno de Líbano a volverse contra Hezbolá, y con objeto también de menoscabar la capacidad militar de Hezbolá.

    ——————————————————-

    Las fuerzas israelíes efectuaron frecuentes bombardeos aéreos y de artillería contra la Franja de Gaza, a menudo en zonas residenciales y campos de refugiados densamente poblados. Mataron a unos 650 palestinos, la mitad de ellos civiles desarmados, e incluidos unos 120 menores, con lo que la cifra de víctimas se triplicó con respecto a 2005. El 27 de junio, tras un ataque llevado a cabo dos días antes por miembros de grupos armados palestinos contra un puesto militar situado dentro de Israel y en el que mataron a dos soldados israelíes y capturaron a un tercero -el cabo Gilad Shalit-, el ejército israelí lanzó la operación «Lluvia de verano». Los ataques israelíes se intensificaron espectacularmente tras la captura de Gil’ad Shalit, si bien los meses anteriores se habían caracterizado también por los homicidios de palestinos y los bombardeos aéreos y artilleros llevados a cabo por Israel en la Franja de Gaza y Cisjordania.

    ——————————————————-

    Los colonos israelíes de Cisjordania lanzaron reiterados ataques contra palestinos y sus bienes, así como contra defensores de los derechos humanos y pacifistas internacionales que pretendían documentar tales agresiones. Algunos de los ataques tuvieron lugar durante la cosecha de la aceituna, en octubre y noviembre, cuando, al intentar los agricultores palestinos acceder a sus campos, situados cerca de asentamientos israelíes, los colonos quisieron impedírselo.

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  • 25/03/2008 - 16:10
    Enviado por: Jorgebúchi

    Ué…deixa ver se entendi…

    Se japoneses e alemães querem paz e prosperidade, quem que disse que o Hamas quer o mesmo?

    “Esses sentimentos” emanados de Gaza são percebidos como uma chuva (sem aviso do homem do tempo) de kassams.

    Então, como é que “cabe aos israelenses” interpretar corretamente” os mesmos?

    Defina “interpretar corretamente” no presente caso.
    Qual seria uma resposta diferente daquela que Israel tem dado, ante estrondosos “sentimentos” que lhe caem na cabeça?

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  • 25/03/2008 - 16:13
    Enviado por: Herbert

    Tio Sam:

    Ai estah o erro. Os seus parametros nao sao universais. Progresso, democracia sao expressoes que na fazem parte da mentalidade dos extremistas.

    O que importa eh a religiao, religiao, quanto mais melhor, quanto mais adeptos melhor.

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  • 25/03/2008 - 16:17
    Enviado por: Herbert

    Rejane:

    Excelente artigo.

    Qual sua opinao a respeito da saida dos colonos Judeus que a fizeram sem violencia em respeito a decisao da Knesset, parlamento de Israel?

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  • 25/03/2008 - 16:19
    Enviado por: Rejane

    “La construcción por parte de Israel de la valla/muro DENTRO de los Territorios Ocupados vulnera el derecho internacional y está contribuyendo a que se cometan GRAVES VIOLACIONES DE DERECHOS HUMANOS.

    (…)

    Las autoridades israelíes afirman que la valla/muro es “una medida defensiva, destinada a impedir la entrada de terroristas, armas y explosivos en el Estado de Israel”.

    Sin embargo, la mayor parte de la valla/muro no se está construyendo a lo largo de la “línea verde” que separa Israel de Cisjordania. Cerca del 90 por ciento se levanta sobre suelo palestino en el interior de Cisjordania, rodeando ciudades y pueblos palestinos y aislando comunidades y familias. Separa a los granjeros de sus tierras y a los palestinos en general de sus lugares de trabajo, escuelas, centros médicos y otros servicios básicos.

    Nada justifica la construcción de semejante valla/muro dentro de los Territorios Ocupados. Ésta podría levantarse en territorio israelí a lo largo de la “línea verde”, donde los mecanismos para controlar la entrada de personas del exterior también podrían reforzarse si se considera necesario” afirma Amnistía Internacional.

    La construcción de esta valla/muro DENTRO de los Territorios Ocupados tiene GRAVES consecuencias para cientos de miles de palestinos. Impone restricciones desproporcionadas y discriminatorias sin precedente a su circulación dentro de los Territorios Ocupados y da lugar a que se cometan otras violaciones de sus derechos fundamentales, como el derecho al trabajo, a la alimentación, a la asistencia médica, a la educación y a un nivel de vida digno.

