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Durante as últimas férias do MBA tive a oportunidade de conhecer mais um dos nossos “primos”  BRIC! Fui com toda a minha família para a Rússia e como não podia deixar de ser, com duas crianças nas costas, o Circo de Moscou foi uma das paradas da nossa trupe!

Eu não estava muito empolgado em ir ao circo, pois já seria a terceira vez em um ano! Quando chegamos ao local fiquei impressionado! É uma arena para quase 4.000 pessoas com poltronas, shows incríveis nos mais diversos formatos, uma orquestra maravilhosa e muita, muita modernidade!!!

Aquilo não era em  nada relacionado a um “BRIC” e nem mesmo com o caso estudado no MBA, onde o Cirque du Soleil foi apresentado como um grande inovador na sua modalidade circense. O Circo de Moscow foi inaugurado em 1971 e o seguidor Francês em 1984. O seguidor francês transformou o circo em algo para adultos!

Sem desmerecimentos ao caso do MBA e ao fabuloso império contruído pelo circo francês, gosto muito mais do incansável Circo de Moscou. Neste, nada de bom do mundo dos circos foi deixado de lado (focas, cuspidor de fogo, palhaços, cavalos, leões, algodão doce… e muito menos as crianças!) e muito foi adicionado. Como uma arena “de filme de ficção científica” que é substituida por uma arena de água com metros de profundidade, uma plataforma móvel onde os bailarinos dançam a muitos metros do chão, calefação (óbvio),  poltronas, lanchonetes, lasers, DJ e outras modernidades mais. Impecável, mas ninguém conta esta história.

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 A diversidade do corpo de professores e alunos do IE  se provou cada vez mais viva na a cerimônia oficial de abertura do MBA dentro de um mosteiro mediaval na cidade de Segóvia. Primeiramente  havia a ilustre presença do professor convidado Dr. Zhong-Ming WANG, um renomado atuante na área de Empreendedorismo da  Zhejing University da China. Além disso, o grupo de alunos contava com mais de 56 nacionalidades, sendo apenas 12% espanhóis.

Quem teve a curiosidade de abrir o link da  Zhejing University notou que o link não está no nosso alfabeto. Este exemplo serve para eu conseguir explicar o tamaho da diferença entre fazer negócios no “nosso mundo” ocidental e fazer negócios com a Ásia. Segundo as projeções econômicas, nove em cada dez empresas internacionalizadas terão algum relacionamento com a China nos próximos 10 anos.

Parece óbvio, não? Quando lemos um jornal há sempre a sigla BRIC e um comentário sobre o peso da China na economia mundial (caminhando para 2o. PIB mundial)  mas quem de nós, brasileiros, já esteve com alguém que fez “um negócio da China”? Normalmente poucos! Não é o caso por aqui no IE. Hoje, durante a palestra do professor WANG, cerca de 10% dos alunos confirmaram ter estado na China para negócios (descontam-se os alunos chineses!). 

Para quem está acostumado com a “Pseudo-diversidade” da nossa economia brasileira, deixo duas simples perguntas. Alguém tem idéia de como se desenvolve um negócio B2B para PMEs na China? Quem sabe o que um consumidor Chinês espera em termos de produto e serviço? Essas respostas valem Bilhões.

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