    Tanto las normas internacionales de derechos humanos como el derecho internacional humanitario exigen a Israel que, como potencia ocupante, proteja y garantice los derechos de la población palestina en los Territorios Ocupados.

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  • 25/03/2008 - 16:20
    Enviado por: Herbert

    Tio:

    Nao existem sentimentos em conflitos.

    O que define sao os acordos e compromisso de cada um dos negociadores com o seu povo e com a regiao.

    Vc sabe quanto milhoes de Euro o Hamas deixa de receber na forma de auxilio por pregar abertamente o fim de Israel?

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  • 25/03/2008 - 16:22
    Enviado por: Herbert

    Muro, bendito muro, os atentados suicidas diminuiram em mais de 90% !!!!

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  • 25/03/2008 - 16:22
    Enviado por: Rejane

    Boa tarde. Se puder volto depois

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  • 25/03/2008 - 16:25
    Enviado por: Herbert

    Rehiena:

    Voce jah visitou Bangu ?

    As favelas do Rio eh cafe pequeno comparado a Gaza.

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  • 25/03/2008 - 16:27
    Enviado por: Herbert

    Tchau Rejane, a hiena da montanha, saida pela esquerda ……

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  • 25/03/2008 - 16:30
    Enviado por: Herbert

    Pera ai Rejane, nao vai responder minha indagacoes???

    Ou vai deixar que seu outro companheiro que entrara de plantao no blog responda?

    Voce nem do peso eh vigilante ..

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  • 25/03/2008 - 16:31
    Enviado por: Kallil

    Participante Jorge_úchi (notou que aderi àqueles que escondem o D de Deus aqui): o que o Yasser Arafat fez em prol do seu bolso, não significa que os palestinos tenham que ficar refém de seu comportamento e “pagar” por isso. Argumentos capciosos, ardilosos, matreiros… Como estes que, pesquisados por revistas como a Veja que dissecou Che Guevara, por exemplo, entrevistando agentes da CIA, vira-e-mexe, são colocados com a devida nulidade para debate.

    O Senhor vai flagrar batatas por aqui e não vai conseguir arrefecer a vontade do mundo em “meter o pé no traseiro do império” assassino. Vou sair agora. Em sua homenagem e para arregimentá-lo para o lado do bem, vou queimar a primeira bandeira americana que encontrar. Volto depois da missão.

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  • 25/03/2008 - 16:32
    Enviado por: Tio Sam

    Herbert,

    Se os acordos forem espúrios ou mesmo contra o bom senso e à paz comum entre povos, ou, ao contrário, mostrarem-se avessos ao objetivo final a ser alcançado, – segurança e bem estar dos cidadãos – poderão ser legais, mas terão vícios nas origens, condenando-os antecipadamente.

    Perderão a credibilidade junto à importantes terceiros, sustentando-se apenas pela imposição da força econômica. Essa última é muito frágil como baliza à legalidade.

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  • 25/03/2008 - 16:36
    Enviado por: marckin

    Ally,
    no Brasil morre mais gente que no Iraque, Afeganistão, Palestina e Israel juntos. Mas até prova em contrário creditamos estas mortes ao crime, à insanidade e a ilegalidade de modo geral.
    Que atitude você considera mais reprovável? Um bandido que atira em inocentes e se esconde atrás de um inocente colocando-o na posição de escudo humano ou o policial honesto, pai de família, representante da lei e da justiça, que atira mesmo assim contra o bandido, pondo em risco quem ele sabe ser inocente?
    Qual das duas condições é mais reprovável do ponto de vista ético e moral ?
    Lembre-se que o policial é o representante da lei, da JUSTIÇA, e do estado de direito enquanto o bandido é considerado escória e sem caráter e não podemos esperar dele nenhuma atitude diferente.
    Do mesmo modo entendo a situação do terroristas palestinos que atacam Israel e da resposta armada das forças Israelenses.
    Posso estar errado, mas devo confessar que a resposta de Israel (que é um país soberano, democrático, em pleno estado de direito, que tem como alicerces uma história de 5000 anos e o sofrimento de seu povo, incluindo o holocausto) frente a um ataque terrorista, quando desproporcional, colocando inocentes em risco, me horroriza mais que a ação dos terroristas.
    A bíblia dos cristão tem uma passagem que diz: ao que muito foi dado muito lhe será cobrado!

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  • 25/03/2008 - 16:37
    Enviado por: Herbert

    Tio:

    Os acordos sao elaborados e endossados nao soh por Israelenses e Palestinos.

    O road map, por exemplo, ninguem gosta, por isso ele eh bom. As cartas e os caminhos e os apoios estao be costurados.

    Falta SOMENTE o Hamas depor as armas, cessar com os morteiros e dar a Abu Mazem o direito que lhe foi concedido como presidente.

    Israel esta disposta a fazer concessoes, jah fez no passado (Genebra, Oslo etc..), temos que dar uma nova chance a paz.

    Acho que alguns lideres Palestinos da Cisjordania entendem o momento e nao querem perde-lo.

    Fora o hamas, ninguem que o Ira na faixa de Gaza.

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  • 25/03/2008 - 16:40
    Enviado por: Tio Sam

    jb,

    O seu raciocínio só é válido para os tais radicais que condena. Seu argumento e questionamentos, poderiam ser muito bem vistos e compreendidos pelos radicais palestinos. Pensam exatamente igual a você,

    ! E DE RADICAIS, O MUNDO JÁ ESTÁ DE SACO CHEIO !

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  • 25/03/2008 - 16:42
    Enviado por: Herbert

    Marckin:

    Nao existe morte mais ou menos concebiveis, de nenhum lado.

    Criancas sao aqui e ali, de todos os lados.

    Agora te pergunto: O que leva um cidadao arabe, israelense, com escolas e previdencia pagas pelo Estado, filho de familia de classe media alta, bem posicionado na sua cidade, ha alguns dias do seu casamento, entrar num seminarios e abrir fogo contra jovens que ali estavam estudando?

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  • 25/03/2008 - 16:46
    Enviado por: Tio Sam

    Herbert,

    Acho que é esse o caminho. Mudarem-se as lideranças radicais, por outras moderadas. Mas jamais pela via do extermínio.
    Sem dúvida não é fácil ou simples, pois, infelizmente os dois povos – via suas respectivas lid. – plantaram muito desentendimento e harmonia.

    Cabe aos israelenses mudar esse quadro. Meu ponto de vista pessoal, é que lentamente estão chegando a denominadores comuns, o que é muito salutar.

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  • 25/03/2008 - 16:47
    Enviado por: Degrelle

    É claro que o muro beneficiou Israel! Por isso foi feito. Confinam os palestinos em guetos para se proteger de uma ínfima parcela de combatentes mártires. Bombardeiam o povo e o botam em guetos!
    Não adianta: Considero justa a causa palestina.
    Considero que Irã tem todo o direito de ter armas nucleares, pelo principio de dissuação, já que Israel tambem as tem. Considero suja a guerra de Bush que alem de matar centenas de milhares de civis iraquianos e 4000 usamericanos, está falindo seu próprio pais, com gastos trilhonários.

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  • 25/03/2008 - 16:53
    Enviado por: Herbert

    Degrelle:

    Voce tem ideia quantos Palestinos tem o visto de autorizacao para trabalhar em Israel?

    Quando vc fala em Palestinos, a quem vc se refere? Hamstao, Fatah, quem exatamente?

    PS: O Ira nao eh democracia e ameaca diaramente a existencia de Israel. Eh um pais liderado por aloprados. O mundo nao gosta de aloprados.

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  • 25/03/2008 - 16:56
    Enviado por: Herbert

    Valeu Tio, sempre bom dialogar com quem realmente que dialogar sem ideias preconceituosas.

    Podemos diferir mas com respeito e sem agressoes.

    Bye

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  • 25/03/2008 - 16:56
    Enviado por: Marcos L. S.

    Sr. Herbert

    O senhor acha que deveria haver um ataque, ou mesmo invasão ao Irã?

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  • 25/03/2008 - 16:57
    Enviado por: Vitor

    Tem mais 5 concessoes que tem de ser realizadas por israel, para completar o quadro.
    Sao elas:
    - Jerusalem, cidade soberana, sem estado, sob a tutela da ONU.
    - Retorno de todos os refugiados palestinos ao futuro estado palestino ( arabes-israelitas inclusos)
    - Desmantalemento de TODOS os colonatos que ficarem em territorio palestino
    - Abandono do montes gola
    - Retorno ás fronteiras de 1967

    Á palestina, cabem 3 concessoes:
    - Abdicar de jerusalem o